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Posts tagged Mais Uma

Lista politicamente incorreta

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Lançamento da LeYa assume 1º lugar em não ficção

Cassia Carrenho, no PublishNews

Ficar em 1º lugar é sempre bom, mas alcançar esse lugar na semana de estreia é melhor ainda. Quase “politicamente incorreto” com os outros. O livro Guia politicamente incorreto da história do mundo (LeYa) alcançou o topo da lista de não ficção, com 2.019 exemplares vendidos, e entrou na lista geral, em 10º lugar. O livro é mais uma obra do autor Leonardo Narloch, que também tem outro livro na lista, Guia politicamente incorreto da história do Brasil.

A briga entre Inferno (Arqueiro) e o Kairós (Principium) continua apertada, mas Dan Brown continua levando vantagem, vendendo 9.366 exemplares na última semana.

Já no ranking das editoras, a Sextante voltou a assumir sua primeira posição de forma enfática, com 17 livros, 5 a mais que a 2ª colocada, Intrínseca, com 12. Record e Vergara&Riba dividiram o 3º lugar, cada uma com 8. Mas briga boa mesmo foi a pelo 6º lugar, com 6 editoras empatadas com 4 livros: Companhia das Letras, Ediouro, Globo, LeYa, Novo Conceito e Santillana.

‘Inferno’ 4 a 1 sobre Padre Marcelo, no novo ranking dos best-sellers

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Mário Magalhães, no UOL

Acaba de sair o novo ranking do Publishnews, a principal referência do mercado de livros do país. Na semana de 27 de maio a 2 de junho, a principal novidade é que “Kairós”, do Padre Marcelo, perdeu o segundo posto para “O silêncio das montanhas”, de Khaled Hosseini.

“Inferno”, romance de Dan Brown, continua tranquilo em primeiro lugar, com 23.729 exemplares vendidos na semana. “Kairós” somou 6.443. Arredondando, a média é de quatro por um. Embora faça o levantamento mais amplo, o Publishnews dá conta de 30% a 50% do total de cópias comercializadas, conforme projeções que já ouvi de editores e livreiros.

Suponho que tenham sido feitas muitas brincadeiras com o título do sucesso de Brown e o nome do Padre Marcelo, mas não resisti a perpetrar mais uma, com o “placar” lá em cima. Para conhecer a pesquisa completa do Publishnews, basta clicar aqui.

Registro obrigatório: muitos grandes livros jamais alcançaram as listas de best-sellers, que tantas vezes são ocupadas… deixa pra lá.

Dinamarca receberá a primeira escola de Lego do mundo

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Colégio criado pela empresa acolherá alunos entre 3 e 7 anos
Corpo estudantil será composto por dinamarqueses e estrangeiros
Mensalidade chegará a pouco mais de R$ 1.050

Criança interage com estátuas no parque Legoland, no interior da Dinamarca Eduardo Maia / Agência O Globo

Criança interage com estátuas no parque Legoland, no interior da Dinamarca Eduardo Maia / Agência O Globo

Publicado em O Globo

RIO – O mundo dos sonhos da Lego agora terá mais uma atração, desta vez inteiramente educacional. Kjeld Kirk Kristiansen, neto do fundador da empresa, abrirá, em agosto, a primeira escola de Lego do mundo. A Escola Internacional de Billund (município da Dinamarca) será voltada para crianças entre 3 e 7 anos. Além de muitas peças e minifiguras, o espaço terá ciclovias, estúdio de música e playgrounds.

O colégio obedecerá o sistema escolar dinamarquês e terá metade do corpo estudantil formado por alunos dinamarqueses e a outra metade, por estrangeiros. O britânico Richard Matthews, físico e educador que já esteve à frente de diversas instituições de ensino, será o diretor do colégio.

A princípio, serão aceitas crianças entre 3 e 7 anos, mas se o sistema der certo, a escola será aberta para crianças e adolescentes entre 8 e 16 anos em 2015. O governo subsidiará 66% das mensalidades, e os pais pagarão o que sobrar – o que dará, por criança, US$ 517 (cerca de R$ 1.059).

‘Não escrever nunca foi uma opção’, conta Eduardo Spohr à PublishNews TV

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PublishNews TV entrevista o autor de A Batalha do Apocalipse

Publicado por PublishNews

1Já está no ar, no canal do site www.publishnews.com.br/tv, mais uma entrevista da PublishNews TV. Desta vez o entrevistado é o craque Eduardo Spohr, autor do fenômeno editorial A Batalha do Apocalipse, lançado em 2007, e que lança agora seu novo livro Anjos da Morte (Verus).

Nessa entrevista, Spohr fala sobre as metáforas dos personagens, o processo da escrita e a pesquisa, inclusive in loco, por trás de seus livros. “A primeira escala é a pesquisa na internet, depois você precisa ler livros inteiros e por último procurar estar nos lugares e viajar”, conta Spohr.

Mas nem só de rigor vivem seus livros: “O romance precisa ter um cuidado histórico, mas ele não só pode como deve tomar certas liberdades artísticas”, conta o ex-jornalista, cujos títulos saíram do nicho dos leitores nerds e atingiram o grande público com grande sucesso. Até leitoras da Avon viraram fãs e, conta Spohr, lhe escrevem pedindo cenas mais “calientes”.

Biblioteca nos Estados Unidos além de livros, empresta sementes

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Publicado no IBahia

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As sementes são armazenadas em envelopes com etiquetas que descrevem informações da fruta ou vegetal, e o nome do produtor
Fotos: Divulgação

Sair de biblioteca apenas com livros e CDs é coisa do passado na Biblioteca Pública de Basalto no Colorado, Estados Unidos. O local adicionou um banco de sementes na sua coleção de meios de comunicação. Os visitantes além de usufruírem de uma boa leitura, também podem virar produtores de frutas ou legumes e de novas sementes que devem voltar ao local de origem.

Para participar é simples. O leitor adquire o pacote de sementes e planta. Quando o vegetal cresce é só colher as sementes e devolvê-las à biblioteca para que outras pessoas possam usá-las.

As sementes são armazenadas em envelopes com etiquetas que descrevem informações da fruta ou vegetal, e o nome do produtor, no intuito de dar crédito às pessoas que se esforçaram no cultivo.

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Segundo a American Library Association, existe pelo menos uma dúzia de programas semelhantes em todo o país. E para a diretora da biblioteca, Barbara Milnor, o local pode parecer estranho para o projeto, mas é uma ótima solução para ampliar o acesso de sementes e plantas à população, afirmou no portal NPR.

Já para a frequentadora Stephanie Syson, a biblioteca tem sido um lugar onde a filha aprende. As sementes adicionaram apenas mais uma nova lição.

 

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