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5 Escritores de Terror para se ler na Sexta-feira 13

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Publicado originalmente no Literatortura

Nesta sexta-feira 13, decidi elencar 5 escritores que conheço e recomendo para se ler na sexta-feira 13! Digo que a escolha e as posições são quase que arbitrárias, partindo, piamente do meu gosto e das minhas leituras. Portanto, você tem o pleno direito e talvez o dever de discordar haha. Vamos lá;

Júlio Cortazar

É considerado um dos autores mais inovadores e originais de seu tempo, mestre do conto curto e da prosa poética, comparável a Jorge Luis Borges e Edgar Allan Poe. Foi o criador de novelas que inauguraram uma nova forma de fazer literatura na América Latina, rompendo os moldes clássicos mediante narrações que escapam da linearidade temporal e onde os personagens adquirem autonomia e profundidade psicológica inéditas. Seu livro mais conhecido é Rayuela (O Jogo da Amarelinha), de 1963, que permite várias leituras orientadas pelo próprio autor.

(Wikipédia. Gostei tanto dessa descrição que nem fiz outra)

Edgar Allan Poe

Ah vá que a cara do literatortura não estaria aqui. Um dos maiores contistas de todos os tempos. Poe, como costumo dizer, não é apenas apreciado pela sua obra, mas é uma figura de carisma impressionante. Além de ser um dos precursores do romance policial, é simbolo puro literário da sexta-feira 13. Tanto pelos seus textos, quanto pela sua vida. É um autor mundialmente celebrado e ícone da cultura pop literária. Duvido que os leitores imaginaram que o fofíssimo Poe não estaria aqui. Há vários posts no literatortura sobre Edgar allan poe. Aqui vão alguns;
Sexta Feira 13, Edgar Allan Poe e o Medo
Edgar Allan Poe e o Gato de Botas

Stephen King

o “mestre do terror” da atualidade como é conhecido. Em uma parte da vida parecia caminhar para uma história semelhante a de Poe [entornava todas], mas se recuperou e se tornou um ícone da cultura do terror sem ser seu próprio monstro. Difícil quem nunca celebrou uma obra de King, seja nos livros ou nos filmes. As obras mais conhecidas são; Carrie, A Estranha, O Iluminado e A Procura de um Milagre. [justamente por causa de suas adaptações para o cinema]. Menção à espetacular série “A Torre Negra” [que me iniciou na literatura].

H.P LoverCraft

Um dos mais ‘míticos’ escritores. A mitologia que ronda o escritor é tão forte que alguns de seus leitores acreditam na existência do Cthulhu [ um tipo de monstro metade octópode, ser humano e dragão]. Os contos de LoverCraft são tão poderosos, que vários autores incorporarem as criações depois de sua morte. O autor é cultuado por uma legião de fãs, que talvez não seja tão grande, mas, certamente, é fiel. Ainda existem criaturas mais estranhas, poderosas, cruéis e por que não, memoráveis, como o Demônio-Sultão Azathoth. Recomendo fortemente sua obra. Difícil não se sentir fisgado pela genialidade de LoverCraft.

 

Neil Gaiman

mais conhecido como quadrinista do que escritor, sua obra de maior sucesso Sandman, que é a personificação antropomórfica do Sonho. Pode ser conhecido também como Morpheus em referência à mitologia grega. Alguns podem estranhar a presença de Gaiman aqui e perguntar porque, então, não coloquei Anne Rice. Bem, a resposta é simples; eu já li coisas de Neil. E não li nada de Anne. E aqueles que conheçam a obra de Gaiman, concordarão que ele merece um lugar nessa minha lista.

Venda de livros cresce no Brasil e chega a 470 milhões de exemplares em 2011, diz pesquisa

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Tenda da Flip 2012, um dos principais eventos literários do Brasil (4/7/12)

Tenda da Flip 2012, um dos principais eventos literários do Brasil (4/7/12)

Publicado originalmente na UOL

As editoras brasileiras venderam em 2011 469,5 milhões de livros, 7,2% a mais que em 2010. Os dados são de um levantamento realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE/USP) sob encomenda do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e da Câmara Brasileira do Livro (CBL).

Em 2010, cerca de 438 milhões de exemplares foram comercializados.

O faturamento das editoras também cresceu – 7,36% a mais que em 2010, alcançando R$ 4,837 bilhões. Em 2011, foram publicados 58.192 títulos, um aumento de 6,28% em relação a 2010. Desse total, 20.405 foram de lançamentos, um crescimento de 9% em relação ao ano anterior.

Os principais canais de comercialização de livros no país são: livrarias (44,9% do mercado), vendas porta a porta (9,07%)), igrejas e templos (4,03%), supermercados (2,4%) e bancas de jornal (2,21%).

 

Dica do Jarbas Aragão

Finais inéditos de Hemingway

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Imagem Google

Publicado originalmente no Estadão.com

Uma nova edição de Adeus às Armas, de Ernest Hemingway, chegou ontem às livrarias americanas incluindo pela primeira vez os 47 finais alternativos imaginados pelo autor. Dessa forma, leitores terão acesso direto ao processo de criação do escritor, que se revela às voltas com diversas opções de desfecho antes de se decidir a colocar o ponto final na história do militar Frederick Henry e a enfermeira Catherine Barkley na Primeira Guerra Mundial.

O livro foi lançado em 1930. Quase três décadas depois, em uma entrevista concedida em 1958, Hemingway reconhecia ter reescrito o final do livro 39 vezes; anos mais tarde, um pesquisador encontrou em seu acervo 41 versões; e, recentemente, o neto do autor, Sean Hemingway, descobriu mais seis finais no material de seu avô depositado na Biblioteca John Fitzgerald Kennedy, em Boston. Foi então que a família do escritor começou a negociar com a editora Simon & Schuster uma nova edição da obra.

O livro relata, de maneira “semibiográfica”, segundo os editores, a “eterna e inesquecível” história de amor entre o tenente americano Frederick Henry e a enfermeira inglesa Catherine Barkley. O livro capta a “dura realidade da guerra e a dor dos amantes envolvidos em sua inevitável destruição”, diz a apresentação.

Intitulado Adeus às Armas: A Edição da Biblioteca Hemingway, o volume traz o texto original e, na sequência, inclui em anexo todas as 47 versões alternativas. Em algumas, percebe-se pequenas mudanças, frases reescritas ou suprimidas; em outras, vários parágrafos aparecem ou desaparecem do texto, levando a uma alteração no tom da narrativa, que pode assumir caráter mais fatalista ou otimista. Em especial, chamam atenção os trechos dedicados à reflexão sobre a vida e a morte. “Não há outro final além da morte e o nascimento é o único princípio”, escreve Hemingway em um dos finais descartados mais tarde.

Os desfechos alternativos, no entanto, não são a única novidade do volume. Está lá, por exemplo, uma lista de títulos imaginados por Hemingway para o romance, como O Encantamento, Amor na Guerra, Todas as Noites ou ainda Sobre Feridas e Outras Causas. Há também ilustrações utilizadas na primeira edição e uma série de indicações de passagens reescritas ao longo da criação do livro, com suas respectivas versões originais. Há ainda fac-símiles de páginas manuscritas, um texto introdutório preparado pelo autor para uma edição de 1948 da obra e um prefácio assinado pelo seu filho, Patrick Hemingway. / EFE

 

Dica do Francisco A Salerno Neto

Os 11 mais vendidos da Flip

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Fotógrafo: Divulgação/PublishNews

Publicado originalmente no PublishNews

Durante a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), não foi um livro o item mais vendido na unidade da Livraria da Vila montada na cidade especialmente para os cinco dias do evento. O maior sucesso de vendas foi o DVD “Uma palavra depois da outra: a arte da escrita”, que celebra os dez anos da Flip com material das apresentações de cem autores que passaram por ela desde 2002. A Vila aproveita e lança hoje o DVD em São Paulo, na unidade da Lorena (Al. Lorena, 1731, Jardins), a partir das 18h30.

Mas isso não tira o brilho do livro mais procurado pelos leitores em Paraty entre 4 e 8 de julho. E o mérito é de Zuenir Ventura e sua Sagrada família (Alfaguara), obra lançada durante a festa, que também esteve em evidência na programação principal da Flip, no sábado à tarde, quando o autor debateu com Dulce Maria Cardoso e João Anzanello Carrascoza o tema “Em família”.

O segundo lugar da lista de livros ficou com o breve e elogiado Bonsai (Cosac Naify), do chileno Alejandro Zambra. Carlos Drummond de Andrade, o homenageado da 10ª Flip, foi o terceiro autor mais vendido, mas, ao invés das novas edições de seus livros pela Companhia das Letras, o público preferiu mesmo a caixa que reuniu 23 livros de poemas em três volumes organizada pela parceria exclusiva da Vila com o selo Best Bolso, da Record, a antiga casa do poeta.

Serena (Companhia das Letras), de Ian McEwan, e A visita cruel do tempo (Intrínseca), de Jennifer Egan, apareceram em quarto e quinto lugares. E Le Clézio, mesmo sem ir à Flip, conquistou o sexto lugar com O africano (Cosac Portátil). O prêmio Nobel cancelou a ida a Paraty por motivos de saúde e foi substituído na programação do sábado à noite por Enrique Vila-Matas.

O sétimo lugar foi conquistado pela edição número 9 da Granta, . Depois da divulgação oficial na Flip, a revista será lançada hoje, em São Paulo, às 19h, na Livraria da Vila que fica na Rua Fradique Coutinho, 915.

O retorno (Tinta da China), de Dulce Maria Cardoso, e Bombaim – Cidade máxima (Companhia das Letras), de Sukethu Matha, vêm em seguida na lista.

E quem conquistou o décimo lugar foi Angeli com Toda Rê Bordosa (Quadrinhos na Cia). O livro que traz de volta a personagem icônica criada em 1984 fecha a lista com humor e um climinha de ressaca – tudo a ver com a Flip.

Veja os livros mais vendidos na 10ª edição da Flip:

1-Sagrada família, Zuenir Ventura (Alfaguara, 232 pp., R$ 36,90)
2-Bonsai, Alejandro Zambra (Cosac Naify, 64 pp., R$ 23)
3-Box Drummond, Carlos Drummond de Andrade (Best Bolso, R$ 39,90)
4-Serena, Ian McEwan (Companhia das Letras, 384 pp., R$ 39)
5-A visita cruel do tempo, Jennifer Egan (Intrínseca, 336 pp., R$ 29,90)
6-O africano, J.M.G Le Clézio (Cosac Portátil, 128 pp., R$ 21,90)
7-Granta 9 – Os melhores jovens escritores brasileiros, Vários (Objetiva, 288 pp., R$ 34,90)
8- O retorno, Dulce Maria Cardoso (Tinta da China, 272 pp., R$ 39)
9-Bombaim – Cidade máxima (Companhia das Letras, 512 pp., R$ 58)
10-Toda Rê Bordosa (Quadrinhos na Cia, 220 pp., R$ 64)

Último livro de ‘Jogos Vorazes’ será dividido em dois filmes

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Jennifer Lawrence é a estrela de  Jogos Vorazes. Foto: Divulgação

Jennifer Lawrence é a estrela de Jogos Vorazes
Foto: Divulgação

Publicado originalmente no Terra.com

O terceiro livro da série Jogos Vorazes será dividido em dois filmes, cujos lançamentos acontecerão em 21 de novembro de 2014 e 20 de novembro de 2015. No entanto, ainda não se sabe quem será o diretor dos longas, depois de Francis Lawrence ter pego o lugar de Gary Ross no segundo filme da série, Jogos Vorazes: Em Chamas.

O último livro da trilogia de Suzanne Collins vê Katniss – interpretada por Jennifer Lawrence – levando um empurrão contra o governo do país inventado e está previsto para ser lançado em 22 de novembro de 2013.

O primeiro filme arrecadou US$ 678,2 milhões em todo o mundo. Philip Seymour Hoffman estará no segundo filme, como Plutarco Heavensbee, o líder de uma rebelião no subsolo do Distrito 13.

Jennifer voltará a interpretar Katniss, enquanto Josh Hutcherson e Liam Hemsworth também vão repetir os papéis de Peeta Mellark e Gale Hawthorne, respectivamente.

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