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Educação mundial para meninas será avaliada por novo índice anual

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Cerca de 62 milhões de meninas estão fora da escola no mundo inteiro

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Publicado em O Globo

Um grupo criado pela ganhadora do Prêmio Nobel da Paz Malala Yousafzai e pela revista “Foreign Policy” está lançando um índice anual para avaliar a disponibilidade e a qualidade da educação para meninas ao redor do mundo, anunciaram os organizadores nesta segunda-feira.

O índice vai compilar dados para destacar as lacunas na educação secundária, assim como nos recursos doados por financiadores, afirmou a revista em comunicado.

“Este novo índice é um ‘cartão de dados’ para os nossos líderes, um passo importante em direção a ajudar a garantir que as minhas irmãs em todos os lugares possam ter uma educação secundária de qualidade, segura e livre”, disse Malala, de 18 anos, em comunicado.

Malala foi baleado na cabeça no Paquistão em 2012 pelo Taliban por defender os direitos das meninas à educação.

Cerca de 62 milhões de meninas estão fora da escola no mundo inteiro e têm enfrentado violência para tentar ir à escola em 70 países, de acordo com o Fundo Malala, que ela criou com o pai para incentivar a educação para garotas.

O índice anual usará dados de organizações não governamentais, instituições educacionais, governos nacionais e outros grupos, afirmou a revista com sede em Washington, sem dizer quando o primeiro índice será publicado.

Veja fotos de ‘Cidades de papel’, filme baseado no best-seller de John Green

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Autor é o mesmo de ‘A culpa é das estrelas’; longa faturou US$ 300 milhões.
Com Natt Wolff e Cara Delevingne, nova adaptação estreia em julho.

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Publicado no G1

O jornal “USA Today” divulgou, nesta quarta-feira (18), fotos do filme “Cidade de papel”, baseado no best-seller homônimo escrito por John Green. Ele também é autor de “A culpa é das estrelas”, filme lançado em junho do ano passado que faturou mais de US$ 300 milhões no mundo todo.

Em entrevista ao “USA Today”, Green destacou as diferenças entre as duas obras. Enquanto “A culpa é das estrelas” era um drama romântico sobre dois jovens com câncer, “Cidades de papel”, que estreia em julho de 2015, pode ser descrito como uma “dramédia romântica”.

“‘Cidades de papel’ é muito diferente de ‘A culpa é das estrelas’, de todas as formas possíveis”, afirmou Green. “Hollywood está tão acostumada a franquias. Mas, aqui, não se trata de uma série de filmes. [‘Cidades de papel’] É uma história que não tem relação [com ‘A culpa…’] e é bonita e engraçada.”

A trama que chega aos cinemas neste ano retrata, essencialmente, o amadurecimento de um adolescente. De acordo com a sinopse oficial, a história é centrada em Quentin (papel de Nat Wolff) e em sua enigmática vizinha Margo (papel da modelo britânica Cara Delevingne). A jovem gosta tanto de mistérios, que acaba se tornando um.

Depois de levar Quentin para uma noite de aventuras pela cidade, Margo desaparece, deixando para trás pistas para o amigo decifrar. A busca coloca Quentin e seus amigos em uma jornada eletrizante. Para encontrá-la, ele deve entender o verdadeiro significado de amizade e de amor.

Ao “USA Today”, John Green comentou que, em princípio, não aprovou a ideia da supermodelo britânica Cara Delevingne se encarregar de Margo. “Quando ouvi que [cara] estava fazendo testes, meio que pensei: ‘Não’. É claro que achei que fosse loucura. Mas depois vi a audição. Ela entendeu Margo de maneiras que ninguém que eu já conheci entende.”

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Livro dará R$ 1,2 milhão ao primeiro leitor que desvendar seu mistério

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À agência de notícias EFE, o autor não esconde o propósito da ação. “Não tenho vergonha de dizer que espero vender milhões de cópias com este livro”

Fazendo uma verdadeira competição global, o autor lançou o livro em 30 países na semana passada, inclusive no Brasil (Divulgação)

Fazendo uma verdadeira competição global, o autor lançou o livro em 30 países na semana passada, inclusive no Brasil (Divulgação)

Luiza Belloni Veronesi, no InfoMoney

SÃO PAULO – Com o mercado editorial em crise, o escritor James Frey decidiu explorar o lado
“Sherlock Holmes” dos leitores para alavancar as vendas de sua mais nova obra. Frey acabou de lançar o
projeto “Endgame: O Chamado”, “um romance do século 21”, que esconde pistas que levarão a um
prêmio de US$ 500 mil (ou R$ 1,2 milhão) para o primeiro leitor que resolver seu mistério.

À agência de notícias EFE, o autor não esconde o propósito da ação. “Não tenho vergonha de dizer que
espero vender milhões de cópias com este livro e que ele tem uma vocação comercial”, disse Frey. “Isso
não significa que eu seja um cínico que escreve pensando em uma ideia milionária. Simplesmente tentei
oferecer ao leito a coisa mais legal que veio na minha cabeça.”

Fazendo uma verdadeira competição global, o autor lançou o livro em 30 países na semana passada,
inclusive no Brasil. Ele garante que o mistério presente na obra é “incrivelmente difícil” de ser
solucionado. A editora estima que, no melhor dos casos, levará cerca de nove meses para relacionar as
provas.

“Não importa os motivos que levarão as pessoas a lerem meu livro, desde que o leiam e desfrutem da história”, disse Frey. A obra conta a história de 12 linhagens milenárias que lutam entre si para sobreviver, escolhendo um representante que esteja preparado para uma catástrofe iminente.

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