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Cientistas do MIT criam sistema que consegue ler livros fechados

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mit-closed-books-625Tecnologia consegue ler através da capa de livro. Sistema usa câmera terahertz padrão para concluir feito

Publicado no IDG Now

Um novo sistema de imagens da MIT consegue ver através da capa de um livro e lê-lo.

O feito se dá graças, e principalmente, à radiação terahertz, a banda de radiação eletromagnética entre microondas e luz infravermelha, e as minúsculas lacunas de ar entre as páginas de qualquer livro fechado.

A radiação terahertz pode distinguir entre tinta e papel em branco de uma forma que os raios X não pode, e também oferece profundidade de resolução muito melhor do que o ultrassom.

O novo sistema protótipo desenvolvido por pesquisadores do MIT e da Georgia Tech usa uma câmera terahertz padrão para emitir rajadas de radiação ultracurtas e então medir quanto tempo leva para que a mesma seja refletida de volta. Um algoritmo, em seguida, mede a distância a cada uma das páginas do livro.

Alimentado com esses dados, o sistema utiliza duas medidas diferentes de energia das reflexões para extrair informações sobre as propriedades químicas das superfícies reflectoras. Ao mesmo tempo, se “esforça” para filtrar o “ruído” irrelevante produzido ao longo do caminho. Dessa forma, consegue distinguir o papel com tinta do papel em branco, usando um algoritmo separado para interpretar as imagens muitas vezes distorcidas ou incompletas como cartas individuais.

Os pesquisadores testaram seu protótipo em uma pilha de papéis, cada um com uma letra impressa sobre ele, e descobriram que ele poderia identificar corretamente as letras sobre as nove folhas superiores.

O Metropolitan Museum de Nova York tem manifestado interesse no sistema como uma forma de examinar livros antigos sem tocá-los, disse Barmak Heshmat, um cientista da pesquisa no MIT Media Lab.

A tecnologia pode ser utilizada para analisar qualquer material organizado em camadas finas, tais como revestimentos de peças de máquinas ou de produtos farmacêuticos.

Um artigo descrevendo o trabalho foi publicado na Nature Communications.

‘Crescer na América Latina me mostrou que talento está em toda parte’, diz venezuelano à frente da universidade de tecnologia mais famosa do mundo

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Rafael Reif quer usar inovações para ampliar o acesso aos conhecimentos do MIT

Rafael Reif quer usar inovações para ampliar o acesso aos conhecimentos do MIT

 

Rafael Reif teve uma infância pobre na Venezuela, uma experiência que o marcou e o ajudou a determinar uma direção em uma carreira acadêmica de muito sucesso que o levou a dirigir uma das universidades de maior prestígio do mundo.

Luis Fajardo, na BBC Brasil

Desde 2012, o engenheiro elétrico é reitor do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT), universidade localizada em Boston e renomada globalmente.

Na universidade, ele desenvolveu iniciativas como o MITx e o edX, duas plataformas de cursos online que oferecem para estudantes de todo o mundo mais oportunidades que as disponíveis na época em que Reif fazia faculdade e não podia pagar para frequentar um campus americano.

Reif confessa que ele mesmo era um estudante distraído que não aguentava mais de dez minutos em classe sem perder a concentração. Hoje, está à frente de uma instituição acadêmica dotada de um poderio titânico que deriva de sua fama.

O MIT já produziu 85 prêmios Nobel, em todas as áreas. Seus 130 mil graduados fundaram 30 mil empresas com vendas anuais de US$ 2 bilhões – se fossem um país, seria a décima maior economia do mundo.

Em uma conversa com a BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, Reif conta como quer usar inovações para abrir as fronteiras do MIT e, assim, colocá-lo em sintonia com o que acredita ser uma mudança no modelo global da universidade.

BBC Mundo – Você cresceu na Venezuela. Como isso influenciou a forma como dirige o MIT?

Rafael Reif – Crescer na Venezuela me mostrou que a inteligência e o talento estão em todas as partes, mas nem todos têm a sorte de ter acesso às oportunidades.

Quando era um universitário na Venezuela, lembro que ninguém tinha dinheiro para comprar os livros. Todos nós na universidade éramos pobres, como a maioria dos universitários venezuelanos e na América Latina.

Os livros eram um luxo. Íamos à biblioteca para pegar livros emprestados, e eu peguei um livro escrito por um professor do MIT. Até hoje pensar nisso me emociona.

Apenas tocar nesse livro era algo incrível. Sabia que poderia ficar com o livro emprestado por dois dias e tinha que aproveitar isso ao máximo, e entregá-lo em bom estado para que outra pessoa pudesse pegá-lo.

Fui a uma universidade pública, gratuita, mas tinha de pagar pela comida, aluguel, e, por isso, não eram muitos os que podiam se dar ao luxo de ir para a universidade.

Era nisso que pensava quando vim para cá e criei as plataformas de cursos online. Se nesta época tivesse o que está disponível agora… Uma pessoa pode estar em qualquer parte do mundo e fazer um curso online do MIT com os melhores professores. E fazer isso junto com 50 mil estudantes no mundo.

É uma experiência que empodera, algo que eu buscava criar aqui no MIT.

BBC – Diz-se que o modelo de universidade está mudando em todo o mundo. Como o MIT se adapta à transformação?

Reif – Estamos incorporando tecnologias digitais em nosso campus para fazer um melhor trabalho educando.

O modelo de universidade residencial (quando os estudantes moram na universidade onde estudam) é o melhor modelo, mas também o mais caro.

E tem limitações de capacidade. Gostaríamos de receber todos os estudantes talentosos, mas não temos espaço. Por isso criamos outras ferramentais online para aprender, para atingir às pessoas que têm o desejo e a motivação de aprender, mas que não podem estar aqui.

Oferecemos o modelo online e de educação tradicional. Queremos que eles disputem entre si e que um leve o outro mais longe rumo à excelência.

Ao longo da história, 85 prêmios Nobel já estudaram no MIT

Ao longo da história, 85 prêmios Nobel já estudaram no MIT

 

BBC – A universidade do século 21 vai ser muito diferente do que estamos acostumados?

Reif – Muitas coisas vão mudar. Outras seguirão as mesmas. Muitos alunos vão à aula, escutam a lição e estão concentrados para depois lembrar de tudo, aprendem dessa forma. Mas outros assistem a dez minutos de aula e se distraem. Eu era um deles. Não aguentava uma hora seguida em sala.

Por isso temos agora uma iniciativa para entender como as pessoas aprendem, desde o primário até a idade adulta, porque muitos estudantes não têm sucesso com o modelo de ensino atual da universidade. E não é porque falte inteligência, mas porque não estamos ensinando de uma forma com a qual consigam aprender.

Muito do que fazemos hoje continuará no futuro, mas haverá outras maneiras para fazer os estudantes virem ao nosso campus aprender. E aí são importantes todas as ferramentais digitais.

O que pode mudar também é o modelo de admissões. Por exemplo, hoje temos quase 20 mil estudantes que se candidatam todos os anos para 1,1 mil vagas. Com isso, a concorrência é brutal.

O escritório de admissões diz que a metade dos estudantes que se candidatam poderiam entrar no MIT, mas não temos espaço para eles. Admitimos com base em cartas de recomendação e alguns exames.

Mas, agora, temos um novo modelo, com o qual estamos fazendo um projeto piloto para um mestrado de dois semestres. O primeiro semestre é online, e é possível participar à distância com um baixo custo. E, se você tiver bons resultados e passar numa prova final, terá o direito de vir ao MIT pessoalmente no segundo semestre para obter o título de mestre.

Isso inverte o processo de admissão. Não aceitamos o estudante porque ele tem boas cartas de recomendação ou qualificações na escola. O admitimos porque demonstrou no curso online que tinha talento para isso.

O preço de uma educação ‘top’: Quanto custa estudar nas melhores faculdades dos EUA em 2015

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Publicado no Amo Direito

Menos importância para critérios de seleção de estudantes e mais peso para o retorno sobre o investimento na educação superior. Assim, a Forbes define a parte central da sua metodologia de classificação das melhores faculdades dos Estados Unidos.

Entram na análise da revista para o ranqueamento das instituições em 2015 o índice de satisfação dos alunos, fatores ligados a financiamento e dívida estudantil, o tempo médio até a graduação, além do percentual de alunos que conquistam bolsas de estudo concedidas por instituição prestigiadas no país.

No topo do ranking, a Pomona College, na cidade de Claremont. A universidade desbanca instituições tradicionais como Princeton, Yale e Harvard. Confira, nas fotos, a lista e veja qual o custo anual de cada de uma delas:

1. Pomona College

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Instituição Pomona College
Posição no ranking 1º
Custo anual 62.632 dólares
Localização Claremont

2. Williams College

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Instituição Williams College
Posição no ranking 2º
Custo anual 64.020 dólares
Localização Williamstown

3. Stanford University

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Instituição Stanford University
Posição no ranking 3º
Custo anual 62.801 dólares
Localização Stanford

4. Princeton University

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Instituição Princeton University
Posição no ranking 4º (mais…)

Aprovado nos EUA, estudante do ITA faz campanha para viabilizar viagem

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Aluno ganhou bolsa para o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).
Além dele, apenas três brasileiros conseguiram aprovação neste ano.

Aprovado nos EUA, aluno do ITA busca doações para viabilizar estudos (foto: Reprodução/RBS TV)

Aprovado nos EUA, aluno do ITA busca doações para viabilizar estudos (foto: Reprodução/RBS TV)

Daniel Corrá, no G1

O estudante de engenharia Felipe Hofmann, de 19 anos, está longe de se achar um gênio, mas no fundo, até poderia. Afinal, ser aprovado em duas das melhores faculdades de engenharia no Brasil e no mundo é para poucos. Após ganhar uma bolsa de estudos no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, ele busca doações para viabilizar a viagem ao exterior, oferecendo o próprio conhecimento como ‘moeda’ de troca.

Antes mesmo de receber a bolsa para o MIT, Hofmann já havia mostrado competência ao ser aprovado – na primeira tentativa – no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos (SP). Com a oportunidade para viajar aos EUA, ele abriu uma página para doações em uma plataforma de financiamento coletivo.

Para se manter no país, o estudante tenta arrecadar entre R$ 25 mil e R$ 40 mil. As doações podem ser feitas pela internet em troca de recompensas do estudante, que incluem videoconferências sobre conteúdos de exatas e até presentes dos EUA. “Para custear minha graduação e minha moradia, preciso de R$ 120 mil por ano. Minha família, se esforçando ao máximo, pode pagar 40 mil”, afirma ele, que pretende levantar o restante trabalhando no exterior.

O retorno maior ele promete oferecer tão logo estiver graduado. “Recebi uma oportunidade absurda e tenho que usar cada segundo para me aprimorar e retribuir. Independente de onde eu estiver, quero contribuir na sociedade e desenvolver projetos voltados para educação no país”,diz.

Rotina
As aprovações, tanto no ITA quanto no MIT, foram graças a uma disciplinada rotina de estudos de Hofmann, que em muitas vezes abriu mão dos momentos de lazer. “Sempre tentei me desenvolver, não só em habilidades de exatas. Fiquei meio ano fechado, tentado estudar até 14 horas por dia, sem ter fim de semana”, conta.

Foram meses de preparação até a aplicação de testes de inglês, física e química, que o colocaram entre apenas quatro brasileiros selecionados para a universidade americana neste ano. “Eu tinha certeza que não seria aprovado, achava que só os gênios entravam. Mas mudei minha visão de gênio. Na verdade, eles são pessoas muito esforçadas que podem conquistar seus objetivos”, afirma.

Conteúdo compartilhado
A fórmula de sucesso, porém, não é segredo e ele faz questão de contá-la para outros estudantes, como forma de compartilhar a experiência e incentivar a entrada na universidade. Além de ter uma rotina de estudos disciplinada, ele ainda mantém o site Virando Olímpico com dicas e conteúdo de exatas, numa espécie de “cursinho virtual”.

Todo material disponibilizado faz parte de conteúdos utilizados por ele ao longo dos anos para faturar competições na área de exatas e conseguir ingressar nas universidades de renome. “A ideia é que qualquer pessoa no Brasil, que não tenha condição financeira de pagar um cursinho, possa ter acesso a conteúdos avançados para os estudos”, diz o estudante.

MIT, nos EUA, aprova número recorde de estudantes brasileiros este ano

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Quatro jovens foram aprovados e mais quatro estão na lista de espera.
Alunos agora aguardam resultado do pedido de bolsa de estudos.

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Publicado no G1

O número de estudantes brasileiros aceitos pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, uma das instituições de ensino superior mais prestigiadas do mundo, foi recorde este ano, segundo os representantes do instituto no Brasil. Ao todo, quatro alunos tiveram seus pedidos de aplicação aprovados e quatro ficaram na lista de espera do MIT. O melhor desempenho até então foi em 2013, com quatro aprovados e três na lista de espera. O resultado foi divulgado diretamente para os alunos no sábado (14).

“Dos mais de 600 inicialmente interessados no curso de graduação do MIT, tivemos um recorde de 115 candidatos que completaram o processo de aplicação. Destes, 17 excelentes candidatos brasileiros foram filtrados para a fase final da seleção”, destaca a doutora Elaine Lizeo, do MIT Educational Council, coordenadora do time de entrevistadores no Brasil. A equipe é formada por ex-alunos do MIT, atualmente empresários, altos executivos e consultores.

O G1 destacou na terça-feira (16) a história de um desses aprovados, o estudante Gustavo Torres da Silva, de São Paulo, morador do bairro do Capão Redondo e bolsista no Colégio Santo Américo. Os outros alunos aceitos foram Allan dos Santos Costa, do Colégio COC de Bauru (SP); Felipe Alex Hoffman, de Erechim (RS), que atualmente está no Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos (SP); e Mateus Bezrutchka, de Taboão da Serra (SP), aluno do Colégio Etapa.

Eles esperam agora a resposta ao pedido de bolsas de estudo (parcial ou integral) do MIT. O curso de graduação custa em média US$ 65 mil por ano.

Outros quatro alunos brasileiros estão na fila de espera aguardando alguma desistência: Matheus Carius Castro, do Colégio Farias Brito, de Fortaleza; Felipe Pires, do Cefet-RJ; Samuel D. Gollob, da Escola Americana de Belo Horizonte; e Chungmin Lee, da Escola Graduada de São Paulo.

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Do ITA para o MIT

Felipe Alex Hofmann, de 18 anos, foi aprovado em dezembro para o curso de engenharia aeroespacial do ITA. Ele disse ter ficado muito surpreso com a notícia da aprovação no MIT. “Fiz o application para algumas universidades americandas, como Harvard, Yale e Stanford. Mas jamais imaginei que passaria no MIT”, comemorou Felipe, que ainda espera a resposta das outras universidades, mas está decidido a ir mesmo para o instituto de tecnologia.

Filho de um tenente-coronel da Polícia Militar e uma enferemeira em Erechim, o estudante participou de várias olimpíadas científicas no ensino médio. “Foi muito bom para mim. No interior do Rio Grande do Sul a gente não fica sabendo muito dessas olimpíadas. Então decidi correr atrás e participei de olimpíadas de vários temas, como robótica, linguística e biologia”, diz Felipe. O jovem até criou site virandolimpico.com com exercícios e aulas para quem quer participar destas competições.

Ansioso para esta nova fase de sua vida, Felipe colocou como foto do seu perfil no Facebook a frase “Partiu mudar o mundo”.

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De Bauru para Boston
Allan dos Santos Costa, de 17 anos, já foi notícia no G1 quando ganhou medalhas em olimpíadas científicas, entre elas um bronze na Olimpíada de Astrofísica na Grécia. “Essas olimpíadas atuam não só na parte do domínio do conhecimento, mas nos abre uma visão de mundo incomparável”, destaca o jovem. “Temos contato com tecnologia de faculdade, algo que não encontramos no ensino médio, e fazemos um grande networking com gente de várias partes do mundo.”

No MIT, Allan pensa em explorar áreas além das exatas. “Meu plano agora é fazer biotecnolgia e engenharia biológica. Seria meu curso principal. Quero fazer como curso secundários em humanas como relações internacionais e história ou em química.”

O jovem pratica capoeira há dois anos e meio, e diz que o esporte foi fundamental no seu sucesso. “A filosofia da capoeira ensina a não querer lutar contra a vida, mas a dançar com ela. Temos de olhar os obstáculos não de forma agressiva, mas levar com fluidez e saber dançar como que a vida nos oferece.”

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De Taboão da Serra para os EUA
Mateus Bezrutchka, de 18 anos, começou a se destacar em olimpíadas de matemática no final do ensino fundamental. Ganhou uma bolsa de estudos do Colégio Etapa onde cursou todo o ensino médio. Este ano, passou no vestibular da Fuvest para o curso de ciências da computação da USP.

“Fiquei muito surpreso com minha aprovação no MIT. Tinha muita gente qualificada concorrendo”, afirma Mateus. Filho de um dono de uma banca de livros e uma dona de casa, Mateus espera conseguir a bolsa integral para poder estudar no MIT. “Apliquei para outras universidades, mas o MIT é uma das minhas primeiras opções. Vai depender de conseguir a bolsa”, afirma.

Desde pequeno Mateus gosta de mexer com computação. Ele se destacou em competições internacionais de informática e, no ano passado, ganhou a medalha de prata na Olimpíada Internacional de Informática realizada em Taiwan.

“O principal para conseguir um bom resultado na vida escolar é você descobrir o que realmente gosta de fazer”, ensina Mateus. “As universidades americanas, pelo processo ser bem complexo, procura nãoapenas bons estudantes, mas alguém que tenha a paixão por alguma coisa. A minha paixão pela computação foi demonstrada.”

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Do Capão Redondo para o mundo

O estudante Gustavo Torres da Silva, de 17 anos, já havia sido selecionado em dezembro em uma das mais renomadas universidades do mundo, a Universidade Stanford, nos Estados Unidos, para cursar engenharia física, e agora passou no MIT. Gustavo ainda não decidiu em qual universidade norte-americana vai estudar. Ele pretende fazer engenharia elétrica e computação.

Sobre suas conquistas, o jovem do Capão Redondo, na Zona Sul de São Paulo, que ganhou uma bolsa de estudos para fazer o ensino médio no Colégio Santo Américao, no Morumbi, diz que todo sonho é possível. “Sou um cara normal vindo da periferia. Consegui chegar em uma coisa grande. É uma sensação boa saber que não é uma conquista só para mim, muita gente está se inspirando nisso”, explica Gustavo.

COMO SE CANDIDATAR A UMA VAGA NO MIT

Para entrar no MIT, o aluno precisa passar por um processo de aplicação onde constam:
– ensaios escritos pelos jovens com temas definidos pelo Instituto
– dois exames específicos (matemática, física, química e biologia) chamados de SATII
– duas cartas de avaliação (uma de um professor da área de exatas e outra de um professor da área de humanas)
– entrevista
– histórico escolar do ensino médio
– preenchimento de dados biográficos e menção a trabalhos desenvolvidos na comunidade, nas áreas humana e científica
– prêmios obtidos, medalhas conquistadas em competições nacionais e internacionais, entre outras conquistas do candidato

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