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Os livros que alunos de MBA das melhores faculdades estão lendo

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Publicado na Primeira Edição

Sem algum tipo de guia, uma visita à livraria pode ser uma frustração. São tantas as opções de livros – sobre estratégias, liderança, investimentos, economia, história econômica, psicologia, para ficar só na seção de negócios – que fica difícil escolher.

Pensando nisso, o Na Prática conversou com alguns bolsistas da Fundação Estudar que atualmente se dedicam a aprender mais sobre o setor em MBAs nos Estados Unidos, em faculdades renomadas como Stanford, Harvard e Columbia. Confira as dicas abaixo:

1. “Competition Demystified”, por Bruce Greenwald
“É um livro sobre estratégia”, diz Gilberto dos Santos Giuzio, que estuda na Columbia Business School. “É importante para entender quais são as vantagens competitivas que uma empresa pode desenvolver para ter sucesso. Trata de maneira simples a teoria e exemplifica muito bem em cases como Wall Mart, Apple e IBM, entre outros.”

2. “O Investidor Inteligente”, por Benjamin Graham
“Um dos livros mais importantes para quem quer atuar na área de investimentos”, continua. “Embora antigo, continua válido por abordar de maneira atemporal os comportamentos que fazem um investidor de sucesso.”

3. “Os Ensaios de Warren Buffett”, por Warren Buffett e Cunningham
Warren Buffett segue como uma grande inspiração para muitas pessoas no mercado financeiro e suas cartas abertas se tornaram lendárias e podem até nortear a indústria. Este título, que reúne algumas delas, é outra indicação de Gilberto.

4. “Rápido e devagar: duas formas de pensar”, por Daniel Kahneman
Indicado duplamente por Gilberto e João Gabriel Costa Pinheiro, que estuda na Stanford Graduate School of Business, foi escrito por um psicólogo premiado com o prêmio Nobel e explica como o cérebro humano processa informações. “Mostra como pensamos e tomamos decisões”, resume Gilberto. “É muito útil para entendermos como evitar certos vieses que temos durante a tomada de decisões.”

5. “Um novo jeito de trabalhar”, Laszlo Bock
“Laszlo Bock é o chefe de Operações Pessoais do Google”, explica Fernanda Muzzio, atualmente na Harvard Business School. (“Operações pessoais” é o nome da empresa para o departamento de recursos humanos.) “O livro compartilha alguns princípios que ajudam a explicar porque o Google é consistentemente considerado um dos melhores lugares e procura mostrar como encontrar um equilíbrio entre criatividade e estrutura para atingir o sucesso em termos de qualidade de vida e market share.”

Ela descobriu o título em uma de suas aulas sobre gerenciamento de capital humano. “É relevante para refletir sobre como recrutar, desenvolver, motivar e reter talentos que irão contribuir para manter uma empresa prosperando”, conclui.

6. “Mindwise”, por Nicholas Epley
Outra indicação de João, que hoje também trabalha como consultor do Boston Consulting Group (BCG), o psicólogo social Nicholas Epley fala sobre as relações interpessoais, os erros mais surpreendentes cometidos no dia a dia e como pensar sobre interações para deixá-las mais claras e eficazes.

7. “O cérebro e a felicidade”, por Rick Hanson
Nosso cérebro aprende mais devagar com as experiências boas do que com as experiências ruins – e é tudo questão de entender a estrutura neural envolvida. Indicado por João Gabriel, o livro ensina quatro passos para se ter uma experiência mais feliz e pacífica, equilibrando o viés negativo do cérebro.

8. “Who gets what and why”, por Alvin E. Roth
Vencedor do Nobel de economia em 2012, o autor fala sobre os matching markets menos óbvios ao nosso redor (pense em candidatar-se a um emprego ou chamar alguém para sair), em que vendedores e compradores se escolhem e levam em conta outras coisas além do preço – algo cada vez mais em alta em tempos de Uber e Airbnb. A ideia principal do livro, outra indicação de João Gabriel, é aprender que é importante reconhecer as escolhas disponíveis para tomar decisões melhores.

9. “How we know what isn’t so”, por Thomas Gilovich
Um guia para as falácias do cotidiano: quando confiar no que acreditamos e quando desconfiar dessas crenças? É assim que se resume a obra de Gilovich, indicação de João Gabriel. Baseada em pesquisas científicas, ela discorre sobre processos motivacionais, cognitivos e sociais que enviesam pensamentos, crenças, julgamentos e decisões.

10. “O sinal e o ruído”, por Nate Silver
Nate Silver ganhou fama em 2012, quando previu perfeitamente os números da eleição presidencial dos EUA. Fundador e editor-chefe do site FiveThirtyEight.com, tornou-se símbolo da eficácia das probabilidades e processamento de dados. Neste livro, ele explica como enxergar um sinal verdadeiro no meio do barulho – e como diferenciar previsões confiantes de previsões acertadas.

Confira leituras que valem por um diploma: 7 livros que ensinam mais do que um curso de MBA

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Lendo

Publicado no Amo Direito

“As lições destes livros têm mais valor prático e de aplicação imediata do que anos de discursos teóricos e apresentações maçantes pelas universidades do mundo”, diz o fundador e presidente da consultoria dbBS Business Solutions, Deni Belotti.

E a frase parte de um partidário ferrenho dos estudos acadêmicos formais, como ele mesmo se define. “Sempre fui um defensor e praticante compulsivo da formação acadêmica de alto nível e, dentro do possível, realizada de uma maneira coordenada com a carreira”, diz.

No entanto, a velocidade das mudanças e o protagonismo atual de ambientes criativos e dinâmicos no contexto dos negócios têm colocado, de acordo com Belotti, em dúvida a eficácia – mensurável, diz – de cursos de extensão, como pós-graduações e MBAs, que se proliferam com o passar dos anos.

Assim, é sob este cenário que o especialista recomenda a leitura destes sete clássicos sobre gestão. Confira, nas fotos, quais são.

“Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas”

size_810_16_9_livro (1)

“Cerca de 15% do sucesso financeiro de alguém se deve ao conhecimento técnico e 85% à personalidade e à habilidade de liderar pessoas”, escreveu Dale Carnegie no livro. “O autor foi mágico em fazer o público gostar dele. Além de vender dezenas de milhões de cópias de seu livro em todo o mundo, ele abriu as portas de seus programas educacionais, os quais prometiam sucesso profissional e felicidade”, diz Belotti que leu o livro dezenas de vezes.

O que o livro ensina: como sair de uma rotina mental estagnada, conceber novas ideias e novas visões, além de auxiliar a manter um modelo mental positivo de forma a despertar entusiasmo e inspiração naqueles que estão à sua volta, segundo Belotti.

Autor: Dale Carnegie.
Ano: 1936.

“O Gerente Minuto”

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“No livro, os aspirantes a bons administradores são avisados a “visar um empregado fazendo a coisa certa” e a reforçar seu bom comportamento com um minuto de elogios. Más ações devem ser igualmente apontadas e punidas com um minuto de represálias”, diz Belotti.

O que o livro ensina: o que significa ser um bom gerente. “Se há uma definição melhor e mais simples sobre isso, eu ainda não encontrei”, diz. O livro, segundo o consultor, contém mais sabedoria a respeito de negócios do que uma dúzia de bibliotecas completas de estudos acadêmicos.

Autores: Kenneth Blanchard e Spencer Johnson.
Ano: 1982.

“Gerenciando o Lado Humano da Empresa”

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O autor, Douglas McGregor, revolucionou os recursos humanos pensando em duas formas que gestores enxergam empregados. “A Teoria X assume que trabalhadores são inerentemente preguiçosos A Teoria Y assume que eles são motivados por si mesmos”, diz Belotti. O consultor explica que, ao questionar a Teoria Y, o autor inclina-se à ideia de que a gestão deve fazer com que o ambiente de trabalho dê condições para que as pessoas queiram desempenhar bem suas atividades.

O que o livro ensina: “Ao contrário da maioria dos livros técnicos, nos quais modelos de gestão empresarial são apresentados como fórmulas mágicas, esta obra coloca os modelos em segundo plano e ressalta o sujeito e os conflitos decorrentes das relações interpessoais nas instituições”, diz Deni Belotti. Exemplos concretos, estudos de casos e até conceitos filosóficos propostos por Italo Calvino – como a leveza, a rapidez, a exatidão, a multiplicidade e a consistência – estão na obra. “Tudo com uma linguagem simples e direta”, diz o consultor.

Autor: Douglas McGregor.
Ano: 1960.

“A Era da Irracionalidade”

size_810_16_9_capa-livro (1)

“Este livro teve poderosa influência no que mais tarde viria a ser chamado de pensar fora da caixa”, diz Deni Belotti. É que o então professor visitante na Escola de Negócios de Londres descreveu as mudanças que se faziam necessárias a partir das transformações sociais. “Novas tecnologias e o decréscimo nas posições da carga horária integral, além de outras mudanças, requeriam o abandono das regras estabelecidas e tentativas com novas maneiras de trabalho”, diz Belotti.

O que o livro ensina: o livro aborda a ideia da organização sistêmica como elemento capaz de gerar aprendizado e, consequentemente, autodesenvolvimento. A ideia do autor é que as empresas sejam lugar de aprendizado em que pessoas possam crescer à medida que trabalham.

Autor: Charles Handy.
Ano: 1989.

“Inteligência Emocional”

size_810_16_9_capa-livro (2)

O que está em jogo quando pessoas que QI alto tropeçam e aqueles com QI modesto surpreendem? Esta é a pergunta que o autor propõe para trazer à tona qualidades como autocontrole, persistência e motivação, bases da inteligência emocional. “Sem elas, escreve Goleman, carreiras seriam desnecessariamente jogadas no lixo”, diz Belotti. No livro, o autor explica ainda que a inteligência emocional pode ser desenvolvida.

O que o livro ensina: “Uma teoria revolucionária que redefine os conceitos de inteligência”, diz Belotti. A partir de exemplos de casos do cotidiano o livro mostra a importância de saber lidar com as emoções, quesito essencial para o desenvolvimento da inteligência de qualquer indivíduo.

Autor: Daniel Goleman
Ano: 1995

“Marketing de Guerrilha”

size_810_16_9_capa-livro (3)

O termo guerrilha refere-se às táticas de mobilidade e ocultação utilizadas por pequenos exércitos para vencer tropas maiores e com maior poder bélico, diz Belotti. O sucesso da guerrilha está na mobilidade e no efeito surpresa que rendem ataques quase sempre pelos flancos ou pela retaguarda, seguidos de retirada estratégica para locais de difícil acesso.

Transposto para o contexto de negócios, o conceito de marketing de guerrilha, criado pelo publicitário Jay Conrad Levinson, remodelou a maneira de pensar em pequenas companhias em relação a como se promover.

“Antes, companhias muitas vezes usavam enormes e caras ações de marketing. Para as companhias menores que desejavam competir Levinson defendeu a ideia da preponderância do cérebro sobre os músculos”, diz Belotti. O marketing de guerrilha foi a base para construção dos princípios de buzz marketing, segmentação de mercado, mídias não convencionais, criatividade e mídia espontânea.

O que o livro ensina: “uma estratégia composta de diversas ferramentas que permitem ter os seus dispositivos reconfigurados no tempo e espaço, de acordo com a realidade, os recursos e as intenções do anunciante”, diz Belotti.

Autor: Jay Conrad Levinson.
Ano: 1984.

“O Maior Vendedor do Mundo”

size_810_16_9_capa-livro (4)

O livro conta a história de Hafid, um humilde guardador de camelos que fica muito rico. “É um guia clássico da filosofia do vendedor”, diz Belotti. O autor mostra que satisfação e bem-estar são resultantes do (re)encontro com sua verdadeira essência. A partir daí, os benefícios de ordem material se transformam em consequência lógica.

O que o livro ensina: “Se você não pode vender suas ideias, seu produto ou seus serviços, você nunca será bem sucedido nos negócios. Você não pode ser bem sucedido nos negócios se não for bem-sucedido na vida”, diz Belotti.

Autor: Og Mandino.
Ano: 1968.

Fonte: Exame

Confira leituras que valem por um diploma: 7 livros que ensinam mais do que um curso de MBA

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Publicado no Amo Direito

“As lições destes livros têm mais valor prático e de aplicação imediata do que anos de discursos teóricos e apresentações maçantes pelas universidades do mundo”, diz o fundador e presidente da consultoria dbBS Business Solutions, Deni Belotti.

E a frase parte de um partidário ferrenho dos estudos acadêmicos formais, como ele mesmo se define. “Sempre fui um defensor e praticante compulsivo da formação acadêmica de alto nível e, dentro do possível, realizada de uma maneira coordenada com a carreira”, diz.

No entanto, a velocidade das mudanças e o protagonismo atual de ambientes criativos e dinâmicos no contexto dos negócios têm colocado, de acordo com Belotti, em dúvida a eficácia – mensurável, diz – de cursos de extensão, como pós-graduações e MBAs, que se proliferam com o passar dos anos.

Assim, é sob este cenário que o especialista recomenda a leitura destes sete clássicos sobre gestão. Confira, nas fotos, quais são.

“Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas”

size_810_16_9_livro (1)

“Cerca de 15% do sucesso financeiro de alguém se deve ao conhecimento técnico e 85% à personalidade e à habilidade de liderar pessoas”, escreveu Dale Carnegie no livro. “O autor foi mágico em fazer o público gostar dele. Além de vender dezenas de milhões de cópias de seu livro em todo o mundo, ele abriu as portas de seus programas educacionais, os quais prometiam sucesso profissional e felicidade”, diz Belotti que leu o livro dezenas de vezes.

O que o livro ensina: como sair de uma rotina mental estagnada, conceber novas ideias e novas visões, além de auxiliar a manter um modelo mental positivo de forma a despertar entusiasmo e inspiração naqueles que estão à sua volta, segundo Belotti.

Autor: Dale Carnegie.
Ano: 1936.

“O Gerente Minuto”

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“No livro, os aspirantes a bons administradores são avisados a “visar um empregado fazendo a coisa certa” e a reforçar seu bom comportamento com um minuto de elogios. Más ações devem ser igualmente apontadas e punidas com um minuto de represálias”, diz Belotti.

O que o livro ensina: o que significa ser um bom gerente. “Se há uma definição melhor e mais simples sobre isso, eu ainda não encontrei”, diz. O livro, segundo o consultor, contém mais sabedoria a respeito de negócios do que uma dúzia de bibliotecas completas de estudos acadêmicos.

Autores: Kenneth Blanchard e Spencer Johnson.
Ano: 1982.

“Gerenciando o Lado Humano da Empresa”

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O autor, Douglas McGregor, revolucionou os recursos humanos pensando em duas formas que gestores enxergam empregados. “A Teoria X assume que trabalhadores são inerentemente preguiçosos A Teoria Y assume que eles são motivados por si mesmos”, diz Belotti. O consultor explica que, ao questionar a Teoria Y, o autor inclina-se à ideia de que a gestão deve fazer com que o ambiente de trabalho dê condições para que as pessoas queiram desempenhar bem suas atividades.

O que o livro ensina: “Ao contrário da maioria dos livros técnicos, nos quais modelos de gestão empresarial são apresentados como fórmulas mágicas, esta obra coloca os modelos em segundo plano e ressalta o sujeito e os conflitos decorrentes das relações interpessoais nas instituições”, diz Deni Belotti. Exemplos concretos, estudos de casos e até conceitos filosóficos propostos por Italo Calvino – como a leveza, a rapidez, a exatidão, a multiplicidade e a consistência – estão na obra. “Tudo com uma linguagem simples e direta”, diz o consultor.

Autor: Douglas McGregor.
Ano: 1960.

“A Era da Irracionalidade”

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“Este livro teve poderosa influência no que mais tarde viria a ser chamado de pensar fora da caixa”, diz Deni Belotti. É que o então professor visitante na Escola de Negócios de Londres descreveu as mudanças que se faziam necessárias a partir das transformações sociais. “Novas tecnologias e o decréscimo nas posições da carga horária integral, além de outras mudanças, requeriam o abandono das regras estabelecidas e tentativas com novas maneiras de trabalho”, diz Belotti.

O que o livro ensina: o livro aborda a ideia da organização sistêmica como elemento capaz de gerar aprendizado e, consequentemente, autodesenvolvimento. A ideia do autor é que as empresas sejam lugar de aprendizado em que pessoas possam crescer à medida que trabalham.

Autor: Charles Handy.
Ano: 1989.

“Inteligência Emocional”

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O que está em jogo quando pessoas que QI alto tropeçam e aqueles com QI modesto surpreendem? Esta é a pergunta que o autor propõe para trazer à tona qualidades como autocontrole, persistência e motivação, bases da inteligência emocional. “Sem elas, escreve Goleman, carreiras seriam desnecessariamente jogadas no lixo”, diz Belotti. No livro, o autor explica ainda que a inteligência emocional pode ser desenvolvida.

O que o livro ensina: “Uma teoria revolucionária que redefine os conceitos de inteligência”, diz Belotti. A partir de exemplos de casos do cotidiano o livro mostra a importância de saber lidar com as emoções, quesito essencial para o desenvolvimento da inteligência de qualquer indivíduo.

Autor: Daniel Goleman
Ano: 1995

“Marketing de Guerrilha”

size_810_16_9_capa-livro (3)

O termo guerrilha refere-se às táticas de mobilidade e ocultação utilizadas por pequenos exércitos para vencer tropas maiores e com maior poder bélico, diz Belotti. O sucesso da guerrilha está na mobilidade e no efeito surpresa que rendem ataques quase sempre pelos flancos ou pela retaguarda, seguidos de retirada estratégica para locais de difícil acesso.

Transposto para o contexto de negócios, o conceito de marketing de guerrilha, criado pelo publicitário Jay Conrad Levinson, remodelou a maneira de pensar em pequenas companhias em relação a como se promover.

“Antes, companhias muitas vezes usavam enormes e caras ações de marketing. Para as companhias menores que desejavam competir Levinson defendeu a ideia da preponderância do cérebro sobre os músculos”, diz Belotti. O marketing de guerrilha foi a base para construção dos princípios de buzz marketing, segmentação de mercado, mídias não convencionais, criatividade e mídia espontânea.

O que o livro ensina: “uma estratégia composta de diversas ferramentas que permitem ter os seus dispositivos reconfigurados no tempo e espaço, de acordo com a realidade, os recursos e as intenções do anunciante”, diz Belotti.

Autor: Jay Conrad Levinson.
Ano: 1984.

“O Maior Vendedor do Mundo”

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O livro conta a história de Hafid, um humilde guardador de camelos que fica muito rico. “É um guia clássico da filosofia do vendedor”, diz Belotti. O autor mostra que satisfação e bem-estar são resultantes do (re)encontro com sua verdadeira essência. A partir daí, os benefícios de ordem material se transformam em consequência lógica.

O que o livro ensina: “Se você não pode vender suas ideias, seu produto ou seus serviços, você nunca será bem sucedido nos negócios. Você não pode ser bem sucedido nos negócios se não for bem-sucedido na vida”, diz Belotti.

Autor: Og Mandino.
Ano: 1968.

Fonte: Exame

Programa oferece bolsas exclusivas para brasileiros que queiram estudar na Holanda

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Publicado por Hypeness

Se viajar é bom, porque te permite conhecer o mundo e ficar automaticamente mais rico, estudar no estrangeiro é ainda melhor, porque tem tudo isso e mais o desafio de um novo sistema de ensino, de uma vida fora da sua zona de conforto, de pessoas diferentes e de uma nova rotina. E quando nos perguntam que país europeu a gente escolheria para passar uma temporada, a resposta é imediata: Holanda.

Os motivos são vários, mas para quem vai estudar, saber que a Holanda tem o 3º melhor sistema de ensino superior do mundo é já um ponto (ou vários!) extra para o país das tulipas. Depois, seja viajando ou estudando, é bem provável que você se apaixone pelo estilo de vida, que tem alguns pontos bem fortes, como a mentalidade aberta, o fato de todo mundo falar inglês – com a vantagem de você não precisar aprender holandês – ou a importância que as pessoas dão pra temas como a sustentabilidade, que no Brasil e em outros lugares ainda está dando os primeiros passos.

Por isso, ficamos felizes em anunciar que o programa OTS Brazil está oferecendo um número recorde de bolsas pra brasileiros que queiram estudar na Holanda. O legal de serem exclusivas para cidadãos do nosso país é que a concorrência diminui, então já sabe: essa é a oportunidade ideal pra correr atrás de seu sonho.

Ao todo, são 76 vagas em 23 universidades diferentes, com todos os cursos ministrados em inglês (você pode descobrir quais são aqui). As oportunidades são para cursos de bacharelado, mestrado, MBA, foundation year (preparatório para graduação) e Short Degree (onde só o último ano da graduação é feito no exterior) para estudantes de diversas áreas, com destaque para Artes, Business, Indústria Criativa, Comunicação, Direito, Engenharia e Ciências Humanas. Dependendo da instituição, as bolsas podem ser para descontos na anuidade ou mesmo cobrir 100% do valor do curso, além de que muitas universidades oferecem auxílio para cobrir todos os custos relacionados ao estudo. Os valores podem chegar até 24 mil euros em dinheiro e 32.500 euros em anuidade.

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E para você ficar a par de tudo, as universidades holandesas vão realizar vários eventos no Brasil em novembro. Tome nota: dia 19, terá palestra online, onde será possível tirar dúvidas em tempo real sobre todas as bolsas oferecidas. Nos dias 26 e 27, um grupo de 13 universidades holandesas estará na UFF, no Rio, e na UNB, em Brasília, em locais de grande movimentação, divulgando seus programas de estudo. E, por fim, nos dias 29 e 30, o grupo de universidades estará presente na 2ª edição da Euro-Pós Brasil, a feira de educação superior europeia, em São Paulo, também prontas a esclarecer as questões dos estudantes brasileiros.

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Além desse programa especial para brasileiros, existem mais de 60 bolsas de estudo disponíveis na Holanda, que você confere aqui, o que pode realmente fazer a diferença em sua vida profissional futura.

Por existirem todas essas possibilidades, a companhia aérea KLM Brasil oferece bolsas para financiar as passagens dos estudantes. Os detalhes serão divulgados em breve e você só precisa se cadastrar nesse site para ficar a par das novidades.

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Empresário brasileiro paga 14º salário a colaboradores que lerem um livro por mês

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empresario

Em entrevista ao Administradores.com, o empresário Francis Maris Cruz, presidente do Grupo Cometa, conta os detalhes de sua gestão diferenciada voltada à educação – que conta ainda com MBA dentro da própria empresa e até biblioteca em cada uma de suas lojas

Fábio Bandeira de Mello, no Administradores

Ele começou aos 12 anos vendendo coxinha de porta em porta. Hoje, Francis Maris Cruz é o presidente de uma das maiores redes de revendas de automóveis e motos do país. O Grupo Cometa, só em 2011, alcançou a venda de mais de 40 mil motocicletas.

No entanto, o que realmente chama atenção no executivo não é a sua ascensão na carreira, mas sim, os diferentes ingredientes que trouxe para a administração da empresa e ajudaram a se consolidar no mercado. Todos os 1.200 funcionários, por exemplo, que leem um livro por mês – e entregam uma resenha – recebem o 14° salário no fim do ano.

Além disso, implementou um projeto audacioso chamado de Universidade Cometa. Nele, oferece um MBA em Gestão de Concessionárias aos seus funcionários. Há também bibliotecas em todas as lojas do Grupo e diversos projetos sociais que vão desde o plantio de árvores frutíferas na casa das famílias carentes, alfabetização de adultos a sessões de filmes para crianças moradoras de cidades em que o cinema mais próximo ultrapassa mil quilômetros.

“A ideia não é dar o peixe, mas sim, ensinar a pescar. Esse é o nosso lema”, ressalta Francis, que também foi eleito o próximo prefeito da cidade de Cáceres (MT). O Administradores.com conversou com o executivo para entender melhor todo esse modelo de gestão diferenciado do Grupo Cometa. Leia aqui a entrevista.

dica do Raphael S. Lapa

o post é do final de outubro, mas a boa ideia vale a pena ser novamente divulgada.

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