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Posts tagged livros

Livraria cria aplicativo que permite fazer check in em lugares que estão nas páginas dos livros

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Publicado por Pequenas e Médias Empresas

Projeto da Livraria da Vila promove a empresa de forma interessante e pode servir de exemplo para pequenas empresas

Você pode compartilhar o check in no Facebook (Reprodução site)

De que maneira é possível estimular a leitura, criar interação com o Facebook e ainda promover um negócio. A Livraria da Vila, rede instalada em São Paulo, parece ter encontrado uma interessante resposta ao criar o Imaginaria. Trata-se de um aplicativo que permite ao usuário fazer – a exemplo do Four Square – check in em seus lugares preferidos. Com uma importante diferença: neste aplicativo o check in é feito em lugares imaginários.

É possível, por exemplo, fazer check in no Lago de Hogwarts, presente apenas no Livro Harry Potter e a Pedra Filosofal. Ou dizer que você está no Rio de Janeiro de 1822, ano em que se passa o livro escrito por Laurentino Gomes 1822 – como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram a criar o Brasil.

O aplicativo criado pela Livraria da Vila, empresa com mais de 25 anos de história, pode ser usado em iPhone, iPod Touch e iPad, mas o usuário precisa ter instalado a versão 5.0 do IOS.

dica do Jarbas Aragão

Popularidade dos games motiva editoras a lançarem livros e HQs no Brasil

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Sucesso de vendas dos romances de “Assassin’s Creed” atraiu a atenção das editoras

Pablo Raphael, no UOL

Os videogames estão cada vez mais inseridos na cultura popular, prova disso é a crescente participação da indústria dos jogos eletrônicos em eventos como a San Diego Comic-Con, que aconteceu no último fim de semana, nos EUA e até filmes como a animação “Detona Ralph”, que transborda referências ao universo ‘gamer’.

No Brasil, essa inserção cultural começa a se fazer sentir no mercado editorial, com livros baseados em títulos populares como  “Assassin’s Creed” marcando presença não só nas prateleiras das livrarias, mas também rendendo bons números de vendas.

Além dos livros, histórias em quadrinhos ambientadas nos mundos de “StarCraft”,  “World of Warcraft” e, novamente, “Assassin’s Creed” – só para citar alguns – competem com títulos de super-heróis nas bancas de revistas e lojas especializadas.

FUTURO INCERTO HQs de games são publicadas mensalmente nos EUA. No Brasil, porém, falta regularidade: a Panini trouxe o primeiro arco de “Gears of War” em um encadernado, mas não fala sobre as edições seguintes. Os fãs de “Halo” então, já perderam as esperanças – a saga de Master Chief rendeu uma bela graphic novel em 2008, também pela Panini, mas novos álbuns, como “Uprising”, seguem fora dos planos da editora.

“Há uma boa receptividade quanto ao material de quadrinhos baseado em games, por isso decidimos entrar nesse nicho, que é bem promissor”, explica Bernardo Santana, editor-assistente da Panini, maior editora de HQs no Brasil – e que já conta com um belo catálogo de títulos do gênero: “Batman: Arkham City”,“Halo”“Gears of War“, “StarCraft” e “World of Warcraft”, entre outras.

A Editora Saraiva, que publicou “Uncharted: O Quarto Labirinto”, também está confiante quanto ao mercado nacional: “O livro está indo muito bem. No primeiro mês vendemos 5 mil exemplares e continua saindo. Acho que os fãs estão encontrando os mesmos elementos do jogo nos personagens e na história, e é essa emoção que eles buscam, seja qual for o formato. Como o livro não repete nenhum jogo, é como entrar numa nova aventura da série”, comenta o diretor Thales Guaracy Ferreira.

Repetir a aventura do jogo não parece ser um problema, dada a receptividade dos livros “Assassin’s Creed: Renascença” e “Irmandade” por aqui. O primeiro volume, lançado em 2011, já vendeu mais de 80 mil cópias, um número significante para uma obra de ficção publicada no Brasil.

O sucesso da saga de Ezio Auditore convenceu a editora Galera Record a investir mais no nicho de “livros de games”. O próximo lançamento da editora será “Battlefield 3: The Russian”, publicado nos EUA em novembro de 2011. Fica também a expectativa por “Assassin’s Creed: Revelação”, já publicado no exterior.

VEJA ALGUMAS OPÇÔES DE LIVROS E HQS DE GAMES

Assassin’s Creed: Renascença Ed. Galera Record
Assassin’s Creed: Irmandade Ed. Galera Record
Uncharted: O Quarto Labirinto Ed. Saraiva
StarCraft (HQ) Ed. Panini
Assassin’s Creed: A Queda (HQ) Ed. Panini
Batman: Arkham City (HQ) Ed. Panini
God of War (HQ) Ed. Panini
Epic Mickey (HQ) Ed. Abril
World of Warcraft: Uma Nova Aliança (HQ) Ed. Panini

Preço acessível

Sem dúvida, o preço competitivo ajuda as vendas: os livros de “Assassin’s Creed” podem ser adquiridos por R$ 30 nas lojas especializadas. O mesmo vale para “Uncharted”: “O Quarto Labirinto” custa apenas R$ 28 – um valor mínimo, para um público acostumado a pagar até R$ 199 por um game. Não é um cenário muito diferente do norte-americano, em que os games ocupam uma boa parte das prateleiras de ‘pocket books’, edições em tamanho reduzido, capa mole e papel mais barato.

Veja as imagens aqui

Consumidores exigentes

Cientes do grau de exigência do público “nerd” e dos fãs de games, as editoras procuram tomar cuidados na hora de traduzir livros e quadrinhos – evitando assim as críticas negativas que já atingiram obras como “Jogador Nº 1”, da editora Leya. Com termos como “Mestre Dungeon” e outras confusões com expressões típicas dos games, o livro precisou passar por uma revisão técnica, feita pela jornalista Flávia Gasi.

CONFUSÃO NA TRADUÇÃO Nos games, “World of Warcraft” é um exemplo de tradução completa para o português, as HQs do popular MMO mantém nomes de personagens e de regiões do jogo em inglês, o que causa uma certa confusão para os recém-chegados. “Quando ‘WoW’ foi oficialmente lançado em nosso idioma, já tinhamos 3 encadernados lançados e tomamos a decisão editorial de não mudar isso somente no quarto volume”, explica Bernardo Santana, da Panini.

“Sempre procuramos tradutores que joguem ou já tenham jogado os games em algum momento”, explica Bernardo. “E sempre que precisamos de alguma ajuda, os estúdios foram solícitos”.

Antes de lançar um livro ou HQ no Brasil, as editoras costumam pesquisar sua popularidade entre os jogadores – o que faz sucesso nos EUA nem sempre tem o mesmo apelo entre o público brasileiro. “Não fazemos qualquer coisa – escolhemos algo que tenha realmente qualidade e que esteja à altura do que os fãs esperam. Não pode ser algo que vá desapontá-los”, diz Thales Guaracy, da Saraiva.

Distribuidoras como Blizzard, Ubisoft e Sony trabalham próximas das editoras, seja na supervisão e aprovação do conteúdo – afinal são algumas de suas principais marcas que estão nas páginas dos livros e revistas – quanto na promoção das publicações.

A HQ “Assassin’s Creed: A Queda” por exemplo, traz em suas páginas conteúdo exclusivo para o jogo, com códigos que permitem o download de trajes extras para “Assassin’s Creed: Revelations”, jogo mais recente da série.

Com exceção da editora Galera, que publicará o romance de “Battlefield 3” em novembro, as demais editoras fazem mistério sobre seus futuros lançamentos: a Panini, responsável por HQs de “World of Warcraft” e “StarCraft” no país, não confirma, mas um próximo passo lógico seria trazer para cá os quadrinhos de  “Diablo III”, publicados nos EUA pela DC Comics. Por enquanto, a editora se limita a dizer ter “muitos projetos em andamento” e prometer “grandes novidades para esse mercado”.

dica do Jarbas Aragão

Quino, o pai da Mafalda, completa 80 anos

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Mafalda

Mafalda: O argentino começou a publicar a tirinha ”Mafalda” em 1964 na revista ”Primeira Plana”

Publicado originalmente no Exame.com

Buenos Aires – Joaquín Salvador Lavado Tejón, conhecido no mundo todo como Quino, o ”pai” da Mafalda, completará nesta terça-feira 80 anos, vendo sua pequena heroína rebelde ter motivos de sobra para se preocupar com os rumos do planeta.

Rodeado de parentes e amigos, Quino irá comemorar em Mendoza, sua cidade natal, o aniversário especial, de uma idade que ”é uma temeridade”, disse, parafraseando Jorge Luis Borges, em recente entrevista ao jornal local ”Diario UNO”.

Nascido em uma família de emigrantes espanhóis em 17 de julho de 1932, Quino estudou Belas Artes mas logo se encantou pelo universo da história em quadrinhos (HQ).

O argentino começou a publicar a tirinha ”Mafalda” em 1964 na revista ”Primeira Plana”, sem imaginar que a menina irônica, questionadora e pacifista se transformaria em um ícone das histórias em quadrinhos (HQ), e que suas aventuras seriam traduzidas a 30 idiomas.

Cansado da pequena Mafalda, Quino deixou de publicar a tirinha em 1973, mas recuperou o personagem para ilustrar campanhas a favor dos direitos da infância, até que, em 2009, o artista anunciou que deixaria de desenhar por um tempo para evitar se repetir.

Durante sua longa trajetória, Quino publicou vários livros e recebeu inúmeros prêmios, como o ”Romics d”Oro”, premiação máxima do Festival de História em Quadrinhos e Animação de Roma, em 2011, e o II Prêmio Ibero-Americano de Humor Gráfico Quevedos.

O desenhista tem o título de ”Cidadão Ilustre de Buenos Aires” e concorreu ao Prêmio Príncipe de Astúrias da Comunicação e Humanidades.

Livros à caça de novos leitores

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O catador Francisco Joel de Almeida é um dos entusiastas do programa Freguesia do Livro / Daniel Castellano/ Gazeta do Povo

Bibliotecas comunitárias fazem obras literárias transitarem por diversas mãos e cativam usuários. Entre eles, catadores de Curitiba

Era apenas uma ferramenta de trabalho até que um dia os livros viraram uma nova ocupação. Sem querer ganhar dinheiro com isso, Josiane Mayr Bibas, Maria Luiza Mayr e Ângela Marques Duarte têm um objetivo em comum: tirar os livros parados nas estantes alheias e fazê-los circular por muitas mãos. Para isso, elas transformam caixas de frutas e livros usados em bibliotecas comunitárias, em que qualquer pessoa pode se converter em leitor.

O projeto Freguesia do Livro começou quando as apaixonadas por leitura Josiane e Ângela decidiram abandonar os consultórios de fonoaudiologia para viver outras experiências. “Como usávamos os livros nas consultas, tínhamos bastante. Resolvemos montar uma biblioteca comunitária na Vila Zumbi, em Colombo, em fevereiro do ano passado”, conta Josiane. Para manter esse espaço, as duas passaram a pedir doações para colegas e amigos. “Vieram muitos livros e resolvemos montar mais bibliotecas.”

A ideia do acervo público de dona Aida veio da Europa / Marcelo Andrade/ Gazeta do Povo

Em março deste ano, a administradora de empresas Maria Luiza se juntou ao grupo e as três, que também são artesãs, passaram a personalizar caixas de frutas com a marca do projeto. Dentro são colocados de 30 a 40 livros que ficam disponíveis em estabelecimentos comerciais e empresas. “Trabalhamos com o conceito de livro livre para estimular a leitura. A pessoa encontra [o livro] numa caixa, pega, lê e leva para outra pessoa ou lugar. Não existe carteirinha e nem data de devolução”, explica Josiane.

EcoCidadão freguês

Com diversas linhas de atuação, o Freguesia também chega aos EcoCidadãos, programa da prefeitura de Curitiba que ajuda na organização de materiais recicláveis coletados na cidade. Hoje são sete barracões atendidos, mas outros já estão em processo de implantação. “Fazemos um contato anterior, explicamos a ideia e levamos a caixa. A gente explica para os catadores como é que funciona e eles acham ótimo”, fala Josiane.

A aproximação dos dois projetos surgiu depois que um casal de voluntários do Freguesia foi a um dos galpões do programa municipal para levar publicações que estavam em péssimas condições e não poderiam mais ser aproveitadas. Naquele dia, uma das catadoras se encantou por um dos volumes e perguntou se não tinha outro livro da Clarice Lispector. Pronto, foi a inspiração para o Freguesia construir mais um capítulo em parceria com a Aliança Empreendedora, entidade responsável pelos EcoCidadãos.

Um dos entusiastas do projeto é Francisco Joel Teixeira de Almeida, 53 anos, um dos associados na Catamare, EcoCidadão localizado no Rebouças. “Acho essa ideia maravilhosa, linda. O que a sociedade precisa fazer pelas pessoas com menos condições financeiras é dar esse outro alimento, que é a leitura.” Na Catamare, a caixa do Freguesia do Livro está há pouco mais de um mês, mas já desperta bastante a curiosidade dos catadores. “Eu acho fantástico eles levarem livros para a gente. Acho que isso convence as pessoas a lerem mais. Duas colegas já pegaram livros e levaram embora para ler, fiquei tão feliz com isso”, conta Almeida.

Iniciativa
Minibiblioteca é morada de grandes autores no Água Verde

Outra iniciativa de leitura tem chamado a atenção em Curitiba. Em um endereço do bairro Água Verde, foi instalada uma casinha com portas de vidro e sem trancas. Dentro, uma porção de obras e um recado: “Livros não devem ficar guardados”. A seguir, estão as orientações para quem deseja doar um volume ou pegar uma história para ler. Não existem regras. Qualquer um pode emprestar e devolver um livro quando quiser, sem pedir para ninguém, fazer carteirinha ou pagar multas por atraso.

A minibiblioteca da Rua Petit Carneiro fica no número 453 e é cuidada por Aida Teixeira, dona da loja de artigos para saúde onde fica a casinha. A comerciante conta que a ideia de construir o pequeno acervo veio na bagagem de sua filha e do genro de uma viagem para a Europa.

“Lá, a prática de deixar livros em lugares públicos é bastante comum. Para proteger da chuva, as pessoas colocam uma caixinha com os livros que já leram em árvores ou na frente das casas.”

Com a ajuda de um artesão, a casinha foi construída e decorada por uma amiga de dona Aida. “Os primeiros livros eram uma parte nossa e outra parte doada por autores que ficaram sabendo da ideia”, conta a comerciante. “Quando contei para outra amiga sobre a minibiblioteca, ela disse que não iria durar uma semana. Esses dias falei para ela que já funciona há mais de um semestre.” Instalada desde outubro de 2011, a casinha dos livros é pouco maior do que uma caixa de correspondências e cabem bem acomodados 50 volumes.

Rotatividade

Aida fala que já passaram pela minibiblioteca grandes clássicos e autores bastante conhecidos, como Paulo Coelho. “Esses dias deixaram uma coleção completa do Harry Potter e o interessante é que depois foram levados embora por pessoas diferentes. Um tempo atrás deixaram uma porção de Bíblias e todas elas foram pegas também.” Mas o acervo de dona Aida ainda não consegue atender a todos os públicos. “Precisamos muito de livros infantojuvenis. As crianças passam, gostam, mas nem sempre tem algo para eles”, diz.

Para doar é só entrar em contato pelo telefone (41) 3016-1041 ou simplesmente chegar e colocar o livro na minibiblioteca.

dica do Jarbas Aragão

Biografia não-autorizada de Mick Jagger chama Luciana Gimenez de ‘atriz pornô’

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A modelo e apresentadora Luciana Gimenez durante a festa de inauguração da loja Christian Louboutin, no Shopping Iguatemi, em 2009

A modelo e apresentadora Luciana Gimenez durante a festa de inauguração da loja Christian Louboutin, no Shopping Iguatemi, em 2009 (Luciana Prezia)

Publicado originalmente na Veja.com

Autor de dezenas de biografias não-autorizadas, o jornalista americano Christopher Andersen acaba de lançar mais uma, esta com gancho nos 50 anos da banda Rolling Stones. Em Mick: The Wild Life and Mad Genius of Jagger (Mick: a Vida Louca e o Gênio Maluco de Jagger), ele conta a vida do vocalista mais rebolativo da história do rock, incluindo seu affaire com a hoje apresentadora Luciana Gimenez, a quem se refere como “uma modelo brasileira de 1,80 metro de altura e atriz pornô”, segundo texto assinado pelo próprio Andersen no tabloide britânico The Daily Mail.

Andersen conta também detalhes sobre o início do envolvimento amoroso entre Luciana e Jagger, em 1998. O vocalista dos Rolling Stones havia levado um fora de Angelina Jolie, atriz ainda em início de carreira, com quem havia tido alguns encontros. Ele insistiu para Angelina acompanhá-lo durante uma viagem ao Brasil em turnê. Diante da negativa da amante, Jagger embarcou sozinho e, em território brasileiro, conheceu Luciana Gimenez, que engravidou dele logo em seguida.

Jagger havia conhecido Angelina Jolie na gravação do clipe Anybody Seen My Baby?, em que a atriz interpretou uma striper, em 1997. Na época, Angelina era casada com o ator Jonny Lee Miller e mantinha um caso com Timothy Hutton.

Meses depois do caso passageiro com Luciana, Jagger descobriu que a modelo estava grávida. A notícia o deixou devastado, segundo Andersen, e ele foi se consolar com outra amante, a então modelo Carla Bruni. Logo após receber a confirmação da paternidade de Lucas, seu filho com Luciana, o cantor teria voado até Paris para se encontrar com Carla e jantar em seu apartamento.

Vale dizer que, entre tantas paixões, Jagger manteve o casamento com a modelo italiana Jerry Hal, mãe de quatro de seus filhos, de quem apenas se separaria oficialmente em 1999. Jerry decidiu colocar um ponto final na relação de nove anos ao descobrir que Luciana Gimenez esperava um filho de seu marido.

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