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Homem é esquecido em loja de livros e fica preso por mais de uma hora

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O proprietário da loja esqueceu que ainda havia um cliente na loja e simplesmente trancou o estabelecimento

O proprietário da loja esqueceu que ainda havia um cliente na loja e simplesmente trancou o estabelecimento

Publicado no Boa Informação

 

Um cliente teve que chamar a polícia depois de ficar preso em uma loja quando o proprietário saiu para pegar um café e trancou a loja por mais de uma hora.

O comprador “mergulhou” nos livros de ficção científica no fundo da loja Paramount Livros no centro da cidade de Manchester, Inglaterra, e não ouviu o proprietário deixar o local.

Ele estava passeando pelas prateleiras em uma sala nos fundos da loja e acredita-se que o proprietário tenha esquecido que ele estava lá.

O homem, que não quis ser identificado, só percebeu que ele estava trancado depois de escolher as suas compras e ir até o balcão para pagar, encontrando a loja deserta.

Ele começou a procurar pela loja uma chave ou um número de celular para ligar o proprietário. Sem encontrar, teve que ligar para a polícia.

Ele também tentou escapar por uma saída de incêndio no andar de cima, com a polícia oferecendo-se para chamar os bombeiros para ajudar no resgate. Mas essa ideia teve que ser abandonada depois de perceberem qu parte da escada não poderia ser utilizada.

A polícia continuou na linha e o homem concordou em esperar dentro da loja até que os oficiais pudessem chegar – lendo os livros que ele esperava comprar, para passar o tempo.

Depois de uma hora e meia o dono da loja voltou e finalmente o cliente ficou livre.

Para provar que quando o dia é ruim tudo dá errado, ele não conseguiu comprar os livros pois a loja não aceitava cartão.

Mas ele disse que quando ele voltou com o dinheiro para comprar os livros, o proprietário deu-lhe um vale para ele utilizar em uma próxima visita.

“Eu fiquei aliviado por poder passar a noite na minha cama sem ter o constrangimento de um resgate pelo corpo de bombeiros!”

A Paramount Livros não quis comentar o caso.

Loja online de livros usados realiza sonho de portuguesa

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Uma loja de livros usados mas recentes, a preços acessíveis, era o sonho para a reforma de Ana Amélia. Até ao final do ano, vai tornar-se realidade através da internet, num sistema de créditos para trocar obras.

naom_515315c930cfbPublicado no Notícias ao Minuto

Aos muitos livros em casa e à inspiração noutros locais, como a Escócia, Ana Amélia somou a “paixão” e a “perdição” pelos livros e a certeza de que uma “lojinha em Torres Vedras”, onde mora, ou mesmo em Lisboa não seria “viável em termos económicos”.

Um conselho de um amigo para avançar pela internet foi bem acolhido, mas ainda faltava tempo por causa do trabalho executivo numa grande empresa. A saída dessa carreira fez concretizar a “2.ª Leitura”, que aplica o conceito de livros com recompra.

O projeto iniciou-se com a aquisição de livros, o que se tornou relativamente fácil “numa altura de crise”.

“As pessoas precisam de dinheiro”, resume à agência Lusa Ana Amélia, que recorreu, por exemplo, aos anúncios de vendas de particulares.

O preço combinado pela quantidade de livros torna os valores mais atrativos para que depois fiquem também acessíveis a quem quer ler e cada vez se queixa mais das dificuldades em comprar, como nota Ana Amélia.

Nesta “2.ª Leitura”, o cliente poderá encomendar um livro, tê-lo durante 15 dias e devolvê-lo depois mediante um valor predeterminado, que funcionará como crédito para ser deduzido em encomendas futuras. Caso o leitor queira ficar com o livro, não há acerto.

As recompras devem estar operacionais até ao final do ano, uma vez que Ana Amélia tem inserido livros na base de dados, o que inclui fotografar as capas, até para mostrar o estado de conservação dos livros.

“A aposta vai ser nos livros mais recentes e facilitar o acesso a preços mais acessíveis”, explica Ana Amélia, lembrando ser “raro ler o mesmo livro duas vezes”, pelo que este site também é útil para quem quer libertar espaço nas prateleiras.

“A plataforma também pode proporcionar a venda a terceiros, um espaço de partilha, com muito cuidado na inserção dos livros, num processo completamente transparente”, garante à Lusa.

Acerca dos atuais sistemas de trocas de livros, Ana Amélia recorda que podem ter “muitas limitações”, ao, por exemplo, haver apenas escolha entre os livros de uma só pessoa.

Por isso, Ana quer a sua base de livros com a maior escolha possível, incluindo em línguas estrangeiras.

Em termos comerciais, este projeto “não tem retorno” face ao trabalho de manutenção e administração: “A margem praticamente nem cobre isso, mas há o sonho, a partilha e a paixão pelos livros”, explica.

dica do Ailsom Heringer

 

FLUPP – Festa Literária das Periferias – lança com Amazon.com.br e–books exclusivos na Loja Kindle

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Amazon promove workshop sobre plataforma de publicação para autores independentes

 

A FLUPP – Festa Literária das Periferias – publica com exclusividade na Loja Kindle (Amazon.com.br) os e-books da FLUPP 2013. Os livros são resultado do projeto FLUPP Pensa, que promove a formação de leitores e novos autores em comunidades do Rio de Janeiro. Em sua segunda edição, o projeto selecionou trabalhos de 41 autores para o lançamento de três livros. Duas coletâneas, uma de narrativas curtas e outra de poesias, e um romance. Em 2012 a Festa Literária das Periferias publicou apenas uma coletânea, que também tem sua versão digital disponível exclusivamente na Loja Kindle.

Os livros foram lançados durante o Sarau da Festa Literária das Periferias no Centro Cultural Waly Salomão, que aconteceu na última quinta-feira, dia 21 de novembro.

No sábado, durante a FLUPP, a Amazon.com.br realizará um workshop sobre sua plataforma de autopublicação – Kindle Direct Publishing (KDP), para os autores interessados em publicar suas obras gratuitamente e com facilidade na Loja Kindle, a loja de e-books da Amazon. O workshop será dia 23/11, às 12h30,  no Centro Cultural Waly Salomão, Vigário Geral – RJ. 

As obras publicadas usando o KDP ficam disponíveis na Loja Kindle Brasil, e podem ser acessadas em Amazon.com.br, e em todas as Lojas Kindle da Amazon no mundo. Os livros digitais Kindle podem ser lidos com os aplicativos gratuitos de leitura Kindle, disponíveis para computadores, tablets e smartphones (iOS, Android e Windows Phone). Também é possível ler os livros nos e-readers Kindle e Kindle Paperwhite, à venda em revendas autorizadas no Brasil a partir de R$299.

Sem nunca ter ido à escola, empresário cria negócio bilionário em Cingapura

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Publicado por UOL

O empresário Goh Cheng Liang (Divulgação)

O empresário Goh Cheng Liang (Divulgação)

SÃO PAULO – Goh Cheng Liang é um dos magnatas de Cingapura. Apesar de não estar na lista dos mais ricos e não conversar muito com a imprensa, a fama do empresário se deve a sua trajetória de sucesso.

Segundo a Forbes, Liang nunca foi à escola, pois nasceu em uma família pobre. Ainda menino, ele vendeu redes de pesca e trabalhou em uma loja de ferragens.

Em 1949, quando os britânicos estavam leiloando estoques excedentes da Segunda Guerra Mundial, Liang comprou todos os barris de tinta e com um dicionário chinês de produtos químicos na mão, ele passou a preparar mistura de solventes, pigmentos e produtos químicos para fazer a sua própria marca de tintas, chamado Pigeon.

Guerra criou oportunidade
No ano seguinte, quando teve início a guerra das Coreias, uma proibição de importação gerou um enorme lucro para o empresário.

O negócio foi crescendo até que Liang teve a oportunidade de se unir com a Nippon Paint, do Japão, e depois conseguiu uma participação em uma joint venture chamada Nipsea Management.

Liang comanda 15 mil funcionários
Hoje, a Nippon está presente em 15 países e conta com 15 mil funcionários.

O faturamento anual das empresas de Goh Cheng Liang chegam a US$ 2,6 bilhões.

Ao longo dos anos, ele investiu um pouco do seu lucro com o negócio de pintura em construção de shopping centers, hotéis, residências, em uma empresa de distribuição de varejo, fábrica de eletrônicos, embalagens, logística e até mesmo em uma empresa de mineração na China.

Laurentino Gomes conclui a trilogia de livros de história do Brasil de maior sucesso no país

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Cassiano Elek Machado, na Folha de S.Paulo

Como boa parte das fábulas, esta envolve reis e rainhas, príncipes garbosos a cavalo e belas donzelas.

Mas, como nenhuma destas histórias encantadas, esta tem como protagonista um experiente jornalista de Maringá (PR), que se vê tocado pelo condão mágico num estande de um entupido pavilhão do Riocentro, no Rio.

Foi nesse cenário que Laurentino Gomes, 57, viveu seu conto de fada. “Entrei numa livraria na Bienal do Rio e o meu editor disse espantado: o ‘1808’ está vendendo que nem pãozinho quente de manhã na padaria. Observe só.”

Gomes plantou os olhos numa pilha enorme de seus livros, no centro da loja. “Uma atrás da outra as pessoas pegavam um exemplar e iam para o caixa.”

O escritor Laurentino Gomes, autor de '1808' e '1822', sorri para a chegada de '1889' / Eduardo Anizelli/Folhapress

O escritor Laurentino Gomes, autor de ‘1808’ e ‘1822’, sorri para a chegada de ‘1889’ / Eduardo Anizelli/Folhapress

De pé, naquela livraria Saraiva da Bienal, ele decidiu que largaria seu emprego e se dedicaria a este filão.

A história aconteceu há seis anos –e desde então muitos Maracanãs passaram pelos caixas de todo o país. Os dois primeiros livros de Gomes, “1808” e “1822” (lançado em 2010), superaram recentemente os 1,5 milhão de exemplares vendidos.

Nesta segunda-feira, o jornalista paranaense conclui sua trilogia, que já se configura como o maior fenômeno editorial de livros de história do Brasil. Neste dia ele faz, em São Paulo, o primeiro dos 33 lançamentos do seu novo livro já marcados até o Natal deste ano.

“1889”, lançamento da Globo Livros, trata de temas pouco afeitos ao “hit parade” das livrarias: fim da monarquia, abolição da escravatura e começo da República.

Mas a tiragem inicial não faz feio nem para obras de vampiros, romances soft-porns ou histórias de bruxos. Serão 200 mil exemplares, o dobro da primeira fornada de “Harry Potter 3” e mais de seis vezes o número de largada de outra obra bem-sucedida recente sobre a história do Brasil, a biografia “Getúlio”, de Lira Neto.

Mais do que o tema perfeito, Laurentino Gomes parece ter encontrado o tom adequado para abordá-lo.

“Obras como ‘1808’ não trazem nada de novo. Mas Laurentino achou uma maneira muito atraente de apresentar esses episódios da história para o grande público”, opina um dos principais historiadores do país, José Murilo de Carvalho.

“Consolido a bibliografia sobre estes episódios históricos numa visão jornalística, para o leitor não especializado no tema”, corrobora Laurentino Gomes.

No terceiro livro, ele lança mão mais uma vez (e garante que será a última) de uma de suas armas secretas: a fórmula de usar como título um ano emblemático da história do país, que aparece em letras enormes na capa, e um subtítulo longo e bem-humorado que resume os principais fatos a serem descritos.

O subtítulo de “1889” é: “Como um Imperador Cansado, um Marechal Vaidoso e um Professor Injustiçado Contribuíram para o Fim da Monarquia e a Proclamação da República no Brasil”.

Os personagens (por ordem de aparição) são d. Pedro 2º, marechal Deodoro da Fonseca e Benjamin Constant. Tal como nos best-sellers anteriores, Gomes colore a trajetória deles com um farto repertório de histórias pitorescas (veja abaixo).

Algumas são puros gracejos, mas outras revelam características centrais da história política nacional.

Numa carta a um sobrinho, escrita um ano antes que ele liderasse a derrubada do império, o grande herói republicano, o alagoano Deodoro da Fonseca, dizia o seguinte: “República no Brasil é coisa impossível, porque será uma verdadeira desgraça. O único sustentáculo do nosso Brasil é a monarquia”.

MUSA DA REPÚBLICA

Gomes diz que mesmo quando liderou o grupo de militares que depuseram o governo de d. Pedro 2º, no 15 de novembro de 1889, Deodoro, primeiro presidente do país, ainda não tinha clareza se era a favor da República.

“Como outros episódios decisivos de nossa história, este envolveu uma mulher”, brinca o autor.

Anos antes, Deodoro havia se encantado pela donzela gaúcha Maria Adelaide Andrade Neves, a baronesa do Triunfo. Mas ela preferiu os atributos de Gaspar Silveira Martins, político que virou inimigo do militar.

“Deodoro só optou pela República na madrugada do dia 16, quando ele soube que d. Pedro havia chamado Silveira Martins para substituir o ministro recém-deposto”, diz.

Como sublinha enfaticamente em seu livro, a República brasileira foi anunciada com status de um regime “provisório”.

E o primeiro governo, também provisório, foi decidido no Instituto dos Meninos Cegos, instituição no Rio que era presidida pelo professor Benjamin Constant.

“As manifestações recentes no país estão ligadas a isso. Quando foi criada a República não se discutiu as regras do jogo republicano. Isso só começou a ser feito há um par de décadas”, afirma Gomes.

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A TRILOGIA

‘1808 – Como uma Rainha Louca, um Príncipe Medroso e uma Corte Corrupta Enganaram Napoleão e Mudaram a História de Portugal e do Brasil’ (2007)
Editora Planeta
Prêmios Jabuti de Livro Reportagem e Jabuti de Livro do Ano 2008; Melhor Ensaio de 2008 pela Academia Brasileira de Letras
Vendas mais de 1 milhão de exemplares

1822 – Como um Homem Sábio, uma Princesa Triste e um Escocês Louco por Dinheiro Ajudaram D. Pedro a Criar o Brasil – um País Que Tinha Tudo para Dar Errado’ (2010)
Editora Nova Fronteira
Prêmios Jabuti de Livro do Ano 2011
Vendas 527 mil exemplares

1889 – Como um Imperador Cansado, um Marechal Vaidoso e um Professor Injustiçado Contribuíram para o Fim da Monarquia e a Proclamação da República no Brasil’
Editora Globo Livros
Quanto R$ 44,90 (416 págs.) e R$ 26,91 (e-book)
Lançamento segunda, às 18h30, na Livraria Cultura (av. Paulista, 2073, tel. 0/xx/11/3170-4033)

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A HISTÓRIA DO BRASIL PELO MÉTODO CURIOSO
Alguns episódios pitorescos descritos em “1889”

CAVALO DADO
O primeiro beneficiário da República do Brasil foi um cavalo. Usado pelo marechal Deodoro da Fonseca na madrugada da proclamação da República, o animal foi depois “aposentado do serviço militar por serviços relevantes prestados ao novo regime”

ORA, POMBAS
Banido do país que governou por 49 anos, três meses e 22 dias, d. Pedro 2º estava em alto mar quando viu a última porção de terra nacional. Ele escreveu num papel “Saudades do Brasil”, atado às pernas de um pombo-correio. A ave voou alguns metros e caiu em seguida no mar

NASCE UMA ESTRELA
Quando o Império caiu, o neto de d. Pedro 2º, príncipe d. Augusto, estava em um navio, em uma viagem de volta ao mundo. O comandante recebeu ordens de que a bandeira deveria ser alterada. Como não havia ainda o novo desenho, o telegrama mandava que sobre a Coroa imperial fosse costurada uma estrela vermelha. E assim foi

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