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Posts tagged livrosepessoas

Concurso Cultural Literário (95)

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capa novos

O primeiro casamento ficou muito abaixo de suas expectativas e você, mais do que ninguém, quer que agora dê certo. Poderá dar (e esperamos que dê), mas para isso você precisa reconstituir sua família.

Admita: pensar sobre a integração de seus novos filhos sob o mesmo teto já o faz perder o sono. E os desafios não param aí. Você precisa juntar os cacos emocionais e lidar com questões difíceis, como as relacionadas com a disciplina, a ira e a incompreensão, além dos sentimentos de perda e traição.

Nessas horas, nada como ter ao lado um experiente conselheiro que já auxiliou milhares de homens e mulheres a enfrentarem desafios semelhantes ao seu. E, sabendo que você não tem muito tempo, Kevin Leman separou o que é essencial para quem, como você, esté em busca de uma nova e bem-sucedida experiência familiar.

Vamos sortear 3 exemplares de “Novo casamento… Novos filhos“,  novo livro de Kevin Leman publicado pela Mundo Cristão.

Se você está enfrentando o desafio de começar de novo ou tem amigos passando por essa situação, basta enviar um e-mail para [email protected] e você já estará concorrendo. Por favor, mencione na linha de assunto “Novo casamento”.

O sorteio vai ocorrer no dia 14 de outubro e o resultado será divulgado neste post.

***

Parabéns aos ganhadores: Alessandra Rodrigues, Leonardo e Eva Miranda. \o/

Por gentileza enviar seus dados completos para [email protected] em até 48 horas.

Concurso Cultural Literário (90)

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capa exorcismo

Em uma cidade como Libertá, quem falha dificilmente consegue uma segunda chance. Por isso, é com um misto de excitação e desconfiança que Tiago Boanerges recebe a visita de seu antigo supervisor. Exorcista experiente, foi demitido do Conselho de Hórus – organização responsável por investigar o comportamento de seres sobrenaturais – após fracassar em uma missão. A proposta é atraente: concluir o trabalho para o qual foi designado e alcançar a redenção. Mas o preço é alto, pois terá de se aproximar novamente de um antigo amor, que não só lhe custou a carreira, como seu próprio coração. Em um cenário noir em que blues e fumaça permeiam um submundo de seres fantásticos, ele sai em busca da musa que arruinou sua vida. Mas antes precisará exorcizar seus próprios fantasmas se não quiser falhar mais uma vez e ver sua vida destruída para sempre.

Vamos sortear 3 exemplares de “Exorcismos, amores e uma dose de blues“, lançamento da Gutenberg.

Autor da obra, Eric Novello é escritor, tradutor e roteirista. Integrou a equipe do podcast Papo na Estante e organizou várias coletâneas de literatura fantástica.

Para concorrer ao livro, responda no email [email protected] qual é o nome do maine coon (gato) do autor. Respostas na área de comentários serão deletadas.

O resultado será divulgado aqui no dia 23/9.

Boa sorte! Riso

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E os ganhadores são….: Rogerio Lopes, Felipe Vieira Carvalho e Graal Graal.

Parabéns! \o/

Por gentileza enviar seus dados completos para [email protected] em até 48 horas.

Concurso Cultural Literário (82)

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capa o mundo de edena 4

Veja um trecho

Perdido no deserto de Edena, Stel tem apenas um objetivo: encontrar sua amada Atana. Mas ele acaba capturado por um grupo de seguidores da terrível Paterna e é enviado para um destino desconhecido. Sua única certeza é a de que “A Deusa”, sua Atana, morrerá se nada for feito. Este quarto volume da saga de O Mundo de Edena mostra-se em alguns momentos terrível e opressor. Talvez uma vontade do autor de falar sobre o desejo por poder e a loucura que ele traz… Mas, em uma trama cheia de surpresas, como sempre acontece nas HQs de Moebius, o leitor encontrará reviravoltas até a última página.

Vamos sortear 3 exemplares de “O Mundo de Edena 4: Stel“, megalançamento da Nemo.

Para participar, envie para [email protected] a resposta à pergunta abaixo:

Qual é o nome de batismo de Moebius?

Atenção: respostas na área de comentários serão apagadas.

O resultado será divulgado no dia 14/8 neste post.

Boa sorte! 🙂

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Parabéns aos ganhadores: Igor Pinto, Thiago de Carvalho e Tallita Rios.

Por gentileza enviar seus dados completos para [email protected] em até 48 horas.

Ler não é obrigação

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Diego Antonelli, na Leitura na Prática

Felipe Lindoso, pesquisador e consultor de leitura

O jornalista, tradutor e consultor Felipe Lindoso tornou-se uma voz necessária ao se falar de leitura no Brasil. Por uma razão prática – ele povoou de informações seguras um setor dado a discursos inflamados e bem-intencionados a favor do livro. O resultado é flagrante. Para ele, ler é atividade lúdica e necessária, mas também é algo tão concreto quanto o mercado da soja.

Parece exagero, mas ao costurar leitura e desenvolvimento, o especialista em políticas públicas criou uma estratégia para fazer do negócio dos livros e da leitura um assunto tão sério quanto os demais. Não é uma guerra vencida. Há muito que se palmilhar para que os índices de leitura no Brasil estejam à mesma mesa de negociação em que se discute o pré-sal ou o Código Florestal. Mas o pesquisador figura entre os que trabalham para criar uma cultura que considere as letras um capital decisório no vai não vai que balança as economias emergentes.

O livro O Brasil pode ser um país de Leitores?, de 2004, é uma prova de sua ambição. A obra radiografa os maus humores nacionais com o livro e a literatura desde os princípios da Nação. Entre uma tragédia e outra, o estudo levanta fontes para outros pesquisadores – como os interessados em entender um fenômeno como Ágape, o livro de 7 milhões de exemplares do padre Marcelo Rossi. E retoma pendengas já bastante debatidas, porém crônicas, como os tropeços da escola e da família na formação dos leitores.

Felipe Lindoso é entrevistado da série “Leitura na prática”, que a Gazeta do Povo publica até 21 de outubro. Confira:

Para que tornar-se um leitor?

Quem lê e amplia seus horizontes culturais tem mais oportunidades de se desenvolver. Mas essa é uma opção individual, desde que estejam dadas as condições de escolha. O que acontece hoje é que as oportunidades de acesso ao livro são reduzidas. As famílias não são leitoras, as escolas ainda não preparam as condições para essa escolha, e o sistema de bibliotecas públicas é precário, para usar uma palavra suave. Por isso, ser leitor ou não independe de uma escolha. Na maioria dos casos, não há oportunidades.

É possível reaprender a ler?

Em uma palestra, o professor Ítalo Moriconi [organizador de Os cem melhores poemas brasileiros do século] assinalou o quanto temos que aprender, inclusive sobre as posturas necessárias para uma boa leitura. Essa postura não é “natural”, é socialmente induzida. Ler é uma questão de aprendizado e de escolha. Mas é importante destacar que ler não é obrigação. Pode ser uma necessidade, inclusive profissional. Há pessoas que desfrutam da leitura por prazer. Outras, ainda, por convicções religiosas ou políticas. Por essas características, a leitura não acontece somente nos momentos de lazer e descanso, quando concorre com a tevê, o cinema, a música e a simples conversa. A leitura depende de circunstâncias…

Aproveitando a deixa, qual o papel da escola nessa seara…

Deixar de tornar a leitura obrigatória. Deixar os livros à disposição dos alunos para que escolham o que querem ler, em literatura. Aí o professor pode motivar os alunos para ler alguns títulos, mas sem obrigação. Como diz o Ziraldo, o importante é ler, não aprender…

O que diria das bibliotecas escolares?

Salvo as proverbiais exceções, são muito ruins. Começa que na maioria das escolas não existe biblioteca, nem como “salas de leitura”. Já vi escolas nas quais as diretoras “despejaram” a biblioteca para abrigar mais alunos. Mas as bibliotecas são ruins sobretudo porque as professoras não são leitoras, não foram formadas e capacitadas para transmitir o gosto pela leitura. Daí que não ligam para as bibliotecas. As bibliotecas muitas vezes viram lugar de “castigo”: aluno mal comportado vai para a biblioteca, na qual encontra muitas vezes professoras afastadas da sala de aula, por alergia a giz, problemas nervosos e outros quetais.

O que fazer para que melhorem?

Melhorando – e muito – a qualidade dos professores. Depois, é preciso capacitar adequadamente os encarregados das bibliotecas. Não que devam ser necessariamente bibliotecários – mas um conjunto de bibliotecas escolares deveria ser supervisionado por bibliotecários. Os que ali trabalham precisam ser formados para a função, e não ocupar o lugar como um quebra-galho qualquer. Finalmente, a biblioteca escolar precisa ter um acervo amplo, com diversidade de escolhas, tanto de literatura quanto dos chamados paradidáticos. E com liberdade para os alunos escolherem o que desejam ler. Sem imposições e muito menos vigilância e censura.

Na última edição da pesquisa de Retratos da Leitura no Brasil os professores aparecem como principais incentivadores do livro, ultrapassando em influência os pais. O que diria?

O grande problema é que a maioria das famílias é de não leitores. O contato com os livros não aparece em casa, tanto por essa razão como também por questões econômicas. Livros são caros, proporcionalmente ao nível de renda dos brasileiros. Programas como o “Agentes de leitura”, que vai às casas para trabalhar com as famílias a questão da leitura, levam livros e indicam as bibliotecas. É uma possibilidade.

Em seu livro O Brasil pode ser um país de leitores? o senhor fala do papel das religiões na difusão da leitura. Continua pensado assim?

Historicamente, os países do protestantismo clássico se beneficiaram da doutrina que dá aos fiéis o contato direto com a divindade, no qual a leitura da Bíblia assumia um papel de importância. A Igreja Católica, ao contrário, sempre acreditou nos intermediários. A primeira tradução da Bíblia em português só aconteceu em meados do século 19. Entretanto, hoje, os fundamentalistas evangélicos aqui no Brasil assumem esse papel de intermediação. A compra de Bíblias é o maior fenômeno editorial do Brasil – e do mundo – mas daí a dizer que a Bíblia é lida vai um grande passo. Hoje não acredito que qualquer religião contribua positivamente para a leitura e a ilustração, e aí estão os fundamentalistas negando a ciência e a evolução.

Podemos pensar em um índice de desenvolvimento a partir da leitura?

Basta ver a quantidade de bibliotecas e os índices de leituras dos países avançados econômica e socialmente. Só nos EUA existem quase 200 mil bibliotecas públicas. Na Europa Ocidental – França, Inglaterra, Itália e mesmo a Espanha e Portugal – a questão do acesso aos livros é considerado de importância estratégica. No Brasil, quando existem, as bibliotecas geralmente estão no centro que, quando não degradado, ainda é o reduto das elites.

dica do Jarbas Aragão

Promoção: Deus é vermelho

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Dia 3/7 sortearemos 3 exemplares de “Deus é vermelho” da Ed. Mundo Cristão.
Para participar, basta seguir as regras abaixo:

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Parabéns aos ganhadores: Gerlane Oliveira, Letícia Delacourt e Roney de Carvalho

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