Mia Couto: ‘Escrevo para acalmar os fantasmas’

Humilde, quase não entende por que recebe prémios, mas no início do ano recebeu mais um: o Prémio Eduardo Lourenço. Admite ser caótico no que toca ao método de trabalho e cada vez que parte para um novo livro sente os mesmos medos com que iniciou a primeira obra. A família é a primeira leitora, mas não é para ela que escreve.

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