Canal Pavablog no Youtube

Posts tagged Menino

Menino de 7 anos lança livro em Brasília e dá dicas de português na internet

0

Marília Marques, no G1

Apaixonado por livros, o brasiliense Ryan Maia aprendeu a ler aos 4 anos. Hoje, aos 7, o menino já tem um livro lançado, está escrevendo o segundo volume e, recentemente, criou um canal na internet para dar dicas de português e de matemática para crianças e adultos.

“O objetivo é ajudar quem tem dificuldades”, diz ele, sorrindo. A facilidade com as palavras, a criatividade e o amor pela escrita chamam a atenção em Ryan.

O próprio menino conta que desde pequeno, com 2 ou 3 anos, já falava muito. As frases eram longas e “tudo certinho”, diz ele. Segundo Ryan, isso foi assustando os pais, que logo perceberam o interesse da criança pelos livros e as letras.

Aos 7 anos, Ryan Maia dá aulas de português e matemática na internet — Foto: Marília Marques/G1

Em menos de um ano, as frases bem formadas da criança de conhecimentos precoces começaram a ser transferidas para o papel. Foi aí que Ryan diz ter descoberto o “poder transformador da escrita e da leitura”.

Altas habilidades

No início de 2018, com 6 anos, Ryan foi diagnosticado com “superdotação e altas habilidades”. O laudo é da Secretaria de Educação do Distrito Federal e só foi emitido após seis meses de avaliação psicopedagógica.

Ele frequenta aulas regulares pela manhã, em uma escola particular – em Ceilândia – e à tarde, uma vez na semana, é acompanhado na sala de recursos de altas habilidades/superdotação da secretaria.

Para o pai, Márcio Maia, o desempenho do menino é motivo de alegria, mas tem sido acompanhado “com os pés no chão”. Ele descreve Ryan como uma criança que tem um tipo de brincadeira diferente: ler, escrever, inventar histórias”.

Ryan Maia, 7 anos, abraça os livros prediletos; entre eles, o de sua autoria, ‘uma heroína e uma herói’ — Foto: Marília Marques/G1

O desafio, diz o pai, é fazer com que o menino aprenda a lidar com as altas habilidades que possui e, ao mesmo tempo, aproveite a infância. Ryan, que sabe do diagnóstico, parece entender.

“É bem divertido ter altas habilidades, mas não gosto de me gabar. Se tem um colega que não sabe, eu ensino ele.”

Como gosta de livros, ele vem sendo chamado para participar de rodas de leitura em escolas. Já a facilidade que tem em falar se transformou em pequenas apresentações – para outras crianças e até para adultos.

Ryan já foi chamado para falar sobre inclusão social, corrupção, política e também sobre a importância dos estudos.

Vitória do bem contra o mal

O livro escrito por Ryan, “Uma heroína e um herói”, foi lançado em maio. A versão ilustrada tem 28 páginas e conta a vitória do bem sobre o mal.

A inspiração veio dos personagens de filmes e desenhos que ele admira. Mas, para criar a narrativa, Ryan preferiu inventar os próprios super-heróis.

O homem-tomada, a menina-ema e o homem-televisão foram inspirados na vivência do garoto, que também pesquisa o magnetismo e a eletricidade.

A publicação foi toda custeada pelos pais e os exemplares são vendidos na internet. Cada livro custa R$ 25 e parte da renda será doada para uma instituição social.

Teoria dos três anéis

Para a psicóloga Rachel Marinho, que acompanha Ryan, o menino apresenta as três características do modelo dos três anéis, que atesta a superdotação. “Ryan é uma criança muito criativa, tem fluência de palavras e vocabulário acima da média esperada para idade dele”.

A especialista explica que o estímulo que o menino recebe é adequado para a idade dele, que tem que ser “mais do que crianças ditas normais”. A psicóloga diz que orienta aos pais de crianças com altas habilidades para que procurem saber as áreas de interesse dos filhos.

Rachel explica que as crianças com superdotação não devem ser sobrecarregarregadas com muitas atividades. Além disso, é fundamental que os pais sempre escutem o que eles dizem.

“Que tenham momentos de interação com outras crianças, lembrando sempre que eles também são crianças antes de mais nada”, afirma.

Menino de 8 anos é aprovado em universidade na Bélgica

0

(Foto: Prefeitura de Muriaé/Divulgação)

Garoto ainda não decidiu onde cursará o ensino superior, mas diz que deve ser algum curso relacionado à matemática.

Publicado no G1 [via BBC Brasil]

m menino belga se formou no ensino médio e foi aprovado em universidades aos 8 anos – idade que deveria estar cursando a segunda série do ensino fundamental. O garoto conseguiu a façanha depois de completar 6 anos de estudo em apenas um ano e meio, concluídos graças a aulas particulares.

Laurent Simons, cujo pai é belga e sua mãe holandesa, tem um QI de 145, de acordo com seus pais, e pegou seu diploma em meio a uma turma de estudantes de 18 anos. Na Bélgica, segundo a imprensa local, 2,5% da população é considerada de alto potencial com um QI de 130 ou mais.

Em entrevista à rádio RTBF, da Bélgica, Laurent disse que sua matéria favorita é matemática “porque é muito vasta, com estatística, geometria, álgebra”.

Laureny já foi sondado por diversas universidades, segundo seu pai Alexander. “Ainda estamos no processo de nos orientar. Recebemos muitas ofertas, inclusive do exterior”, afirmou.

O garoto, porém, ainda não escolheu uma instituição. Ele vai aproveitar os dois meses de férias escolares para definir seu futuro e descansar.

Tédio na escola

O pai do menino contou que o filho até insistia em brincar com outras crianças quando era mais novo, mas não se interessava pelos brinquedos.

O próprio garoto afirmou que ficava entediado em sala de aula. “Às vezes, os outros alunos demoravam muito para responder, então eu respondia por eles”, disse ele a jornalistas durante sua primeira coletiva de imprensa.

Laurent disse que considerou se tornar um cirurgião e um astronauta, mas agora estava pensando em mergulhar no universo dos computadores.

“Se ele decidisse que amanhã seria um carpinteiro, isso não seria um problema para nós, contanto que ele estivesse feliz”, disse o pai.

Menino de 9 anos usa sua mesada para comprar livros para detentos

0

“Se essas pessoas começarem a ler, vão ocupar a mente”

Publicado no Razões para Acreditar

Diferente da maioria das crianças de sua idade, que, geralmente, usam sua mesada para comprar doces ou mesmo um brinquedo, o menino Tyler Fugett, do Tennessee, nos Estados Unidos, usa o dinheirinho que ganha dos pais mensalmente para comprar livros e doá-los para a biblioteca de uma prisão.

Assim que ganha sua mesada, Tyler vai a uma das livrarias do Condado de Montgomery, onde mora, e compra os livros que já tem destino certo. Os títulos não são para crianças, mas para os presos que estão cumprindo pena no presídio do Condado.

“Quando estou com maus pensamentos, gosto de ler para espantá-los. Se essas pessoas começarem a ler, vão ocupar a mente e também não terão tempo de pensar em coisas ruins”, disse Tyler em entrevista a ABC News, demonstrando uma maturidade de encher os olhos.

 

A biblioteca é extremamente importante no processo de reabilitação dos detentos. Lá, os presos aprimoram suas habilidades de leitura e escrita. Diversos estudos já comprovaram que a educação ajuda a reduzir a taxa de retorno às prisões. Ou seja, o gesto de Tyler tem um impacto real na vida dessas pessoas!

Mas, Tyler não pretende parar por aí. Ele planeja doar livros, comprados com o dinheiro da sua mesada, para hospitais, abrigos e centros de acolhimento de veteranos de guerras.

Graças a Tyler, a cadeia do Condado de Montgomery possui cerca de 100 títulos. A mãe acredita que o menino tomou essa iniciativa porque ele tem um parente que já ficou presou por um tempo. Porém, isso é o menos importante: o que importa mesmo é que Tyler está apenas começando…

Fotos: Montgomery County Sheriff’s Office

Policiais compram material escolar para menino que achou mochila no lixo em GO

0
Soldados deram "kit" a menino que procurava material escolar no lixo em Rio Verde (GO)

Soldados deram “kit” a menino que procurava material escolar no lixo em Rio Verde (GO)

 

Jéssica Nascimento no UOL

Dois soldados da Polícia Militar de Rio Verde, no interior de Goiás, estavam em serviço de radiopatrulha quando encontraram um menino removendo o lixo em busca de material escolar em frente a uma empresa que compra sucata. Denilton Souza, 28, e Paulo Henrique Aires, 27, foram surpreendidos com a alegria de Gabriel, de apenas seis anos, ao encontrar uma mochila azul rasgada. Emocionados, decidiram fazer uma surpresa ao garoto e compraram roupas, um par de tênis e diversos objetos para a escola.

No kit presenteado pelos PMs, estava um par de tênis

No kit presenteado pelos PMs, estava um par de tênis

Na última segunda-feira (16), por volta das 8h, Gabriel fazia companhia para a avó, Zilda Silva, que aguardava uma empresa que compra materiais recicláveis – já que a renda da família vem de lá. Após encontrar o garoto, a surpresa dos PMs ocorreu no mesmo dia: no começo da noite, a dupla foi até a casa da família entregar os materiais escolares.

A solidariedade dos profissionais começou com uma pergunta do soldado Denilton Souza. Curioso. Ele questionou a criança o que faria com a mochila, que já estava destruída.

O Gabriel me disse que ia estudar. Quando abri a mochila, havia um tênis velho, sem cadarço e com a numeração abaixo do pé dele.”

O policial conta que ficou emocionado com o garoto por lembrar as dificuldades que passou na infância. Desde os sete anos, Denilton vendia jujuba, picolé e até engraxava sapatos para comprar cadernos e livros para a escola. “Eu não vim de uma família rica, né? Então sempre soube que estudar era minha única opção e ser policial sempre foi meu sonho. Em frações de segundos, segurando a mochila, foi possível recordar de tudo isso”, disse ao UOL.

Em uma visita ao comércio da região, os policiais conseguiram arrecadar lápis de cores, canetinha, apontador, tesoura, régua e cola. Além disso, os soldados também doaram uma caminhonete de brinquedo com a caracterização da Polícia Militar. A surpresa só foi possível com a ajuda de comerciantes na região que doaram vários materiais.

Gabriel posa com "kit" ganho de policiais

Gabriel posa com “kit” ganho de policiais

“Ficamos muito felizes em ver os brilhos nos olhos do Gabriel ao receber todos os presentes e sem dúvida foi muito gratificante em saber que ajudamos uma pessoa tão importante. Com certeza mudamos algo para o futuro dele”, disse Paulo Henrique. Segundo a avó, as aulas de Gabriel iriam começar na próxima semana e ele só tinha um apontador de lápis que havia ganhado de uma vizinha.

“Agradeço muito aos policiais militares. Felizmente, meu neto vai conseguir estudar com dignidade. Ficamos muito emocionados, principalmente o Gabriel que é encantado com a PM”, disse a avó.

O garoto estuda no segundo ano do colégio público “Dona Gercina”, dedicado a alunos especiais. O menino é hiperativo e toma medicação controlada.

Menino de 7 anos lê 88 livros em 2016: ‘a gente conhece um novo mundo’

0
Cadu é acostumado a ler desde os quatro anos de idade (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Cadu é acostumado a ler desde os quatro anos de idade (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

 

Morador de Palmas, Carlos Eduardo lê desde os quatro anos.
Ele também já escreveu quatro obras, que ainda não foram publicadas.

Publicado no G1

Um menino de 7 anos, morador de Palmas, conseguiu ler 88 livros só este ano. Carlos Eduardo, o Cadu, como gosta de ser chamado, lê desde os quatro anos. O amor pelos livros nasceu dentro de casa, já que a mãe Dark Luzia dos Santos também é apaixonada pela leitura. (Veja o vídeo)

“A gente pode rir de novas piadas, tem novas aventuras. A gente conhece um novo mundo na leitura”, diz o menino.

No decorrer do ano, a mãe anotou todas as obras lidas pelo filho. Ao final, ela se impressionou com a quantidade.

Carlos Eduardo leu 88 livros só este ano (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Carlos Eduardo leu 88 livros só este ano
(Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

“O objetivo não era contabilizar os livros, não tínhamos esse interesse. A escola cobrava uma ficha literária, que eu fui preenchendo. Quando eu me assustei já tinham seis fichas preenchidas. Eu fui contar aí fui entender que ele tinha lido esse tanto de livro”, relatou Dark.

De tanto se dedicar, Cadu decidiu que era hora de colocar as próprias ideias no papel. Ele já escreveu quatro livros. Por enquanto, é só um esboço. “Minha mãe teve a ideia de eu escrever livros. Eu me inspirei e gostei da ideia”.

Apesar de as histórias do filho ainda não terem sido publicadas, a mãe comemora o avanço. “Muito orgulhosa porque quando eu tinha o dobro da idade dele, eu fiz um livro de poesia. Eu tinha o sonho de escrever e acabei não desenvolvendo isso. Vendo o Carlos Eduardo, para mim é como se eu estivesse me realizando”.

Longe de chegar à faculdade, Cadu já sabe o que quer para o futuro. “[Quero ser] doutor e pastor. Doutor em tirar nenem da barriga. Escritor eu já sou”, conclui sorrindo.

Go to Top