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Livros escolares viram papéis picados

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Toneladas de kits escolares novos estavam estocados em galpões alugados pela FDE

Toneladas de kits escolares novos estavam estocados em galpões alugados pela FDE

Cristina Christiano, na Rede Bom Dia

A FDE (Fundação para o Desenvolvimento da Educação), ligada à Secretaria Estadual da Educação e dona de um orçamento de R$ 3,2 bilhões por ano, destruiu toneladas de apostilas novas, conhecidas como caderno do aluno. O material seria destinado a estudantes do segundo ciclo do ensino fundamental e do ensino médio.

Os livros, estocados em três galpões alugados pela fundação em Louveira, no interior, e em Jandira, na Grande São Paulo, teriam sido comprados em excesso. O DIÁRIO teve acesso a fotos que mostram a estocagem dos kits em galpões lotados, um caminhão sendo carregado com o material escolar e seguindo, escoltado por uma viatura oficial, até a empresa de aparas de papel Scrap, onde foi transformado em sucata para reciclagem.

O descarte ocorreu entre 2 e 13 de maio do ano passado. Os galpões foram alugados das empresas TCI Logística e Tzar Transportes. Na época, inúmeras denúncias de descarte de lotes de livros didáticos – novos e sem queixa de roubo – pipocaram em diversos pontos do estado, mas a polícia nada comprovou.

O presidente da fundação é o ex-prefeito de Taubaté, José Bernardo Ortiz, que responde a processos por improbidade administrativa. Recentemente ele foi condenado em um deles. Ortiz assumiu o cargo em janeiro de 2011. Em nota, a FDE afirma que se trata de material inservível, devolvido por alunos após o uso. Ainda segundo a nota, os cadernos estavam ocupando espaço nas escolas. “Todo material é recolhido pela FDE e encaminhado para triagem, na qual são separados os cadernos que podem ser reaproveitados e os que devem ser enviados para reciclagem. Nos galpões ficam apenas os cadernos usados”, diz.

Os kits caderno do aluno são impressos a cada bimestre e entregues nas escolas. A quantidade, segundo a fundação, é definida de acordo com o número de alunos matriculados na rede e inclui reserva de 1% destinada às diretorias regionais de ensino. A FDE afirma que, caso sobrem, os exemplares novos são descontados da compra posterior. A fundação, porém, não explica como em 2011 adquiriu 4 milhões de exemplares a mais do que em 2010.

A FDE afirma que a destinação do material escolar se dá em forma de compensação. “A FDE não recebe nada pelo material, mas também não paga nada à empresa pela destinação.” No entanto, não apresenta planilha comprovando a compensação e admite que, para ela, é oneroso manter cadernos estocados. Pessoas ligadas à FDE dizem que só pelo primeiro descarte a Scrap teria pago R$ 45 mil a um de seus representantes.

Um decreto de maio de 1987, assinado pelo então governador Orestes Quércia, diz que todo material inservível do Estado será encaminhado para o Fundo de Solidariedade Social, mas a FDE afirma que o custo com o transporte e processamento seria maior do que o lucro do fundo, apesar de não ter consultado o órgão, segundo a denúncia.

Apeoesp quer que Ministério Público apure a denúncia
A presidente da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo), Maria Isabel Azevedo Noronha, diz que sempre ouviu falar em desperdício, mas nunca ninguém comprovou. “O material é de 2010, ano eleitoral e, com certeza, foi comprado para agradar editoras.”

Para a sindicalista, a denúncia só comprova, mais um vez, que dinheiro para melhorar a educação existe, mas é mal administrado. “Malversação de dinheiro público é coisa grave. O Ministério Público tem de investigar isso”, comenta.

Segundo a FDE, a perda com material escolar é inferior a 0,4% e engloba possíveis extravios no transporte ou no armazenamento.

Apostilas excedentes podem ser utilizadas normalmente no ano seguinte, já que o conteúdo é o mesmo. Já o material usado pertence ao aluno, que deve ser orientado a guardá-lo em casa.

Como ser um grande escritor

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Muitas vezes, quando lemos um bom livro, com personagens intrigantes e um enredo chamativo, nos perguntamos se seríamos capazes de escrever algo parecido. Como ser um grande escritor?

Publicado no Universia Brasil

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Lembre-se de que ser um grande escritor é um ofício e, portanto, a prática é essencial / Crédito: Shutterstock.com

É provável que, alguma vez, ao ler um grande livro, você tenha se maravilhado com alguma bela descrição de um espaço, ou um personagem carismático ou até uma revira-volta na trama. Diante de tanto talento, nos perguntamos: será que eu poderia escrever algo tão bom assim? Saiba como ser um grande escritor.

Primeiramente, é importante esclarecer que essas técnicas não são máginas, nem de efetividade imediata. Lembre-se de que ser um grande escritor é um ofício e, portanto, a prática é essencial.

A primeira coisa que você deve fazer é criar o hábito de escrever diariamente. Além disso, essa sessão de escrita deve ter uma meta de extensão. Por exemplo, tente escrever um mínimo de 300 palavras diárias, ou um parágrafo por dia.

O importante é que, a cada dia, sua meta seja um pouco mais desafiadora, para que você exija mais da sua mente do que ela está acostumada.

Alguns autores dizem que é bom escrever pela manhã, para se recordar bem dos sonhos, fonte de inspiração para muitos deles.

A leitura é uma ferramenta fundamental para a escrita. É importante ler obras de autores contemporâneos, nas quais você encontrará os estilos mais em voga. Mas, mais importante ainda, é ler os clássicos, pois eles oferecerão fundamentos para começar suas obras literárias.

Algum escritor praticamente imortal, como Machado de Assis ou Fernando Pessoa, ajudará a ampliar seu vocabulário e conhecimentos histórico-literários. Desta forma, você conseguirá impor maior profundidade à sua história.

Uma vez que tenha desenvolvido essas técnicas, é importante divulgar seu trabalho. Busque pessoas que você gostaria que lessem suas obras e peça a opinião delas.

Da mesma forma, tente criar laços com escritores de verdade e peça para que eles leiam seus livros. Estes avaliarão seu texto e oferecerão dicas profissionais a você. Esperamos que faça uma boa viagem ao mundo literário!

Apelidos de escritores brasileiros

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Você já leu alguma obra do Sapo Boi?? E do Urso Polar? Nunca leu?…Tem certeza?

Na verdade esses são apelidos de escritores famosos, objeto de um estudo minucioso feito pelo pesquisador Claudio Cezar Henriques, pesquisador da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
(Sapo Boi era Olavo Bilac e Urso Polar era o apelido de Carlos Drummond de Andrade)

A lista inclui casos por demais reiterados nos meios literarios brasileiros, como Bruxo do Cosme Velho (para Machado de Assis), Águia de Haia (para Rui Barbosa),”Gauche” (para Carlos Drummond de Andrade).
Há outros apelidos somente reconhecidos por um público restrito ou especializado, como Fly (para Filinto de Almeida ), Grande Personagem (para Hilda Hilst), Paiaçu (para o Padre Antonio Vieira).
E tem ainda os “auto-epítetos”, formas como os escritores se chamavam em ambiente familiar ou entre seus amigos, como são os casos de Urso Polar (Carlos Drummond de Andrade assim se referia a si mesmo), Poeta Menor (“auto-epíteto” de Manuel Bandeira).

E tem ainda as alcunhas irônicas que alguns autores ou críticos atribuíam a escritores por sarcasmo e inveja , como o apelido Chulé de Apolo (dado por Oswald de Andrade para Ledo Ivo), Sapo-Boi (dado por Manuel Bandeira para Olavo Bilac) e Judas do Brasil (para o Padre Vieira).

Aqui outros apelidos de escritores famosos:

Alberto de Oliveira – Príncipe dos Poetas Brasileiros
Ana Cristina César – Escritora Maldita, Poeta Maldita
Aureliano Lessa – Bardo Fluminense
Bernardo Guimaràes – Bardo Mineiro
Carlos Drummond de Andrade – Gauche, Urso Polar
Castro Alves – Poeta dos Escravos
Cruz e Sousa – Cisne Negro, Poeta Negro
Dalton Trevisan – Escritor Maldito, Escritor Misterioso
Filinto de Almeida – Fly
Glauco Mattoso – Poeta da Crueldade, Poeta Sinistro
Graciliano Ramos – Graça, Velho Graça
Gregorio de Matos Guerra – Boca do Inferno
Hilda Hilst– Grande Personagem
João Antonio – Escritor Maldito
João Cabral – Engenheiro das Palavras, Poeta Diplomata
Jorge Amado – Escritor Maldito
José de Alencar – Patriarca da Literatura Brasileira
José de Anchieta – Poeta Missionario
Ledo Ivo – Chulé de Apolo
Machado de Assis – Bruxo, Bruxo do Cosme Velho
Manoel Bandeira – Bardo, Poeta Menor
Mário de Andrade – Decano do Modernismo, Pai do Modernismo
Monteiro Lobato – Pai do Jeca Tatu
Nelson Rodrigues – Escritor Maldito
Olavo Bilac – Príncipe dos Poetas Brasileiros, Sapo-Boi
Oswald de Andrade – Calcanhar-de-Aquiles do Modernismo
Padre Antonio Vieira – Paiaçu (Pai Grande), Judas do Brasil
Paulo Coelho – Alquimista, Bruxo, Mago
Raduan Nassar – Escritor Misterioso
Raquel de Queiroz – Rainha das Escritoras Brasileiras
Raul Bopp – Poeta Diplomata
Rui Barbosa – Águia de Haia
Vinicius De Moraes – Poeta Diplomata, Poetinha

Livraria cria aplicativo que permite fazer check in em lugares que estão nas páginas dos livros

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Publicado por Pequenas e Médias Empresas

Projeto da Livraria da Vila promove a empresa de forma interessante e pode servir de exemplo para pequenas empresas

Você pode compartilhar o check in no Facebook (Reprodução site)

De que maneira é possível estimular a leitura, criar interação com o Facebook e ainda promover um negócio. A Livraria da Vila, rede instalada em São Paulo, parece ter encontrado uma interessante resposta ao criar o Imaginaria. Trata-se de um aplicativo que permite ao usuário fazer – a exemplo do Four Square – check in em seus lugares preferidos. Com uma importante diferença: neste aplicativo o check in é feito em lugares imaginários.

É possível, por exemplo, fazer check in no Lago de Hogwarts, presente apenas no Livro Harry Potter e a Pedra Filosofal. Ou dizer que você está no Rio de Janeiro de 1822, ano em que se passa o livro escrito por Laurentino Gomes 1822 – como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram a criar o Brasil.

O aplicativo criado pela Livraria da Vila, empresa com mais de 25 anos de história, pode ser usado em iPhone, iPod Touch e iPad, mas o usuário precisa ter instalado a versão 5.0 do IOS.

dica do Jarbas Aragão

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