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DNA revela identidade de Jack, o estripador, garante novo livro

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Segundo empresário, assassino era imigrante polonês de 23 anos.
Análise foi feita em xale ensanguentado de uma das vítimas.

HULTON ARCHIVE/GETTY IMAGES

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Publicado por G1

Jack, o estripador, um assassino em série que aterrorizou Londres nos anos 1880, foi finalmente identificado a partir de material genético presente em um xale ensanguentado de uma de suas vítimas, de acordo com um novo livro.

O autor Russell Edwards identifica o imigrante polonês Adam Kosminski, de 23 anos, como o célebre serial-killer, acusado dos violentos assassinatos de pelo menos cinco mulheres em 1888.

Em seu livro “Naming Jack the Ripper”, que será lançado na terça-feira (9), um empresário do norte de Londres liga Kosminski aos crimes através do DNA encontrado em um xale apreendido por um policial na cena do crime do quarto assassinato cometido por Jack, o de Catherine Eddowes.

O xale, que nunca foi lavado e foi mantido em segurança por descendentes do policial, foi comprado por Edwards em um leilão em 2007.

Com a ajuda de especialistas em genealogia que encontraram os descendentes de Eddowes e Kosminksi e auxiliados pela atual tecnologia de reconhecimento por DNA, Edwards afirma ter sido possível confirmar a autenticidade do xale e atribuir os assassinatos a Kosminski.

Jack, o estripador, ganhou fama com uma série de assassinatos na região leste de Londres no final do século XIX. Seus alvos eram prostitutas do então empobrecido distrito de Whitechapel.

De acordo com o livro, Kosminski, que havia imigrado com sua família da Polônia para a região leste de Londres antes dos assassinatos, era conhecido pela polícia como um potencial suspeito.

Ele foi internado em um manicômio em 1891 e posteriormente morreu devido a uma gangrena.

A teoria de Edwards é a mais recente tentativa de descobrir a identidade do assassino cuja história deu origem a uma série de livros e filmes e que continua fascinando interessados até hoje.

Em 2002, a autora de romances policiais Patricia Cornwell pensou ter descoberto o DNA de Jack, o estripador, ligando-o ao artista britânico Walter Sickert, que gostava de pintar cenas mórbidas, algumas com cenas de violência contra mulheres.

Autor de ‘Os imperfeccionistas’ lança novo romance

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Tom Rachman cria personagens que decidem viver à parte do mundo digital

Reflexões. Em ‘The rise & fall of the great powers’, que sai no Brasil em 2015, o escritor anglo-canadense aborda temas contemporâneos, como o direito à privacidade na web - FREDRIK VON ERICHSEN / AFP

Reflexões. Em ‘The rise & fall of the great powers’, que sai no Brasil em 2015, o escritor anglo-canadense aborda temas contemporâneos, como o direito à privacidade na web – FREDRIK VON ERICHSEN / AFP

Ramon Vitral em O Globo

LONDRES — Era 1988 e Tooly Zylberberg tinha 9 anos quando foi raptada por três estranhos em Bangcoc. Em 1999, ela vivia de pequenos golpes em Nova York. Doze anos depois, Tooly é dona de uma livraria no País de Gales e recebe uma mensagem informando que seu pai está morrendo nos EUA. O segundo livro do escritor anglo-canadense Tom Rachman é um quebra-cabeça da vida dessa jovem, que decide viver offline no limiar do século XX para o XXI. “The rise & fall of the great powers” (“Ascensão & queda das grandes potências”, em tradução livre) chega às livrarias inglesas quatro anos após o primeiro romance de Rachman, “Os imperfeccionistas” (Record), que colheu elogios ao narrar a vida de um grupo de jornalistas e que, agora, está sendo adaptado para virar seriado da BBC. Tanto na história anterior quanto na nova, que sai no Brasil em 2015, também pela Record, Rachman parte de uma trama simples, mas recheada de questões contemporâneas, como direito a privacidade e anonimato no mundo virtual.

Envolvido com a adaptação de “Os imperfeccionistas” e já trabalhando num terceiro livro, Rachman falou ao GLOBO em Londres. Ex-editor do “International Herald Tribune” e ex-repórter da agência Associated Press, o autor, de 40 anos, falou da necessidade de se desconectar para ser criativo e da onda nostálgica que ele acredita estar assolando a Humanidade.

Você acha que ainda há muitas pessoas que optam por ser tão desconectadas e distantes do mundo virtual como os protagonistas do livro?

Elas só existem em livros (risos). Acho que há pessoas optando por limitar o tempo que passam on-line, sim, buscando formas de viver com o mínimo e ter períodos de completo afastamento do mundo virtual. Mas algo tão radical é extremamente difícil para quem quer uma vida normal. Na verdade, é muito difícil se livrar dessas coisas, mesmo que você queira. Há várias indústrias bilionárias no mundo da tecnologia que vivem exclusivamente para descobrir formas de satisfazer os interesses das pessoas. Elas trabalham para que estejamos sempre checando alguma coisa. É obviamente uma reação animal: você fica excitado a cada nova mensagem e está condicionado a reagir dessa maneira. Progressivamente fica mais difícil se livrar dessa realidade. Todo mundo está mais agitado e distraído, e é cada vez mais difícil se concentrar. Sendo possível, acredito que é uma boa ideia controlar a extensão com que deixamos nossas vidas se dissolverem na internet.

Um dos temas do livro é a relação dos personagens com seus passados. Nossas escolhas e ações são registradas o tempo todo na internet e por câmeras de seguranças nas ruas. Pode-se viver fora dessa vigilância?

Até determinado ponto, sim. Deve ser uma escolha feita de forma bastante consciente. Se uma pessoa não age para controlar como as mídias digitais estão presentes em sua vida, ela pode ser totalmente dominada. Pois elas são extremamente sedutoras. Afetam a gente da mesma forma que o uísque afeta um alcoólatra. Se você sabe que possui essa fraqueza, e todos nós possuímos, então não tenha muito uísque em casa. Não estou sendo radical e recomendando cortar todas as ligações com a tecnologia. Há várias coisas ótimas que compõem esse universo, mas acho que é melhor ter algumas taças de vinho do que mandar uma garrafa inteira para dentro de uma vez só.

A protagonista tem diferentes perspectivas de sua vida e da História à medida que conhece pessoas. A internet vai ajudar futuras gerações a ter uma perspectiva mais ampla da História?

Pense na Wikipédia, por exemplo. As pessoas a usam como fonte básica de conteúdo. É apenas uma fonte, então você pode pensar: “Bem, no futuro, todos vão concordar muito mais pois há uma referência básica em comum”. Mas, até aqui, apesar de toda a onipresença da mídia digital, tenho a impressão de que as pessoas não estão com opiniões mais unificadas e compartilhando uma mesma percepção da História. Estamos mais divididos. No momento, a internet concentra pontos de vista semelhantes em pequenos grupos. Se você acredita que o homem nunca pisou na Lua e foi tudo conspiração, você vai encontrar várias informações on-line comprovando que você está certo. As pessoas tendem a preferir perspectivas que comprovem informações nas quais já acreditam. E a internet é perfeita para isso. Mas as pessoas também podem ter acesso a informações que vão permitir outro ponto de vista. É difícil prever o que vai acontecer. No fim, talvez o problema seja que os usuários são seres humanos, sempre falhos, apesar da evolução em suas tecnologias.

A quantidade de informação que temos não vai ajudar a esclarecer eventos como os que acontecem, por exemplo, na Faixa de Gaza ou na Ucrânia?

Acho difícil. Mesmo as informações que temos agora dão várias perspectivas. Se você olhar para o conflito entre Israel e Palestina, ninguém concorda em relação ao que está acontecendo. Então, imagine no futuro. É difícil esperar a existência de uma compreensão objetiva de quem estava certo ou errado. A História sempre foi composta por dois lados. De um, os fatos objetivos: o Holocausto aconteceu e o homem foi à Lua. Você encontra evidências para eles. De outro, o lado moral da História, e as pessoas geralmente estão em busca dele, das lições, de quem estava errado ou certo, dos culpados, daqueles que precisam pagar e dos que devem ser beneficiados por ter sofrido. Infelizmente, os motivos fazem com que as pessoas distorçam os fatos. Os seres humanos são tão dispostos a manipular que acho difícil pensar que no futuro será melhor. Temos registros filmados do avião acertando a segunda torre do World Trade Center, e eu garanto para você que muita gente ainda acha aquilo falso. Há quem acredite que os prédios não caíram e foi tudo uma invenção. Se não acreditam hoje, imagina daqui a 50 anos.

O livro também fala da relação com o presente. Como alguns personagens, tendemos a achar o passado melhor. A tecnologia pode combater a nostalgia?

Mesmo antes desse período tecnológico que vivemos, as pessoas sempre tiveram o passado como referência. Mas hoje há uma obsessão com o retrô. Você vê pessoas com estojos de iPad semelhantes a fitas cassete. Acredito que a nostalgia só tende a crescer, pois as mudanças estão tão aceleradas que coisas novas logo parecerão antigas. Por isso acho que haverá uma forma ainda mais intensa, afetuosa e apaixonada de nostalgia. Quanto mais rápido mudarmos, mais nostalgia.

Personagens do livro falam que é melhor viver como observador e não se envolver. Hoje há uma cobrança por posicionamentos e opiniões?

Provavelmente sim, mas talvez no passado apenas não houvesse tantos canais para as pessoas se expressarem. Quando tratamos de egocentrismo, acho que é uma verdade fundamental que a maioria está interessada apenas em si mesma. Acredito que estamos programados a agir dessa forma pois, se não, vamos acabar morrendo. E hoje, pelo menos no Ocidente, a crença na meritocracia nos permite acreditar que qualquer um pode ser bem-sucedido. Isso é um mito, não é todo mundo que consegue ter sucesso, mas a ideia persiste. E, para muitos, a solução é engrandecer a existência escrevendo sobre ela no Facebook ou no Twitter. Ao mesmo tempo, acredito que, lá no coração dessas pessoas, está claro que elas só tem 400 seguidores, enquanto outras têm muito mais.

Seu primeiro livro foi sobre um jornal impresso, e o segundo é sobre livros. Você está registrando a luta pela sobrevivência da mídia impressa?

Sim, pensei nisso (risos). A lógica cultural está mudando e dificultando a existência da mídia impressa. Jornais ainda existem, jornalismo definitivamente continua a existir, e livros e livrarias também. Mas o lugar deles na nossa cultura está mudando. Costumo variar entre o otimismo e o pessimismo. Acho que os livros tendem a sobreviver melhor, pois informações rápidas e triviais são consumidas de forma muito mais rápida pela internet. Em um mundo tão acelerado, com atualizações constantes e coisas apitando e piscando o tempo todo, você consegue se desligar? Talvez os livros continuem importantes, pois nos farão desconectar. A indústria editorial está em busca de formas de sobreviver digitalmente, e muitas entram em choque com a essência do livro. Por exemplo, e-books com links apenas acabam com o efeito que o livro possui. Não há nenhum outro exercício cultural que exija 25 ou mais horas de pura concentração e envolvimento, que demande tanto da sua mente por um período tão longo. Música, filmes e outros podem afetar tanto ou até mais, mas são experiências diferentes. Acho que a profundidade de atenção exigida por um livro é muito significativo e uma alternativa a nosso modo de vida. Mas não sei se isso torna a existência dos livros ainda mais ameaçada ou uma esperança. Só nos resta torcer.

Você também está falando do livro como objeto físico, certo?

Sim. Escrever, para mim, é o reflexo de uma leitura, requer atenção prolongada. Quando escrevo, uso um programa chamado Freedom, que corta a minha internet. Muitos escritores usam. Quando vocês está entediado, a primeira coisa que faz é olhar e-mails ou notícias. Mas os momentos mais criativos são quando você está no ponto de ônibus, sem celular, apenas esperando. Ou quando está lavando a louça. Você processa as informações, fica quase vazio, e as ideias chegam. Esse estado é o primeiro passo para escrever algo interessante. Você ainda não tem uma história, mas está no caminho, entre o tédio e a criatividade. Também é um processo estressante, pois você se pressiona, questiona seu trabalho. É tentador abrir o e-mail, mas você não pode, precisa continuar… Acho incrível a sensação quando ligo o Freedom. O programa me pergunta quanto tempo quero. Geralmente coloco 180 minutos, e ele pergunta: “Tem certeza?”. Sim. Então, experimento uma mudança quase fisiológica: tudo fica mais sereno e me sinto aliviado. Aí produzo bastante, os 180 minutos passam, o programa me avisa, eu nem percebo e sigo trabalhando. Consigo desligar e é maravilhoso.

Professor doa rim para salvar vida de aluna em Londres

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Reprodução/Daily Mail

Reprodução/Daily Mail

O professor Ray Coe, 53, da escola Royal Docks Community em Londres (Inglaterra), decidiu doar um de seus rins para tentar salvar a vida de sua aluna. As informações são do portal do tabloide britânico “Daily Mail”.

A estudante Alya Ahmed Ali, 13, foi diagnosticada com hidrocefalia (popularmente conhecida como água no cérebro) e sofria de insuficiência renal. A primeira doença resultou em sérias dificuldades de aprendizagem.

Preocupada com a saúde da filha, a mãe já havia informado ao professor Coe que possivelmente a aluna não poderia frequentar normalmente suas aulas.

Ao saber da doença da estudante, o docente, que atua como coordenador de educação especial, perguntou como poderia ajudá-la. “Eu disse: posso sugerir meu nome como doador?”, explicou Coe.

Alya recebeu a notícia com um grande abraço. A dupla passou por exames de sangue e o professor Coe foi considerado compatível.

O transplante foi realizado em fevereiro e ambos devem voltar para a escola depois da Páscoa. “É como se eu fosse outro membro da família agora”, disse Coe.

Para o pai de Alya, Ahmed Ali, 47, o professor é um herói. “Ele é um homem incrível, nós devemos muito a ele”.

Aluno da rede pública ganha intercâmbio para a França e sonha em ser chef

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O aluno Lucas Muniz Oliveira, 17, quer estudar gastronomia

O aluno Lucas Muniz Oliveira, 17, quer estudar gastronomia
Arquivo pessoal

Este sábado (30) deve ser de muita ansiedade para os 228 alunos da rede estadual de São Paulo que embarcam amanhã para um intercâmbio de 20 dias no exterior. Eles são estudantes dos Centros de Estudos de Línguas (CELs), que oferecem aulas gratuitas de idioma, e foram selecionados a partir do desempenho em uma prova aplicada nos cursos.

Lucas Muniz Oliveira, 17, nunca saiu do Estado de São Paulo e está de malas prontas para as longas horas de viagem até a França. “Eu espero encontrar muitas coisas belas, aprender mais sobre a cultura francesa, conhecer pessoas e aprender sobre a essência do idioma”, diz.

Para o aluno do 3º ano do ensino médio da Escola Estadual Júlio Pestana, no Tucuruvi (zona norte de SP), a viagem é a possibilidade de começar a concretizar o seu maior sonho: estudar gastronomia na França. “Quando eu voltar do intercâmbio, quero trabalhar em alguma empresa em que eu possa falar francês, para não perder a prática, e fazer cursos. Enquanto isso, vou pesquisar e juntar dinheiro para fazer um estágio e um curso de gastronomia na França”, diz.

Ele conta que “caiu de paraquedas” nas aulas de francês – inicialmente queria estudar alemão, por causa das aulas de história -, mas logo se apaixonou pelo idioma. Além da curiosidade pela cultura francesa, o interesse aumentou por incentivo da professora. “Desde o começou do curso ela teve muita paciência”, diz.

De Itaquera para Londres

Na zona leste de São Paulo, a ansiedade toma conta de Carla Nunes Gobatti, 17, que viaja neste domingo para a Inglaterra. Ela faz o 2º ano do ensino médio na Escola Estadual Professora Emília de Paiva Meira, em Itaquera, e diz que sempre teve facilidade com o inglês. “Sempre tive interesse por filmes, livros, músicas e séries; daí, fica mais fácil aprender”, conta a aluna, que estuda o idioma há um ano.

Carla Nunes Gobatti, 17, fará um intercâmbio de 20 dias na França

Carla Nunes Gobatti, 17, fará um intercâmbio de 20 dias na FrançaDiante da expectativa pela primeira viagem sozinha e a primeira experiência internacional, Carla já selecionou os lugares que deseja visitar na Inglaterra: a London Eye, os estúdios do filme Harry Potter e o Big Bang.

“Eu quero muito conhecer o estilo de vida dos ingleses e aprender melhor o inglês britânico. Além da língua, que é algo que eu vou levar para o resto da vida, vou ter a experiência de estar em outro país. Vai valer muito a pena”, diz a estudante, que pretende fazer um curso técnico de fotografia e design depois que terminar o ensino médio.

Intercâmbio

Neste domingo, 40 estudantes vão para a França, 60 para a Inglaterra e 128 para a Argentina. Em janeiro, mais 128 alunos embarcam para a Argentina. Os selecionados farão um curso intensivo de 20 dias do idioma que estudam. Eles ganharam viagem, transporte, estadia, uma jaqueta térmica e farão passeios culturais na cidade em que vão estudar.

O processo seletivo para o intercâmbio teve cerca de 2.000 alunos das escolas estaduais inscritos — eles disputaram as 356 vagas oferecidas. Foram exigidos critérios como frequência mínima de 75% nas aulas de idioma e ter alcançado média igual ou superior a 7 em língua inglesa nos quatro bimestres do ensino médio no ano letivo anterior ao de realização da prova.

Quem tiver interesse em estudar um idioma no próximo semestre pode se inscrever no Centro de Estudos de Línguas mais próximo da sua casa (faça a pesquisa aqui). Os cursos são de espanhol, inglês, italiano, francês, japonês, mandarim e alemão, e as aulas começam em fevereiro. Podem se inscrever estudantes do ensino fundamental e médio da rede estadual de SP.

 

Twitter revoluciona compreensão da literatura, diz filósofa

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Getty Images

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Publicado por INFO

São Paulo – O Twitter pode ajudar a revolucionar a forma de entender a literatura graças à utilização exclusiva de seus 140 caracteres, pelo menos na opinião da escritora e filósofa Márcia Tiburi, que participou nesta quarta-feira da Social Media Week, que acontece nesta semana em São Paulo.

“Podemos fazer uma pequena revolução em nome de uma vasta e longa literatura, que pode ser lida em conta-gotas pelos 140 caracteres do Twitter”, ressaltou Márcia durante o encontro, que é realizado simultaneamente em diferentes cidades do mundo.

Segundo os especialistas em mídias sociais reunidos no evento, essas ferramentas não só estão ajudando a modificar a forma de ler livros, mas também em sua difusão.

“Hoje as pessoas podem pôr trechos de livros no Facebook e no Twitter, e desta forma a internet está sendo importante na ampliação de novos conhecimentos”, afirmou por sua vez a jornalista Mona Dorf.

Na opinião de Mona, a limitação dos caracteres de Twitter não é um problema, mas uma característica que “potencializa” a ampliação do acesso ao conhecimento.

“Nunca escrevemos tanto como na era online, vivemos em um mundo que as pessoas se enviam mais mensagens do que falam. As pessoas se comunicam através da língua escrita e através dos dedos”, destacou a jornalista.

Durante a Social Media Week, que acontecerá até sexta-feira no Museu da Imagem e do Som de São Paulo, cerca de 160 conferencistas abordarão assuntos relacionados com a internet, inclusive a espionagem nas redes sociais.

Além da capital paulista, o encontro, que foi criado em 2009 em Nova York, acontece em Berlim, Bogotá, Chicago, Londres, Los Angeles, Mumbai e Toronto.

dica do Ailsom Heringer

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