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Anne Hathaway diz que O Diário da Princesa 3 está perto de acontecer!

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Reprodução/Disney

Renan Lelis, no Poltrona Nerd

Anne Hathaway confirmou ao ET que deve retornar ao papel de Mia Thermopolis em breve. A atriz revelou que o roteiro de O Diário da Princesa 3 está em desenvolvimento.

“Há um roteiro para o terceiro filme. Eu quero fazer. Julie [Andrews] quer fazer. Debra Martin Chase, nossa produtora, quer fazer. Todos nós realmente queremos que isso aconteça”, disse a atriz.

O Diário da Princesa chegou aos cinemas em 2001 ganhando uma sequência O Diário da Princesa 2: Casamento Real em 2004. Ambos os filmes foram dirigidos pelo falecido diretor Gary Marshall.

O filme adapta o livro de Meg Cabot publicado em 2000. A trama original apresentou a tímida adolescente de San Francisco Mia Thermopolis, que ser uma princesa de verdade. Como herdeira da coroa de um pequeno principado europeu, Mia embarca em uma jornada cômica rumo ao trono com a ajuda da rígida e formidável avó, a rainha Clarisse Renaldi, que lha dará “aulas de princesa”.

O Diário da Princesa 3 | Autora dos livros confirma terceiro filme da franquia

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Gabriel Alencar, no Eu Nerd

Segundo a autora Meg Cabot, que escreveu os livros em que os filmes “O Diário da Princesa” são baseados, o terceiro filme da franquia pode acontecer.

A autora disse em entrevista que “estão fazendo isso como um tributo ao Garry Marsshall e aos fãs da franquia”. Garry, diretor dos dois filmes faleceu no último ano, além de “O Diário da Princesa”, Garry também foi diretor de “Uma Linda Mulher” e “Noiva em Fuga”.

“Não posso revelar qual é a história do filme, porque o estúdio me proibiu, mas posso afirmar que será diferente da história dos meus livros”, afirmou Meg.

Segundo o ator Hector Elizondo, que interpretou o chefe de segurança Joe nos dois primeiros filmes da franquia, o projeto continua vivo.

“Não é oficial, mas todos estão interessados. Eu sei que Anne Hathaway quer fazer, e Julie Andrews também. Eu definitivamente quero fazer. É só uma questão de tempo até encontrarmos uma história boa. Está chegando a hora de voltarmos para Genovia!”, afirmou em entrevista à Variety Latina.

“O Diário da Princesa” (The Princess Diaries) foi lançado em agosto de 2001, e estrelado pela então novata Anne Hathaway (sua estreia no cinema) como Mia Thermopolis, uma adolescente que descobre que ela é a herdeira do trono do Reino fictício de Genovia, governado por sua avó, a rainha viúva Clarisse Renaldi (Julie Andrews).

O filme arrecadou US$ 165 milhões mundialmente. Já a sequência foi lançada em 2004 e fez US$ 134 milhões no mundo todo.

O que Paula Pimenta pode nos ensinar sobre arrebatar leitores adolescentes

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Clara pegando autógrafo de Paula Pimenta. Fonte: Instagram Clara Almeida

Clara pegando autógrafo de Paula Pimenta. Fonte: Instagram Clara Almeida

 

Marcia Lira, no Menos 1 na Estante

Na Fenelivro 2016, tive a oportunidade de mediar um bate-papo com a Paula Pimenta, autora frisson entre os adolescentes, principalmente entre as meninas. E embora eu não seja o público-alvo dos seus livros, fiquei feliz de testemunhar a relação massa que a escritora tem com seus fãs.

Rachel Motta e eu mediamos o bate-papo na Fenelivro 2016. Foto: Tárcio Fonseca

Rachel Motta e eu mediamos o bate-papo na Fenelivro 2016. Foto: Tárcio Fonseca

 

Em tempos de adolescentes com smartphones grudados na cara, é muito inspirador ver um monte deles reunidos, todos com seus livros de mais de 400 páginas nas mãos, os olhos brilhando diante da escritora preferida. E aquela ânsia pelo momento do encontro com direito a abraço, selfie para o snapchat e autógrafo.

Sério, é bonito de ver.

Pra entender porque a Paula Pimenta é tão bem-sucedida no desafio de conquistar leitores adolescentes, além de conversar com qualquer menina que tenha entre 11 e 16 anos, pode ler esses motivos que listei:

1. Ela é super simpática, atenciosa e paciente com seus fãs e as pessoas ao redor

Paula Pimenta vendeu mais de 1 milhão de cópias de livros, só na editora Gutenberg. A revista Época a colocou entre os 100 brasileiros mais influentes, em 2102. São 16 livros publicados no Brasil e traduções em Portugal, Espanha, Itália e países da América Latina, com destaque para as séries Fazendo Meu Filme (4 volumes) e Minha Vida Fora de Série (3 volumes até agora).

Fãs de Paula Pimenta a postos na Fenelivro 2016. Foto: Tárcio Fonseca

Fãs de Paula Pimenta a postos na Fenelivro 2016. Foto: Tárcio Fonseca

 

Tem gente bem metida por aí com muito menos que isso, concorda?

Mas ela não. Atendeu um a um, uma centena de adolescentes com o mesmo sorriso no rosto e toda a paciência, deixando todo mundo feliz. Nos bastidores, foi atenciosa e simpática do mesmo jeito. Sem falar na dedicação de interagir muito pelas redes sociais.

2. Defende que toda a literatura é válida para formar um leitor.

“Quando você descobre que ler é gostoso, você quer ler tudo, você quer ler o máximo de todo tipo de livro.” Essa é uma das frases legais da Paula Pimenta nesse vídeo do bate-papo, em que ela basicamente fala sobre como é importante deixar a criança começar lendo o que interessa a ela, porque isso abre as portas para o universo dos livros.

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Foi uma resposta a um professor, que contou ter adotado os livros dela para seus alunos, e isso fez com que a turma dele fosse a mais leitora da escola.

4. Ela não tem medo em ser o que é.

Como disse a Veja nessa matéria, Paula Pimenta é uma menina grande mesmo tendo mais de 40 anos. No fim do ano passado, casou na Disney com direito à valsa com o Mickey e fotos pelo parque com vestido de noiva.

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Conta que uma de suas autoras favoritas e inspiração literária é a Meg Cabot, e carrega um monte de canetinhas coloridas para dar autógrafo. E daí? Certamente o mundo precisa de mais gente assim, que se banque e essa honestidade é uma boa inspiração para os nossos jovens.

5. A escritora tem feito muitos adolescentes se jogarem na leitura.

No encontro, vi várias crianças e adolescentes que leram toda a obra dela, e estão querendo mais. Insaciáveis. Devoradores de livros. Quem sabe não são eles que vão mudar a dura realidade de que 44% da população brasileira não lê e 30% nunca comprou um livro, como apontou a última pesquisa Retratos da Leituras.

6. Ela curte Agatha Christhie <3

Perguntei à Paula Pimenta, na época em que ela era novinha, quem autor arrebatava o coração dela: quem foi a sua “Paula Pimenta”? E ela contou que não tinha esses tipos de romances naquele tempo, e que então uma das paixões dela foi Agatha Christie, pois ela curtia bastante o estilo da autora. Dei muito valor.

Diário da Princesa surgiu porque meninas merecem mais que casar, diz autora

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A escritora Meg Cabot diz que começou a escrever porque não haviam livros para jovens adultos na sua juventude

A escritora Meg Cabot diz que começou a escrever porque não haviam livros para jovens adultos na sua juventude

 

Eduardo Graça, no UOL

A americana Meg Cabot, 49, reinventou o hoje bilionário gênero de literatura para jovens adultos. Criadora de um certo “O Diário da Princesa” (2000), ela lança agora no Brasil dois livros: a continuação de seu clássico, “Diário de Uma Princesa Improvável”, e “Lembrança” (Editora Galera Record, 400 páginas), o sétimo tomo de “A Mediadora”.

O primeiro (Editora Galera Júnior, 208 páginas) revela a existência da meia-irmã da princesa Mia Thermopolis, Olivia, uma princesa negra, de 12 anos e com belos cabelos cacheados. O segundo, “Lembrança”, traz a heroína Suzannah novamente mediando a relação de espíritos e ‘fantasmas’ com os vivos ao seu redor, mas, quinze anos depois do primeiro livro da série, ela aparece mais madura, casada – vá lá, com sua alma gêmea, nascida no século 19 – e às voltas com dramas emocionais de gente grande, como a obsessão amorosa de um ex-namorado de quem ela já não gosta mais e a possível destruição de sua antiga casa.

Considerada a ‘rainha da literatura teen’ nos Estados Unidos, com mais de 25 milhões de exemplares vendidos mundo afora, Cabot conversou com o UOL sobre sua paixão por temas e personagens de cunho feminista na literatura infantojuvenil. “Meninas, nós temos sim opções além de encontrar o homem ou mulher certos e formar nossas famílias”, afirma.

Ela também anunciou o início da transformação em musical na Broadway de “O Diário da Princesa”, responsável no cinema pela explosão das carreiras de Anne Hathaway e Chris Pine, e contou que as negociações para um terceiro filme da franquia “estão em andamento, em passos lentos”.

Os melhores trechos da conversa seguem abaixo.

UOL – Você é apontada como a pioneira no gênero de literatura para jovens adultos. O que a fez escrever livros com trama e personagens voltados para leitores adolescentes?
Meg Cabot – Sabe por que eu comecei a escrever? Simplesmente não havia livros de jovens adultos para eu ler! Meu primeiro livro foi publicado na virada dos meus 30 anos, ainda era uma jovem adulta (risos). Os editores achavam, àquela época, que adolescentes queriam fazer outras coisas da vida, não ler. Havia uma ideia de que livros para jovens tinham de ser educativos, ou com conotação religiosa, mas sem diversão.

"Diário de uma Princesa Improvável" acaba de chegar às livrarias brasileiras e acompanha a meia-irmã da protagonista de "Diário da Princesa"

“Diário de uma Princesa Improvável” acaba de chegar às livrarias brasileiras e acompanha a meia-irmã da protagonista de “Diário da Princesa”

Algum título de outro autor para jovens adultos a tirou do sério a ponto de desejar que ele tivesse sido escrito quando a senhora era uma adolescente?
Harry Potter! Mas não vou me fazer de rogada, li como se fosse uma adolescente, do primeiro ao último livro. Também amo os livros da inglesa Louise Rennison (1951-2016), especialmente “Sonho de uma Meia-Calça de Verão”. E gosto muito dos livros da série “Crepúsculo”, de Stephenie Meyer. Achei interessantíssimo que as meninas, especialmente, tenham se identificado tanto com a história, contada do ponto de vista da protagonista (Bella).

Em seus livros os protagonistas também são quase sempre femininos. Há aí uma decisão de tratar do hoje tão falado empoderamento das mulheres?
Sim este é um dos aspectos mais importantes. Cresci em um ambiente tradicional e religioso, em que não se esperava muito das mulheres além de casamento e criação de filhos. Meninas, nós temos sim opções além de encontrar o homem ou mulher certos e formar nossas famílias. Para muitas de nós, é crucial encontrar a vocação profissional e/ou um hobby que nos faça feliz, que nos complemente, e não há nenhuma vergonha nisso. Quando comecei a escrever não haviam livros para adolescentes com personagens femininas fortes. Minha heroína era a Princesa Leia, de “Star Wars”, par a par com os homens ao seu redor. Era o tipo de princesa que me interessava, menos focada em encontrar seu príncipe encantado e sim em mudar o universo.

Sua princesa Mia, como Leia, também chegou a Hollywood, nas duas adaptações para o cinema de “O Diário da Princesa”, ambas dirigidas por Garry Marshall (1934-2016)…
Sim, e o Gerry foi um sonho para mim, a Disney comprou os direitos do primeiro filme antes mesmo de meu livro ser publicado, só com o manuscrito terminado, e ele dirigiu com o maior carinho e cuidado. Claro, os filmes, especialmente o segundo, são bem diferentes dos livros, como tinha mesmo de ser, mas Garry manteve a tônica no empoderamento feminino, algo que me interessava muito.

Há planos para um terceiro filme?
Posso dizer, sem levar bronca, que as coisas estão em andamento para um terceiro filme, em passos lentos. Mas, em primeira mão, posso contar que demos o pontapé inicial para um sonho antigo meu: um musical da Broadway a partir do primeiro livro. A Anne (Hathaway) é uma atriz de palco, canta lindo, porém não creio que ela poderia fazer a Mia de novo, por conta da idade. Mas ela acaba de ter um filho e fico aqui pensando: já imaginou se ela pudesse fazer a avó, a rainha (papel de Julie Andrews nos dois filmes)? Mas isso sai da minha alçada. Fico em casa escrevendo meus livros e torcendo para dar tudo certo.

O que você está escrevendo no momento?
Estou agora justamente escrevendo um livro relacionado ao “Diário da Princesa”, mais uma história em torno da Olívia, que está no centro de “Diário de Uma Princesa Improvável” (continuação de “Diário da Princesa” focada na meia-irmã da personagem), mas não posso contar mais nada além disso.

É correto assumir que a realidade serve de inspiração para séries com temas fantásticos como “A Mediadora” ou “O Diário de Uma Princesa Improvável”? Olivia, afinal, é negra…

Sim, Olivia tem raízes multiétnicas e sofre com isso, quando, na minha opinião, deveria ser algo a ser celebrado. Ela nasceu de minhas inquietações com este tema, com o preconceito racial que sempre tivemos de enfrentar na minha família. Agora mesmo vivo uma situação particular com toda a tragédia em torno das relações étnicas aqui nos EUA, com a polícia sendo acusada de agir de forma violenta contra cidadãos afro-americanos, um caso após o outro. Um de meus irmãos é policial. E o outro, adotivo, é negro. As discussões se dão na mesa de jantar, estamos todos buscando soluções.

Lá se vão 15 anos desde o primeiro livro de “A Mediadora”. Você tem fãs que viraram adultos acompanhando a Suzannah. Como é a sua relação com eles?
Alguns hoje tem a idade da protagonista, me convidaram para seus casamentos, para conhecer seus filhos. Quando fui ao Brasil pela última vez, em outubro, aconteceu algo que me tocou muito: alguns fãs levaram livros autografados por mim quando eles eram ainda crianças, com fotos, eu parecendo muito mais jovem, claro (risos). E vários chegaram com histórias comoventes, como os livros os ajudaram a passar por situações como a separação dos pais. Uma menina me marcou muito, a melhor amiga dela havia morrido em Santa Maria, no incêndio da boate (Kiss), no sul do Brasil, e os livros a ajudaram a sair de um estado terrível de depressão. Jamais havia experimentado algo assim. Foi forte.

E a senhora conseguiu aproveitar para conhecer mais o Brasil?
Sim, desta vez fui à Bahia. Não apenas Salvador, mas também Cachoeira, onde acontece a Flica (Festa Literária Internacional da Bahia). O que é a comida baiana, gente? É, aí sim, algo de outro mundo! Queria comer de novo acarajé e moqueca, mas aqui não encontro ninguém que faça. Fico só no sonho por enquanto, mas os meus, como sou sortuda, costumam se realizar (risos).

Anne Hathaway e Julie Andrews em cena de "O Diário da Princesa" (2001)

Anne Hathaway e Julie Andrews em cena de “O Diário da Princesa” (2001)

Escritora Meg Cabot lança ‘O Casamento da Princesa’ no Brasil

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Autora viaja pelo Brasil para divulgar novo livro e celebrar 15 anos de "O Diário da Princesa"

Autora viaja pelo Brasil para divulgar novo livro e celebrar 15 anos de “O Diário da Princesa”

 

Cinthya Oliveira, no Hoje em Dia

Após escrever mais de dez livros sobre a saga da garota normal que descobriu que tinha sangue azul na série “O Diário da Princesa”, Meg Cabot decidiu voltar a escrever sobre a personagem. Dessa vez sob uma perspectiva adulta: Mia agora tem 26 anos, terminou a faculdade, tem uma carreira e um país para orientar em plena crise econômica europeia. “O Casamento da Princesa” acabou de chegar às livrarias por meio da Galera/Record e a autora está viajando por cidades brasileiras para divulgá-lo.

Um pouco antes de seu encontro com fãs em um shopping da capital, anteontem, Meg conversou sobre os novos livros. Exibiu a mesma simpatia e bom humor que leva para seus romances – a maior parte dedicados a adolescentes.

“Decidi escrever este livro porque o primeiro está completando 15 anos. Achei que seria interessante revisitar os personagens tanto tempo depois e ver o que estariam fazendo. Agora a personagem passou pela faculdade, deu início a uma carreira, tem novos problemas”, conta a escritora americana, que teve de pesquisar bastante sobre casamentos (ela não teve uma grande festa quando se casou com poeta Benjamin D. Egnatz, há 22 anos) e sobre a crise europeia para desenvolver o romance.

NOVA PRINCESA

O mais interessante é que “O Casamento da Princesa” oferece uma chave para uma nova série de livros. Nele, Mia descobre que tem uma irmã mais nova, fruto de um amor não oficial de seu pai. No ano que vem, a autora lança o livro “From the Notebooks of a Middle School Princess”, com o ponto de vista dessa irmã, a nova princesinha Olivia. Será possível acompanhar a mesma história sob dois pontos de vista.

A autora conta que se inspira nos seus próprios diários da adolescência, que permanecem guardados. Também lê revistas voltadas para o público teen, além de conversar com os editores sobre as possíveis abordagens.

“Os livros tratam de assuntos que fazem parte da vida de toda adolescente, como as maluquices da família, ou quando se fica caidinha por um garoto. Coisas que me preocupavam quando tinha aquela idade”, explica Meg, citando uma diferença: a relação com a internet. Mia tem de lidar com um perseguidor cibernético e com todas preocupações que envolvem sua imagem na mídia.

ESCOLA

Informada sobre uma “escola de princesas” que estaria sendo criada em BH, Meg acredita que é importante ter aulas de etiqueta. “Os garotos precisam saber que não podem usar celulares na mesa de um restaurante, especialmente se estiverem com seus chefes. Há aulas sobre isso nas faculdades dos Estados Unidos. Mas o casamento certamente não é algo sobre o qual possa ser ensinado, para isso não há regras”, esclarece.

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