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3 livros imperdíveis sobre Frida Kahlo

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Fonte: Shutterstock

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Conheça mais sobre a pintora mexicana por meio dos livros a seguir

Publicado no Universia Brasil

Frida Kahlo: Conexões entre mulheres surrealistas no México está em cartaz no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, até o dia 10 de janeiro de 2016. A artista mexicana pintou 143 obras ao longo da vida e, segundo a curadora da exposição Teresa Arqc, foi uma das artistas latinas mais conhecida do século XX e que representou um avanço na história da arte.

Por sua grande importância, tornou-se ícone para algumas publicações que homenageiam sua história. Para que você entenda mais sobre a vida da artista e aumente sua bagagem cultural, a Universia Brasil selecionou 3 livros sobre Frida Kahlo. Confira:

1 – Frida: A Biografia, de Hayden Herrera

A obra tem como objetivo passar ao leitor algumas informações sobre a vida da pintora. Além disso, pode-se encontrar interpretações e descrições dos quadros pintados por Frida, as quais fazem com que as pessoas entendam melhor o modo artístico dela.

2 – Frida Kahlo – Col. Grandes Mestres

Com uma linguagem simples, própria para estudantes do Ensino Fundamental, a obra conta a história da pintora e traz detalhes sobre os trabalhos que produziu ao longo da vida. O leitor poderá conhecer mais das lutas da mexicana, da sua vida pessoal, bem como sua vida artística.

3 – Frida Kahlo, de Rauda Jamis

Essa biografia da artista é uma obra romanceada no qual o leitor entra em contato com a vida de Frida Kahlo e seus traços artísticos. Além disso, a autora também aborda o contexto do México na época, já que as obras da artista estão completamente relacionadas a ele.

Maior colecionador de peças do ‘Harry Potter’ abre museu

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 Maior colecionador sobre Harry Potter abre museu Foto: Reprodução Facebook

Maior colecionador sobre Harry Potter abre museu Foto: Reprodução Facebook

Local será aberto na Cidade do México. Jovem tem quase quatro mil peças da saga do bruxo

Publicado em O Dia

México – O bruxo mais famoso do mundo, o jovem e corajoso Harry Potter, acaba de ganhar mais um museu em sua homenagem. Aberto recentemente na Cidade do México, o local pertence a Menahem Asher Silva Vargas, conhecido como o maior colecionador de objetos da série de livros e filmes do mundo.

Em uma propriedade da família do “maior fã” da escritora britânica J. K. Rowling, estão expostos quase 4 mil itens do universo de Harry Potter, que vão de varinhas, vassouras e livros de feitiços a bonecos, esculturas de personagens e estátuas de mandrágoras e dragões.

Com cerca de 300 metros quadrados, a “Casa de Asher Potter” também recria cenários dos filmes, principalmente dos dois primeiros, “Harry Potter e a Pedra Filosofial” e “Harry Potter e a Câmara Secreta” e conta com uma cafeteria temática e uma pequena loja de lembrancinhas.

Menahem Asher Silva Vargas ficou conhecido por bater o recorde de maior coleção sobre o mundo do bruxo britânico e aparecer no Guinness Book em 2014, desbancando o norte-americano Jayne Gradel, que tinha “apenas” 807 peças.

Mexicana superdotada é psicóloga mais jovem do mundo

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Aos 13 anos, Dafne Almazán segue os passos dos irmãos mais velhos e pretende ajudar outros superdotados a alcançarem seu potencial (Foto: Cedat/BBC)

Aos 13 anos, Dafne Almazán segue os passos dos irmãos mais velhos e pretende ajudar outros superdotados a alcançarem seu potencial (Foto: Cedat/BBC)

Juan Paullier, no BBC Mundo [via UOL]

Ela terminou o ensino primário aos seis anos e o ensino secundário um ano depois. Começou a universidade aos 10 anos e no próximo mês, aos 13, será a psicóloga mais jovem do mundo.

A mexicana Dafne Almazán é superdotada, assim como seu irmão Andrew, de 20 anos, e sua irmã Delanie, de 17. Recentemente, ela foi incluída na lista das 50 mulheres mais poderosas do México, o que considera “impressionante”.

“Disseram que foi porque meu caso era inspirador”, contou à BBC Mundo.

Em agosto, quando ela terminar seus estudos à distância no Instituto Tecnológico e de Estudos Superiores de Monterrey, no entanto, ela não começará imediatamente a atender pacientes.

Dafne pretende fazer um mestrado e já pensa em um doutorado.

“Todos estes conhecimentos vão me servir para ajudar crianças superdotadas, que é a área à qual eu quero me dedicar. Quero que minha história abra novas portas às crianças e destrua o mito de que nós não temos infância.”

‘Atividades normais’

Apesar de estudar 12 horas por dia, Almazán afirma conseguir levar a vida como uma garota normal de 13 anos. Ou quase.

“Não é porque estou na universidade que não posso continuar me divertindo, então quando minhas amigas vêm, vemos filmes, conversamos, brincamos, (fazemos) atividades normais”, explica.

Mas isso acontece quando ela não está estudando, fazendo taekwondo – já é faixa amarela – pintando, tocando piano ou dando aulas de mandarim a outros superdotados. A garota também já praticou balé clássico, natação e patinagem artística no gelo.

Mas seus próximos passos não serão no mundo dos esportes e das artes. “Tenho que me desenvolver profissionalmente para depois ter as ferramentas necessárias para ajudar as crianças, para que elas não sofram e vejam que é possível fazer tudo isso”, afirma.

Dafne dá aulas para alguns dos 250 alunos do Centro de Atenção ao Talento (Cedat), uma instituição fundada por seus pais com o objetivo de acolher crianças e jovens com capacidade intelectual acima da média no México.

“Alguns deles tem dificuldades para escrever os caracteres ou pronunciar as palavras (em chinês), então decidi ajudá-los”, diz a jovem psicóloga, que também fala inglês, francês e latim.

“Quando eu terminar o doutorado, gostaria de dar aulas a crianças. Eu gosto muito de ensinar.”

O modelo

O pai da garota, Asdrúbal Almazán, diz que o Cedat se baseia em um modelo educacional desenvolvido pelo irmão mais velho de Dafne, Andrew – que é, até o momento, o psicólogo mais jovem do mundo, segundo a organização World Record Academy.

O modelo psicopedagógico é chamado de teoria nomênica e se baseia na segregação total das crianças superdotadas. A chave do sucesso, segundo ele, é deixá-las principalmente longe dos adultos. “As crianças se desajustam”, afirma Almazán.

Em seus estudos no centro, Dafne também seguiu o modelo de “aceleração radical”, que seu pai explica como “deixar que a criança aprenda sem nenhum freio”.

“Às vezes pode parecer que estamos tirando a infância deles. Uma menina de 13 anos que estuda chinês, francês, inglês, piano, robótica, e artes plásticas. As pessoas pensam que não dá tempo.”

“Mas não é assim. É simplesmente organização, porque eles também jogam, brincam.”

Dafne vai falar sobre sua experiência com a “aceleração radical” em agosto, na Dinamarca, durante um congresso do Conselho Mundial de Crianças Superdotadas e Talentosas (WCGTC, na sigla em inglês).

Em família

Almazán também diz que a estabilidade emocional e a unidade do núcleo familiar são importantes para que os superdotados se desenvolvam. No entanto, ele reconhece que, na sua família, o caminho não foi fácil.

“O primeiro, Andrew, nos deu mais trabalho. Foi porque nos vimos sem respostas, pensávamos que tinhamos um filho diferente que não se ajustava em nenhum lugar”, relembra.

“Essa foi a razão para abrirmos o centro. Para poder atender crianças que, como ele, aprendem muito rápido e não têm as pessoas adequadas para guiá-los e ver como sofrem por serem diferentes.”

No princípio, ele afirma que “tiveram muitos diagnósticos errados” sobre o que havia de diferente com seu filho. “Nos rebelamos, assumimos que ele era uma criança superdotada e começamos a nos preparar para entender o fenômeno.”

Aos 20 anos, Andrew não só é psicólogo como também se formou em medicina, tem um mestrado em educação, está terminando um doutorado e é pesquisador.

Segundo dados do Cedat, 93% das crianças superdotadas são diagnosticadas erroneamente com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), o que pode gerar tratamentos inadequados e provocar a perda de suas capacidades.

Mesmo preparados, os pais de Dafne não queria que, porque seus irmãos eram superdotados, ela se sentisse pressionada.

No entanto, a garota mostrou ser precoce ainda antes de um ano, quando aprendeu a caminhar. Seus pais davam giz de cera para que ela pintasse, mas ela insistia em pedir lápis.

Observando sua irmã e usando os lápis para escrever em um guardanapo que escondia, aprendeu a ler e a escrever aos dois anos e meio.

“Ela queria os lápis porque, com os giz de cera, não podia escrever. Quando vimos que ela aprendeu a ler, pensamos: ‘Não podemos lutar contra isso'”, diz o pai.

Segundo ele, entre os irmãos havia competição e ciúme, algo comum entre crianças com capacidade intelectual acima da média.

“Todos são muito competitivos, querem ser os melhores. Então na dinâmica familiar, os pais devem focar sobretudo em ensiná-los respeito.”

Mesmo assim, as brincadeiras dos irmãos também eram oportunidades de aprendizado.

“Os três brincavam de Revolução Francesa, imprimindo os retratos dos personagens e jogando em um mapa. Para nós, era muito bom ver que estavam aprendendo.”

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