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Posts tagged livros

O poder dos livros

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Dica do Aluizio Teixeira

10 Números impressionantes da Bienal do Livro de São Paulo 2012

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Publicado originalmente no Listas Literárias

No próximo dia 09 de agosto se inicia o maior evento literário no Brasil. A Bienal do Livro de São Paulo, dominará a pauta sobre o mercado editorial nos próximos dias, e abaixo alguns números que comprovam a grandiosidade do evento:

 

1 – Foram investidos cerca de R$ 32 Milhões de Reais para o desenvolvimento das atividades da Bienal do Livro de São Paulo;

2 – Estão confirmados 480 expositores, sendo destes, 346 nacionais, e 134 internacionais;

3 – 34 Mil metros quadrados é a área utilizada pela Bienal do Livro de São Paulo, numa área total de 60 mil metros quadrados;

4 – 1.100 Selos editoriais estarão presentes na Bienal do Livro;

5- serão 10 dias de evento, de 09 de agosto, a 19 de agosto;

6 – 1.250 Horas de programação cultural estão prevista durante a Bienal do Livro;

7 – 17 Autores internacionais estão confirmados na programação da Bienal do Livro, e grande parte deles visitará o Espaço Jovem, destacando neste público a autora Cecicly Von Ziegezar

8 – R$ 470,00 foi o valor do metro quadrado cobrado da Bienal do Livro das editoras expositoras;

9 – A estimativa da Bienal do Livro é de um crescimento de 8% em seu público visitante;

10 – São esperados 800.000 visitantes durante a edição de 2012 da Bienal do Livro de São Paulo;

London Book barge: para ler na água

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Bookshop na água

Márcia Lira, no Menos Um Na Estante

Uma coisa boa das mudanças que acontecem no mundo dos livros é a criatividade que a gente vê o tempo todo para resgatar o hábito da leitura, lembrando às pessoas da delícia que é ler. Lá pelos lados da Inglaterra, circula pelas águas o London Book barge – The word on the water. Uma livraria de títulos de segunda mão – ou sebos, como nos é familiar -, itinerante, que passa semanas em lugares diferentes. 

Tudo que consigo pensar é que são felizes os ingleses que conseguiram conhecer esse barco das maravilhas. Imagina encontrar livros num lugar tão inusitado, e ainda bonito e agradável como aparenta, cheio de referências e chá grátis.

Na página do Facebook (sim, o barco tem uma fan page e um Twitter), eles explicam que vendem livros usados, mas de qualidade. E dá para acreditar pelas fotos, onde já dá pra ver muita coisa legal.

Como se não bastasse, o The word the water tem toda uma programação cultural, com showzinhos e leitura de poemas.
Hey, bookbarge, que tal vir pra o Recife? :~

 

Vi no Bookshelf Porn. Fotos de Alex in Leeds e de Martin Deutsch.

2012 e o Brasil ainda é país analfabeto

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El cinco invertido

JOSE VICENTE JIMENEZ RIBAS via Ladybug Brasil

Segundo Indicador do Alfabetismo Funcional (INAF) 2011-2012, pesquisa produzida pelo Instituto Paulo Montenegro e a organização não governamental Ação Educativa, 38% dos brasileiros com formação superior não têm capacidade de ler e escrever decentemente. Apenas 35% das pessoas com Ensino Médio completo podem ser consideradas plenamente alfabetizadas.

O INAF 2011/2012 avaliou 2 mil pessoas, de 15 a 64 anos, em todas as regiões do país, por meio de entrevistas e um teste cognitivo, a capacidade de leitura e compreensão de textos e outras tarefas básicas que dependem do domínio da leitura e escrita. A partir dos resultados, a população é dividida em quatro grupos:

Analfabetos: Não conseguem realizar nem mesmo tarefas simples que envolvem a leitura de palavras e frases ainda que uma parcela destes consiga ler números familiares.
Alfabetizados em nível rudimentar: Localizam uma informação explícita em textos curtos, leem e escrevem números usuais e realizam operações simples, como manusear dinheiro para o pagamento de pequenas quantias.

Alfabetizados em nível básico: Leem e compreendem textos de média extensão, localizam informações mesmo com pequenas inferências, leem números na casa dos milhões, resolvem problemas envolvendo uma sequência simples de operações e têm noção de proporcionalidade.

Alfabetizados em nível pleno: Leem textos mais longos, analisam e relacionam suas partes, comparam e avaliam informações, distinguem fato de opinião, realizam inferências e sínteses. Resolvem problemas que exigem maior planejamento e controle, envolvendo percentuais, proporções e cálculo de área, além de interpretar tabelas, mapas e gráficos.

Os resultados mostram que apenas 26% da população podem ser consideradas plenamente alfabetizadas – mesma porcentagem de 2001, quando foi calculado pela primeira vez. 47% dos brasileiros têm alfabetização básica – e 27% são analfabetos funcionais.

“Os resultados mostram que o Brasil avançou principalmente nos níveis iniciais do alfabetismo, mas não conseguiu progressos visíveis no alcance do pleno domínio de habilidades que são hoje condição imprescindível para a inserção plena na sociedade letrada”, aponta o relatório do Inaf 2011-2012.

O estudo indica que há relação entre o nível de alfabetização e a renda das famílias: à medida que a renda cresce, melhora a qualidade do letramento (como se chama a habilidade de escrever, ler e entender estas atividades). Detalhe sórdido: ente os que têm renda familiar acima de cinco salários mínimos, apenas 52% são considerados plenamente alfabetizados.

Entre as famílias que recebem até um salário por mês, apenas 8% atingem o nível pleno de alfabetização. Segundo o INAF, a chegada dos mais pobres ao sistema de ensino não foi acompanhada dos devidos investimentos para garantir as condições adequadas de aprendizagem.

Em miúdos: apesar da escolaridade média do brasileiro ter melhorado nos últimos anos, a inclusão no sistema de ensino não representou melhora significativa nos níveis gerais de alfabetização da população. “A busca de uma nova qualidade para a educação escolar, em especial nos sistemas públicos de ensino, andar junto com o aumento no atendimento. Só assim a escola garantirá efetivamente uma aprendizagem eficiente”, resume o relatório.

Pornô papai-e-mamãe de ‘Cinquenta Tons de Cinza’ bate Harry Potter na Amazon britânica

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A escritora E.L. James

A escritora E.L. James (Dave Kotinsky/Getty Images)

Publicado originalmente na Veja.com

Era uma vez Harry Potter. Ao menos, no topo dos mais vendidos da Amazon britânica. A saga da escritora J. K. Rowling acaba de ser superada, em vendas, por outro fenômeno inglês, este para um público mais crescidinho: a trilogia pornô leve Cinquenta Tons de Cinza.

O site não divulga números, mas afirma em comunicado que os três livros de E. L. James, que começam a chegar nesta semana ao mercado brasileiro pela editora Intrínseca, foram mais comprados em quatro meses que os sete volumes da saga do menino bruxo em catorze anos.

E que o primeiro livro da série erótica, aquele que lhe dá nome, já vendeu o dobro de Harry Potter e as Relíquias da Morte. O título de J. K. Rowling era o mais comercializado na Amazon britânica até hoje.

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