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17 livros escritos por famosos e que vale a pena ler

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Fernanda Torres também já escreveu livros Créditos: Reprodução

Fernanda Torres também já escreveu livros
Créditos: Reprodução

Confira obras de autores que também fazem sucesso fora do âmbito literário

Publicado no Guia da Semana

O universo literário está recheado de grandes e incríveis escritores. Entretanto, muitos deles são famosos por outras atividades e não pela literatura. Pensando nisso, o Guia da Semana lista alguns livros incríveis escritos por famosos e que vale a pena a leitura. Confira:

Muitas pessoas só conhecem o lado de Chico Buarque cantor. Entretanto, além de músico, é também dramaturgo e escritor. Dois de seus livros – “Leite Derramado” e “Budapeste” – ganharam o Prêmio Jabuti de Melhor Romance.

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O IRMÃO ALEMÃO

É um romance em busca da verdade e dos afetos. O autor já publicou os romances “Estorvo”, “Benjamim”, “Budapeste” e “Leite derramado”, que lhe renderam três prêmios Jabuti e venderam quase um milhão de exemplares, ficando por meses nas listas de livros mais vendidos do país. Ele também é autor de peças como “Roda viva” e “Ópera do malandro”. A narrativa de Chico se faz mais daquilo que escorre entre as palavras do que com as verdades que elas costuram. […] Ele está entre os grandes narradores brasileiros contemporâneos.


LEITE DERRAMADO

Um homem muito velho está num leito de hospital. Membro de uma tradicional família brasileira, ele desfia, num monólogo dirigido à filha, às enfermeiras e a quem quiser ouvir, a história de sua linhagem desde os ancestrais portugueses, passando por um barão do Império, um senador da Primeira República, até o tataraneto, garotão do Rio de Janeiro atual. Uma saga familiar caracterizada pela decadência social e econômica, tendo como pano de fundo a história do Brasil dos últimos dois séculos. A imagem de capa do livro foi desenvolvida em duas versões – nas cores branca e laranja.

BUDAPESTE

Ao concluir a autobiografia romanceada ‘O ginógrafo’, a pedido de um bizarro executivo alemão que fez carreira no Rio de Janeiro, José Costa, um ghost-writer de talento fora do comum, se vê diante de um impasse criativo e existencial. Meio sem querer, vai parar em Budapeste, onde buscará a redenção no idioma húngaro, segundo as más línguas, a única língua que o diabo respeita. Narrado em primeira pessoa, combinando alta densidade narrativa com um senso de humor muito particular, é a história de um homem exaurido por seu próprio talento, que se vê emparedado entre duas cidades, duas mulheres, dois livros, duas línguas e uma série de outros pares simétricos que conferem ao texto o caráter de espelhamento que permeia todo o romance.

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Além de arrasar nas telas de televisão – seja apresentando o Saia Justa, em novelas ou filmes – Maria Ribeiro também dirigiu um documentário e escreveu seu primeiro livro recentemente. Com crônicas incríveis e deliciosas, a atriz, apresentadora e jornalista nos transporta para seus pensamentos sobre pequenas (e grandes) coisas do dia a dia.

TRINTA E OITO E MEIO

Estas crônicas, reflexões e desabafos, escritos com curiosidade sem fim, mas também com senso de humor, mostram os bastidores da cabeça e do coração de Maria Ribeiro. A atriz, que confessa, neste livro, o seu interesse (se não mesmo obsessão) pelas histórias dos outros, junta, em ‘Trinta e oito e meio’, textos que escreveu nos últimos anos, e que, com as ilustrações de Rita Wainer, formam um inesperado diário e um guia de viagem pela sua vida.

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Atriz e apresentadora, Maitê Proença também já deixou sua marca na literatura. Com 3 livros publicados, aborda temas simples, com uma escrita gostosa e um texto fluido.

ENTRE OSSOS E A ESCRITA

As memórias do passado distante ou do presente imediato, a sabedoria e as dores do amadurecimento, a indignação da cidadã e os encontros e desencontros do amor e do sexo foram a matéria-prima de sua estréia na literatura, em 2005. Nesta edição ampliada, Maitê mostra como se apossou do texto como forma de expressão – o que não é fácil para alguém que trabalha e vive para o texto dos outros.

TODO VICIOS

Stella, uma bela e madura atriz e escultora, se apaixona por João, um publicitário cinquentão, feio e viciado em remédios tarja preta. A partir desse encontro, Maitê Proença escreveu a bela trama de ‘Todo vícios’. Essa paixão improvável torna-se um retrato de um tipo de relacionamento cada vez mais comum nesses dias em que as redes sociais substituíram o contato profundo. Alternando as perspectivas de Stella e João, Maitê descreve um caso de amor que não rompe a superfície, em que mensagens de celular substituem o diálogo. Além de uma profunda análise do momento presente, ela consegue a proeza de inserir no enredo um tempero de thriller.

É DURO SER CABRA NA ETIÓPIA

Maitê Proença agora se lança na aventura de organizar um livro interativo e multiautoral, desde a sua concepção. A partir de um blog, a autora reuniu a contribuição, textos e imagens de anônimos (agora revelados) a grandes escritores, como Carlos Heitor Cony e Tatiana Salem Levy, e muitos outros, costurados pelas reflexões e provocações de Maitê.

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Se houvesse uma categoria para definir aquele tipo de pessoa que arrasa em tudo o que faz, Miguel Falabella, sem dúvidas, estaria no topo da lista. Famoso por suas atuações e peças de teatro, também marca presença nos livros e, como era de se esperar, também é um sucesso como escritor.

VIVENDO EM VOZ ALTA

Memórias podem ajudar a viver com sabedoria. E se elas vierem acompanhadas de muita emoção, podem ajudar a tornar a vida mais pulsante. Em ‘Vivendo em Voz Alta’, Miguel Falabella escreve na velocidade de suas emoções e procura se abrir. Um cachorro branco, frutas da infância, (mais…)

10 livros incríveis para quem gosta de crônicas

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Obras são opções certeiras para quem gosta de leituras leves e pausadas

Publicado no Guia da Semana

Os livros, sem dúvidas, são portas que nos levam a mundos únicos dentro de nós mesmos. Por eles, conseguimos ir a diferentes países, conhecer diferentes culturas e, principalmente, entrar em contato com os aspectos mais profundos de nós mesmos.

Entretanto, nem todas as pessoas gostam de obras longas e densas, preferindo a leitura mais leve e curta, mas, ao mesmo tempo, intensa. Para essas, a dica são os livros de crônicas, que nos dão respiros entre uma e outra e nos colocam em um universo novo a cada uma delas.

Assim, o Guia da Semana lista 10 livros de crônicas incríveis que você deveria ler. Confira:

PARA ONDE VAI O AMOR?

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No livro “Para onde vai o amor?”, Carpinejar apresenta 42 textos sobre amor, desilusão amorosa, casamento, divórcio, saudade e outros sentimentos que compõem os relacionamentos. Gosta desses tipo de assunto? Então você não pode deixar de ler este livro.

PARA TODOS OS AMORES ERRADOS

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Em “Para todos os amores errados”, Clarissa Corrêa escreve sobre as desilusões de um romance avassalador. Entre os altos e baixos do fim de uma relação amorosa, a história é contada e sentida a partir de desabafos escritos em primeira pessoa. Com citações a personalidades do cotidiano atual, o texto pode adquirir um tom de veracidade e aproximação a cada página, criando uma intimidade com quem já sentiu ou passou pela mesma situação, em que o amar e ser amado não é responsabilidade de um só. Registrando todas as fases de um rompimento, a protagonista chora, se arrepende, fica aliviada, triste de novo, sente saudades, tem muita raiva, volta a amar o mesmo amor, se encontra e se desencontra várias vezes. Chega à etapa de se entender e respeitar, para poder, quem sabe, voltar a amar. Escreve crônicas e poemas que expressam seus sentimentos. Conta os detalhes da traumática separação, classifica os tipos de homem e declara independência

TRINTA E OITO E MEIO

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Estas crônicas, reflexões e desabafos, escritos com curiosidade sem fim, mas também com senso de humor, mostram os bastidores da cabeça e do coração de Maria Ribeiro. A atriz, que confessa, neste livro, o seu interesse (se não mesmo obsessão) pelas histórias dos outros, junta, em ‘Trinta e oito e meio’, textos que escreveu nos últimos anos, e que, com as ilustrações de Rita Wainer, formam um inesperado diário e um guia de viagem pela sua vida.

ESPERO ALGUÉM

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Com “Espero alguém”, Carpinejar, mais maduro, tanto profissional quanto emocionalmente, apresenta crônicas escritas após um período difícil de sua vida – o abandono pela mulher amada. O autor busca comprovar que ninguém está preparado para uma separação. ‘Espero alguém’ trabalha as duas separações do autor. Começa triste e, ao longo das paginas, o ânimo vai melhorando. No final, o alívio. As crônicas tratam da retomada – a superação do luto – provando que tudo passa. Um novo amor é quase uma certeza. E, se você não amar esse amor mais do que amou o que veio antes, provavelmente amará mais a si mesmo. Carpinejar mostra também as contradições do relacionamento – o que cada um precisa e pode fazer pelo outro. A importância da sedução mútua e a convivência com as críticas. Além disso, dá conselhos, como – ‘não fale mal até vinte dias após o termino. Se reatar, você estará desacreditado’.

SIMPLES ASSIM

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Por que complicar ainda mais? Acordou mal-humorado? Respire fundo, abra a janela e pense que no final do dia você encontrará seus amigos para um happy e dará boas gargalhadas. O carro quebrou no meio da rua? Sinalize e espere o guincho em segurança. O namoro está mais para morno? Chegou a hora de pôr um fim a relacionamentos que não levam a nada. Convidada frequentemente para (mais…)

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