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‘A Dança da Morte’: Série de Stephen King tem estreia confirmada para 2019

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Thiago Muniz, no CinePop

Já faz algum tempo desde que Josh Boone (‘Novos Mutantes’) começou a trabalhar em uma adaptação do livro de Stephen King, ‘A Dança da Morte’ (‘The Stand’). Inicialmente visionado como uma potencial franquia cinematográfica de 4 filmes, parece que os planos mudaram.

Os filmes se tornaram uma minissérie, que chegará no serviço de streaming da emissora, o CBS All Access, com dez episódios com uma hora cada, em 2019. Porém, o canal não confirmou em qual época do ano a série chegará.

Segundo uma notícia do Tracking Board, Bone irá dirigir a adaptação do livro de Stephen King.

Na trama, “Depois que uma praga mortal matou a maior parte da população, os sobreviventes se dividem em dois grupos – um liderado por um benevolente ancião, e o outro por um ser maléfico –, que irão se enfrentar em uma batalha final pelo bem e o mal.”

‘A Dança da Morte’ já havia ganhado uma adaptação para as telinhas em 1994.

‘Educamos meninas mal porque tratamos mulheres mal’, diz Michelle Obama

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Publicado em Folha de S.Paulo

Se quisermos mais meninas nas escolas, precisamos refletir sobre como tratamos as mulheres na sociedade. Essa foi a mensagem da primeira-dama dos EUA, Michelle Obama, em discurso de abertura do WISE 2015, um dos principais congressos de educação do mundo.

“Não podemos separar a maneira como educamos as meninas e como tratamos as mulheres”, disse a senhora Obama no evento que começou nesta quarta-feira (4) em Doha, no Catar.

De acordo com Michelle, ainda existem meninas fora da escola porque vemos as mulheres como cidadãs de segunda classe –o que está ligado a assédio sexual, à violência doméstica e ao estupro.

Ativista do direito à educação de meninas, Michelle foi uma escolha certa para abrir o WISE em um momento em que a educação das meninas está mais ameaçada com o avanço de movimentos extremistas que perseguem meninas que estudam, destroem escolas femininas e sequestram crianças para casamento. “Estamos regredindo”, disse a xeica Mozar bint Nasser, presidente da Fundação Catar, que mantém o congresso.

NA SÍRIA

Situações de pobreza e de conflito, em geral, expulsam as meninas da escola. Exemplo disso é que o número de meninas casadas na Síria dobrou desde o início da guerra naquela região, de acordo com Mabel van Oranje, que comanda a ONG “Girls not Brides” (“Garotas e não noivas”). “Educação tem de fazer parte de ações humanitárias”, defendeu.

Mesmo fora da guerra, famílias de todo o mundo ainda priorizam a educação dos filhos homens em detrimento dos estudos das meninas, que acabam se ocupando de tarefas domésticas.

E, sim, isso acontece no Brasil: em pesquisa recente realizado pela ONG internacional Plan, 76,8% das meninas consultadas disseram que lavam a louça em casa, mas que só 12,5% de seus irmãos fazem a mesma tarefa. Trocando em miúdos: mesmo quando matriculadas, as meninas têm menos tempo para estudar do que seus irmãos.

Para Michelle Obama, a inclusão de meninas nas escolas e de mulheres no mercado de trabalho –e nas posições de liderança– devem caminhar juntos. “Precisamos que os homens olhem ao redor nas suas respectivas instituições e se perguntem: onde estão as mulheres na chefia?”

O congresso WISE reúne mais de dois mil acadêmicos, ongueiros e políticos de todo o mundo –como, no caso do Brasil, o ministro Celso Pansera (Ciência) e Carlos Nobre, presidente da Capes (agência federal de fomento à ciência). É uma das apostas dos xeiques do Catar para tornar o país uma espécie de referência em educação e inovação em todo o mundo.

Por que as pessoas escrevem tão mal?

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anciedadeSteven Pinker, no The Wall Street Journal [via Observatório da Imprensa]

Por que tanta gente escreve tão mal? Por que é tão difícil entender uma decisão de governo, ou um artigo acadêmico, ou as instruções para configurar uma rede sem fio em casa?

A explicação mais popular é que a prosa opaca é uma escolha deliberada. Burocratas insistem em fazer uso de jargões para cobrir sua anatomia. Escritores de tecnologia de visual hispter se vingam dos atletas que chutaram areia em seus rostos e das meninas que se recusaram a namorá-los. Pseudointelectuais cheios de biquinhos usam de um palavreado obscuro para esconder o fato de não terem nada a dizer, na esperança de enganar seu público com jargões pretensiosos.

Mas esta teoria enganosa torna muito fácil demonizar as pessoas, deixando-nos fora do gancho. Ao explicar qualquer falha humana, a primeira ferramenta a qual recorro é a Navalha de Hanlon: nunca atribua à malícia o que é adequadamente explicado pela estupidez. O tipo de estupidez que tenho em mente não tem nada a ver com a ignorância ou o baixo QI; na verdade, muitas vezes são os mais brilhantes e mais bem informados que mais sofrem disso.

Frustrações diárias

Certa vez fui a uma palestra sobre biologia dirigida ao grande público em uma conferência sobre tecnologia, entretenimento e design. A palestra também estava sendo filmada para transmissão pela internet a milhões de outros leigos. O orador era um biólogo ilustre que havia sido convidado para explicar seu recente avanço nos estudos da estrutura do DNA. Ele fez uma apresentação técnica repleta de jargões, adequada a seus colegas biólogos moleculares, e logo ficou evidente para todos na sala que ninguém entendia patavinas e ele estava perdendo o seu tempo. Evidente para todos, isto é, exceto para o biólogo. Quando o anfitrião interrompeu e pediu-lhe para explicar o trabalho de forma mais clara, ele pareceu genuinamente surpreso e nem um pouco irritado. É desse tipo de estupidez que estou falando.

É a chamada Maldição do Conhecimento: a dificuldade de imaginar como é para alguém não saber algo que você sabe. O termo foi cunhado por economistas para ajudar a explicar por que as pessoas não são tão astutas na negociação quanto poderiam ser, sendo que muitas vezes possuem informações que o seu adversário não tem. Os psicólogos às vezes chamam isso de cegueira mental. Em um experimento didático para comprová-la, uma criança vem ao laboratório, abre uma caixa de confeitos de chocolate M&Ms e fica surpresa ao encontrar lápis ali. Não só a criança pensa que outra criança que entrar no laboratório de alguma forma saberá que a caixa está cheia de lápis, como vai dizer que ela mesma sabia que havia lápis ali o tempo todo!

A Maldição do Conhecimento é a melhor explicação do porquê as pessoas boas escrevem numa prosa ruim. Simplesmente não ocorre a elas que seus leitores não sabem o que elas sabem – que não dominam o jargão de seu meio, que não conseguem adivinhar os passos perdidos que parecem demasiadamente óbvios para serem mencionados, que não têm como visualizar uma cena que para elas é tão clara como o dia. E assim, o escritor não se preocupa em explicar o jargão, ou em explicitar a lógica, ou em fornecer os detalhes necessários.

Qualquer um que deseje acabar com a Maldição do Conhecimento primeiro deve avaliar o quão diabólica é esta maldição. Tal como um bêbado que está ébrio demais para perceber que não tem condições de dirigir, nós não notamos a maldição porque ela mesma nos impede de perceber. Trinta estudantes me mandaram arquivos de seus trabalhos com o nome “trabalho.doc psicologia”. Se entro em um site de seguros de viagens, devo decidir se clico em GOES, Nexus, GlobalEntry, Sentri, Flux ou FAST, termos burocráticos que nada significam para mim. Meu apartamento está cheio de gadgets dos quais nunca consigo me lembrar como utilizar por causa de botões inescrutáveis que devem ser pressionados por um, dois ou quatro segundos, às vezes dois de cada vez, e que muitas vezes fazem coisas diferentes, dependendo de “modos” invisíveis acionados por outros botões. Tenho certeza de que tudo estava perfeitamente claro para os engenheiros que os projetaram.

Multiplique essas frustrações diárias por alguns bilhões de vezes, e você começará a ver que a maldição do conhecimento é uma chatice generalizada sobre os esforços da humanidade, a par com a corrupção, doenças e entropia. Quadros de profissionais caríssimos – advogados, contabilistas, gurus de computador, atendentes de suporte de empresas – drenam enormes quantias de dinheiro da economia para esclarecer textos mal redigidos.

Olhar para o outro

Há um velho ditado que diz: “Por falta de um prego a batalha foi perdida”, e o mesmo vale para a falta de um adjetivo: a Carga da Brigada Ligeira durante a Guerra da Crimeia é apenas o exemplo mais famoso de um desastre militar causado por ordens vagas. O acidente nuclear de Three Mile Island, em 1979, foi atribuído à má redação (operadores interpretaram erroneamente o selo de uma luz de alerta), assim como muitos acidentes aéreos fatais. O visual confuso da “cédula em borboleta” entregue aos eleitores de Palm Beach na eleição presidencial de 2000 levou muitos adeptos de Al Gore a votarem no candidato errado, o que pode ter favorecido George W. Bush, mudando o curso da história.

Mas como podemos acabar com a Maldição do Conhecimento? O tradicional conselho “sempre lembre-se do leitor sobre seu ombro” não é tão eficaz quanto se poderia pensar. Nenhum de nós tem o poder de enxergar todos os pensamentos alheios, de modo que se esforçar ao máximo para se colocar no lugar de outra pessoa não faz de você muito mais preciso para descobrir o que a pessoa sabe. Mas é um começo. Então é isso: “Ei, estou falando com você. Seus leitores sabem muito menos sobre o assunto do que você pensa, e a não ser que você rastreie o que você sabe e eles não, certamente irá confundi-los”.

A melhor maneira de exorcizar a Maldição do Conhecimento é fechando o ciclo, como os engenheiros dizem, e obter um retorno do universo dos leitores, isto é, mostrar um projeto para pessoas semelhantes ao seu público-alvo e descobrir se elas são capazes de acompanhá-lo. Os psicólogos sociais descobriram que somos confiantes demais, às vezes ao ponto da ilusão, a respeito de nossa capacidade de inferir o que as outras pessoas pensam, até mesmo as pessoas mais próximas de nós. Somente quando consultamos as pessoas é que descobrimos que o que é óbvio para nós não é óbvio para elas.

O outro jeito de escapar da Maldição do Conhecimento é mostrando o projeto para si, de preferência depois de ter se passado tempo suficiente para o texto deixar de ser familiar. Se você é como eu, vai se flagrar pensando: “O que eu quero dizer com isso?”, ou “Para onde isso vai?”, ou muitas vezes “Quem escreveu esta porcaria?”. A forma pela qual os pensamentos ocorrem a um escritor raramente é a mesma com que são absorvidos por um leitor. Conselhos sobre a escrita não são exatamente conselhos sobre como escrever, e sim como revisar.

Muitos dos conselhos aos escritores têm o tom de um conselho moral, de como ser um bom escritor vai fazer de você uma pessoa melhor. Infelizmente, para a justiça cósmica, muitos escritores talentosos são canalhas, e muitos ineptos são o sal da terra. Mas o imperativo de superar a Maldição do Conhecimento pode ser o pequeno conselho profissional que mais se aproxima do conselho moral: sempre tente sair de sua mentalidade provinciana e descubra como as outras pessoas pensam e sentem. Pode não fazer de você uma pessoa melhor em todas as esferas da vida, mas vai ser uma fonte de contínua bondade para com os seus leitores.

[Steven Pinker é Professor de Psicologia na Universidade de Harvard e presidente do Usage Panel of the American Heritage Dictionary. Este artigo foi adaptado de seu livro “The Sense of Style: The Thinking Person’s Guide to Writing in the 21st Century”.]

Tradução e edição: Fernanda Lizardo.

Sobrevivente do genocídio no Camboja conta em livro reencontro com algoz

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Úrsula Passos, na Folha de S.Paulo

François Bizot, 75, etnólogo francês especialista em budismo sul-asiático, foi o único sobrevivente ocidental da revolução que levou ao regime do Khmer Vermelho no Camboja, nos anos 1970.

O genocídio promovido por Pol Pot matou quase um terço da população do país à época. Bizot, então com 31 anos, fazia pesquisas nos templos de Angkor quando foi preso, em outubro de 1971 e levado ao campo M-13, onde ficou por três meses.

Seu livro “O Silêncio do Algoz” é sobre o reencontro com Deuch —seu carrasco, mas também o homem que o libertou— na prisão em que este estava, em 2003 e 2008, e quando testemunhou em seu julgamento, em 2009. Deuch foi também o responsável pelo S-21, a maior prisão do Khmer Rouge, a “máquina da morte”.

Ao final do relato, Bizot escreve: “No fim do processo, o orgulho do ser humano é salvo: o monstro não foi identificado”.

Em entrevista à Folha, por telefone de Paris, ele fala sobre esse monstro, tão presente nos debates sobre os grandes massacres do século 21, tema também do polêmico “Eichmann em Jerusalém”, da filósofa Hannah Arendt, sobre um dos algozes do Holocausto.

“O homem culpado, o acusado, não foi identificado como tal, nós nos contentamos em ver o culpado no monstro, em ver um ser que está muito longe de nós. Nos recusamos a ver nele um ser humano, alguém que é parecido ao que somos, mas com uma história diferente”, diz.

Jaing Guek Eav, o Duch, no tribunal em Camboja, em março de 2011 - Mark Peters/AFP

Jaing Guek Eav, o Duch, no tribunal em Camboja, em março de 2011 – Mark Peters/AFP

Para ele, a humanidade não se divide entre vítimas e algozes, e esses papéis podem ser encarnados por qualquer um. “Eu não compartilho dessa discriminação segundo a qual certos seres humanos seriam assassinos por natureza enquanto outros fariam parte apenas à categoria de vítimas”, afirma.

O início do livro que sai agora no país conta a história de quando o jovem Bizot, egresso do serviço militar na Argélia e após a morte do pai, mata sua raposa de estimação, Sarah. Essa morte permeia grande parte de sua reflexão sobre Deuch. “Matar Sarah me apareceu como uma necessidade, um dever. Isso me colocou em outra perspectiva”, diz ele.

“Eu vejo meu algoz como um duplo, como um outro possível”, afirma. “É muito difícil de saber o que um homem é capaz de fazer ou o que ele vai fazer.” Posições que ele não se recusou a assumir em depoimento na Câmara Superior do Camboja, responsável pelo julgamento de Deuch, como é conhecido Kaing Guek Eav.

“A Justiça é feita para nos proteger, e ela nos protege do que? Do medo que podemos ter de nós mesmos, ela serve para afastar de nós tudo que é criminoso, a perversidade, a mentira, a necessidade de matar, a vontade de fazer o mal, de eliminar os obstáculos sem compaixão pelos outros”, diz ele explicitando o ponto de vista que assume neste que é o seu segundo livro sobre o tempo preso.

Em 2000, ele lançou “Le Portail” (sem tradução no Brasil), em que narra sua captura, prisão, e a tomada, em 1975, da capital Phnom Penh, quando os estrangeiros, reunidos na embaixada francesa, são expulsos para a Tailândia. Um filme baseado na história está sendo finalizado e deve chegar aos cinemas franceses no final deste ano.

Ele diz não ter sido fácil colocar no papel suas memórias do período. “Eu percebi que até então estava reconstruindo uma realidade que não era exatamente a verdadeira, escrever me forçou a pensar.”

Sobre a revolução e o regime comunista que governou o Camboja, ele é categórico. “O bem é uma péssima ideia. Há algo de sanguinário nela. Aqueles que querem estabelecer o bem na Terra não encontram jamais adversários, somente o mal, e aí todos os esforços são permitidos.”

Você já leu um texto idiota hoje?

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Uma boa parte de nossas leituras do cotidiano só serve para nos irritar

Danilo Venticinque, na Época

Quando foi a última vez em que você leu um texto sabendo que iria detestá-lo? Fiz isso hoje. Dezenas de amigos publicaram no Facebook um artigo de um polemista que eu prometi não levar a sério há anos. O título já deixava claro que tema era ridículo, até mesmo para os padrões do autor. Os comentários de quem compartilhava o texto também eram pouquíssimo auspiciosos: dedicavam-se a explicar, das mais diferentes maneiras, o quanto o artigo era lamentável. A despeito de todos esses avisos, cliquei no link. Perdi cinco minutos e confirmei duas certezas: o texto era, de fato, ridículo – e eu era ridículo por dar atenção a ele.

Fazer propaganda negativa é uma maneira infalível de chamar atenção para um texto na internet. Estamos sempre ocupados demais para leituras de fôlego, mas jamais perdemos a oportunidade de ver alguém usar argumentos rasteiros, tentar defender o indefensável e protagonizar uma peça de humor involuntário.

Como se não bastasse perder nosso tempo, ainda compartilhamos os textos que detestamos para garantir que nossos amigos também cairão na mesma armadilha. No fim do dia, milhares terão trocado alguns minutos de seus dias por uma leve irritação, uma vaga sensação de superioridade e nenhum aprendizado.

A culpa, evidentemente, não é do autor do texto. Temos o privilégio de viver numa época em que qualquer um pode publicar qualquer opinião, mesmo que todos os outros habitantes do país discordem. Se a polêmica barata ganha projeção, os culpados são os leitores, que seguem lendo e compartilhando textos que detestam.

Fãs de séries de televisão criaram um verbo para isso: “hatewatch” (algo como “assistir com ódio”). É o velho hábito de acompanhar um programa ruim apenas pelo prazer de criticá-lo. Há quem faça o mesmo com a literatura. Cansei de ver leitores que se prendem a um livro ruim até a última página só para dizer, com satisfação pelo dever cumprido: “li tudo e detestei”. Esse costume se repete na internet, mas há um agravante. Quando alguém de confiança nos diz que um livro ou série de televisão é péssimo, a tendência é que procuremos outra coisa para ler ou assistir. Ninguém tem horas sobrando para gastar com bobagens. Com as leituras online, o instinto é fazer o oposto. Quanto mais amigos disserem que um texto é desprezível, menores são as nossas chances de desprezá-lo. Afinal, o que são cinco minutos?

Não canso de repetir: quem diz que as pessoas leem pouco hoje em dia está enganado. Lemos muito, mas escolhemos muito mal – e às vezes parecemos nos orgulhar disso. De cinco em cinco minutos dedicados a alardear a ignorância alheia, desperdiçamos todo nosso tempo de leitura e passamos dias inteiros sem aprender nada. Com a enorme quantidade de informações que temos a nossa disposição, é preciso muito esforço para escolher sempre tão mal. Para cada texto idiota no Facebook há incontáveis leituras valiosas que podem ser feitas sem sair da frente do computador.

A liberdade que permite a qualquer um publicar as maiores bobagens também permite que ignoremos a idiotice alheia e cliquemos em algo mais interessante. Por que não exercer esse direito? Quando aquele polemista divulgar sua mais nova barbaridade (como são produtivos!), pense nos outros milhões de textos que você poderia ler em vez de prestigiá-lo. Resista. Compartilhe outra coisa.

Os idiotas não se tornarão menos idiotas sem a sua reprovação. Só terão um leitor a menos. Você, em compensação, ganhará tempo e sanidade se aprender a ignorá-los.

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