Contando e Cantando (Volume 2)

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Biografia não-autorizada de Mick Jagger chama Luciana Gimenez de ‘atriz pornô’

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A modelo e apresentadora Luciana Gimenez durante a festa de inauguração da loja Christian Louboutin, no Shopping Iguatemi, em 2009

A modelo e apresentadora Luciana Gimenez durante a festa de inauguração da loja Christian Louboutin, no Shopping Iguatemi, em 2009 (Luciana Prezia)

Publicado originalmente na Veja.com

Autor de dezenas de biografias não-autorizadas, o jornalista americano Christopher Andersen acaba de lançar mais uma, esta com gancho nos 50 anos da banda Rolling Stones. Em Mick: The Wild Life and Mad Genius of Jagger (Mick: a Vida Louca e o Gênio Maluco de Jagger), ele conta a vida do vocalista mais rebolativo da história do rock, incluindo seu affaire com a hoje apresentadora Luciana Gimenez, a quem se refere como “uma modelo brasileira de 1,80 metro de altura e atriz pornô”, segundo texto assinado pelo próprio Andersen no tabloide britânico The Daily Mail.

Andersen conta também detalhes sobre o início do envolvimento amoroso entre Luciana e Jagger, em 1998. O vocalista dos Rolling Stones havia levado um fora de Angelina Jolie, atriz ainda em início de carreira, com quem havia tido alguns encontros. Ele insistiu para Angelina acompanhá-lo durante uma viagem ao Brasil em turnê. Diante da negativa da amante, Jagger embarcou sozinho e, em território brasileiro, conheceu Luciana Gimenez, que engravidou dele logo em seguida.

Jagger havia conhecido Angelina Jolie na gravação do clipe Anybody Seen My Baby?, em que a atriz interpretou uma striper, em 1997. Na época, Angelina era casada com o ator Jonny Lee Miller e mantinha um caso com Timothy Hutton.

Meses depois do caso passageiro com Luciana, Jagger descobriu que a modelo estava grávida. A notícia o deixou devastado, segundo Andersen, e ele foi se consolar com outra amante, a então modelo Carla Bruni. Logo após receber a confirmação da paternidade de Lucas, seu filho com Luciana, o cantor teria voado até Paris para se encontrar com Carla e jantar em seu apartamento.

Vale dizer que, entre tantas paixões, Jagger manteve o casamento com a modelo italiana Jerry Hal, mãe de quatro de seus filhos, de quem apenas se separaria oficialmente em 1999. Jerry decidiu colocar um ponto final na relação de nove anos ao descobrir que Luciana Gimenez esperava um filho de seu marido.

Morre autor de “Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes”

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Albari Rosa/Gazeta do Povo / Stephen Covey, em visita a Curitiba em 2008 apresentou o

Stephen Covey, em visita a Curitiba em 2008 apresentou o “bastão da fala”: é preciso aprender a entender os outros

Publicado originalmente na Gazeta do Povo

A emissora afirma, em seu site, que a informação da morte foi divulgada por uma porta-voz do hospital Eastern Idaho Regional Medical Center. A família de Covey diz que ele morreu em razão de um acidente de bicicleta ocorrido em abril.

O livro “Os Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes” vendeu cerca de 20 milhões de cópias, conforme a CNN, e é considerado, por revistas como a Time e Forbes, uma das publicações mais influentes da área de administração.

Covey escreveu ainda outros livros importantes, como “First Things First” “Principle-Centered Leadership,” and “The 8th Habit: From Effectiveness to Greatness” (títulos originais).

Ele vivia com a mulher em Utah, tinha 9 filhos, 52 netos e 2 bisnetos, ainda conforme a CNN.

Série “8 Hábitos”

Em 2008, a Gazeta do Povo lançou a série “8 Hábitos”, baseada na obra de Stephen Covey, autor considerado um dos 10 maiores gurus em gestão de pessoas na atualidade, pelo “The Wall Street Journal”.

As edições foram encartadas entre os dias 9 e 16 de novembro daquele ano nas edições diárias do jornal. O lançamento especial coincidiu com a vinda de Covey à Curitiba,

Segundo o presidente da FranklinCovey Brasil – instituição que divulga o pensamento do autor – Paulo Kretly, a obra de Covey não pode ser considerada um um treinamento comportamental ou um manual de auto-ajuda.

“Na verdade, os hábitos não são algo revolucionário, mas pensamentos e princípios comuns que nossos pais e avós viviam com muito mais intensidade do que nós vivemos hoje. O problema, segundo ele, é que nem sempre o senso comum é a prática comum. “Os 8 Hábitos fazem com que esse senso torne-se uma prática cotidiana, que se quebre paradigmas, pois só assim se começa a agir diferente, realizar coisas diferentemente e obter melhores resultados.”, disse à época.

Livros

A série reúniu nos sete primeiros cadernos os ensinamentos do livro Os “7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes” e, no oitavo, os princípios do livro O “8º Hábito – da Eficácia à Grandeza”.

Em sua primeira vinda a Curitiba, Covey promoveu curso e palestras a convidados, em evento promovido pela seccional paranaense da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH).

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8 personagens famosos da literatura que quase tiveram outro nome

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Carolina Vilaverde, na Superlistas

Muitos personagens têm nomes tão bacanas que a gente nem pensa na possibilidade de eles já terem sido chamados de outro jeito. Mas acontece, e muito. Antes de publicar a versão final de um livro, vários autores acabam mudando de opinião sobre os nomes de seus personagens e a gente nem fica sabendo quais foram suas ideias originais. Para acabar com um pouquinho desse mistério, essa lista mostra oito personagens da literatura que quase ficaram conhecidos com outros nomes. Você imagina como ia se chamar o Gandalf ou o detetive Sherlock Holmes? Descubra:

1. Como conhecemos: Lucy, Edmund e Susan Pevensie (ou Lúcia, Edmundo e Susana)

De onde são: da série “As Crônicas de Nárnia”, de C. S. Lewis
Como eram chamados: O único dos irmãos da família Pevensie que manteve seu nome desde os primeiros rascunhos do livro foi Peter (ou Pedro) Pevensie, o mais velho deles. Seus irmãos eram chamados de Ann, Martin e Rose. Na versão brasileira, provavelmente ficariam como Ana, Martim e Rosa. Além disso, outra mudança importante foi na ordem de nascimento: na primeira versão de “O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa”, Peter era o mais novo.

2. Como conhecemos: Gandalf, o Cinzento

De onde é: do livro “O Hobbit” e da trilogia de “O Senhor dos Anéis”, de J.R.R. Tolkien
Como era chamado: Bladorthin, O Cinzento. Meio sem graça, não? Mas, ao que parece, essa era a ideia original de Tolkien para esse personagem. Em notas escritas a lápis com os primeiros pensamentos sobre “O Hobbit”, o autor anotou que Gandalf seria o nome do chefe dos anões e Bladorthin seria o grande mago. Depois que mudou de ideia, Bladorthin virou apenas o nome de um rei morto que é mecionado apenas uma vez em toda a obra pra lá de prolífica de Tolkien.

3. Como conhecemos: Hermione Granger

De onde é: da série “Harry Potter”, de J.K. Rowling
Como era chamada: Acredite se quiser, o sobrenome da bruxa era “Puckle”. Mas Rowling percebeu que o nome “não era adequado a ela de jeito nenhum”. Por isso, decidiu mudar para um nome mais apropriado para a natureza séria da personagem.

4. Como conhecemos: Marvin

De onde é: da série “O Guia do Mochileiro das Galáxias”, de Douglas Adams
Como era chamado: O robô depressivo era chamado de Marshall em homenagem a um amigo do autor, o comediante Andrew Marshall. Segundo o próprio Adams, a personalidade do amigo tinha muito a ver com o andróide paranóico. Mas, pessoalmente, ainda acho que Marvin é um nome mais bacana. E vocês?

5. Como conhecemos: Artemis Fowl

De onde é: da série “Artemis Fowl”, de Eoin Colfer
Como era chamado: Nos primeiros escritos de Colfer, o criminoso adolescente Artemis se chamava Arquimedes. De acordo com o autor, ele havia escolhido esse nome porque acreditava quem um nome clássico grego daria um ar de inteligência e genialidade ao personagem. “Depois pensei que as pessoas achariam que era um livro sobre o Arquimedes”, conta. Mesmo depois da mudança, o nome continuou com inspirações gregas: Ártemis era a deusa da caça.

6. Como conhecemos: Holly Golightly

De onde é: do livro “Bonequinha de Luxo”, de Truman Capote (e do filme também, é claro)
Como era chamada: Holly, vivida no cinema por Audrey Hepburn, virou ícone cultural. Mas o que pouca gente sabe é que nas primeiras versões do livro seu nome era, na verdade, Connie Gustafson. Ainda bem que mudou, não?

7. Como conhecemos: Conde Drácula

De onde é: do livro “Drácula”, de Bram Stoker
Como era chamado: Os escritos de Stoker revelam que ele se referia ao seu famoso vampiro como “Conde Wampyr” no começo. Mas, durante sua pesquisa para o livro, ele acabou encontrando um Vlad Dracul. Ficou tão intrigado com o cara que mudou o nome de seu personagem principal.

8. Como conhecemos: Sherlock Holmes e John H. Watson

De onde é: da série “Sherlock Holmes”, de Sir Arthur Conan Doyle
Como era chamado: Assim como outros autores aqui da lista, as anotações deixadas por Conan Doyle indicam que ele considerou o nome “Sherringford” para o famoso detetive. Além disso, o assistente de Holmes originalmente se chamaria “Ormond Sacker”. Mas parece que o escritor decidiu que era um nome estranho demais e mudou para John H. Watson. (Já o nome de Sherlock continuou estranho…)

Livro, um alvará de soltura

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Imagem Google

Martha Medeiros, no blog Assim Somos

O livro é a vista panorâmica que o presídio não tem, a viagem pelo mundo que o presídio impede

Costumo brincar que, para conseguir ler todos os livros que me enviam, só se eu pegasse uma prisão perpétua. Pois é de estranhar que, habituada a fazer essa conexão entre isolamento e livros, tenha me passado despercebida a matéria que saiu semana passada em Zero Hora (da qual fui gentilmente alertada pela leitora Claudia) de que os detentos de penitenciárias federais que se dedicarem à leitura de obras literárias, clássicas, científicas ou filosóficas poderão ter suas penas reduzidas.

A cada publicação lida, a pena será diminuída em quatro dias, de acordo com a Portaria 276 do Departamento Penitenciário Nacional (Depen). No total, a redução poderá chegar a 48 dias em um ano, com a leitura de até 12 livros. Para provar que leu mesmo, o detento terá que elaborar uma resenha que será analisada por uma comissão de especialistas em assistência penitenciária.

A ideia é muito boa, então, por favor, não compliquem. Não exijam resenha (eles lá sabem o que é resenha?) nem nada assim inibidor. Peçam apenas que o sujeito, em poucas linhas, descreva o que sentiu ao ler o livro, se houve identificação com algum personagem, algo simples, só para confirmar a leitura. Não ameacem o pobre coitado com palavras difíceis, ou ele preferirá ficar encarcerado para sempre.

Há presos dentro e fora das cadeias. Muitos adolescentes estão presos a maquininhas tecnológicas que facilitam sua conexão com os amigos, mas não sua conexão consigo mesmo. Adultos estão presos a telenovelas e reality shows, quando poderiam estar investindo seu tempo em algo muito mais libertador. Milhares de pessoas acreditam que ler é difícil, ler é chato, ler dá sono, e com isso atrasam seu desenvolvimento, atrofiam suas ideias, dão de comer a seus preconceitos, sem imaginar o quanto a leitura os libertaria dessa vida estreita.

Ler civiliza.

Essa boa notícia sobre atenuação de pena é praticamente uma metáfora. Leitura = liberdade ao alcance. Não é preciso ser um criminoso para estar preso. O que não falta é gente confinada na ignorância, sem saber como escrever corretamente as palavras, como se vive em outras culturas, como deixar o pensamento voar. O livro é um passaporte para um universo irrestrito. O livro é a vista panorâmica que o presídio não tem, a viagem pelo mundo que o presídio impede. O livro transporta, transcende, tira você de onde você está.

Por receber uma quantidade inquietante de livros, e sem ter onde guardá-los todos, costumo fazer doações com frequência para escolas e bibliotecas. Está decidido: o próximo lote será para um presídio, é só escrever para o e-mail publicado nesta coluna. Que se cumpram as penas, mas que se deixe a imaginação solta.

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