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Artista carioca recria rostos famosos da literatura com máquina de escrever

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Clarice Lispector pelas mãos – e dedos – de Álvaro Fraca

Clarice Lispector pelas mãos – e dedos – de Álvaro Fraca

Publicado por Glamurama

Os tipos de letra, as cores, a pressão feita da tecla no papel… Tudo isso imprimia personalidade em cada carta ou texto que saíam das antigas máquinas de escrever. Pois o artista carioca Álvaro Franca se apoderou desses detalhes para criar retratos de grandes personalidades da literatura usando teclas, tinta e papel. Álvaro Franca disse que escolheu seus autores favoritos para a série “Typewritten Portraits”, que ainda está em produção e que ele começou quando estudava na Cambridge School of Art, na Inglaterra. O resultado é impressionante. Confira abaixo!

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Jose Saramago no retrato de Álvaro Franca / Créditos: Divulgação

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Clarice Lispector no retrato de Álvaro Franca / Créditos: Divulgação

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Charles Bukowski no retrato de Álvaro Franca / Créditos: Divulgação

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Jack Kerouac no retrato de Álvaro Franca / Créditos: Divulgação

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J. D. Salinger no retrato de Álvaro Franca / Créditos: Divulgação

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Processo de criação do artista Álvaro Franca / Créditos: Divulgação

E veja também o vídeo do processo de criação do artista.

A primeira máquina de escrever

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Essa é uma imagem da primeira máquina de escrever a ser produzida em série. Foi fabricada na Dinamarca em 1870 e ficou conhecida como “Skrivekugle” ou “Malling Hansen”

Em 1865 foi produzido o primeiro modelo por Ramus Malling Hansen, e se destacava por uma semi-esfera, onde as barras de tipo eram colocadas de forma radial, a tecla em uma ponta e o tipo na outra, todos convergindo para um único ponto onde ocorria a impressão.

A ação de imprimir era direta e livre, sem nenhuma das ligações e conexões que tanto atrapalharam as máquinas rivais.
Após diversos aprimoramentos, chegou-se ao modelo da ilustração acima; é uma máquina maravilhosa, precisa e infinitamente superior a muitas das máquinas que a sucederam.

Já naquela época apresentava uma série de características que só viriam surgir muito depois nas outras máquinas: retorno do carro automático, avanço de linha automático, barra de espaço e índice para parágrafos, campainha para sinalizar fim da linha, reversão da fita e escrita semi-visível, bastando levantar-se o carro.

Os tipos e símbolos eram esculpidos individualmente na extremidade das barras pelos artesãos da época.

Algumas centenas dessas fascinantes máquinas foram produzidas, e conhece-se aproximadamente 30 exemplares que sobreviveram, a maioria em museus. Estima-se que aproximadamente 6 ou 7 estejam em coleções particulares.

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