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Posts tagged Londres

Helen Fielding lançará terceiro livro sobre Bridget Jones

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“A autora inglesa disse que o livro irá explorar ”um etapa diferente da vida de Bridget”

Publicado na revista Exame

Filme O Diário de Bridget Jones

                                        Filme O Diário de Bridget Jones: A escritora não revelou o título que do novo livro

 

Londres – A escritora Helen Fielding anunciou nesta sexta-feira que publicará um novo romance sobre as peripécias da solteira favorita do Reino Unido, Bridget Jones, 13 anos após a publicação do segundo livro da saga.

A autora inglesa disse em entrevista para rádio ”BBC” que o livro irá explorar ”um etapa diferente da vida de Bridget” e que a história será desenvolvida em Londres, embora não tenha contado muito sobre seu conteúdo.

Helen assinalou, no entanto, que ”havia coisas que gostaria de contar”, como a nova obsessão da famosa solteira por seus seguidores no Twitter, embora o tabaco, o álcool e as calorias ingeridas continuam sendo as causas das maiores preocupações da protagonista.

”Minha vida continuou e a sua também. Ela seguirá tentando deixar a bebida, o tabaco e continua com a dieta. Ela estará melhor, mas nunca vai mudar realmente”, disse a autora.

Adquirido pelo editorial Jonathan Cape, a obra com as novas peripécias de Bridget deve sair à venda em outubro de 2013, segundo assegura nesta sexta-feira o site do ”The Telegraph”.

A escritora não revelou o título que do novo livro e nem ao menos comentou se os personagens Mark Darcy e Daniel Cleaver, os dois homens com os quais Bridget tentou encontrar o amor nos livros anteriores, aparecerão nessa nova fase da protagonista.

”Alguns personagens permanecem e outros desaparecem. Como acontece na nossa vida, há amigos que duram e permanecem a vida inteira, mas todo mundo segue adiante”, comentou a escritora de 54 anos, que começou a escrever sobre Bridget Jones em 1995, em uma coluna semanal do jornal britânico ”The Independent”.

Um ano depois, em 1996, o primeiro romance apareceu nas livrarias, e em 1999, foi lançado o segundo livro sobre a personagem.

Ambos os livros viraram best-sellers (venderam um total de 15 milhões de cópias, em mais de 40 países) e foram adaptados ao cinema em 2001 e 2004, com Renée Zellweger no papel de Bridget Jones, Hugh Grant como Daniel Cleaver e Colin Firth como Mark Darcy.

Atualmente, Helen trabalha no terceiro filme da saga Bridget Jones, que não se baseia em nenhuma romance, sendo um musical sobre as aventuras da solteira.

Infantis brasileiras desbravam Frankfurt

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Mulher organiza livros na Feira do Livro de Frankfurt (Alemanha), que vai até domingo

Raquel Cozer, na Folha de S. Paulo

Todo mundo quer passar pelo pavilhão 8 da Feira do Livro de Frankfurt, na Alemanha. Nele ficam as maiores editoras de língua inglesa do mundo, como a Random House, a Penguin e a Simon & Schuster. É tão concorrido que só lá os visitantes são revistados antes de entrar.

Pois foi nele que, no ano passado, a editora Callis, longe de figurar entre as maiores do Brasil, resolveu estrear um estande próprio. Não no pavilhão 5, onde ficam o estande brasileiro e os da Companhia das Letras e da Record. Nem no 3, reservado para editoras infantis, como a Callis.

“Há três anos, eu estava no estande do Brasil, mandando 300 e-mails para editores e agentes estrangeiros para conseguir só dez respostas, pensando em como ser notada, quando concluí: ‘Se todos só querem saber do pavilhão 8, é para lá que eu vou'”, conta a diretora Miriam Gabbai.

Foi preciso criar uma empresa americana, já que o pavilhão é restrito a editoras de países de língua inglesa (“Abrimos uma em Nova York”). Na última sexta, a reportagem da Folha precisou esperar duas horas até Gabbai arrumar uma janela entre reuniões com editores interessados em seus livros.

Enquanto a maior parte das casas brasileiras faz um trabalho ainda tímido de divulgação de seus catálogos em Frankfurt –o Brasil tenta passar de comprador a vendedor de títulos–, poucas editoras, como a Callis, têm como meta só vender.

No Pavilhão 8, são só três, todas de títulos infantis.

A primeira a chegar ao pavilhão 8 foi a mineira Cedic, em 2010. Naquele mesmo ano, a família Cavalheiro, dona da editora, resolveu parar de participar das grandes feiras no Brasil, onde já era representada por distribuidoras, e apostar nos maiores eventos internacionais.

Além de Frankfurt, a Cedic hoje tem estandes nas feiras de Bolonha, Londres, Nova York e Guadalajara. O metro quadrado em Frankfurt custa em torno de 360 euros (R$ 950), ante R$ 470 na última Bienal de São Paulo, mas o investimento, dizem os Cavalheiro, tem sido vantajoso.

Especializada em livros-brinquedo –como o “livro cubo”, quebra-cabeça de seis peças em que cada peça é um livrinho infantil–, a Cedic vende para mais de 40 países. Os compradores recebem os textos, enviam de volta as traduções, a Cedic produz o livro e o imprime na China.

Na Feira de Frankfurt, o estande simples, de 16 m², da editora ostentava títulos em espanhol, inglês e árabe.

Um outro produto, o “livro banco”, que agrega um banquinho para as crianças sentarem enquanto leem, estava exposto tanto no estande da Cedic quanto no da alemã Otto, no pavilhão 3 -os alemães encomendaram o título na Feira de Londres.

Entre os clientes, estão a Santilliana, no México, e a Sandwick, na Noruega. Editoras pequenas americanas ou europeias vez por outra aparecem, mas a Cedic enxerga clientes melhores em países como África do Sul, Irã e Rússia.

“E os Emirados Árabes! Ô gente para ter dinheiro! Apesar de a Europa toda estar em crise, a gente tem feito um trabalho legal”, diz a editora Gislene Cavalheiro.

O sucesso da casa estimulou a paulista Ciranda Cultural a estrear um estande neste ano –também no pavilhão 8, é claro.

A Ciranda Cultural tem o mesmo modus operandi da Cedic. Imprime livros na China, é forte no porta-a-porta brasileiro e onipresente em escolas –foi a primeira na lista de títulos vendidos para o programa de aquisição para bibliotecas da Fundação Biblioteca Nacional neste ano.

Em Frankfurt, ainda não conseguiu vender nada. Mas sabe que voltará a ter estande no ano que vem. “É uma questão de apresentação de produto. Com o tempo, vai acontecer”, diz Donaldo Buchweitz, dono da editora.

A Callis, com livros já vendidos para países como Coreia, Japão e Canadá, acredita que há espaço para crescer. A dificuldade mesmo é vender para as editoras que a cercam no pavilhão –inglesas e americanas são sempre as menos interessadas em comprar títulos estrangeiros.

London Book barge: para ler na água

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Bookshop na água

Márcia Lira, no Menos Um Na Estante

Uma coisa boa das mudanças que acontecem no mundo dos livros é a criatividade que a gente vê o tempo todo para resgatar o hábito da leitura, lembrando às pessoas da delícia que é ler. Lá pelos lados da Inglaterra, circula pelas águas o London Book barge – The word on the water. Uma livraria de títulos de segunda mão – ou sebos, como nos é familiar -, itinerante, que passa semanas em lugares diferentes. 

Tudo que consigo pensar é que são felizes os ingleses que conseguiram conhecer esse barco das maravilhas. Imagina encontrar livros num lugar tão inusitado, e ainda bonito e agradável como aparenta, cheio de referências e chá grátis.

Na página do Facebook (sim, o barco tem uma fan page e um Twitter), eles explicam que vendem livros usados, mas de qualidade. E dá para acreditar pelas fotos, onde já dá pra ver muita coisa legal.

Como se não bastasse, o The word the water tem toda uma programação cultural, com showzinhos e leitura de poemas.
Hey, bookbarge, que tal vir pra o Recife? :~

 

Vi no Bookshelf Porn. Fotos de Alex in Leeds e de Martin Deutsch.

Artistas brasileiros criam labirinto de livros

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Publicado originalmente na Revista Galileu

Que tal se perder em um labirinto de livros? Os artistas Marcos Saboya e Gualter Pupo usaram 250 mil volumes para criar este labirinto em Londres. Batizado de aMAZEme (trocadilho com “amaze” – surpreender – e “maze” – labirinto), ele foi construído com a ajuda de voluntários. A instalação faz parte do Festival de Londres, que acontece durante as Olimpíadas. Confira as fotos:

 

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