Posts tagged Martins

Concurso Anual de Sósias de Ernest Hemingway

0

1

Alessandro Martins, no Livros e Afins

O Concurso Anual de Sósias de Ernest Hemingway já está em sua trigésima terceira edição, em Key West, na Flórida.

Não bastasse isso, eles têm uma associação com site e tudo:

Hemingway Look-alike Society

Até o inferno tira férias

0

Lista geral entra em calmaria de férias

Cassia Carrenho, no PublishNews

A lista está em clima de férias. Os cinco primeiros livros da lista geral são os mesmos da semana passada e até com números parecidos, com exceção do primeiríssimo lugar, Inferno (Sextante) que apesar de manter sua colocação isolada, vendeu quase 15% a menos do que na última semana. O restante da lista geral também entrou na calmaria, apenas 3 livros são diferentes da classificação da semana passada. Dá até pra sentir o balanço da rede e o gosto da água de côco.

Já no ranking das editoras, a Sextante não descansou, emplacou 14 livros e abriu uma boa vantagem sobre as outras editoras, que estão emboladas entre si. Do 2º ao 6º lugar, a diferença é de apenas 2 livros: Intrínseca, 9, Santillana e Vergara&Riba, 8 e Companhia das Letras e Record, 7.

Mas algumas novidades chegaram para fazer um pouco de marola na lista: não ficção, A civilização do espetáculo (Objetiva), de Mario Vargas Llosa, e Guia Orlando 2014 (Europa); infantojuvenil, de John Green, Quem é você, Alasca? (WMF Martins Fontes); autoajuda, Milagres acontecem (Sextante) e Os cães nunca deixam de amar (Universo dos livros).

Promo de quinta (6)

2

Olá, apreciadores de bons livros.

Você faz parte do time dos “forever alone”? Seus problemas acabaram. Que tal receber em casa 1 lançamento superlegal para lhe fazer companhia durante os próximos dias?

Novamente o PublishNews e o Livros e Pessoas vão ampliar a sua biblioteca. Quem está com a gente hoje é a Benvirá, selo de ficção e não-ficção da Saraiva, 1 dos maiores grupos editoriais do país.

Eles escolheram 1 dos caras que curto muuuito ler (posso ganhar tb, produção?), o Ivan Martins. Editor-executivo da Época, ele assina uma coluna bombadíssima no site da revista. #todasama

Alguém especial traz uma seleção de 50 textos do jornalista, alguns deles inéditos. Um show de sensibilidade ao abordar temas como relacionamentos, conquistas e perdas, entre outros.

Para concorrer aos 2 exemplares, basta seguir os perfis @benvira @publishnews @livrosepessoas e tuitar (ou dar RT) na mensagem abaixo, com a hashtag #amoler:

Quero ganhar “Alguém especial”, presente da @Benvira @PublishNews e @LivrosePessoas. #AmoLer

Facinho? Às 17h30 divulgaremos os nomes dos internautas sorteados. Boa sorte! :-)

Big abraço

 

***

Parabéns aos ganhadores: Tereza Vilhena Cardo (@VilhenaG) e Jorge (@PessoaJorge)

Grandes editoras do país apostam em revelações da cena literária de Minas Gerais

0

Autores comemoram a chance de escrever para o Brasil

Carlos de Brito e Mello, Mário Alex Rosa e Ana Martins Marques: de olho na vitrine nacional  (cristina Horta/EM/D.A Press)

Carlos de Brito e Mello, Mário Alex Rosa e Ana Martins Marques: de olho na vitrine nacional

Carlos Herculano Lopes, no Uai

Ter o livro publicado por uma grande editora garante ao escritor duas certezas: o trabalho será bem distribuído, sobretudo num país de dimensões continentais como o Brasil, e atrairá o olhar mais generoso da mídia. Atualmente, três autores de BH comemoram a chance de ultrapassar as fronteiras de Minas Gerais: Carlos de Brito e Mello, Ana Martins Marques e Mário Alex Rosa. Os dois primeiros passaram a integrar o elenco da Editora Companhia das Letras. O “passe” de Rosa agora é da Cosac Naify.

Mineiro de São João del-Rei e há alguns anos morando na capital, Mário Alex lançou, no ano passado, o volume de poemas ‘Ouro Preto’ pela belo-horizontina Scriptum. “Minas tem editoras representativas e que estão crescendo muito, como a UFMG, a Autêntica e a própria Scriptum. Mas é muito bom publicar por uma empresa mais conhecida, sobretudo no caso de autores ainda pouco divulgados”, diz o poeta. Seu novo livro, ‘Via férrea’, acaba de ser lançado pela paulista Cosac Naify.

As estreias de Carlos de Brito e Mello e de Ana Martins Marques também se deram pela Scriptum. Em 2009, ela lançou ‘Vida submarina’, com poemas vencedores do Prêmio de Literatura Cidade de Belo Horizonte e saudado por nomes como Fabrício Carpinejar e Armando Freitas Filho. Ana revela que não sabe como foi parar na paulista Companhia das Letras, que publicou seu ‘Da arte das armadilhas’ no ano passado.

“De algum modo, ‘Vida submarina’ chegou às mãos do crítico paulista Davi Arrigucci Jr., que teria recomendado meu trabalho à editora. Em 2010, eles me convidaram para participar de uma coleção de poesia contemporânea e, no ano seguinte, saiu ‘Da arte das armadilhas’”, relembra Ana.

Embora reconheça que atualmente está mais fácil publicar, a escritora pondera que a distribuição continua sendo a “pedra no sapato” da maioria dos autores. “O livro chega mais facilmente às prateleiras, a imprensa tende a prestar mais atenção em nomes lançados por editoras maiores”, diz.

A experiência na Companhia das Letras vem sendo muito boa, afirma ela, contando que as editoras Marta Garcia e Heloisa Jahn, que hoje trabalham na Cosac Naify, foram importantes no processo de seleção de textos. A dupla a ajudou a chegar à forma final de ‘Da arte das armadilhas’. “Meu livro recebeu alguma atenção na imprensa. Ele jamais será best-seller, mas tem circulado razoavelmente entre as pessoas que se interessam por poesia”, comemora.

O belo-horizontino Carlos de Brito e Mello é saudado pela crítica como um dos nomes mais importantes da ficção surgidos ultimamente no estado. Seu primeiro livro, o volume de contos ‘O cadáver ri dos seus despojos’, foi lançado em 2007. Com o romance ‘A passagem tensa dos corpos’ – com o qual venceu o Prêmio Jovem Escritor, concedido pelo governo de Minas Gerais –, ele chegou à Companhia das Letras dois anos depois. Além de receber resenhas elogiosas nos jornais, o livro ficou entre os finalistas de prêmios respeitados como o São Paulo de Literatura, o Portugal Telecom e o Jabuti.

Este ano, a Companhia das Letras vai lançar o segundo romance de Carlos. Sob o título provisório de ‘A cidade, o inquisitor e os ordinários’, ele não traz a morte de forma tão marcante como ocorreu em ‘A passagem tensa dos corpos’. “Essa será sempre uma questão e voltará a aparecer em obras futuras. Em meu novo romance, a morte serve apenas como referência específica, mas não como acontecimento ou experiência”, antecipa Carlos. A “indesejada das gentes”cedeu lugar à discussão moral promovida pelo inquisitor, encarregado de investigar e julgar os modos de vida ordinários dos moradores de uma cidade.

Bibliotecário da UNIP lança livro

0

Imagem Google

Publicado originalmente na UNIP.com

O bibliotecário Rodney Eloy, do campus Indianópolis, lançou o livro pela editora PerSe intitulado O Bibliotecário e a leitura conectada: competência informacional digital na era dos e-books, e-readers e tablets.

O autor, graduado em Biblioteconomia, com especialização em Gestão do Conhecimento, é responsável pelo Pesquisa Mundi e membro do conselho editorial das Edições Leitura Crítica.

A diretora das bibliotecas da UNIP, Maria das Graças Martins, ressaltou a importância deste lançamento para a profissão que, cada vez mais, depende da tecnologia para auxiliar em seus processos. ‘O livro é importante porque serve de alerta a todos os bibliotecários sobre as mudanças que estão acontecendo a todo o momento’, enfatiza. Já para a bibliotecária setorial, Salete Marques Maciel, o livro surge em bom momento. ‘O texto analisa as novas mídias e novas possibilidades para o desenvolvimento das competências dos bibliotecários’, observa Salete.

Dirigida a bibliotecários e educadores em geral, a obra afirma que na sociedade contemporânea mudanças significativas estão ocorrendo no cenário tecnológico, e no livro a atenção está focada aos suportes informacionais que gradativamente estão se estabelecendo no mercado, trata-se dos e-books (livros eletrônicos), e-readers (leitores eletrônicos portáteis) e tablets. O mercado está repleto de opções, de acordo com gostos e necessidades. Dessa forma, o intuito é motivar o profissional bibliotecário a refletir sobre seu papel e mostrar como a competência informacional influencia no processo de inclusão destas novas tecnologias de informação no ambiente das bibliotecas e, assim, se adequar a uma sociedade cada vez mais digital.

“Sabendo que a tecnologia está mais presente no ambiente das bibliotecas, torna-se importante refletir sobre o que ela significa no contexto da gestão informacional dos profissionais bibliotecários. Também, torna-se essencial apresentar o paradigma das ferramentas neste espaço, em especial os e-books, e-readers e tablets e, consequentemente, a importância de competências para um novo perfil deste profissional como facilitador ao acesso a estes novos recursos informacionais”, afirma a diretora Maria das Graças.

Go to Top