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Posts tagged mestre do suspense

Milionários da literatura mundial

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US$ 1 bi de patrimônio tem J.K. Rowling. Foto: Justin Tallis/AFP

Brasileiro Paulo Coelho aparece na segunda colocação, com fortuna de US$ 500 milhões

Publicado em O Tempo

É para poucos, mas o universo da literatura pode, sim, transformar autores em grandes celebridades internacionais, alavancar suas carreiras e, naturalmente, encher os cofres de um seleto grupo de escritores ao redor do mundo.

Com base na fortuna gerada pelos best-sellers de renomados autores, o site Boa Finança apresentou um levantamento dos escritores mais ricos do planeta e seus patrimônios.

U$$ 500 milhões é a fortuna de Paulo Coelho.
Foto: Guido Montani/AFP

Autora da saga “Harry Potter”, a britânica J.K. Rowling ocupa a primeira colocação do ranking, com patrimônio estimado em US$ 1 bilhão. Na segunda colocação, o brasileiro Paulo Coelho tem em seus cofres uma fortuna estimada em US$ 500 milhões. Autor de “O Alquimista”, o livro brasileiro mais vendido da história e traduzido para mais de 80 idiomas, Coelho terá duas obras de sua autoria adaptadas para o cinema em breve.

US$ 400 milhões nos cofres de Stephen KingFoto: Scott Eisen/AFP

Considerado o mestre do suspense, Stephen King, autor de clássicos como “O Iluminado”, surge na terceira colocação, com um patrimônio de US$ 400 milhões. A lista ainda conta com autores como James Patterson, Danielle Steel, Nora Roberts e Tom Clancy.

O curioso é que, apesar de a lista trazer os sete escritores mais ricos do mundo, apenas a obra “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, de J.K. Rowling, aparece no top 10 dos livros mais vendidos do mundo, ocupando a sexta colocação.

Outras fortunas

US$ 390 milhões já faturou James Patterson.

US$ 350 milhões tem a autora Danielle Steel.

US$ 340 milhões é o patrimônio de Nora Roberts.

A influência de Edgar Allan Poe em Tim Burton

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Tim Burton

Amanda Leonardi, no Conexão Literatura

Poe, Poe, Poe. Há algo de Poe por todo o mundo. Em quase tudo que há de sombrio nos dias de hoje, há algum toque do imortal Edgar Allan Poe, o poeta do macabro, autor do Corvo, do Coração denunciador, O gato preto e muitos outros clássicos. Claro que Poe não foi um autor exclusivamente de terror, pois ele também escreveu muitos ensaios, resenha, contos de ficção científica, investigação e até comédia de humor negro, além de sua escrita ter sido praticamente a base do que se conhece por conto nos dias de hoje; no entanto, aqui neste texto, o foco é o lado mais famoso de Poe – seu lado das sombras, pois foi principalmente este aspecto do escritor que influenciou o peculiar e consagrado diretor Tim Burton.

Os filmes de Burton sempre trazem universos macabros, em que o mundo dos mortos é sempre mais vivo e mais interessante do que o dos vivos e, por mais mórbidos que sejam esses mundos de Burton, eles geralmente tem um toque de inocência, o que os toda apropriados para o público. O diretor mostra criaturas mortas dançando ou brincando de tirar a própria cabeça fora para recitar Shakespeare no Halloween, crianças revivendo animais em estilo Frankenstein e até mesmo o assassinato de uma jovem noiva. Tudo narrado com imagens surreais e sombrias, refletindo um estilo único do diretor, cheio de listras, espirais e casas com arquiteturas nada convencionais. Toda essa atmosfera sombria e obsessão por narrativas macabras já mostram uma certa influência do mestre do macabro, mas tudo isso poderia ser até considerado coincidência, não fosse pelo curta Vincent, um dos primeiros trabalhos de Burton, em que vemos o quão forte é a influência de Poe na formação do estilo do diretor.

O curta de 1982, narrado por Vincent Price, conta a história de um menino obcecado pelas sombras, cujo autor preferido é, adivinhem quem? Edgar Allan Poe. Veja abaixo a imagem de uma das ilustrações de Burton que deram origem ao curta, e repare no nome escrito abaixo do quadro da mulher:

Edgar Allan Poe Tim Burton

Vincent era obcecado com sua imaginária Lenore, sua esposa que foi enterrada viva – mais uma ideia vinda direto dos contos de Poe. No final do curta, Price recita os versos finais do poema O Corvo.

A influência de Poe em Burton talvez tenha se dado, a princípio, de forma indireta, pois Burton sempre foi muito fã do ator Vincent Price – famoso principalmente por ter estrelado diversos filmes de terror da década de 60, muitos dos quais eram adaptações de obras de Edgar Allan Poe. Burton via os filmes, e talvez tenha conhecido Poe através dos filmes estrelados por Price, por isso o diretor herdou tanto o lado mais obscuro de Poe, representado e muitas vezes até aumentado pelos filmes da Hammer e da Universal, que o tornaram um ícone do cinema de terror.

Enfim, direta ou indiretamente, a influência de Poe na carreira de Burton é inegável e foi um fato importante para formar a identidade do diretor, que tanto se destaca com seus peculiares filmes.

Veja abaixo o curta Vincent, legendado, e veja por você mesmo os traços de Poe presentes na obra de Tim Burton.

Stephen King volta ao terror em novo romance

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‘Revival’ mostra reverendo que desenvolve poder de ressuscitar os mortos. Livro sai no Brasil em 2015

Stephen King em evento de divulgação de 'Doutor sono', continuação de 'O iluminado' - Francois Mori / AP

Stephen King em evento de divulgação de ‘Doutor sono’, continuação de ‘O iluminado’ – Francois Mori / AP

Breno Salvador em O Globo

RIO — Mestre do suspense, Stephen King não para de lançar novos livros. O autor de “O iluminado”, “Carrie, a estranha”, “À espera de um milagre” e a saga “A Torre Negra” agora lança nos EUA “Revival”, seu mais novo romance. Agora, ele retorna ao terror, gênero de alguns de seus livros mais conhecidos.

1Em “Revival”, que deve estrear no topo das listas dos mais vendidos (assim como os demais romances recentes de King), a história principal é dividida entre cerca de 50 anos. O garoto Jamie Morton e o reverendo Charles Jacobs criam uma relação profunda em 1962, quando se conhecem. O pastor usa um aparelho elétrico para curar doentes, e chega ao ponto em que consegue ressucitar os mortos — de onde nasce o suspense da história.

Como é de praxe, o romance se passa no estado do Maine, origem do autor e cenário de grande parte de seus livros. Segundo a Simon & Schuster, que publica o autor nos EUA, é a primeira vez nos últimos em que ele retoma o terror de “Carrie”, “O iluminado”, “A coisa” e outros clássicos.

Recentemente, King lançou mais um volume da saga “A Torre Negra”, a ação “Novembro de 63” (em que um professor volta ao tempo para impedir o assasinato de John F. Kennedy), o suspense fantástico “Doutor sono” (continuação de “O iluminado com um Danny Torrance crescido e dotado de poderes especiais) e os romances de crime “Joyland” e “Mr. Mercedes”.

Segundo o selo Suma de Letras, da Objetiva, “Revival” sai no Brasil em novembro do ano que vem. Outros lançamentos próximos são “Full dark, no stars”, uma coletânea de contos inéditos, “On writing”, ensaio sobre escrita e memórias do autor (ambos programados para abril) e “Joyland” (agosto).

King já lançou quase 60 romances, além de livros de contos e ensaios. Ele vendeu mais de 350 milhões de exemplares, no geral, e continua sendo adaptado para cinema e televisão.

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