Contando e Cantando (Volume 2)

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No Metrô Barra Funda, um Natal com livros

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Foto: Monica Bento/ Estadão

Foto: Monica Bento/ Estadão

 

Metroviário se vestirá de Papai Noel e vai distribuir livros na tarde desta quinta

Edison Veiga, no Estadão

O Natal chega mais cedo para usuários da estação Palmeiras-Barra Funda do Metrô. E vai ser com livros. A partir das 19h desta quinta (15), o metroviário Márcio Moura Lomeli, devidamente caracterizado como Papai Noel, vai distribuir 250 livros no mezanino da estação.

A ação faz parte do projeto Leitura no Vagão, criado pelo programador de softwares Fernando Tremonti.

Homem leva livros falsos para o metrô e filma reações

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Os livros não existem mas as reações são bem reais.

Publicado no Notícias ao Minuto

Os transportes públicos são um dos locais prediletos para a leitura. O comediante Scott Rogowsky aproveitou esta questão para nos dar a conhecer uma hilariante montagem.

Quem anda de transportes públicos já terá espreitado o que anda a ler o passageiro do lado ou até terá reparado que havia alguém a olhar para o que estava ler. Scott Rogowsky decidiu inventar capas de livros mirabolantes para filmar as reações de outros passageiros

Entre as opções inventadas estão obras que nunca viram a luz do dia, como ‘Mil lugares para ver antes de ser executado pelo ISIS’ ou ‘Se eu o tivesse feito’, um livro que tem na capa George W. Bush, antigo presidente dos Estados Unidos, e que conta com o subtítulo ‘Como é que eu teria feito o 11 de Setembro’.

Entre as mirabolantes capas inventadas pelo comediante Scott Rogowsky incluem-se ainda obras sobre técnicas para aumentar o tamanho do pénis, uma variação de uma famosa coleção de livros de apoio, neste caso sobre como cometer um homicídio sem ser apanhado, entre muitas outras.

Fique com o vídeo e as reações dos passageiros do metro de Nova Iorque.

5 tipos de leitores que você encontra no metrô

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Publicado no Blog do Galeno [via Tem Mais Gente Lendo]

A caminho do trabalho, da faculdade, da escola ou da consulta médica; o metrô é sempre uma ótima oportunidade de colocar a leitura em dia.

Abaixo, listamos 5 tipos de leitores que você provavelmente já encontrou no metrô:

O emotivo

Ao ler sobre a morte do Dumbledore em A Ordem da Fênix (ops, spoiler), ele não se contém e chora no meio da Linha Vermelha, às 7h da manhã. E você quer oferecer um lencinho para o pobre coitado que está soluçando ao seu lado e dizer: “eu te entendo”.

O Digital

Pode ser Simone de Beauvoir no Kindle, Machado de Assis no Kobo ou Ilíada no iPad. Ele carrega uns 150 títulos de livros em um só lugar. Já tem e-reader com aroma de livro?

O equilibrista

Ele segura mala, mochila, sacola, casaco, em horário de pico. Em pé ou sentado, ele sempre acha uma posição confortável para ler seu livro no metrô. Prioridades, gente, por favor.

O concentrado

Ele mergulha tanto na leitura, mas tanto que às vezes perde a estação que precisa descer. Cuidado, sempre preste atenção no vão entre o trem e a plataforma, ok?

O Andarilho

A caminhada entre a saída do trem e a porta da estação pode muito bem ser a oportunidade perfeita para terminar aquele capítulo importante. Ele anda e lê, lê e anda (às vezes para no meio do caminho). Sempre pare do lado direito da escada rolante, tá Sr. Andarilho? 😉

E você? Qual tipo de leitor você é no metrô?

Projeto de leitura no metrô faz um ano com mais de 1.300 livros doados

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 Projeto Leitura no Vagão fez um ano nesta quarta-feira (12) Reprodução/Facebook

Projeto Leitura no Vagão fez um ano nesta quarta-feira (12) Reprodução/Facebook

Criador do Leitura no Vagão quer mostrar que período no transporte “não é um tempo perdido”

Publicado no R7

Muitas pessoas acham que o período dentro do transporte público é um “tempo perdido”. Outras aproveitam para usar redes sociais e bater papo com os amigos. Porém, nem todos pensam assim. Com a ideia de transformar as viagens diárias em momentos para ler, Fernando Tremonti começou o projeto Leitura no Vagão, que comemorou um ano nesta quarta-feira (12).

Tremonti afirma que já foram doados mais de 1.300 exemplares para o projeto que deixa livros dentro dos vagões de metrô. “Viajando” pelas linhas, muitas pessoas podem ler o mesmo livro.

Tudo começou quando Tremonti quis dividir com outras pessoas as experiências que os livros trouxeram para ele. Assim, ele começou a etiquetar os livros que tinha e “presentear” os usuários do metrô.

Depois disso, foi criada uma rede de pessoas que começaram a participar do projeto.

— Tem muita gente bacana que quer ajudar. Eu tento incentivar mandando os kits para elas com uma etiqueta, um folder e um marcador. Elas mesmas podem deixar no vagão.

As doações também podem ser feitas pessoalmente. Tremonti é quem busca os livros e as estações de metrô, geralmente, são o ponto de encontro.

— É importante saber que o bem que esse livro te fez vai fazer bem para outras pessoas. Não deixo [o livro] preso em casa. É até um crime você deixar um livro preso em casa.

Ele afirma, ainda, que algumas editoras também ajudam doando livros, mas que a maior parte vem de pessoas que querem compartilhar suas experiências.

— Eu gostaria que [o projeto] tivesse um efeito positivo [na vida dos outros]. As pessoas com quem eu converso dizem que é uma iniciativa legal para usar esse tempo dentro do trem para fazer algo. Não é um tempo perdido.

Quem quiser ajudar o projeto fazendo doações pode entrar em contato pelo e-mail [email protected] ou pela página do Leitura no Vagão no Facebook.

O que o seu estilo de leitura no Metrô pode revelar a seu respeito

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Fabio Mourão, no Dito pelo Maldito

O transporte público é uma pausa na rotina bastante útil para um leitor assíduo, permitindo um relativo espaço de tempo ininterrupto para ser gasto com a leitura durante as viagens. A prática vem sendo justamente homenageada nas redes sociais com excelentes fotos de pessoas lendo durante os seus trajetos diários, e embora seja uma imagem bonita de se ver, ler no ônibus ou no metrô não é fácil, e requer muita astúcia e destreza para manter o equilíbrio em meio aos bancos, barras de ferro, passageiros e bagagens.

Se você costuma ler diariamente no Metrô, é provável que você já tenha forjado um estilo confortável de leitura, de forma que não fique chacoalhando com o balanço da condução. Sendo assim, vamos descobrir o que o seu estilo de leitura no metrô pode dizer a seu respeito.

Estilo: Surfista de Trem

Você sabe que a qualquer momento corre o sério risco de sair voando pelo vagão por qualquer freada brusca do metrô, mas está disposto a passar por esse desafio. Sem apoiar-se em nada além do seu livro, você confia plenamente no seu equilíbrio felino para manter-se em pé durante a leitura.

O que isso diz sobre você: Você é ousado, confiante, e mais coordenado que a maioria das pessoas. Também está totalmente empenhado em terminar a sua leitura, e não vai deixar que a simples falta de assentos vagos ou as barras de metal atrapalhem a sua leitura.

Leitura sugerida: É claro que, neste caso, um eReader seria o modelo mais apropriado de leitura devido a facilidade de serem manejados com apenas uma mão.

Estilo: Leitor Pole Dance

Os seus pés ficam plantados no chão do vagão, mas todo o resto do seu corpo está inclinado e apoiado na barra de metal, com a dobra do braço abraçando o “poste de pole dance” para ficar mais fácil de virar as páginas, e totalmente alheio a qualquer outro passageiro que busca uma remota chande de se apoiar, ainda que com a ponta dos dedos, na barra de metal.

O que isso diz sobre você: Na verdade você preferia estar sentado, mas na falta de um lugar vago, a ideia de agarrar-se ao poste de apoio do metrô surge como uma segunda opção de conforto. Apesar da tática de envolver a barra de metal com o braço culminar em uma excelente sensação de segurança, vale lembrar que a atitude é equivalente a abraçar um vaso sanitário, dada a quantidade de germes que impregnam esses objetos. Seria bom lembrar disso se você cultiva o antigo hábito de molhar as pontas dos dedos com saliva antes de virar as páginas.

Leitura sugerida: Para sustentar esta posição e ainda deixar espaço na barra de apoio para os ‘coleguinhas’, o melhor mesmo seria utilizar um audiobook, mas talvez você possa se virar bem com um livro pequeno de contos que facilite o seu manuseio.

Estilo: O Porteiro

Encontrar uma posição perto da porta (ou até mesmo apoiado sobre ela) pode ser uma estratégia bem vantajosa na hora do rush. Isso se você souber de cabeça qual o lado certo que as portas abrem durante o trajeto, ou corre o sério risco de ficar encurralado, cair no vão entre o trem e a plataforma, ou ter o livro (e até as mãos) decepado no fechamento automático das portas.

O que isso diz sobre você: Se você é um ‘porteiro’ por opção, é provável que você seja do tipo que gosta de privacidade. Também me parece um candidato a fortes emoções, levando em conta que sempre há uma chance de que as portas sofram uma pane, e abram inesperadamente atrás de você enquanto o trem está em movimento (ou talvez eu seja o único maluco que se preocupa com isso). Por fim, essa atitude certamente revela uma tendencia a rebeldia, uma vez que tem um adesivo em cores vibrantes alertando os passageiros para manterem distancia das portas automáticas.

Leitura sugerida: A maior vantagem de se estar em uma boa posição de frente pra porta, é que a capa do seu livro fica oculta e ninguém fica sabendo exatamente o que você está lendo (veja: O Espião). Então, por que não aproveitar estes momentos para ler algo que ‘normalmente’ você não leria em público?

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Estilo: O Espião

Talvez você tenha esquecido o seu livro, ou quem sabe a viagem esteja demorando mais do que o esperado e você não veio preparado. De qualquer forma, você acaba ignorando as regras básicas das raras ocasiões em que se tem permissão para ler sobre o ombro de alguém, e arrisca espiar a leitura dos outros passageiros ao seu redor, não resistindo em julgar os leitores pelas capas de seus livros.

O que isso diz sobre você: Você é um tipo (mais…)

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