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Livro “Areia Movediça”, que inspirou série da Netflix, chega ao Brasil

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Publicado no Bahia Social Vip

A Intríseca lança no Brasil o livro “Areia Movediça”, da sueca Malin Persson Giolito. O suspense foi adaptado como uma série policial homônima da Netflix lançada em abril.

A vida de Maja Norberg parecia incrível: jovem, bonita, inteligente e popular. Nada iria dar errado. Até que um tiroteio acontece na escola: seu namorado e sua melhor amiga estão mortos e ela é a única acusada dos crimes. Aos poucos, Maja refaz os acaminhos que a colocaram naquela situação, mas, até lá, uma coisa é certa: ela é a pessoa mais odiada da Suécia.

Após nove meses na prisão, é hora do julgamento. Os advogados estão usando todos os recursos possíveis para provar sua inocência, mas a mídia e os olhares à sua volta nitidamente desejam o oposto. Com os direitos de tradução adquiridos por mais de 29 países, Areia Movediça, de Malin Persson Giolito, foi escolhido pela Swedish Crime Writers Academy como o melhor romance criminal de 2016.

Narrada do ponto de vista de Maja, que trata o leitor como um confidente, a obra entrelaça as memórias da garota a um cenário de tensão racial e econômica que, aos poucos, ajuda a revelar as peças de um surpreendente quebra-cabeças.

Panorama perspicaz de uma juventude desmoronando, o livro toca em temas como imigração, conflito de classes e o isolamento adolescente, embalados por uma ótima narrativa de crime e tribunal. A série homônima, lançada em abril pela Netflix, foi a primeira produção original sueca do streaming.

Esta menina encontrou o melhor incentivo à leitura possível

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Ela resolveu emprestar um livro para a sua melhor amiga e colocou memes para destacar os melhores trechos 😂

Ana Beatriz Rosa, no HuffpostBrasil

Lorena Nunes (@ageofholland) encontrou o melhor incentivo de leitura dos últimos tempos.

Ela resolveu emprestar um livro para a sua melhor amiga, Lavínia Lemos. Mas, no lugar de um bilhete comum ou um mero marca páginas, o exemplar foi acompanhado de algo muito melhor: memes que destacavam as passagens mais fortes de cada capítulo.

A usuária compartilhou o “presente” super criativo em seu perfil no Twitter:

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E é óbvio que a internet amou a ideia!

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Até a Lavínia, que ia receber o presente, ficou sabendo da ideia após o post de Lorena ter viralizado!

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Ao que tudo indica, a dupla está acompanhando a saga distópica A Seleção, da autora norteamericana Kiera Cass.

Melhor amiga de Anne Frank foi salva por oficial nazista

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amiga anne frank

A história de como Jacque van Maarsen conseguiu se livrar dos campos de concentração alemães mesmo sendo judia – e toda a sua relação com a amiga, que viria a ser famosa posteriormente por narrar seu cativeiro em Diário de Anne Frank

Giuliander Carpes, no Terra

Durante o período de dominação alemã da Segunda Guerra Mundial, a Holanda enviou 107 mil judeus para campos de concentração. Apenas 5,2 mil sobreviveram. Considerada por Anne Frank sua melhor amiga – conforme está escrito no seu famoso Diário -, Jacqueline van Maarsen só escapou da deportação para um destino semelhante porque seu nome entrou na lista de Hans Georg Calmeyer. À frente da Direção de Administração Interior, o advogado livrou pessoas que não fossem “puramente judias” da perseguição nazista.

Jacqueline é filha de pai judeu holandês e mãe católica francesa. Aos 86 anos, ela não sabia que seu nome constava na famosa lista de Calmeyer – pelo menos 3,7 mil judeus se livraram da morte por causa da intervenção do advogado. Foi alertada para o fato por um pesquisador durante uma palestra na Casa de Anne Frank de Berlim há poucos meses. A entrevista para o Terra em sua casa no sul de Amsterdã foi a primeira que concedeu depois de confirmar a informação.

“Não se sabe ao certo se Calmeyer salvou tantos judeus apenas porque sabia que a Alemanha perderia a guerra, mas de qualquer forma ele o fez. Quando você tinha apenas o pai ou a mãe judeu, ele organizava para que você não fosse considerado judeu”, explica Jacqueline, que perdeu muitos primos e tios por causa da perseguição dos nazistas.

“Eu não acreditei no que esse pesquisador falou logo na primeira vez, mas ele me mostrou um documento onde estavam as assinaturas da minha mãe e do meu pai. Foi esse papel que permitiu que eu não precisasse mais frequentar a escola judia e pudesse não fazer mais parte da comunidade judia à época, o que foi muito difícil porque a comunidade era muito unida e eu gostava da escola. Foi muito estranho saber disso apenas agora quando eu já tenho 86 anos.”

A amizade com Anne Frank
A relação com Anne Frank surgiu antes, quando as duas foram colegas na escola de judeus criada pelos alemães para segregá-los do restante da população. “Os alemães que haviam fugido para a Holanda eram muito unidos e não se misturavam muito com a gente. Mas, no momento que a gente se conheceu, ela deixou um pouco esse grupo (Anne era alemã). Ela era bastante doce comigo”, conta Jacqueline. “Nunca conheci ninguém que gostasse mais de viver do que Anne. Nós estávamos sempre ocupadas fazendo alguma coisa divertida.”

 Jacque van Maarsen mostra as cartas entregues pelo pai, Otto Frank: melhor amiga cumpriu a sua promessa Foto: Giuliander Carpes / Colaboração para o Terra

Jacque van Maarsen mostra as cartas entregues pelo pai, Otto Frank: melhor amiga cumpriu a sua promessa
Foto: Giuliander Carpes / Colaboração para o Terra

Mas, como é normal em qualquer idade, as duas também tinham alguns desentendimentos. “Ela era bastante ciumenta, queria que eu fosse amiga só dela. Algumas vezes ela ficava brava comigo porque eu conversava com outras pessoas”, lembra.

Quando a perseguição aos judeus aumentou, as duas fizeram uma promessa: a primeira que tivesse de fugir dos nazistas (ou que fosse capturada por eles) deixaria uma carta para a outra. Em julho de 1942, a irmã de Anne, Margot, recebeu uma carta que a ordenava a se apresentar para os alemães afim de que fosse levada para um campo de trabalho forçado.

A carta foi o estopim para toda a família Frank se esconder no anexo do prédio da antiga empresa de Otto, pai das duas. Numa tentativa de despistar os nazistas, ele deixou um bilhete avisando que todos teriam fugido para a Suíça.

Impedida pela mãe de dar qualquer pista de seu paradeiro, Anne escreveu, na verdade, mais de uma carta para Jacqueline durante (mais…)

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