Canal Pavablog no Youtube

Posts tagged Londres

Escritor é a profissão mais desejada pelos britânicos

0
Foto: AP Photo/Lefteris Pitarakis

Foto: AP Photo/Lefteris Pitarakis

Philippe Ladvocat, no Londres

Uma surpreendente pesquisa com 14 mil moradores do Reino Unido, realizada pelo site Yougov, revelou que a profissão mais desejada na Grã-Bretanha é a de escritor, o que indica que a carreira literária está mais em alta do que se pensava. Ela foi escolhida por 60% das pessoas que participaram, seguida de perto por outras duas carreiras intelectuais: ser bibliotecário é o desejo de 54%, e 51% gostariam de ser acadêmicos. Vale lembrar que escrever pode ser muito rentável para pessoas como J.K. Rowling (foto acima), a autora da série “Harry Potter” e dona de uma fortuna de mais de um bilhão de dólares.

Profissões mais “esperadas” e normalmente disputadas também apareceram na lista: advogado veio em quarto lugar, design de interiores em quinto e jornalismo em sexto. E também há uma grande diferença entre homens e mulheres: entre os participantes do sexo masculino, foi muito mais comum encontrar aspirações a trabalhos como os de piloto de Fórmula 1, astronauta e condutor de trem (um trabalho que paga muito bem por aqui). Além disso, mais de 40% dos homens respondeu que gostaria de ter uma carreira como MP, o equivalente a deputado ou senador no Reino Unido, enquanto apenas 21% das mulheres demonstrou esse desejo.

Museu de Sherlock Holmes, em Londres, dá vida ao detetive mais incrível de todos os tempos

0

1

Publicado por Hypeness

Sentado em frente à janela, com um violino nas mãos e um cachimbo na boca, ele observa o movimento da Baker Street. Sherlock Holmes, o maior detetive de todos os tempos, e Dr. Watson formam a dupla que desafiou os mais astutos bandidos da Londres do século XIX. Embora tenham existido somente nas páginas de ficção de Sir Arthur Conan Doyle, tem gente, até hoje, capaz de jurar que eles viveram de verdade. Para alimentar o mito e satisfazer a curiosidade de fãs, foi criado o Sherlock Holmes Museum, um museu que dá vida ao personagem em seu famoso endereço: a Baker Street, 221b.

Na época em que escreveu as histórias, o autor escolheu a rua por ser uma área residencial comum à classe média inglesa. O número 221b não existia até então, mas foi criado na expansão da rua, após a Segunda Guerra Mundial. A casa pertencia a um banco, o Abbey National, que chegou a contratar uma pessoa especial para responder às milhares de cartas que fãs endereçavam a Sherlock naquele endereço. Mas não é lá que fica o museu. O espaço ocupado pelo Sherlock Holmes Museum fica entre os números 237 e 241, em uma casa vitoriana típica, construída em 1815, que replica com perfeição o que poderia ter sido o lar de Sherlock e Dr. Watson.

O museu é gerenciado por uma organização sem fins lucrativos, que adicionou à atmosfera vitoriana da casa uma série de acessórios que fazem parte das aventuras da dupla. Lá é possível encontrar lupas, tubos de ensaio, livros, anotações, cachimbos, o violino e uma coleção de boinas, conforme descrições presentes nos livros. No museu há ainda alguns bonecos de cera bastante impressionantes que retratam personagens como Dr. Watson e o inimigo Moriarty.

Confira as fotos:

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

11

12

13

14

15

16

17

18

19

20

21

Todas as fotos © OmneSolum

Americano pede socorro pelo Twitter após ficar preso em livraria

0
Google Americano é esquecido dentro de livraria no centro de Londres e pede ajuda à polícia

Google. Americano é esquecido dentro de livraria no centro de Londres e pede ajuda à polícia

David Willis, do Texas, não se deu conta de que o local estava fechando e ficou dentro da livraria Waterstones por duas horas

Publicado no Último Segundo
Um turista americano acabou ficando preso dentro de uma grande livraria em Londres depois que o estabelecimento fechou.

David Willis, do Texas, não se deu conta de que o local estava fechando e ficou dentro da livraria Waterstones, em Trafalgar Square, por duas horas na quinta-feira (16) à noite. Ele usou o Twitter para divulgar uma mensagem sobre sua situação e esperou pela chegada da ajuda.

Quando foi libertado ele escreveu na rede social que estava livre. O gerente da loja, Matt Atkins disse estar “muito envergonhado”.

“Por favor me deixem sair”

Willis afirmou que subiu ao andar de cima da loja por 15 minutos e, quando desceu, as luzes estavam apagadas e as portas trancadas. Ele publicou uma foto de si mesmo no Instagram atrás das persianas da loja com a mensagem: “Este sou eu dentro da livraria Waterstones em Londres”.

Internautas disseram que gostariam de ter ficado presos dentro de grande livraria londrinaEm outra mensagem, republicada mais de 12 mil vezes no Twitter, ele afirmou: “Olá Waterstones, eu estou trancado dentro de sua livraria em Trafalgar Square por duas até agora. Por favor, deixem-me sair”.

Ele recebeu centenas de respostas. Algumas pessoas perguntavam se ele estava aproveitando a oportunidade para ler alguns livros, outras diziam que adorariam estar no lugar dele. Houve até sugestões para que ele construísse um forte de livros.

A Waterstones publicou em sua própria conta de Tweeter uma mensagem quando o problema foi resolvido. “Estamos satisfeitos em anunciar que o sr. Willis é um homem livre novamente. Obrigado por sua preocupação e tweets”.

Atkins afirmou que a livraria também recebeu mensagens afirmando que aquele nãos eria um lugar ruim para se ficar preso.

“Estamos envergonhados. Esse não é o tipo de coisa que desejamos que aconteça e obviamente vamos investigar e lidar com isso. Mas há definitivamente lugares piores para se ficar preso à noite toda”.

Um porta-voz da polícia metropolitana afirmou que a instituição foi chamada por volta de 21h35 “por um homem que alegava ter ficado preso dentro de uma loja”.

Ele afirmou: “Policiais foram ao local e após a chegada de um funcionário com as chaves o homem saiu do prédio logo depois das 23h”.

Londres presta homenagem ao mito imortal de Sherlock Holmes

0
Mostra do Museu de Londres dedicada a Sherlock Holmes, "que não viveu, mas nunca morrerá"

Mostra do Museu de Londres dedicada a Sherlock Holmes, “que não viveu, mas nunca morrerá”/ BEN STANSALL/AFP

Publicado na Exame

Londres – O detetive Sherlock Holmes nunca existiu e, no entanto, recebe cartas no endereço 221B de Baker Street: “O homem que não viveu, mas nunca morrerá”, afirma o título da primeira grande exposição ao mito organizada em Londres em mais de 60 anos.

O Museu de Londres (Museum of London) organiza a mostra dedicada ao personagem criado em 1886 pelo escritor Arthur Conan Doyle e que já foi protagonista de centenas de filmes, séries de televisão, livros e jogos eletrônicos.

“Seu perfil e ‘armas’ – cachimbo, lupa e chapéu de caça – são imediatamente reconhecidos em todo o mundo. No reino dos detetives de ficção, Sherlock Holmes é o rei”, explicou Alex Werner, do Museu de Londres.

A exposição, que ficará aberta até 15 de abril de 2015, está dividida em três partes. A primeira é dedicada à obra e a seu legado. A segunda apresenta a Londres vitoriana, na qual os becos e a neblina são personagens das histórias de Holmes. A terceira está dedicada aos objetos do detective, suas roupas e suas ferramentas de trabalho.

Há dois elementos particularmente notórios: o primeiro o caderno no qual Doyle esboçou o personagem; o segundo o sobretudo que o ator britânico Benedict Cumberbatch usou em “Sherlock”, a mais recente série de TV dedicada a Holmes.

Quando os visitantes passam por uma “porta secreta” em uma biblioteca falsa para entrar na mostra, eles ficam imediatamente diante de um mural com imagens das múltiplas adaptações de Sherlock Holmes para o cinema e a televisão.

O Livro Guinness dos Recordes afirma que o detetive é o personagem humano mais retratado na história, à frente de Hamlet e um pouco atrás do “não-humano” Drácula.

“Sherlock Holmes encarna valores universais e atemporais. É tranquilizador em uma sociedade confrontada a mudanças profundas ter um super-herói que resolve nossos problemas de maneira eficaz e sem emoções aparentes. O sucesso da série (de Cumberbatch) mostra que Sherlock Holmes continua sendo muito popular”, afirmou uma das curadoras da exposição, Pat Hardy.

Hardy se mostra surpresa, no entanto, com o fato de que muitas pessoas ainda conhecem Holmes primeiro pelos livros de Conan Doyle.

“São histórias bastante curtas e oferecem um acesso fácil à literatura inglesa, sobretudo para um público internacional”, disse.

O sucesso estimulou a Conan Doyle Estate, a empresa familiar que administra o legado do escritor, a encomendar outro livro de Sherlock Holmes ao escritor Anthony Horowitz, que chegará às livrarias em 23 de outubro com o título de “Moriarty”.

“O mistério que cerca Sherlock Holmes permanece intacto “, disse à AFP o escritor.

Dez minutos de leitura diária pode fazer a diferença na vida de seu filho

0

É o que defende a ONG Save the Children

Amanda de Almeida, no B9

À primeira vista, o filme acima pode parecer longo demais – e até mesmo um pouco chato. Ainda assim, é inegável a importância do assunto que ele aborda: dez minutos de leitura diária com seu filho pode fazer uma diferença enorme na vida dele. É o que defende a ONG Save the Children.

É claro que no comercial criado pela agência Don’t Panic, de Londres, tudo parece muito mais exagerado, com um garoto pedindo ao pai que leia para ele, mas o adulto está cansado demais e resolve tirar um cochilo. Em seus sonhos, ele enxerga o futuro do filho e, o que vê, não é lá muito animador.

Crianças aprendem muito observando os adultos e, principalmente, compartilhando atividades com eles. Ler com uma criança é um ato de carinho e, no final, pode mudar uma vida.

1

Go to Top