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Uma aula de inclusão racial com um menino de 10 anos

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“É importante mostrar a realidade a partir do ponto de vista do próprio negro”. Menino de dez anos surpreende e dá aula sobre inclusão e integração racial

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Publicado por Pragmatismo Político

O Projeto Leituraço, realizado desde o último dia 3 pela Secretaria Municipal de Educação de São Paulo, propôs maior reflexão para a sociedade a respeito de suas raízes, neste mês em que se comemora o Dia da Consciência Negra (20) em alguns municípios. Até amanhã (14), quando termina o projeto, 800 mil alunos de 1.462 escolas de educação infantil e de ensinos fundamental e médio terão realizado leituras simultâneas de obras africanas e afro-brasileiras.

A reportagem da TVT, em visita ao CEU Vila Curuçá, na zona leste da cidade, conversou com Gustavo Gomes da Silva, de 10 anos, que deu uma aula sobre cidadania. Veloz e consciente nos argumentos, o garoto da 5ª série do fundamental, falou sobre a importância de se conhecer a cultura afrobrasileira para combater o racismo.

“Se eu sou mesmo afrodescendente, eu quero saber as histórias da África, porque mesmo que não apareça a moral, como nas fábulas, elas têm uma moral escondida que você aprende.” Para Gustavo, os heróis negros desses contos ajudam as pessoas a respeitar os outros, ensinam que ninguém vive sozinho, isolado. “São todos em conjunto para combater o preconceito, a fome.”

Gustavo defende o debate proposto pelo Leituraço, já que “sempre haverá alguém racista”. “É importante mostrar a realidade a partir do ponto de vista do próprio negro”, defendeu.

Vídeo:

Menino lança livro de poemas aos nove anos e bate recorde

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menino lença livro de poemas e bate recorde

Publicado no Tribuna do Norte

João Victor Guimarães entra para o RankBrasil em 2014 como o Mais jovem a lançar livro de poemas no país. ‘O Recanto das Borboletas’ foi produzido pela Editora Friends em abril de 2013, sendo que na época o menino tinha nove anos e dois meses.

Lançado através das editoras nacionais Bookess, Agbook e também pela Bubok de Portugal, ambas plataformas de publicação gratuita e sob demanda. A obra é a primeira escrita pelo garoto, que quando começou tinha apenas oito anos.

Segundo o recordista, o ‘Recanto das Borboletas’ é baseado em um sonho que ele teve com uma tia já falecida. “O livro é sobre este lugar onde minha tia Iolanda habita. Alguns chamam de céu e outros de paraíso. O texto nos transmite para o outro lado da vida, ao encontro do amor de Deus e nossos queridos que já se foram”, explica.

De acordo com Rozely Guimarães, mãe de João Victor, a habilidade do filho com as letras foi descoberta por acaso. “Após a morte da minha irmã, pedi para ele escrever sobre seus sentimentos. Desta forma percebi: o português dele era quase perfeito e a combinação das palavras formava poemas ou possuía fundos poéticos. Decidi passar os textos para uma amiga escritora”.

Recorde

Assim como acontece nas fábulas literárias, uma fada madrinha surgiu na vida do jovem poeta. Mara Ivanovic revisou e editou o livro voluntariamente. Depois disso, fez com que fosse publicado.

Para ela, o recorde brasileiro é motivo de muita alegria. “Feliz seria pouco para descrever o que sinto. O exemplo da conquista dele junto a outras crianças e até adolescentes representará um ganho para o país de valor inestimável”.

Ainda de acordo com Mara, o próximo passo é tentar expor a obra do jovem no Salão Internacional de Livros em Genebra, na Suíça, em 2015.

Prodígio

Nascido em Osasco (SP), o recordista de 10 anos está na quinta série do ensino fundamental. O garoto atualmente vive na cidade de Garanhuns (PE). Ele gosta de ler, pratica natação, faz aulas de inglês e como toda criança é fã de jogos de videogame.

Escritor há dois anos, João Victor afirma possuir um romance quase terminado e várias poesias prontas. O menino não pretende parar de escrever, mas também deseja se tornar médico.

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Os lançamentos literários e o que escritores preparam para o ano

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Lya Luft deve lançar em março "O Tempo É um Rio que Corre" Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS

Lya Luft deve lançar em março “O Tempo É um Rio que Corre” Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS

Ensaios, romances de tons pop, continuações e uma boa leva de livros dedicados aos jovens são alguns dos destaques

Publicado no Zero Hora

O Segundo Caderno garimpou as novidades e os lançamentos que escritores gaúchos prometem para 2014:

LYA LUFT
> A autora volta ao ensaio literário e confessional, gênero no qual se tornou best-seller nacional com Perdas & Ganhos (1999). O novo livro, com previsão de lançamento em março, chama-se O Tempo É um Rio que Corre e aborda, em uma prosa que se dirige diretamente ao leitor, a finitude, o envelhecimento e a aceitação das mudanças provocadas pela passagem do tempo. Trabalha ainda com dois projetos para este ano, sem data definida: uma antologia de poemas e o quarto livro de sua série infantil, A Bruxa Boa e o Bosque Divertido.

 

MAX MALLMANN
> Deve lançar em março As Mil Mortes de César, continuação da aventura histórica iniciada com O Centésimo em Roma (2010). No primeiro século da era Cristã, o protagonista, o militar Desiderius Dolens, depois de ascender a cavaleiro no livro anterior, cai em desgraça com a derrota de Otho, o imperador a quem servia, em uma guerra civil. Ele precisa conquistar, então, os favores de um novo candidato a César.

 

CÍNTIA LACROIX
> Autora finalista do Prêmio São Paulo de Literatura em 2010 com seu livro de estreia, Sanga Menor, Cíntia Lacroix publica em abril seu segundo romance, intitulado Tarantata, que narra a história de uma família do sul da Itália atingida por uma maldição ancestral quando a caçula é picada por uma tarântula e começa a apresentar sinais de tarantismo, uma espécie de loucura transmitida pela picada do aracnídeo.

 

FABRÍCIO CARPINEJAR
> Apresenta em abril um volume de crônicas inéditas em livro, Me Ajude a Chorar. Também está trabalhando em seu primeiro livro de poemas em sete anos (o último havia sido Meu Filho, Minha Filha, de 2007). Na obra, composta de um único longo poema, o poeta se imagina morto e reflete sobre o que deixará para trás e quem será sua viúva.

 

LETICIA WIERZCHOWSKI
> Tem programado para este ano o lançamento de duas obras infantis, em parceria com o artista gaúcho Cado Botega, responsável pelas ilustrações. Os dois volumes, Come Menino e Dorme Menino, brincam com a atribulação mais frequente dos pais de crianças novas: fazer com que seus filhos comam e durmam na hora certa.

 

CHARLES KIEFER
> Tem prevista já para janeiro a quarta edição de seu livro de contos Um Outro Olhar, que recebeu o Prêmio Jabuti e o Prêmio Afonso Arinos, da Academia Brasileira de Letras, em 1993. Para o segundo semestre, prepara a publicação de um novo, romance, Dia de Matar Porco, obra que retoma a temática violenta já explorada pelo autor em O Escorpião das Sextas-Feiras. O romance, de declarada inspiração freudiana, encena a morte de um pai na região de colonização alemã que é o pano de fundo recorrente do autor.

 

 

JANE TUTIKIAN
> Lança, no segundo semestre, um livro juvenil chamado Dani das Nuvens, sobre um aluno gente boa mas completamente desligado, que não consegue prestar atenção nos conteúdos de sala de aula. Trabalha também em um novo livro de contos, com conclusão prevista para julho, mas ainda sem data de publicação.

 

CAIO RITER
> Deve lançar no primeiro semestre: Futurações, um livro de poemas sobre temas da adolescência; Duas Vezes na Floresta Escura, narrativa juvenil sobre uma jovem que vai morar em uma cidade isolada e o infantil Maria e o seu Sorriso na Janela.

 

LUÍS DILL
> Prolífico, tem cinco novelas no forno. Final de Linha é ambientada no Trensurb. Na Companhia de Ágata narra uma aventura em Porto Alegre. Safári é um romance policial. Longe, Tão Perto é uma história infantil narrada por um personagem que ainda não nasceu. O Telephone trata de comunicação com o passado.

 

ANTÔNIO XERXENESKY
> Tem programado para maio seu novo romance, F para Welles – um capítulo da obra já havia sido antecipado na edição da revista Granta dedicada a autores brasileiros (2012). O romance, ambientado na cidade americana de Los Angeles, em 1985, narra a história de uma brasileira que se torna assassina de aluguel. Contratada para matar o cineasta Orson Welles, ela toma contato com a obra do autor e desenvolve uma fixação por seus filmes.

 

 

MARCELO BACKES
> Prevê para outubro a publicação de um novo romance, A Casa Cai. Na trama, que tangencia a história imobiliária do Rio, um homem recebe uma herança do pai recentemente falecido e decide reformar, com as próprias mãos, uma casa para sua mulher – em um processo que escava o passado do personagem e o do país.

 

REGINALDO PUJOL FILHO
> Dá os últimos retoques em um romance escrito durante uma temporada em Portugal. Com o título provisório de O Livro Acaba Aqui, a narrativa enfoca um professor angustiado tentando se adaptar a uma sociedade em um futuro próximo na qual o papel foi proibido. Deve sair em 2014, mas ainda não há data confirmada.

Resenha 10: Menino de ouro

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Alba Milena e Mari Dal Chico, no Psychobooks

Sinopse:

A família de Max não permitiria nenhum desvio na imagem perfeita que havia construído. Karen, a mãe, é uma advogada renomada, determinada a manter a fachada de boa mãe, esposa e profissional. Steve, o pai, é o exemplo do chefe de família presente em sua comunidade, favorito a um importante cargo público. O ponto fora da curva é Daniel, o caçula, que, para os padrões da família Walker, é “estranho”: não é carinhoso, inteligente ou perfeito como Max. Melhor aluno da escola, capitão do time de futebol, atlético, simpático, sucesso entre as garotas: Max, o primogênito, é o menino de ouro. Ninguém poderia dizer que sua vida não é perfeitamente normal. Ninguém poderia dizer que Max esconde um segredo.

Comentários

Expectativa x Realidade

A gente esperou muito por esse lançamento. Desde o release que recebemos da Globo Livros apresentando a obra da autora Abigail Tarttelin estávamos loucas pela leitura.

Às vezes a expectativa e a realidade são como água e óleo: não se misturam.

Às vezes elas vivem um lindo caso de amor. Almas gêmeas, mesmo.

Menino de ouro“, para nosso deleite, se encaixou no segundo caso.

Enredo: conhecendo Max

Max é um garoto prestes a completar 16 anos. Max é diferente, e vamos conhecendo suas diferenças – e entendendo como ele lida com elas – no decorrer do enredo. Ele é calmo, um filho obediente, um irmão atencioso, um ótimo aluno e esportista. Superchegado aos amigos e supernamorador. Esse é Max, um “menino de ouro”. Um garoto perfeito.

Por trás dessa fachada perfeita, Max e sua família escondem um segredo: Max é intersexual,  e um acontecimento chocante trará à tona perguntas e situações que farão com que o garoto enfrente as verdades sobre ele e como quer se enxergar e viver a partir de agora.

Narrativa e desenrolar do enredo

A narrativa corre por meio de visões. Enxergamos os acontecimentos através dos olhos de 6 narradores. Max; Karen, a mãe de Max; Sylvie, uma garota da escola de Max; Daniel, irmão caçula de Max; Archie, médica de um clínica que atende Max; e um personagem surpresa, no final do livro.

Em alguns livros, essa quantidade de narradores pode ser confusa, no caso de Menino de Ouro, é importante saber como cada personagem está se sentindo e lidando com a situação. No começo da leitura, fiquei um pouco perdida e esquecia quem era quem, o problema foi resolvido em poucas páginas quando eu me afeiçoei a cada um deles.

O enredo cresce por meio das ações de Max e do que isso vai gerando nas pessoas que o rodeiam.

O amadurecimento dos personagens e crescimento do enredo é feito gradualmente, com elementos críveis, que deixa a leitura acelerada e instigante.

Há uma ruptura logo no começo do livro. Um acontecimento que coloca todas as certezas de Max à prova. Seu amadurecimento e autoconhecimento são provenientes desse fato. O enredo é divido em três partes, cada uma delas acrescenta um novo acontecimento e um novo modo de lidar com a intersexualidade do protagonista. A fluência da escrita é absurda e a enredo prende tanto que é impossível largar a história.

Essa ruptura acontece por volta da página 21, não seria spoiler se contássemos para vocês, mas não queremos estragar a sensação de ‘choque’ ao ler essa passagem, que é um soco na boca do estômago, incomoda; enquanto eu lia, ficava pensando em como aquilo poderia estar acontecendo e acredito que alguns leitores irão ficar com os olhos cheios d’água.

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Abigail Tarttelin ousou DEMAIS nesse livro. Poderia ter se contentado com o tema central proposto, a intersexualidade do garoto, mas foi além e acrescentou inúmeras camadas ao seu texto. Durante a narrativa, o personagem fica dividido entre a fina casca que todos conhecem e admiram e seu verdadeiro eu, com dúvidas e questões não muito bem-compreendidas por ele por falta de informações.

A ousadia da autora foi o que mais me conquistou, jogar uma cena forte enquanto ainda apresenta os personagens foi muito corajoso da parte dela e, felizmente, funcionou muito bem. Essas camadas de enredo e a construção de personagens, deixam a sensação de uma história tridimensional, onde o leitor é capaz de acreditar que tudo poderia ter sido baseado em um fato real e não apenas fruto da mente imaginativa da autora.

O contraponto dessas duas camadas entre o Max que todos conhecem e o Max  como realmente É, é o segredo para o livro ser tão perturbador e mágico. O personagem e as pessoas que o cercam, questionam o tempo todo suas próprias consciências acerca dessas diferenças e como elas afetam a vida do protagonista e suas próprias. Essa verdade crua que a autora resolveu trilhar é a culpada pela verossimilhança incrível do livro. Os personagens não têm vergonha de seus pensamentos e não escondem nada do leitor.

Durante boa parte da leitura, me questionei sobre decisões tomadas pelos pais de Max quando ele nasceu e os motivos para terem recuado ou imposto alguma coisa. Juntando todas as peças, percebi a verdadeira intenção da autora: a necessidade de apresentar verdadeiramente o assunto, sem barreiras.

Max pode ser o centro do enredo, mas os outros personagens são igualmente importantes. Daniel, irmão caçula de Max, é um garoto encantador, muitas vezes incompreendido e até mesmo um pouco negligenciado nos deixa de boca aberta com seu discurso  para o irmão no final do livro. Sylvie, amiga de Max, chega de mansinho e vai ganhando importância com sua personalidade e atitudes. Até mesmo a médica, Dra. Archie, tem importância fundamental na história.

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Vale a pena, meninas?

Muito, muito, muito! Não conhecia nada sobre intersexualidade e suas consequências físicas e psicológicas. A autora soube me informar tudo isso por meio de um narrativa de ficção profunda e tocante. Todos os personagens são ricos, a história é maravilhosa e o final é simplesmente perfeito.

Super-recomendo.

Menino de Ouro é um livro que engana à primeira vista, por ter um personagem central com 16 anos, pode deixar alguns leitores receosos, mas não tenham medo, esse livro é forte, profundo, tocante e – ainda que com uma linguagem simples -, incrivelmente bem escrito. Leitura mais que recomendada que já ganhou suas 5 estrelas logo na página 21.

Menino de Ouro

Enquanto isso, no Whatsapp…

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Alba

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Mari

 

Concurso Cultural Literário (27)

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A família de Max não permitiria nenhum desvio na imagem perfeita que havia construído. Karen, a mãe, é uma advogada renomada, determinada a manter a fachada de boa mãe, esposa e profissional. Steve, o pai, é o exemplo do chefe de família presente em sua comunidade, favorito a um importante cargo público. O ponto fora da curva é Daniel, o caçula, que, para os padrões da família Walker, é “estranho”: não é carinhoso, inteligente ou perfeito como Max.

Melhor aluno da escola, capitão do time de futebol, atlético, simpático, sucesso entre as garotas: Max, o primogênito, é o menino de ouro. Ninguém poderia dizer que sua vida não é perfeitamente normal. Ninguém poderia dizer que Max esconde um segredo. Ele é diferente, especial. Max é intersexual: nasceu com os dois conjuntos de cromossomos, XX e XY e, portanto, é menino e menina. Ou nenhum dos dois.

É a partir do olhar de cada pessoa que orbita a vida de Max que a autora Abigail Tarttelin compõe a sua narrativa em Menino de Ouro. Cada uma das personagens esboça seu dia a dia, suas inseguranças e conquistas, e, principalmente, seu relacionamento com Max.

Apesar da dimensão de seu segredo, Max parece à vontade com sua vida. Seus questionamentos sobre sexo, relacionamentos e até sobre rejeição são tantos quanto um adolescente de 15 anos poderia ter. O cenário muda drasticamente quando Hunter, seu melhor amigo desde a infância, volta do passado e abusa de sua confiança da pior maneira que poderia.

Max se vê forçado a explorar seu segredo radicalmente, e percebe que muito mais foi escondido desde o seu nascimento. Por que sua família nunca conversou sobre suas opções? Quais eram elas? Como seria seu futuro? Como os outros lidariam com ele agora: seus amigos, seus parentes… Sua namorada? Quem é Max, realmente?

Em seu romance de estreia, Abigail Tarttelin trata de forma sensível, mas direta, as questões da identidade e do que consideramos “ser normal”. A autora traz à tona questionamentos sobre até que ponto o gênero sexual define uma pessoa e suas relações, por dentro e por fora.

“Emocionante e maravilhosamente escrito… Uma exploração corajosa e profunda da identidade social e sexual”
– Sahar Delijani, autora de Filhos do Jacarandá

“Tarttelin descreve de modo sensível a maneira como uma criança intersexuada lida com as elevadas emoções da adolescência.”
– Entertainment Weekly

“Corajoso e intenso”
– Publishers Weekly

“Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito”, disse o físico Albert Einstein. Para você, esta nova geração é menos preconceituosa ou não que as anteriores?

Registre sua opinião na área de comentários, usando no máximo 4 linhas. Todos os que participarem dessa reflexão coletiva vão concorrer a 3 exemplares de “Menino de ouro“.

Caso use o Facebook para participar, por favor deixe um e-mail de contato no post.

O resultado será divulgado dia 11/11 às 17h30 neste post e também no perfil do Twitter @livrosepessoas.

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Parabéns aos ganhadores: Leandro de Matos, Olívia Meireles e Simone.

Por gentileza enviar seus dados completos para [email protected] em até 48 horas.

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