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Posts tagged Mitologia

Divulgada a capa do 2° livro de Magnus Chase e os Deuses de Asgard

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Paula Ramos, no Poltrona Nerd

O próximo livro da saga Magnus Chase e os Deuses de Asgard, do autor Rick Riordan (de “Percy Jackson e os Olimpianos”) acaba de ganhar uma capa de lançamento.

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O livro recebe o nome de O Martelo de Thor e dará continuidade ao primeiro volume da saga, A Espada do Verão. A previsão é que seja lançado em outubro desse ano.

Rick Riordan lançará sua terceira saga sobre mitologia grega

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Tarsis Augusto, no Poltrona Nerd

Durante a tour do lançamento de seu novo livro/saga, Magnus Chase e Os Deuses de Asgard – A Espada do Verão, Rick Riordan anunciou que está escrevendo mais uma saga grega, que passará no mesmo universo de Percy Jackson.

A saga denominada de The Trials of Apollo será divida em cinco livros, tendo seu primeiro lançamento previsto para 03/05/2016, levando o título de The Hidden Oracle.

A série contará como o deus Apolo foi transformado em humano, devido a ira de Zeus com ele. Ele se torna um mortal de 16 e é enviado para Nova Iorque, sem nenhum poder, e acaba vivendo em uma caçamba de lixo. Com muitos inimigos e apenas alguns amigos – que passam o tempo no Acampamento Meio-Sangue , ele vai precisar de ajuda para sobreviver ao mundo mortal e, esperançosamente, recuperar seus poderes divinos.

A editora Intrínseca, que trouxe as outras sagas mitológicas de Riordan para o Brasil, ainda não deu informação sobre o novo livro, porém, devem fazer o lançamento simultâneo, como estão fazendo com os outros títulos do escritor.

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Biografias musicais invadem livrarias neste fim de ano

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Mitologia da música se torna atraente para editoras, que lançam de tudo

Jotabê Medeiros, no Estadão

Epitácio Pessoa/ Estadão De Iron Maiden a Yoko Ono

Epitácio Pessoa/ Estadão
De Iron Maiden a Yoko Ono

Inibidas no Brasil pela legislação, as biografias de astros da música internacional inundam as livrarias neste final de ano, mostrando que há um mercado crescente para o gênero.

Tem de tudo: de mega artistas como o escocês Rod Stewart (Rod, a Autobiografia) ao metaleiro Bruce Dickinson (Os altos voos com o Iron Maiden e o voo solo de um dos maiores músicos do heavy metal, de Joe Shooman), passando por estrelas indie do passado (Syd Barrett) e até um ensaio místico-acadêmico sobre Jim Morrison (O Poeta-Xamã, de Marcel de Lima Santos).

Black Sabbath, a Biografia – Destruição Desencadeada, escrita pelo jornalista e músico Martin Popoff (com prefácio de Andreas Kisser), lançada em outubro, foi a biografia musical que lançou aqui a DarkSide Books.

O Brasil vai ficando na rabeira desse movimento. Protagonista de uma grande aventura musical brasileira, Gerson Conrad, dos Secos & Molhados, teve coragem de publicar uma biografia, mas Meteórico Fenômeno veio retalhada. Também saiu Tudo de Novo, de Vanessa Oliveira, a biografia oficial do Roupa Nova.

Shine on You Crazy Diamond foi a música que o Pink Floyd fez para homenagear seu cantor e guitarrista original, Syd Barrett, uma das influências mais marcantes do rock psicodélico moderno. Barrett, de meteórica genialidade, foi afastado pelo grupo em 1968 por excessos com ácido e dificuldades crônicas de seguir com qualquer atividade humana, ainda mais uma banda de rock. Morreu em 2006.

E embora Crazy Diamond, de Mike Watkinson e Pete Anderson, seja o título mais modesto do lote de biografias musicais que desemboca nas livrarias brasileiras desde agosto, é um dos que carrega mais interesse. A lenda de Barrett continua maior do que o interesse em sua gênese artística. O livro emoldura os boatos, como os de que ele vivera num apartamento acima do homem que trouxera o LSD pela primeira vez para o Reino Unido.

Seu comportamento errático é revelado em todas as nuances. Uma vez, parou seu carro Mini no trânsito, deixou um colega no banco do carona estupefato e fugiu correndo pelas ruas de Londres. “Ele tinha uma bolsa de roupas que fedia a quilômetros de distância. A bolsa estava cheia de dinheiro, pois ele tinha feito uma enorme retirada de sue banco em Londres”, contou um colega.

Barrett influenciou metade da música que ouvimos a seguir, como o grupo australiano Tame Impala, mas morreu refugiado na casa da mãe (como José Agrippino de Paula) diabético, com diagnósticos diversos como o de portar a síndrome de Asperger e esquizofrenia, entre outros.

A maior parte das biografias publicadas recentemente tem como foco não a produção artística, mas a vida dos músicos. Mesmo os que não tiveram uma existência de pura doideira, como Bruce Dickinson, ganha interesse justamente por seu papel de selfmademan, segundo Joe Shooman (autor do livro da Gutenberg Editora).

Shooman, articulista da Metal Hammer e da Mix Mag, conta as aventuras de Dickinson como piloto da companhia aérea comercial Astraeus, o que incluiu uma missão de resgate de ingleses que moravam em Beirute em 2006 – o vocalista também esteve no comando de um Boeing 757 batizado como Ed Force One durante a turnê da banda de 2008-2009.

A editora Benvirá traz talvez o esforço de maior fôlego da temporada, o livro Nothin’ to Lose, de Ken Sharp (com ajuda dos roqueiros Paul Stanley e Gene Simmons). O livro trata dos anos da gênese da banda, entre 1972 e 1975, abordando os fatos que fariam a fama de uma das maiores bandas do hard rock mundial.

Outros títulos são John Lennon, Yoko Ono e Eu, de Jonathan Cott (Zahar Editora), uma compilação de entrevistas e conversas com o jornalista da Rolling Stone que foi amigo do casal; Eu Dormi com Joey Ramone, de Mickey Leigh (irmão de Joey, que esteve recentemente no País lançando o volume) e Legs McNeil. Trata da gênese do punk e é lançamento da Editora Dublinense.

Rod, a Autobiografia (Editora Globo), é a cara de Rod Stewart: um relato fanfarrão, divertido, sexista e um pouco oficioso demais de sua trajetória desde o subúrbio.

Restrito às biografias autorizadas, o mercado nacional definha. Mesmo assim, a editora BestSeller lançou um volume de fôlego com a história da banda pop carioca Roupa Nova, que mantém a mesma formação desde 1980. Milton Nascimento escreveu um pequeno prefácio para a obra, da jornalista (e fã desde os 8 anos) Vanessa Oliveira.

Outra história que chega às livrarias agora é Inezita Barroso: a história de uma brasileira (Editora 34). Inezita, que apresenta há mais de 30 anos o Viola, Minha Viola na TV Cultura de São Paulo, também autorizou o texto, escrito por Arley Pereira (1935-2007), amigo da cantora.

“Da menina prodígio que cantava e tocava violão em salões da sociedade paulista desde os 7 anos até a estrela da TV Record nos anos 1950; da jovem que aprendeu a viola caipira nas fazendas da família até a experiente pesquisadora de nosso folclore; da mulher que usou sua beleza e sua potente voz de contralto para divulgar nossa cultura popular até a madrinha dos músicos sertanejos da atualidade”.

O jornalista Ricardo Alexandre, veterano em cobertura de música, saiu pela tangente: reuniu 50 causos e episódios do rock brasileiro entre 1993 e 2008, como testemunha privilegiada dos acontecimentos, nas memórias Cheguei bem a Tempo de Ver o Palco Desabar, da Arquipélago Editorial.

Papa Francisco lê e recomenda os livros de J.R.R.Tolkien

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Publicado por Tolkien Brasil

Segundo o blog italiano Inoltre, do escritor Saverio Simonelli, o recente empossado Papa Francisco já leu as obras de Tolkien e as recomenda para todos como uma boa literatura contemporanea.

Descobriu-se que além de ler Dostoevskji e Borges, o até então cardeal Bergoglio leu os livros de J.R.R.Tolkien e utilizou as obras em seus sermões, dentre eles destaca-se o sermão realizado na homelia de uma missa de páscoa em 2008:

“Na literatura contemporanea Tolkien retrata em Bilbo e Frodo a imagem do homem que é chamado a caminhar e seus heróis conhecer e aplicar, apenas andando, o drama da escolha “entre o bem e o mal”. Mas é uma luta, acrescenta ele, em que não falta a dimensão do “conforto e da esperança” . “O homem no caminho – explica – tem dentro de si a dimensão da esperança: aprofunda-se na esperança. Em toda a mitologia e nessa história ressoa o eco do fato de que o homem é um ser ainda cansado, mas é chamado ao caminho, e se não entrar nesta dimensão desaparece como pessoa e se corrompe”.

Desse ensinamento do Cardeal Argentino Bergoglio, pode-se ver que ele estava falando dos momentos de aflição de Bilbo e Frodo diante da tentação pelo uso do Um anel. Ressaltando que deve-se sempre ter a esperança e lembrar dos momentos de conforto. Esse é justamente um dos pontos chaves do Senhor dos Anéis na viagem de Frodo, em que em momentos dificeis ele se lembrava do condado e isso lhe dava esperanças para continuar a caminhada a até a Montanha e destruir o anel.

O Catolicismo na vida e obra de J.R.R.Tolkien

Muitos criticam a atitude da Igreja e dos cristãos em geral de tentar ‘cristianizar’ as obras de Tolkien, pois tentam mostrar o quanto o professor aplicou preceitos do criatianismo em sua obra. Ao contrário do pensamento do professor sobre o uso de alegorias com a sua obra.

Discussões a parte, é evidenciado em vários momentos da vida do professor a sua forte relação com a fé cristã.

J.R.R.Tolkien foi realmente um católico praticante. Sua mãe se converteu ao catoliscismo, ainda quando o professor era criança. Após a morte repentina de sua mãe Tolkien foi criado pelo Padre Francis Morgan (1857-1934), do Oratório de Birmingham.

Há várias cartas do professor Tolkien que mostram o quanto ele estudava o latim e as escrituras, chegando até a traduzir o livro de jonas (do original) para a versão em Inglês da Bíblia de Jerusalém em 1966.
Além disso o filho mais velho de Tolkien, John Tolkien, se tornou padre da Igreja Católica na Inglaterra.
Em uma de suas cartas, ao ser interrogado por um de seus leitores sobre o cristianismo contido nos livros do senhor dos anéis o professor disse:

“O Senhor dos Anéis obviamente é uma obra fundamentalmente religiosa e católica; inconscientemente no início, mas conscientemente na revisão. E por isso que não introduzi, ou suprimi, praticamente todas as referências a qualquer coisa como “religião”, a cultos ou práticas, no mundo imaginário. Pois o elemento religioso é absorvido na história e no simbolismo. Contudo, está expresso de modo muito desajeitado e soa mais presunçoso do que percebo. Pois, na realidade, planejei muito pouco conscientemente; e devo mormente ser gratopor ter sido criado (desde que eu tinha oito anos) em uma Fé que me nutriu e ensinou todo o pouco que sei; e isso devo à minha mãe, que se apegou à sua religião e morreu jovem, em grande parte devido às dificuldades da pobreza resultante de tal ato”.(Carta 142, 02 de dezembro de 1954, As Cartas de J.R.R.Tolkien, ed. arteeletra, curitiba, 2006).

Enquanto a Igreja Católica condena obras como O código da vinci, Harry Potter (Veja AQUI a carta do Papa Bento XVI que desaprova essa série) e outros livros. Os livros de J.R.R.Tolkien parecem estarem salvos da condenação pela Igreja Católica Apostólica Romana.

Em 26 de fevereiro de 2003, o jornal do Vaticano L’Osservatore Romano recomendou os livros de Tolkien como sendo de inspiração Católica. Segundo o jornal na época os livros possuem “ecos dos evangélios”. O mundo de fantasia do trabalho de Tolkien é “como uma projeção do mundo real, onde os homens são agitados por paixões, impulsionado por sentimentos, escravos do egoísmo, mas aberto aos valores de amizade, amor generosidade, lealdade – mais forte do que a vontade de poder que assola a humanidade.“

O artigo anônimo no L’Osservatore Romano, disse que a obra de Tolkien mostra “uma espécie de teologia”. O Senhor dos Anéis fala através de imagens e sinais, o revisor observa, mas o autor conclui: “Quando a fé inspira um do pensamento e da vida, não há necessidade de chamar a atenção para ela, ela brilha através de tudo.”

Vários livros tentam interpretar as obras de Tolkien sob a luz da Bíblia. No Brasil já foram publicados três livros desse segmento: Encontrando Deus em O senhor dos Anéis, Encontrando Deus em O Hobbit, ambos de autoria de Jim Ware, e ainda, o livro O Senhor dos Anéis e a Bíblia de autoria de Mark Eddy Smith. (mais…)

Garoto de 10 anos já leu ‘Odisseia’ e ‘Ilíada’

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Andréa Lemos, na Folhinha12356584

Renato Barreiros, 10, aprendeu na escola um pouco sobre a Guerra de Troia e leu em sala de aula partes do poema “Odisseia”. Ele fala da viagem do guerreiro Ulisses de volta para a casa, depois do fim da guerra.

Empolgado com essa história e com vontade de entendê-la melhor, Renato pediu para o pai comprar “Ilíada”. Esta é uma versão adaptada para crianças do texto escrito por Homero, o mesmo autor de Odisseia. Em “Ilíada”, o leitor fica sabendo que a guerra começou por causa do rapto da rainha Helena pelo príncipe de Troia.

“Esse livro é muito interessante. As histórias são um pouco complicadas, mas a linguagem é fácil e tem ilustrações”, conta. Renato já leu outros livros sobre mitologia. “Eu gosto bastante desses temas.” Dá para perceber!

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