Canal Pavablog no Youtube

Posts tagged livros

Estante Árvore

0

 

Vi no Facebook

Cabine Literária: Lançamentos de julho

0


x
Sempre numa deliciosa vibe bem-humorada, Danilo Leonardi e Gabriel Utiyama apresentam lançamentos recentes. Visitem o Tumblr dos caras. #recomendo

Alta literatura vs. literatura de entretenimento

0

Foto feita em Amsterdã por Struan Teague; o trabalho dele pode ser visto em struanteague.com

Raquel Cozer, em A Biblioteca de Raquel

Estava conversando por email esses dias com o Felipe Pena, organizador do “Geração Subzero – 20 Autores Congelados pela Crítica e Adorados pelos Leitores”, e comentei que felizes são os escritores que independem de resenhas para ter o trabalho conhecido –caso, entre os autores que ele selecionou, de Thalita Rebouças, com mais de um milhão de exemplares vendidos; André Vianco, que já passou dos 700 mil; Eduardo Spohr e Raphael Draccon.

Os números de vendas desses quatro são muito mais expressivos que os de quaisquer autores brasileiros, jovens, velhos, vivos ou mortos, cujos livros os jornais costumam repassar a críticos para avaliação. Por via das dúvidas, “O Globo” deste final de semana aceitou a provocação e publicou texto de João Cezar de Castro Rocha sobre o “Geração Subzero”.

Pouco depois daquela conversa com Pena, que antecedeu o lançamento do livro, discussão similar veio à tona na mesa de Jonathan Franzen na Flip.

Franzen é um personagem raro no mercado, um best-seller aclamado pela crítica. Figura tanto na capa do austero “New York Times Review of Books” quanto em discussões do clube de leitura de Oprah Winfrey. Acostumado com o gigantesco mercado americano, ficou assustado ao saber que seu “Liberdade” vendeu “só” 20 mil exemplares no Brasil –sem ter noção de que o número equivale a sete vezes a tiragem inicial média de uma obra literária por aqui.

***

Em Paraty, ele comentou: “Estranhamente, [embora venda muito], sinto que culturalmente estou do outro lado. Estou do lado dos que não vendem nada”. O subtexto, levando em conta o tom pouco elogioso que dedicara pouco antes a John Grisham e Stephen King, seria: os maiores vendedores de livros hoje em geral não têm valor literário. Mas ele foi além.

“A literatura está de fato com problemas”, ele disse. “Por dois séculos, o romance foi a forma de arte dominante. Gente como Faulkner, Conrad, podia contar com muitos leitores. Mas hoje o romance não é mais uma forma dominante na cultura. Então, mais do que nunca, é preciso lembrar que ele surgiu como uma forma de entretenimento.”

Aqui ele fez a ressalva de que a palavra entretenimento tem conotação mais negativa em outros idiomas do que em inglês. “Não digo que a meta seja escrever como James Patterson. Mas vivemos num mundo cheio de distrações, então precisamos pensar em como reter a atenção das pessoas. Isso podemos fazer com uma narrativa que atraia. A função do romance sério é usar essa capacidade de suspender as pessoas e ao mesmo tempo ser pertinente.”

Ao mesmo tempo em que admite a mágoa por “não existirem departamento inteiros de estudos sobre Franzen”, ele não quer que a preocupação com a escrita seja central ao ponto de se tornar um empecilho. “Não quero que ninguém pare para pensar na linguagem. Que ninguém diga: ‘Isso é uma metáfora, isso é uma frase formulada com tal objetivo’.”

***

(mais…)

Artistas brasileiros criam labirinto de livros

0

 

Publicado originalmente na Revista Galileu

Que tal se perder em um labirinto de livros? Os artistas Marcos Saboya e Gualter Pupo usaram 250 mil volumes para criar este labirinto em Londres. Batizado de aMAZEme (trocadilho com “amaze” – surpreender – e “maze” – labirinto), ele foi construído com a ajuda de voluntários. A instalação faz parte do Festival de Londres, que acontece durante as Olimpíadas. Confira as fotos:

 

Fenômeno na web, fantoche Marcelinho lê trecho do best-seller erótico “Cinquenta Tons de Cinza”

0
Capa de "50 Tons de Cinza", de E. L. James

Capa de “50 Tons de Cinza”, de E. L. James

Mariana Tramontina, na UOL

Sucesso absoluto nas prateleiras da “literatura adulta”, “Cinquenta Tons de Cinza” tem colecionado amores e ódios, tanto pelos detalhados relatos de sexo quanto por seus clichês. O primeiro volume da apimentada trilogia sobre a relação entre a recatada estudante Anastasia Steele e o jovem bilionário Christian Grey é um fenômeno de vendas: foram mais de 100 mil unidades em apenas uma semana.

Para entender o sucesso dos livros, o primeiro deles lançado neste mês no Brasil com tiragem de 200 mil exemplares, o UOL convidou outro atual fenômeno do “universo sensual” para ler –e interpretar– um trecho da obra: Marcelinho, o fantoche que lê contos eróticos na internet. Sucesso na web desde o final de fevereiro, quando veio ao mundo, os vídeos de Marcelinho já registram mais de 15 milhões de visualizações.

Dublado por Erik Gustavo, criador do fantoche e integrante da produtora Alta Cúpula, Marcelinho e sua voz infantil –afinal, ele tem só 12 anos no mundo dos bonecos–, debocham dos contos, desde os enredos até os erros de português ao longo dos textos. E toda narrativa vem direto da internet, nada é escrito por Erik. Nem por Marcelinho. Assim, nada mais justo do que deixar o fantoche penetrar no mundo de fantasias de “Cinquenta Tons de Cinza”.

MARCELINHO LENDO CONTOS ERÓTICOS EM: “CINQUENTA TONS DE CINZA”

Go to Top