Canal Pavablog no Youtube

Posts tagged Meg Cabot

Sob aplausos e histeria, encontro de autoras pop stars encerra a 5ª Flica

0
Mesa com Paula Pimenta (esquerda) e Meg Cabot atraiu o maior público da Flica (Foto: Egi Santana/Flica)

Mesa com Paula Pimenta (esquerda) e Meg Cabot atraiu o maior público da Flica (Foto: Egi Santana/Flica)

 

Bate-papo com Meg Cabot e Paula Pimenta abordou processo criativo.
Mesa reuniu escritoras da literatura juvenil na manhã deste domingo (18)

Danutta Rodrigues, no G1

Recebidas como verdadeiras princesas, a norte-americana Meg Cabot e a brasileira Paula Pimenta coroaram a última mesa da Festa Literária Internacional de Cachoeira (Flica), neste domingo (18). Com filas na porta do Claustro do Convento do Carmo, dezenas de fãs disputaram um espaço perto das escritoras pop stars da literatura juvenil. Em destaque, a leitura de entretenimento sob mediação do jornalista Mário Mendes.

“Eu acho que a pessoa tem que começar de algum lugar. Crescer com essa crença de que ler é não ajuda. Leitura de entretenimento tem um papel muito grande nesse sentido de despertar o prazer pela leitura. Depois, naturalmente vai procurar coisas mais profundas. A leitura tem esse papel. Eu acho ridículo quem diz: eu acho que você não deveria estar lendo isso, é uma porcaria”. A fala de Paula Pimenta, autora das séries “Fazendo Meu Filme” e “Minha Vida Fora de Série”, constata a importância do incentivo à leitura entre adolescentes dialogando com o universo vivido por eles.

Para Meg Cabot, dona do best seller “O Diário da Princesa”, todo tipo de leitura é importante e contribui para o desenvolvimento pessoal do leitor, principalmente o jovem. “Eu não gosto de julgamentos. Tudo que você lê você absorve e não sabe o que pode render daquela experiência. Se a leitura toca você, já é algo relevante”, afirmou. Com simplicidade e simpatia, a norte-americana e Paula Pimenta encantaram o público atento às colocações a respeito do processo criativo de cada uma, preferências literárias, literatura juvenil e o universo da ficção a partir de fatos cotidianos.

Como conselho para futuros escritores, Cabot disse que é preciso observar o mundo ao redor. “Não se pressione tanto em relação à leitura. Meu conselho principal é não fique todo o seu tempo ouvindo música, ouça seus amigos, eles vão fazer parte do seu livro. As vozes que você ouve ao seu redor são importantes. Os personagens vêm disso”, contou. “Escrever sobre o que você gosta também é importante porque os leitores sentem isso durante a leitura. Você gosta de ler romances? Ficção? Escreva sobre o que você gosta, sobretudo o que você conhece”, orientou Paula Pimenta.

Entre tantos momentos “cor de rosa” da mesa, a autora brasileira surpreendeu Meg Cabot ao ser questionada sobre o livro que gostaria de ter escrito. “O Diário da Princesa me marcou profundamente. Quando eu li esse livro, eu vi que os meus diários tinham muita história para contar. Poderia ser um livro que eu teria escrito. O diário da Mia é muito parecido comigo”, revelou durante o encontro.

Crianças e adolescentes acompanharam a mesa sobre literatura juvenil (Foto: Egi Santana/Flica)

Crianças e adolescentes acompanharam a mesa sobre literatura juvenil (Foto: Egi Santana/Flica)

Visivelmente emocionada com a declaração, Cabot retribuiu a gentileza afirmando que se fosse recomendar um livro, seria algum de Paula Pimenta. Em seguida, a norte-americana declarou que gostaria ter escrito a Bíblia. “O novo e o velho testamento. Todo mundo deveria ler um dia”, aconselha.

Sob aplausos e histeria do espaço lotado de adolescentes, o encontro das escritoras da literatura juvenil contou ainda com uma sessão de autógrafos. Com livros nas mãos, o sucesso da mesa “Entre Palavras e Princesas” desconstrói o preconceito com a leitura de entretenimento.

Em entrevista, Meg Cabot fala sobre novo livro, feminismo e negociações com a Disney

0
meg cabot

Escritora americana conquistou jovens pelo mundo com O Diário da Princesa. Foto: Ali Smith/Divulgação

 

Novo romance O Casamento da Princesa, lançado hoje no Recife, acompanha versão madura da protagonista Mia Thermopolis

Publicado no Diário de Pernambuco

Uma garota com idade suficiente para ler um livro com quase 300 páginas no ano 2000, quando O diário da princesa (Galera Record, R$ 42) foi lançado, provavelmente crescera durante a década de 1990. Meninas adeptas de gargantilhas de elástico, estampas vichy e batons marrons, retirados de filmes como As patricinhas de Beverly Hills, as leitoras da norte-americana Meg Cabot estão, hoje, no início da fase adulta. Depois de colecionar figurinhas das Spice Girls e dos Backstreet Boys há duas décadas, elas gerenciam o início da carreira e até planejam constituir família – ou simplesmente lutam pela autonomia de não fazê-lo. São o público-alvo de O casamento da princesa (Galera Record, R$ 39), que a escritora autografa nesta segunda-feira (19), no Recife, a partir das 17h.

Mia Thermopolis, protagonista da série que inclui títulos como A princesa apaixonada, A princesa em treinamento e Princesa para sempre, ressurge mais velha (aos 26 anos), mais madura, em um mundo também diferente: o pager que queria ganhar de Natal no início dos anos 2000 deu lugar à internet banda larga, aos stalkers, ao FaceTime e ao Netflix. A cobrança da mídia pelo casamento com o namorado de longa data Michael serve de pano de fundo à trama, na qual a busca pela autorrealização supera a utopia do felizes-para-sempre. “Se isso não ficou claro, preciso falar com meu editor!”, brinca Meg Cabot. De passagem pelo Brasil, encerrou ontem a Feira Internacional de Cachoeira, na Bahia, ao lado da brasileira Paula Pimenta – que assina a apresentação da edição comemorativa de O diário da princesa, 15 anos após o lançamento original. E se dispusesse de mais tempo no país? “Gostaria de tomar muitas caipirinhas!”, dispara Meg Cabot. No Recife, a rodada de autógrafos será limitada a 500 senhas, distribuídas a partir do meio-dia, no Terraço de Eventos do Shopping Recife, na Zona Sul da cidade.

>> ANOS 1990

MODA: Gargantilhas pretas de elástico, t-shirts despojadas, estampas vichy, street style, grunge, bandanas, look total jeans, batons marrons, cabelos coloridos, blusas com decote ombro a ombro, tatuagens de mentirinha, tererês, sandálias birkenstock e tênis esportivos com roupas casuais. Vale ressaltar que boa parte dessas tendências está de volta, senão todas.

MÚSICAS: Spice Girls, Backstreet Boys, Britney Spears, ‘N Sync, Destiny’s Child, Hanson, Oasis, The Calling, The Cranberries, The Verve, Mariah Carey, Shakira, Thalía, Avril Lavigne, que se estenderam pelos anos 2000 adiante, isso só para começar a lista…

FILMES: Na TV, seriados como Buffy: a caça-vampiros, Friends e Barrados no Baile. Nas telonas, As patricinhas de Beverly Hills, Jurassic Park, Edward-mãos-de-tesoura, Esqueceram de mim, Uma linda mulher, Ghost, Pulp fiction, 10 coisas que eu odeio em você, Meu primeiro amor, Pânico, Beleza americana, entre outros.

>> ENTREVISTA: Meg Cabot

Quando você escreveu O casamento real, pensou que se destinava a novos leitores, de uma outra geração? Ou aos leitores que seguiram Mia desde o lançamento de O diário da princesa, há 15 anos?
O primeiro O diário da princesa foi publicado no ano 2000, nos Estados Unidos. Muitos dos leitores daquela fase têm, hoje, a idade da personagem Mia no novo livro, entre 25 e 26 anos. Eles estão encarando os mesmos desafios da vida que ela encara em O casamento da princesa: a formatura, o primeiro emprego, o início da carreira, um possível casamento e o começo da própria família. Nos Estados Unidos, esse livro é voltado para jovens adultos. Mesmo que Mia esteja mais velha, ela ainda é a mesma pessoa. Tem os mesmos medos, obsessões e, como muita gente, tenta encontrar seu lugar no mundo. Eu espero ter escrito um livro para qualquer pessoa, fãs antigos e novos fãs, que possam apreciá-lo mesmo sem ter lido os livros anteriores ou visto os filmes.

Na internet, os fãs antigos são maioria. Você acredita que Mia Thermopolis acompanhou o crescimento das garotas dos anos 1990? Qual o segredo para manter essa relação?
Eu acredito que Mia tem muito em comum com as garotas da idade dela. Isso porque eu conheço muitas garotas de 25 ou 26 anos que estão nas mesmas circunstâncias que ela, mesmo não sendo princesas. Muitas têm incertezas sobre o que fazer com suas próprias vidas, carreiras e romances. Elas sentem como se tivessem bebido um pouco demais e não compreendessem o que preocupa suas famílias, seus pais. Não é tão diferente de como eu me sentia nessa fase da vida. Ou até mesmo de como me sinto na minha idade atual!

No começo dos anos 2000, a construção psicológica da protagonista encorajou as garotas a lutarem contra alguns paradigmas, como padrões de beleza. Mia não era a garota mais bonita, nem a mais graciosa. Você acredita que essa “batalha” seria mais fácil agora, quando o feminismo está mais forte?
Eu espero que sim. Mas, de algum modo, acredito que está piorando. Pelo menos nos Estados Unidos, temos algumas celebridades que insistem em não ser feministas por que não entendem o que essa palavra significa. Para elas, isso parece algo negativo, quando, no fundo, significa exatamente o que a Jennifer Lawrence está pedindo: recompensas iguais por trabalhos iguais. Ainda existe uma enorme pressão para que as garotas sejam as mais bonitas, as mais magras, as mais populares. Isso é algo que percebemos em O casamento da princesa, quando Mia comenta o fato de ser sempre comparada a Kate Middleton. É a comparação entre uma jovem e uma princesa, Mia tem que aprender quem é, enquanto luta contra os paparazzi e os stalkers, tudo isso enquanto é exposta pela mídia. Crescer na era das redes sociais é um fenômeno completamente novo. Essa geração é a primeira a enfrentá-lo. Escrever sobre isso é um desafio interessante e engraçado.

Como as referências modernas acrescentadas ao livro, como seriados do Netflix, ajudam a atrair os leitores atuais para uma história criada há 15 anos?
O casamento da princesa é a história de uma jovem mulher de 26 anos que vive em Nova York e, por acaso, é a herdeira do trono de um pequeno principado europeu. Não havia como contar essa história sem usar referências do mundo atual. São muitas referências atuais que ela, como nobre, precisa conhecer, pois ameaçam seu país. E até mesmo os seriados mencionados ajudam a entender que aquele é o mundo onde os personagens vivem, e que ele é real. Eu acho que as referências à cultura pop ajudam os leitores a reconhecer a si mesmos. Isso dá veracidade à história.

Sobre O diário da princesa, que comemora 15 anos, muitas mudanças ocorreram entre 2000 e 2015. Isso modificaria o que você escreveu, caso o livro fosse construído hoje? Há algum ponto que modificaria, algum conflito ou personagem ao qual daria maior destaque?
Como todos os autores, eu também tenho, certamente, pontos que gostaria de refazer, se pudesse voltar atrás. E faria diferente. John Green mencionou, por exemplo, que o uso da palavra “retardado” em um dos seus livros é algo do qual (mais…)

Meg Cabot: “Escrever um livro é como planejar uma viagem”

0
Meg Cabot escreveu Diário de Princesa

Meg Cabot escreveu Diário de Princesa

Debora Rezende, no UOL

Ela tem uma gata de um olho só chamada Henrietta, mais de 25 milhões de cópias vendidas e um fraco por caipirinha. A escritora americana Meg Cabot, famosa pela série O Diário da Princesa, que comemora seu 15º aniversário este ano, aterrissa dia 18 na Bahia para participar da quinta edição da Festa Literária Internacional de Cachoeira, e aproveita sua passagem pelo Brasil para lançar O Casamento da Princesa, décimo primeiro volume da história de Mia Thermopolis, agora na casa dos 20 e poucos anos e prestes a se casar. Entre uma viagem e outra, a escritora conversou com A TARDE sobre carreira, processo criativo e literatura para jovens adultos.

Você tem mais de 80 livros publicados, tanto em séries quanto em tramas únicas. Como escritora, qual a diferença na abordagem?

Às vezes a história aparece na cabeça de um escritor e ele sabe que vai levar apenas um livro para contar (como em Avalon High ou O Garoto da Casa ao Lado). Às vezes (como em O Diário da Princesa e A Mediadora), sei que vai levar vários livros até que a história esteja terminada. Com séries ficcionais, é divertido revisitar mundos e personagens conhecidos. Quando escrevo um livro único, amo inventar um mundo novo e povoá-lo com personagens novos.

Ao começar uma história, qual a primeira etapa do seu processo criativo?

Primeiro, eu penso no final. Para mim, escrever um livro é como planejar uma viagem. Eu sempre quero saber meu destino final. Mas não preciso saber todos os detalhes antes de começar. Isso seria tedioso.

Antes de ingressar na escrita, você se envolveu com a ilustração. Quando decidiu mudar o rumo da carreira?

Embora eu sempre tenha escrito histórias (especialmente fanfiction de Star Wars), nunca planejei me tornar uma escritora, porque sempre ouvi que era praticamente impossível ganhar dinheiro. Decidi estudar ilustração, e me mudei para Nova York quando me formei. Logo descobri que ilustrar é quase tão instável quanto escrever. Felizmente, consegui um emprego como assistente administrativa de um dormitório na Universidade de Nova York, o que me deu tempo livre para retomar um dos meus hobbies favoritos: escrever. Eu era muito tímida para enviar meus livros para agentes/editoras, porque tinha medo de que fossem rejeitados. Mas meu marido e amigos me encorajaram. E os livros foram rejeitados literalmente mil vezes, mas como eu não tinha mais nada para perder, continuei escrevendo novas histórias, submetendo-as. E, finalmente, uma foi vendida. E aqui estou eu hoje.

Durante a leitura das suas obras, é fácil se conectar com os personagens. Você sente isso enquanto escreve?

Sempre me sinto próxima do personagem que estou escrevendo sobre, e aquele é meu favorito. Então eu sigo para o próximo livro, e ele se torna o que mais gosto. Acho que você precisa dizer isso a si mesmo quando está trabalhando em um livro (ou qualquer projeto) ou nunca vai terminar.

Você se tornou Patricia Cabot para sua avó não saber que escrevia temáticas adultas em romances históricos. Também estava preocupada em manter estes livros longe das crianças e adolescentes?

Eu nunca considerei que isso poderia ser um problema, porque nunca pensei que estaria escrevendo livros para crianças e adolescentes. Eu lia vários livros dos meus pais quando criança – os livros de espião do meu pai, os romances da minha mãe – e eles nunca se importaram, porque, quando me sentia desconfortável com o tema do livro, pulava aquela parte ou mudava para outro (ainda faço isso!). Leitores (mesmo crianças) são bons em descobrir seus limites. A única coisa que já me aconteceu como consequência dos meus pais me permitirem liberdade para ler foi que me tornei uma escritora best-seller.

Você tem livros para crianças, adolescentes e adultos. Como autora, qual a diferença entre as faixas etárias?

Os livros Allie Finkle e From the Middle School Princess são para jovens leitores, o que significa que são curtos e o tema é apropriado para leitores de oito anos para cima. Para mim, isso significa sem sexo ou profanidade, e uma linguagem mais simplificada, já que você não quer que a criança jogue o livro para baixo em frustração porque ele ou ela não conseguiu entender as palavras. Nos meus livros para jovens adultos, que são para leitores de 12 anos ou mais, geralmente tem-se a marca das 300 páginas, e o tema e a linguagem podem ser mais maduros. Nos livros adultos, pode-se ter mais de 400 páginas, e, basicamente, tudo entra. Mas você tem que manter o bom gosto, é claro.

Celebramos em 2015 o aniversário de 15 anos do primeiro livro da série O Diário da Princesa. Para marcar a data, você escreveu um novo romance, dessa vez sobre o casamento dos protagonistas. Por que resolveu trazer essa parte da história da Mia?

Os fãs têm me pedido por anos para escrever sobre Michal e Mia de novo. Quando vi o Príncipe William casar com a Kate Middleton, comecei a pensar como seria o casamento deles. Enquanto o da Kate com o William correu sem nenhum problema, eu sabia que Michael e Mia não seriam tão sortudos. E, claro, pensei que seria maravilhoso ver Mia e suas amigas com seus 20 anos, lutando para encontrar um trabalho. E estava ansiosa para ver como a Grandmere estava indo. Do mesmo jeito, descobri.

Você é um nome de peso na literatura para jovens adultos. O que mais te motiva a escrever para esse público?

Amo escrever para adolescentes porque eles estão em um momento em que está tudo bem não ter se decidido sobre quem querem ser e o que vão fazer. Ainda que secretamente muitos de nós, adultos, nos sentimos do mesmo jeito, não somos permitidos a mostrar isso. Mas quando você é jovem, está tudo bem ainda estar aprendendo quem você é, o que você gosta de fazer, o que te deixa feliz. Eu gosto de escrever sobre pessoas que estão descobrindo isso, e acho que é bom para as pessoas que estão aí fora ouvir a mensagem de que está tudo bem não ser perfeito. Nenhum de nós é.

Você se relaciona bem com os leitores do Brasil no seu blog e Twitter. Mas, em termos da nossa literatura e música, por exemplo, como você se relaciona com a cultura local?

Preciso admitir, o que eu mais gosto sobre o Brasil são as pessoas. Eles são tão calorosos e extrovertidos, e sempre dizem exatamente o que pensam. Já visitei muitos lugares onde as pessoas são tão reservadas, você não pode dizer se gostam de você ou não. No Brasil, definitivamente não tem esse problema. Adoro isso. Claro que também amo a comida – churrasco é o meu favorito, e eu adoro um bom rodízio (falei isso certo? Não me julgue! Você sabe o que eu quero dizer!). Nós não temos isso na América. E quem não ama a caipirinha? Embora eu não possa beber muitas. E sobre escritores e músicos brasileiros favoritos, tenho adoração pela Clarice Lispector, e gosto de colocar Céu para tocar quando tenho companhia para jantar. Isso deixa todo mundo em um bom, relaxado humor.

Como “Cidades de Papel”, veja outros livros que também deveriam ganhar adaptações para as telonas!

0

71091--cidades-de-papel-620x0-3

Publicado no PureBreak

Veja a listinha do Purebreak, especialmente pra você, de produções que super merecem ser vividas por atores reais, incluindo “Elixir”, da Hilary Duff, e “A Mediadora”, da Meg Cabot.

Nada melhor para o fã de um livro do que saber que suas páginas favoritas vão ganhar uma versão para as telonas, né? O Purebreak já falou das adaptações mais aguardadas do momento, mas e aquelas que ainda não ganharam a atenção dos produtores? Tem tanta história por aí merecendo ser contada nas salas de cinema que a gente resolveu botar a mão na massa.

Assim como “Cidades de Papel”, escrito por John Green, e “Diário de Uma Paixão”, do autor Nicholas Sparks, muitas outras obras também têm potencial para conquistar nossos corações. Ou vai dizer que você não imaginou quais atores poderiam interpretar os protagonistas da série “Elixir”, da Hilary Duff, enquanto lia a trama? Tá bom! Sendo assim, pega logo esse bloquinho e anota as nossas apostas!

71070--jokc-620x0-1

“Elixir” – Hilary Duff

Gente, o que esperar de uma série de livros escrita por ninguém menos que a diva da Hilary Duff? Só pode vir coisa boa daí! Na trama de “Elixir“, a adolescente e fotojornalista Clea Raymond começa a perceber a presença de um cara estranho (e gato!) em todas as suas fotos. Quando a jovem e o tal homem finalmente se encontram, logo surge uma intensa conexão e o mistério do desaparecimento de seu pai acaba sendo desvendado

71072--jokc-620x0-1

“Sussurro” – Becca Fitzpatrick

A vida de Nora Grey, que sempre foi responsável e estudiosa, muda completamente com a chegada de Patch, seu extremamente atraente e misterioso parceiro de biologia. Mais tarde, a garota descobre que, na verdade, o gato é um anjo caído do céu e precisa matá-la por causa de sua descendência Nefilim. Mas aí é claro que os dois vão se apaixonar e os planos do cara vão por água a baixo, né!

71069--jokc-620x0-1

“A Mediadora” – Meg Cabot

Desde criancinha, Suzannah Simon tem o dom de ser uma mediadora, uma pessoa que fala com os mortos e tem a missão de cumprir suas pendências nesse mundo. Após se mudar para uma nova casa, a menina descobre um fantasma chamado Jesse morando em seu quarto. Acredite, pela descrição do livro, até você iria querer esse roomate!

71068--jokc-620x0-1

“Fazendo Meu Filme” – Paula Pimenta

Quando Fani se depara com a oportunidade de fazer um intercâmbio e morar em outro país, suas conversas por telefone ou MSN (que descanse em paz) ganham um novo foco: a viagem que se aproxima. E agora? A adolescente deve continuar sua rotina, com amigos, familiares e um novo amor, ou mergulhar em um mundo cheio de possibilidades?

71073--jokc-620x0-1

“Um Amor de Detetive” – Sarah Manson

Que tal fugir um pouco dessa vibe sobrenatural de vampiros, lobisomens, etc, e colocar os pés no chão? Nesta história, a desastrada jornalista Holly Colshannon acaba tendo que trabalhar com o grosseiro sargento-detetive James Sabine, o acompanhando em suas missões. Levados pelo acaso, os dois se encontram várias vezes e aí… já viu tudo, né?

71071--jokc-620x0-1

“O Teorema Katherine” – John Green

Quando se trata de Colin Singleton e meninas chamadas Katherine, carma é pouco! Depois de 19º fora de uma garota com esse nome, o jovem decide cair na estrada e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines. Já pensou? Tornar possível prever o desfecho de qualquer relacionamento e evitar todos aqueles passos pra superar um pé na bunda! Ou pelo menos, é isso que o garoto espera.

Os 16 livros que queremos ler em 2015

0

Os 16 livros que queremos ler em 2015

Documentos secretos de John F. Kennedy e “novo Jogos Vorazes” estão entre os lançamentos do ano.

Publicado no Almanaque

É surpreendente a quantidade de produções literárias que acabam com uma adaptação cinematográfica. Romances, dramas, suspenses, biografias e peças estão cada vez mais próximos do cinema após o lançamento do livro.

Em 2013, o livro “The Fire Sermon” teve os direitos adquiridos pela Warner. A publicação da escritora Francesca Haig será publicada no próximo ano e está entre os grandes lançamentos do ano. Será que mais algum terá uma adaptação próxima?

Veja a lista dos livros aguardados para 2015:

“The Fire Sermon”, de Francesca Haig

Trilogia pós-apocalíptica considerada o novo “Jogos Vorazes”. A escritora novata conta a história de uma sociedade que vive sem tecnologia 400 anos após uma guerra nuclear. Além disso, todos dentro da população têm um duplo – o Alpha é fisicamente perfeito e humano; o Omega é um mutante. Os Omegas são discriminados e vivem à beira da sociedade. A vida, contudo, é ligada: quando um deles morre, o outro morre também.

“Mrs. Poe”, de Lynn Cullen

A autora narra a história do triângulo amoroso da literatura entre Frances Osgood, Virginia Clemm e Edgar Allan Poe. É considerado pela crítica internacional como uma obra-prima inteligente e viciante.

“Royal Wedding Princess Diaries XI”, de Meg Cabot

O livro da série de “O Diário da Princesa” narra as dificuldades do casamento de Mia com Michael Moscovitz e o escândalo envolvendo uma irmã perdida da princesa. A publicação é destinada ao público adulto. O lançamento do livro no Brasil vai acontecer no segundo semestre; a autora estará no País durante os dias 22 e 29 de outubro.

“From the Notebooks of a Middle School Princess”, de Meg Cabot

Por outro lado, o outro livro da franquia de “O Diário da Princesa” é focado ao público adolescente. Esta publicação é focada no parente perdido, uma garota de 12 anos chamada Olivia Grace.

“Remembrance”, de Meg Cabot

O sétimo livro da saga “A Mediadora” conta a história da protagonista Susannah Simon a partir da graduação na faculdade. Ela deseja apenas causar uma boa impressão após conseguir um emprego, porém, fantasmas começam a assombrá-la ao se deparar com um antigo assassinato.

“Legado de Segredos: O Longo Mistério do Assassinato de JFK”, de Lamar Waldron e Thom Hartmann

Os autores apresentam documentos oficiais sobre o assassinato do ex-presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy, que foram mantidos sob sigilo durante décadas. O mafioso Carlos Marcello, por exemplo, revelou como encomendou uma das mortes mais famosas da História.

“Red Queen”, de Victoria Aveyard

O lançamento do livro da jovem de 22 anos está previsto para 26 de março, nos Estados Unidos. A publicação é bastante aguardada, pois a trilogia é prevista para entrar na lista dos livros mais vendidos para o público adolescente. A protagonista é Mare Borrow, que vive em um reino dividido pelo sangue. Ela e a família dela são Vermelhos, destinados a servir os Prateados, que têm habilidades sobrenaturais. Mare descobre que tem poderes super-humanos e é forçada a se juntar aos Prateados. “Red Queen” será lançado no Brasil pela Companhia das Letras.

“Amy & Matthew”, de Cammie McGovern

A publicação é prevista somente para o fim do ano, mas a história promete: Amy tem paralisia cerebral e não consegue se comunicar ou andar sem ajuda; Matthew é diagnosticado com transtorno obsessivo compulsivo e um medo que ele não consegue explicar. A trama conta a narrativa do romance entre os dois. De acordo com a editora Macmillan, “pode não ser um conto de fadas, mas o amor entre eles é real. E, sim, tem magia nisso”.

“No Mundo da Luna”, de Carina Rissi

A narrativa conta a vida de uma jornalista recém-formada que não tem a menor experiência na área, mas assume a coluna de horóscopo em uma revista. Chega às livrarias em março.

“The Young Elites”, de Marie Lu

Através do selo Rocco Jovens Leitores, o livro que entrou na lista dos mais vendidos no jornal americano “The New York Times” será lançado no segundo semestre no Brasil. A trama é ambientada em uma versão alternativa da Renascença. Poucos sobrevivem a uma praga que assola a Terra; alguns destes desenvolvem superpoderes. A protagonista e vilã Adelina é uma delas. Após ser expulsa de casa, ela se junta ao The Young Elite, uma sociedade secreta vista como grupo de heróis por alguns e seres com poderes demoníacos por outros.

“The Rosie Effect”, de Graeme Simsion

O protagonista, o professor de genética Donald Tillman, conseguiu encontrar a mulher perfeita através de um complexo questionário no primeiro livro da série. Na sequência, ele precisa encontrar uma solução para o “efeito de Rosie”. Após o casamento, ele se vê correndo perigo de prossecução, deportação e perder a mulher amada. Lançamento no Brasil pelo Grupo Editorial Record acontece no segundo semestre de 2015.

“Ruína e Ascensão”, de Leigh Bardugo

O terceiro livro da trilogia Grisha, que entrou para a lista de mais vendidos do “The New York Times”, tem previsão de lançamento para o mês de fevereiro pela editora Gutenberg. A primeira publicação da série foi comprada pela DreamWorks, que fará uma adaptação para o cinema com o mesmo produtor de “Harry Potter”.

“Ali’s Pretty Little Lies”, de Sara Shepard

Outro best-seller do “The New York Times”. Alison DiLaurentis sabe todos os segredos das garotas populares. Assim, ela consegue fazer com que o grupo a obedeça. Contudo, ela própria mantém um segredo que pode acabar com a reputação que batalhou muito para obter. A trama é situada nas semanas que antecedem o primeiro livro da série, “Pretty Little Liars”, e conta desde como mistério começou até como Alison foi assassinada.

“Morte Invisível”, de Lene Kaaberbøl e Agnete Friis

A publicação é a sequência de “O Menino da Mala” acompanha Pitkin e Tamás, dois garotos húngaros que encontram algo valioso para vender no mercado negro. A dupla almeja sair da pobreza e quitar as dívidas da família, mas o achado pode provocar a morte de um número alarmante de pessoas. O livro já foi publicado em 27 países. O lançamento no Brasil está marcado para 16 de janeiro pela editora Arqueiro.

“The Education of Sebastian” e “The Education of Caroline”, de Jane Harvey-Berrick

O livro erótico ainda não tem data de lançamento pela editora Novo Século, mas vão sair no mesmo mês. Em “Sebastian”, a história acompanha Caroline Wilson, que está presa em um casamento infeliz. Ao se mudar para a cidade de San Diego, ela conhece Sebastian, um jovem de 17 anos. A felicidade entre eles floresce rapidamente durante um verão.

Go to Top