Contando e Cantando (Volume 2)

Posts tagged Marvel Comics

Stephen King e Marvel juntos em lançamento da Darkside Books

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Marco Aurelio, no Torre de Vigilância

Depois de uma publicação em suas redes sociais que deixaram os fãs em um frenesi de curiosidades e perguntas, a Darkside Books finalmente anunciou seu próximo lançamento em conjunto com a Marvel Comics. “N” de Stephen King é a nova aposta da editora. Confira a sinopse da HQ:

““N.” narra a história de um homem diagnosticado com T.O.C. (transtorno obsessivo-compulsivo) e que fica obcecado com uma formação com círculos de pedras no estilo Stonehendge, só que situadas no Maine. Ele acredita que as pedras podem ser um portal secreto para uma dimensão cheia de monstros, e logo suas ideias começam a afetar aqueles que conhecem seu “segredo”, incluindo o próprio psiquiatra que o trata.”

Além do ícone da literatura do horror, o produtor Marc Guggenhein (das séries da DC pela CW) e Alex Mallev estão por dentro dessa obra. Vale ressaltar que esse conto já foi publicado aqui no Brasil pela Editora Suma, em uma coletânea que reúne algumas histórias, inclusive “N”. E para deixar os leitores( ou Darksiders) mais animados, além de trazer um pôster junto com a edição, você pode conferir um cronômetro em seu site do dia do lançamento dessa magnífica obra.

George R.R. Martin escreve carta emocionante em homenagem a Stan Lee

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Quadrinista faleceu aos 95 anos, na última segunda-feira

Mariana Canhisares, Omelete

O autor George R.R. Martin usou o seu blog pessoal para escrever uma carta emocionante em homenagem a Stan Lee, lenda dos quadrinhos que faleceu na última segunda-feira (12). No texto, Martin lembra do impacto que o trabalho de Lee teve na sua vida, citando-o como uma das primeiras e grandes influências. O escritor ainda destaca a importância dele no universo dos quadrinhos, tratando-o como uma figura revolucionária nesta mídia.

Confira um trecho a seguir:

“Devo tanto a Stan Lee. Ele foi, em certo sentido, meu primeiro editor. ‘Caros Stan e Jack’. Essas foram as minhas primeiras palavras impressas. Na coluna de cartas de Quarteto Fantástico #20. Meu primeiro texto publicado, um comentário sobre a edição 17, comparando Stan a… hum… Shakespeare. Um exagero, você diria? Bem, ok. Eu tinha 13 anos…

Mas, ainda assim, se você pensar na comparação, ela tem algum mérito. Existiam peças antes de Shakespeare, mas o trabalho do Bardo revolucionou o teatro, deixando-o profundamente diferente do que fora até então. E Stan Lee fez o mesmo para os quadrinhos. Li HQs durante toda a minha infância, mas no final dos anos 1950 comecei a me afastar delas. Estava comprando cada vez menos ‘livros engraçados’ (como os chamávamos, na época) e mais livros de ficção científica e fantasia. Os quadrinhos da DC Comics que dominavam as prateleiras tornaram-se estereotipados e cansados, não mantinham mais meu interesse como quando eu era menor. Estava ‘superando’ os quadrinhos.

E então Stan Lee apareceu e me trouxe de volta. A primeira edição de Quarteto Fantástico que por acaso peguei (foi a #4, em que o quarteto encontra Namor) prendeu minha atenção de um jeito que não acontecia há anos. Pouco depois, veio o Homem-Aranha. E, então, o resto, um por um, em um período surpreendemente curto. O Hulk. Thor. Homem de Ferro. Homem-Formiga (e a incrível Vespa). Os X-Men. Os Vingadores. Wonder Man (que morreu na mesma edição que foi introduzido). Pantera Negra. Os Inumanos. Galactus e o Surfista Prateado. E os vilões… Dr. Destino, Dr. Octupus, Abutre, Homem-Areia, Mysterio, Loki… e a lista só continua. (Não falaremos do Ardiloso, isso é uma homenagem).

Esses personagens tinham personalidade. Peculiaridades, falhas, temperamentos. Os heróis não eram inteiramente bons, os vilões não eram completamente ruins. Os personagens cresciam e mudavam… Lá na DC, Superman e Lois Lane estavam presos no mesmo relacionamento há décadas, mas Peter Parker trocava de namoradas como um verdadeiro adolescente, ele se formou no Ensino Médop e foi para a faculdade, as pessoas podiam e de fato morriam.

Você tinha que estar lá para compreender o quão revolucionário foi isso. Os quadrinhos como conhecemos hoje não existiriam não fosse por Stan Lee. Eles poderiam nem sequer existir, verdade seja dita.

Não, claro, ele não fez tudo sozinho. Os artistas geniais da Marvel, especialmente Jack Kirby e Steve Ditko, nunca devem ser minimizados. Eles foram uma parte enorme da Marvel também. Mas Lee estava no centro de tudo.

[…] Você fez um bom trabalho. Enquanto as pessoas ainda lerem quadrinhos e acreditarem em heróis, seus personagens serão lembrados. Muito obrigado”.

Stanley Martin Lieber nasceu em 28 de dezembro de 1922 em Nova York. Mais conhecido pelo apelido Stan Lee, o roteirista e empresário foi um dos mais notáveis criadores de histórias em quadrinhos do mercado, sendo corresponsável por grandes super-heróis e vilões da Marvel Comics, como o Homem-Aranha, X-Men, Quarteto Fantástico, Os Vingadores, Incrível Hulk, Demolidor e O Poderoso Thor

Livro conta os 75 anos da Marvel Comics

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Publicado no Olhar Digital

A editora Taschen preparou um presente para quem é fã da Marvel Comics, a empresa de quadrinhos mais famosa do mundo. “75 Years of Marvel Comics” é um livro que celebra o 75º aniversário da Marvel, comemorado em dezembro de 2014. A obra é uma viagem às mais de 7 décadas da companhia e busca registrar a criatividade e a influência da Marvel na cultura popular durante esse quase século.

O trabalho de 700 páginas e mais de 2 mil imagens é de autoria do roteirista Roy Thomas e do diretor de arte Josh Baker e foi realizado em apenas um ano. “Há um material surpreendente e clássico para os grandes admiradores. Visto que a empresa teve períodos tão diferentes, fizemos todo o possível para transmitir o sentimento de cada um era com fotos e materiais de arte e produção original”, explica Baker.

O livro traz uma lista com 300 biografias de escritores, editores e fãs famosos que ajudaram a construir a história da empresa fundada em 1939 por Martin Goodman. Ele também traz uma parte desdobrável de mais de 1 metro com toda cronologia dos personagens.

O trabalho de pesquisa da obra contou com cerca de 2 milhões de páginas, entre quadrinhos, entrevistas com os autores dos desenhos e informações divulgadas pelos veículos de comunicação dos anos 1960 aos 1980. Baker classifica essa como a parte mais difícil de todo o processo de elaboração do livro.

“75 Years of Marvel Comics” está à venda por US$ 200 em inglês, francês, alemão e italiano. Quem gosta do tema pode se interessar pela página que a própria Marvel disponibilizou em comemoração ao 75º aniversário, que traz uma linha do tempo da empresa.

Wolverine e Hércules trocam beijo em nova HQ da Marvel

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Publicado por Folha de S.Paulo

A Marvel lançará uma edição alternativa com um beijo gay de Wolverine e Hércules. A informação foi publicada pelo site de notícias “Huffington Post” na última terça-feira (26).

Na HQ “X-Treme X-Men 10”, os dois se per­dem em rea­li­da­des alter­na­ti­vas e terão con­tato com per­so­na­gens em diver­sas épocas e mundos. O beijo acon­tece na Grécia antiga.

A página divul­gada da HQ mos­tra o texto: “Nós fomos os mai­o­res heróis de nos­sos mun­dos. E no dia em que mata­mos o pior mons­tro que ame­a­çou o Domínio do Canadá Nós reve­la­mos nosso amor”. A edi­ção chega às bancas em setembro.

A editora lembra que os personagens Wolverine e Hércules, que se revelam como namorados nesta edição, são versões alternativas dos heróis e pertencem a um outro universo, distinto das histórias regulares da dupla.

A Marvel e a DC Comics têm mos­trado rela­ci­o­na­men­tos gays em seus gibis. A pri­meira retratou o casamento do mutante Estrela Polar na revista “Ashtonishing X-Men 51”.

Já a DC tem a “Batwoman”, uma vigi­lante de Gotham City que assumidamente se relaciona com outras mulheres.

Reprodução da HQ alternativa "X-Treme X-Men 10", da Marvel, que mostra a cena de beijo entre os heróis Wolverine e Hércules

Reprodução da HQ alternativa “X-Treme X-Men 10”, da Marvel, que mostra a cena de beijo entre os heróis Wolverine e Hércules

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