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Universidade cria exercício que testa o seu grau de concentração; confira

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publicado no Catraca Livre

A professora Nilli Lavie, do Instituto de Neurociência Cognitiva da Universidade College London, no Reino Unido, desenvolveu um teste que pode indicar o seu grau de concentração. Na imagem abaixo, você vai notar que há duas letras O escondidas entre as letras Q. Tente achá-las:

teste_concentracao

Quantos minutos ou segundos você levou para encontra-las? De acordo com o experimento se você demorou muito, ou se nem visualizou, seu poder de concentração não é muito bom. Em casos mais extremos, você pode apresentar Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH).

O estudo de Nilli constatou que, assim como em pessoas que não conseguem diferenciar sentimentos ou características da personalidade, a distração pode ser um traço cognitivo que todos temos (em menor ou maior grau).

“Concluímos que a distração é um traço que já está presente durante a infância e leva pessoas a sofrer lapsos de atenção durante toda a vida adulta”, explica a professora, de acordo com reportagem da BBC.

Enem: Candidato faz mais de mil pontos e tem maior nota da história; entenda

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Publicado em UOL

Um candidato tirou 1.008,3 pontos na disciplina de matemática e cravou a maior nota da história do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). Mas é possível fazer mais de mil pontos? Sim, uma vez que não existe uma nota máxima por disciplina, como acontece com redação; entenda.

O Enem utiliza uma metodologia chamada TRI (Teoria de Resposta ao Item), modelo estatístico que permite que diferentes edições da prova sejam comparáveis. Na TRI, leva-se em conta para o cálculo da nota não apenas o número de acertos do candidato, mas o nível de dificuldade de cada item. Na TRI, leva-se em conta a coerência das respostas do participante diante do conjunto das questões que formam a prova. Por isso, o número de acertos não tem correspondência direta com a pontuação final.

“As pessoas talvez não estejam entendendo muito bem a nota passar de mil, mas elas nunca estranharam a nota não chegar a zero”, comenta Marcello Menezes, professor de matemática QI Vestibulares.

Se você erra uma questão fácil e acerta uma difícil, o exercício difícil, que teria um valor alto, passa a ter um menor. “Isso é feito com um conjunto de questões fáceis, medianas e difíceis”, diz Menezes. Por conta da TRI, não é possível afirmar nem sequer se o candidato que tirou mais de mil em matemática tenha acertado todas as questões.

“Não necessariamente se você acertar as 45 tira nota mil, nem se errar todas tira nota zero. Trata-se de um cálculo matemático de alto nível. Você está sendo comparando com outras pessoas.”

Matemática conteudista

O diferencial em matemática, segundo o professor, é que a discrepância entre quem sabe muito e quem sabe pouco sobre a disciplina é “gritante” no Enem — neste ano, a matéria também teve a menor nota entre as provas: 280,2 pontos.

Anualmente, a diferença entre as notas máximas de linguagens e códigos e matemática aumenta. “A prova de matemática, historicamente, sempre teve a maior nota. E, quanto mais conteudista é a prova, mais distante fica a diferença entre a maior e a menor nota”, avalia.

O professor Marcello Menezes acredita que o resultado histórico aconteceu porque mais pessoas compreenderam a importância da matemática para passar no vestibular. “Matemática é a disciplina que mais reprova no Enem. Se o aluno tenta uma vaga em medicina, ele sabe que precisa dela”, diz. “O aluno que tira uma nota maior nela larga na frente.”

Canadá é o país mais barato para graduação no exterior, diz estudo

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Valor médio de uma faculdade de quatro anos na nação da América do Norte é de U$ 109.314, 34% menor do que nos Estados Unidos

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Isabela Palhares, em Estadão

O Canadá é o país com o menor custo estudantes brasileiros que querem cursas a graduação em outro país, segundo estudo divulgado nesta quarta-feira, 9, pelo banco HSBC. Cursar uma faculdade de quatro anos no Canadá custa, em média, U$ 109.314, o valor é 34% menor do que o custo médio de uma graduação nos Estados Unidos, de U$ 165.231.

O valor calculado na pesquisa inclui os custos com os estudos e o custo de vida no país (moradia, alimentação e transporte). Depois dos Estados Unidos, os países com custo médio de graduação mais caros são os Emirados Árabes (U$ 148.788), Hong Kong (U$ 139.756) e Austrália (U$ 133.272).

O estudo apontou ainda que o Canadá é o país com o maior índice de empregabilidade. O dado foi calculado com base nas universidades que oferecem melhores perspectivas de emprego considerando onde estudaram os CEOs (diretores executivos) das 2 mil maiores empresas públicas do mundo. Os Estados Unidos são o segundo colocado neste índice, seguido por Singapura e Reino Unido.

O estudo faz parte da pesquisa “O valor da Educação” realizada pelo HSBC entre os meses de março e abril deste ano. No total, foram entrevistados 5.550 pais em 16 países.

A pesquisa mostrou ainda que 76% dos entrevistados consideram enviar seus filhos para estudar no exterior. No Brasil, os pais disseram que estão dispostos a pagar 28% a mais do que gastariam no Brasil para pagar os estudos dos filhos fora do país. A média global foi de 36%.

Após ser agredida em sala de aula, professora de Santos (SP) desiste da carreira

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Com o olho machucado, professora mostra agressão

Com o olho machucado, professora mostra agressão

Bruno Lima, no A Tribuna

“Não volto mais para a sala de aula. Antes que a situação piore e a minha saúde fique mais abalada eu prefiro abandonar a profissão”. O depoimento é de uma professora de 39 anos, que agredida por um aluno de 13 anos dentro da escola, afirma estar arrependida da carreira que escolheu.

A violência aconteceu na tarde de sexta-feira(19), dentro da Escola Estadual Zulmira Campos, no Castelo, na Zona Noroeste de Santos. Na ocasião, outra professora também foi agredida pelo mesmo aluno.

Ainda com lesões no corpo e na alma, ela, que por insegurança prefere não revelar seu nome, contou como foram as agressões que sofreu e a difícil decisão de parar de lecionar.

A vítima foi agredida com socos pelo estudante, enquanto conduzia uma fila de alunos ao pátio para o recreio. “Nós não temos autorização para liberar os estudantes. Organizei as filas de meninos e meninas e descemos uma das escadarias do colégio. Quando cheguei ao térreo fui empurrada por ele (o aluno infrator, que não pertencia à turma guiada por ela)”, contou.

Após ser empurrada, a professora esticou o braço e impediu a passagem do garoto. Até então, ela achava que poderia ser um dos alunos dela. Veio então o segundo tranco. “O empurrão me fez dar três passos para a frente. Ele correu e fui atrás, mas não tive tempo de falar nada. Ao inclinar o corpo, recebi os socos no rosto”.

Assim que constatou o ocorrido, uma professora mediadora – que avalia o comportamento dos alunos durante as aulas – tentou segurar o estudante e também foi agredida com socos e chutes.

“Fiquei muito nervosa e fui levada para a sala dos professores. Lá, desmaiei”. Uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada para atender a vítima, que teve uma crise hipertensiva.

Diju e reunião

Acionada, a Polícia Militar compareceu ao colégio, assim como a mãe e a avó do estudante. “A avó dele dizia para a PM: ‘Pode levar’. A mãe alegava que ele tinha sido agredido, mas não apresentou as lesões”. O caso foi registrado na Delegacia da Infância e Juventude (Diju) de Santos pelo delegado Rubens Nunes Paes.

De acordo com informações apuradas pela reportagem, o mesmo aluno que agrediu as duas mulheres na sexta-feira já havia tido problemas com outra professora anteriormente. Porém, naquela ocasião, não houve registro de boletim de ocorrência.

Ainda com o rosto inchado, a professora compareceu ao Instituto Médico Legal (IML) de Santos na manhã de ontem e foi submetida a exame de corpo de delito. “Estou jogando a minha carreira no lixo. Foram mais de dez anos de estudos e 14 de profissão. Amanhã (hoje) tenho uma reunião com o representante da Secretaria da Educação do Estado e vou comunicar que não volto mais. Não tenho certeza de que vou sair de casa para trabalhar e voltar bem”, concluiu a docente.

Procurada, a Diretoria Regional de Ensino de Santos, vinculada a Secretaria da Educação do Estado, informou que uma apuração preliminar foi aberta para apurar a conduta de todos os envolvidos no episódio.

Segundo o órgão, o Conselho do Zulmira Campos irá se reunir nos próximos dias para discutir a transferência do aluno, que está suspenso das aulas desde o ocorrido.

Dica do Fernando Costa de Paula

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