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“Não acreditaram que iria terminar”: idosa conclui ensino médio aos 91 anos

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Jéssica Nascimento, no UOL

Os cabelos  brancos e as mãos um pouco trêmulas não atrapalharam o desejo da dona Maria Pereira da Silva, moradora do Recanto das Emas, região a 35 km de Brasilia. Aos 89 anos, ela decidiu que era hora de retomar os estudos e buscar o tão desejado “canudo”: o diploma do ensino médio. Na quarta-feira (28), a idosa fez a última prova. Tirou  nota 7,5 e se formou, com direito a comemoração em uma pizzaria. Agora, ela não pretende ficar parada não. Quer fazer faculdade e se formar em teologia. O UOL foi até a escola onde ela estudou por dois anos para saber mais sobre seus planos, sonhos e lutas.

UOL —  Dona Maria, como foi a infância da senhora? O seu gosto pelos estudos surgiu logo cedo?

Maria Pereira da Silva — Olha, nasci em uma família bem humilde. Morava com meus pais e duas irmãs, no Rio Grande do Norte. Meu pai foi procurar trabalho, e ficou desaparecido por um ano, nesse tempo eu estudava. Inclusive, entrei muito tarde na escola: com 10 anos. Não tinha colégio por lá. Estudei até a terceira série. Aos 14, tive que parar. Fui dar aula na prefeitura da cidade para crianças mais novas.

Por que você parou de estudar? Gostava do que fazia?

Tinha que ajudar em casa, na renda. Minha mãe não trabalhava, tinha que cuidar dos meus irmãos e também não tinha muita oportunidade de emprego. Eu dava aula de matemática, caligrafia e leitura. Ganhava 40 mil réis. Ralava, mas gostava. Sempre gostei de ler, fazer contas. Era uma forma de me manter no estudos. Depois, me casei e vim embora para Brasília.

Quando a senhora decidiu que era hora de voltar a estudar? Sentia falta do ambiente escolar?

Quando fiz 40 anos, fui matricular meus filhos no colégio. A diretora me incentivou a voltar a estudar. Voltei, terminei o ensino fundamental mas parei de novo. Ficava muito cansada porque tinha que cuidar de filhos, casa e também trabalhava em uma rede de fast food. Aí desisti. Mas, aos 89 anos, um dos meus netos, que sempre me via lendo, perguntou se eu queria voltar a estudar. Fiquei meio pensativa, mas ele foi e me matriculou. Logo depois fomos comprar os materiais escolares.

Como foi a rotina nesses dois anos de supletivo? Tinha alguma matéria que era muito complicada? Às vezes tinha preguiça de ir pra aula?
Minha filha, só faltei dois dias no colégio. Isso só porque fiquei doente.

As pernas incharam demais e não conseguia caminhar. Minha rotina era tranquila, arrumava a casa de manhã e estudava à noite. No sábado era o dia inteiro. Minha filha mais velha me levava e buscava. Se atrasasse, eu brigava com ela mesmo. Gosto de compromisso. Uma matéria que não dá pra mim é inglês. Eu amo matemática, fazer contas. Mas inglês é difícil. Eu mal sei falar o português.

A família é muito grande, né? São 11 filhos, 28 netos, 48 bisnetos e três tataranetos. Como eles reagiram quando a senhora disse que iria se formar?

Alguns não acreditaram que eu iria terminar. Nem eu pensei também. Afinal, pela idade, não sei o que vai acontecer amanhã.

Mas eu consegui e todos ficaram muito felizes, até mais do que eu. Comemoramos na quarta-feira em uma pizzaria, cheguei e tinha balões me parabenizando. Ficou lindo e todos estavam muito emocionados.

E agora? Qual o próximo passo? A senhora disse que pretende fazer uma faculdade teologia. Qual o motivo do curso? Preparada para quatro anos de estudo?
Sim, quero sim fazer faculdade. Sou evangélica, uma leitora assídua da Biblia. Amo estudá-la. Então, esse curso tem mais minha cara. Sei que faculdade precisa de mais esforço, dedicação, espero estar bem para conseguir. Mas tenho vontade sim, viu?

Qual conselho você daria para quem pensa em seguir o seu exemplo, mas acha que não vai conseguir?

Acredite sempre nos seus sonhos. Vale a pena persistir. Não fique pensando no dia de amanhã, faça o que tiver vontade. Quem tem estudos, tem tudo. Ele vale muita coisa, sabe? Quanto mais, melhor.

Afinal, fazer um grupo de estudos no WhatsApp funciona?

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grupo-de-estudos-no-whatsapp

Grupos de estudos existem há muito tempo e sempre foram utilizados para compartilhar conhecimento e sanar dúvidas. Eles funcionam como ajuda mútua, onde um colega divide o conhecimento sobre a matéria que tem mais facilidade com os demais. Com a tecnologia, essa estratégia só melhorou: participar de um grupo de estudos no WhatsApp traz grandes vantagens para os estudantes.

Publicado no Universia Brasil

Como em qualquer outro grupo do aplicativo, é preciso estabelecer um administrador, ou mais de um, para dirigir o grupo, mediar as conversas, assim como divulgar e relembrar as regras sempre que necessário. O objetivo do grupo de estudos no WhatsApp é que os seus membros possam trocar mensagens de onde estiverem, sem necessidade do contato presencial, além de atingir o maior número de colegas, facilitar o acesso às informações e promover uma interação mais dinâmica.

Entre os vestibulandos, essa já é uma prática comum. É possível encontrar grupos formados por estudantes que fazem parte do mesmo colégio, cursinho, sala de aula e até de diferentes regiões do país que se unem para ensinar e aprender uns com os outros. Portanto, veja neste post como usar o grupo de estudos no Whatsapp a seu favor, sem perder o foco e tornando-o eficiente nos estudos para o vestibular.

Não perca o foco inicial do grupo

Estudar para o vestibular requer muitas horas de dedicação aos livros e ao conteúdo das provas. São diversas disciplinas, por isso, manter o foco é essencial para não perder tempo com a grande quantidade de estímulos à distração que estão à mão por meio dos alertas no celular.

Se a tecnologia contribui para a criação do grupo de estudos no WhatsApp, ela também pode atrapalhar porque, com o celular sempre acessível, fica mais tentador checar as redes sociais e e-mails. Portanto, durante o período de estudos, deixe o telefone no modo silencioso para não desviar a atenção a cada alerta e tenha bastante cuidado com o tempo que irá dedicar ao aparelho.

O ideal é criar uma rotina de estudos organizada, em que alguns minutos sejam dedicados a checar as mensagens do grupo e fazer anotações do conteúdo compartilhado, em seguida retornando aos estudos nos livros e deixando de lado o celular.

Defina e compartilhe as regras do grupo de estudos no WhatsApp

O funcionamento eficiente dos grupos no aplicativo só pode acontecer quando os membros estão dispostos a cumprir as regras. O administrador deve escrever as normas e compartilhá-las assim que adicionar todos os membros para que eles vejam e cumpram com os acordos.

As regras devem ser claras, bem explicadas e conter restrições quanto a conversas paralelas, quando somente duas ou três pessoas falam de um assunto que só interessa a elas, por exemplo, ou brincadeiras e piadas que não agregam nada ao objetivo do grupo, além de inserção de temas que não têm relação com as matérias exigidas para o vestibular.

Determinar que o não cumprimento dessas normas implicará na exclusão do participante é uma ação que deve ser incluída e praticada, a fim de deixar no grupo somente os membros que tenham interesse real e levem a sério os estudos.

Promova discussões de temas relacionados às matérias

Sabemos o quanto é tentador comemorar a vitória do time de futebol ou comentar sobre as intenções de alguns políticos, especialmente em um grupo onde as pessoas são consideradas como amigas por se falarem todos os dias. Mas, para um grupo de estudos no WhatsApp, é melhor deixar de lado esses assuntos, pois eles podem gerar diversas mensagens e acabar desviando o foco.

Procure estabelecer discussões mais produtivas, que podem aperfeiçoar o aprendizado em alguma matéria, como, por exemplo, propor a solução de um problema matemático ou comentar algum acontecimento histórico que tenha gerado dúvida sobre quando ou como aconteceu, para que todos os colegas possam contribuir com conhecimento e compartilhar as fontes de estudos que comprovem suas versões dos fatos.

Use áudios, vídeos e imagens para promover aprendizado

As facilidades tecnológicas são inúmeras e, especialmente para os jovens, é muito mais fácil assimilar informações em forma de áudios, vídeos ou imagens, por isso, é muito vantajoso receber conteúdo relacionado às matérias nesses formatos.

No entanto, o perigo está no excesso de utilização dessas ferramentas ou no seu uso indevido, como envio de imagens de “bom dia” e assuntos não relacionados ao tema do vestibular. Alguns participantes abusam de áudios e vídeos extensos e cansativos, que têm pouco valor ou novidade de conteúdo.

Além disso, são arquivos que pesam e ocupam bastante espaço no celular, sendo preciso considerar que os colegas podem não gostar de encher a memória do telefone com essas informações. Nesse caso, pode ser mais interessante compartilhar um link com o mesmo tipo de conteúdo e, assim, cada participante pode decidir se deseja abrir o link, segundo seu roteiro de estudo.

Não compartilhe notícias falsas

Os estudantes podem usar o grupo de estudos no WhatsApp para trocar informações sobre os vestibulares que estão acontecendo, quais as melhores Universidades, prazos para inscrições ou, ainda, opções de bolsas de estudos. No entanto, é preciso ter muita cautela com as informações que serão distribuídas.

Antes de enviar a mensagem, faça uma rápida pesquisa no Google para checar a fonte da sua informação, tendo o cuidado de analisar a data da notícia e se certificar de que é segura e confiável. Suspeite de mensagens que foram encaminhadas em diversos grupos e que não possuem data e nem de onde são os dados mencionados. Essa é uma boa prática para não poluir o grupo com falsas mensagens e nem confundir os colegas.

Estudar em grupo e dividir o conhecimento com outras pessoas sempre foi uma estratégia muito eficiente para alcançar bons resultados nos estudos, especialmente ao se tratar da conquista do vestibular.

A tecnologia a favor dessa conquista será cada vez mais utilizada pelos jovens da nova geração, por isso, participar de um grupo de estudos no WhatsApp seguindo essas dicas contribuirá para o sucesso no vestibular.

Se você quer mais dicas sobre grupo de estudos no WhatsApp e como obter bons resultados no vestibular, entre outros assuntos desse universo, siga nossas redes sociais! Estamos no Facebook, Instagram, Linkedin e no Twitter.

O que pode ser cobrado sobre as obras obrigatórias do vestibular?

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Tem coisa melhor do que ler? ❤ (Beauty and the Beast/Disney/Giphy)

Tem coisa melhor do que ler? ❤ (Beauty and the Beast/Disney/Giphy)

 

#ClubedoLivroGE: professores dão dicas para te ajudar com a leitura. Leia a segunda matéria da série

Publicado no Guia do Estudante

A carga de leitura de quem está prestando o vestibular já é alta só por conta da quantidade de conteúdos disciplinares cobrados nas provas. Além disso, ainda há a lista de livros obrigatórios – só a Fuvest, maior vestibular do país, tem oito obras que são cobradas especificamente. É muita coisa, a gente sabe. E, por isso mesmo, fomos conversar com alguns professores em busca de dicas que possam te ajudar na hora de enfrentar os livros. Mãos à obra?

Todos os professores com quem a gente conversou concordam em um ponto: o contexto. Você precisa saber em que meio o livro em questão foi escrito. “O aluno precisa entender que a arte, de um modo geral, é um produto de uma época sob o olhar do pintor, escritor, entre outros”, explica a professora Elaine Antunes, do colégio Dínamis.

Diogo Mendes, do Descomplica, desenvolve: “No estudo das obras exigidas pelos vestibulares, é muito importante compreendermos o estilo de época no qual elas se inserem. Assim, podemos perceber mais facilmente as motivações políticas, sociais e culturais do escritor. Ao ler Iracema, por exemplo, não podemos ignorar que o espírito nacionalista estava em alta à época, estimulado pelo, então, recente processo de independência. Já em O cortiço, muitos dos preconceitos ali presentes refletem diretamente o pensamento determinista, bastante em voga no período”.

Elaine Antunes acrescenta que a comparação com outros autores do mesmo período pode lançar luz sob as subjetividades do autor, perceptíveis, por exemplo, na sua linguagem e em seu posicionamento ideológico. “É sempre bom comparar com outros escritores da época a fim de entender que uma obra é um olhar a respeito do tempo em que se vive”, ela explica.

Ele também alerta para quando os livros são da autoria de escritores estrangeiros. “Para o estudo dessas obras, é imprescindível o conhecimento do contexto histórico no qual os enredos se desenvolvem, diminuindo as diferenças históricas e culturais que distanciam os vestibulandos brasileiros do que é nelas contado”, diz o professor.

Também vale se atentar para a construção dos personagens. O professor João Jonas, do Colégio Cervantes, enumera: “Os perfis traçados, tanto psicológicos quanto sociais, os retratos de época e os diálogos estabelecidos com questões sociais universais e da época”. Falando em contextualizações históricas, Péricles Polegatto, editor de Linguagens e Códigos dos materiais didáticos da Pearson Brasil, dá outra dica: “É comum que os vestibulares cobrem a relação das obras com algum contexto atual da nossa sociedade”.

Então nunca se esqueça de ficar de olho nos jornais, ok? E também dê uma olhada nas provas antigas para se adaptar ao estilo das questões.

No que prestar atenção ao ler obras obrigatórias do vestibular?

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(kurmyshov/iStock)

(kurmyshov/iStock)

 

#ClubedoLivroGE: professores dão dicas para te ajudar com a leitura. Leia a primeira matéria da série

Odhara Caroline Rodrigues, no Guia do Estudante

A carga de leitura de quem está prestando o vestibular já é alta só por conta da quantidade de conteúdos disciplinares cobrados nas provas. Além disso, ainda há a lista de livros obrigatórios — só a Fuvest, maior vestibular do país, tem oito obras que são cobradas especificamente. É muita coisa, a gente sabe. E, por isso mesmo, fomos conversar com alguns professores em busca de dicas que possam te ajudar na hora de enfrentar os livros. Mãos à obra?

Nesta primeira matéria da série de obras obrigatórias, a gente vai falar a respeito do que você precisa prestar atenção quando estiver lendo os livros. O professor André Valente, do Cursinho da Poli, ressalta três aspectos: o estrutural o temático e o das relações que a obra estabelece com o contexto histórico, social e literário em que foi produzida. “A estrutura diz respeito à forma”, ele ensina. “É prosa ou verso? Romance, conto, crônica?”.

A temática é o assunto do qual a obra trata; e contexto pode nos explicar o porquês das escolhas feitas e posições assumidas pelo autor durante o livro. “Precisamos nos lembrar de observar a construção narrativa — o tipo do narrador e a intencionalidade que há na escolha do foco narrativo. E, fundamentalmente, o tipo de discussão que a obra sugere e propõe”, lista o professor João Jonas, do colégio Miguel de Cervantes.

Péricles Polegatto, editor de Linguagens e Códigos dos materiais didáticos da Pearson Brasil, faz um adendo: “A memorização não é tão importante nesses casos”, explica. “Nas provas, não serão cobrados detalhes, mas concepções, contextos e valores estéticos”.

Ele também destaca o estilo do autor. Diogo Mendes, professor do Descomplica, acrescenta: “Alguns autores alcançam uma visão mais atemporal em suas obras, como é o caso de Machado de Assis e seu irreverente Memórias Póstumas de Brás Cubas, ou mesmo Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago. Nesses casos, estudar marcas peculiares do estilo do autor é fundamental. Por exemplo: ler Machado sem se atentar a característica ironia machadiana é perder boa parte do que a obra tem para oferecer”.

Já sabe quais anotações fazer nas margens do livro e o que grifar, né? Na segunda matéria da série, nós vamos conversar sobre o que mais costuma cair nas provas. Até lá!

Descubra como revisar o conteúdo das matérias antes de uma prova de maneira mais eficiente

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Revisão

Publicado no Amo Direito

Fazer uma boa revisão antes de uma prova é importante estratégia para obter um bom resultado. Descubra como revisar o conteúdo de maneira eficaz.

Independentemente da maneira como você prefere estudar, a revisão de conteúdo é a maneira ideal para se preparar para a prova. Por isso, é importante que você preste atenção a como você costuma revisar a matéria e conheça estratégias para melhorar suas revisões.

Segundo o jornal The Guardian, o primeiro passo para melhorar os seus estudos antes de uma prova é entendendo como o seu cérebro funciona. Quando você estuda os neurônios fazem mais conexões e estimulam uma área chamada hipocampo – estrutura responsável pela memória. Entretanto, nem todas as informações são registradas por essa área: algumas delas são simplesmente perdidas. E agora, como contornar isso?

Uma das maneiras mais comuns de estimular a memorização de um conteúdo no hipocampo é pela repetição. Se você precisa decorar a anatomia de uma árvore para a aula de biologia, por exemplo, comece a repetir várias vezes as suas partes. Ao longo do dia, faça exercícios para recordar esses nomes e os escreva em uma folha de papel.

Outra técnica que pode ser utilizada é a repetição espaçada, ou seja, o ato de repetir um conteúdo estudado em períodos diferentes. Ao aprender uma nova informação, você deve estudá-la no mesmo dia. Depois, estudar novamente depois de alguns dias. Após isso, estudar mais uma vez após semanas. Estimular o seu hipocampo a recuperar essa informação em tempos espaçados faz com ela esteja mais registrada na memória e seja dificilmente esquecida.

Além disso, o The Guardian frisa que o hipocampo precisa de atenção e foco para conseguir memorizar uma informação. Ao dar atenção exclusiva a um único assunto, o cérebro entende que aquele momento é importante e, por isso, deve ser memorizado. Por isso, quando você estudar uma matéria difícil, evite mexer no celular ou escutar música. Seu cérebro deve estar totalmente focado nos estudos para que você memorize o conteúdo.

Os descansos também são importantes. Quando o hipocampo entra em contato com muitas coisas novas em pouco tempo ele tende a filtrar essas informações e memorizar somente algumas. Evite estudar por horas seguidas e tire pausas de aproximadamente 30 minutos para descansar.

Por fim, não deixe de dormir bem. Enquanto dormimos nosso cérebro, principalmente o hipocampo, consolida tudo o que foi aprendido ao longo do dia e registra essas memórias. Pessoas que não dormem bem têm mais problemas de memória e isso pode ser prejudicial para estudantes.

Essas técnicas poderão facilitar os seus momentos de estudo e melhorar seus resultados em provas e trabalhos. Bons estudos!

Fonte: Universia Brasil

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