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Posts tagged Moradores

Moradores da Rocinha não conseguem sair de casa por causa de tiroteio e perdem prova da Uerj

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Alunos do curso fazem simulado da prova da Uerj Foto: Divulgação

Alunos do curso fazem simulado da prova da Uerj Foto: Divulgação

Rafael Soares, no Extra

Alunos do Projeto de Ensino Cultural e Educação Popular (PECEP), um curso pré-vestibular comunitário que prepara alunos da Rocinha, na Zona Sul do Rio, para o ingresso em universidades públicas, não conseguiram sair de casa na manhã deste domingo e perderam a prova da Uerj. Segundo os diretores do curso, cerca de 80% dos 90 alunos do curso não conseguiram fazer o segundo exame de qualificação para a universidade, que aconteceu na manhã de hoje.

“Você não vai acreditar, acho que não vai ter como fazermos a prova da Uerj… A Rocinha tá em guerra… Bandido contra bandido. Acho que estudamos para nada. Parece cena de terror… Chorei!”, escreveu um dos alunos, na manhã deste domingo, para Mariana Alves, uma das diretoras do curso.

Van foi fuzilada durante tiroteio Foto: Reprodução

Van foi fuzilada durante tiroteio Foto: Reprodução

As aulas do curso são de segunda a sexta de 18h às 22h e aos sábados de 8h às 12h. Neste sábado, véspera da prova, na última aula antes do exame, os alunos tiveram uma aula especial sobre sexualidade e leram textos de Clarice Lispector. O PECEP foi fundado em 2001 por alunos da Escola Parque.

“Hoje foi o dia em que o bem perdeu para o mal, e foi de lavada! Uma mistura de tristeza e raiva define o sentimento que tive quando acordei e vi as mensagens dos alunos. Uma sensação horrível de impotência e injustiça tomou conta”, escreveu Mariana em seu perfil do Facebook.

PMs do Bope e do 23º BPM (Leblon) estiveram na favela neste domingo Foto: Gabriel de Paiva / Agência O Globo

PMs do Bope e do 23º BPM (Leblon) estiveram na favela neste domingo Foto: Gabriel de Paiva / Agência O Globo

Pelo menos uma pessoa morreu e duas ficaram feridas durante a guerra entre traficantes na Rocinha. Segundo a Polícia Civil, os confrontos são fruto de uma disputa entre aliados de Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157, e de Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha, pelo controle da favela. Rogério teria desobedecido uma ordem de Nem, que está num presídio de segurança máxima, para deixar o controle do morro. Neste domingo, bandidos saíram de outras favelas dominadas pela mesma facção para retomar o controle da favela para o bando de Nem.

10 Moradores de Rua provando que a leitura independe da grana….

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Douglas Eralldo, no Listas Literárias

Você aí enchendo os comentários dos Listas Literárias que o brasileiro não lê por causa do preço dos livros, hoje uma seleção estimulante com 10 imagens de moradores de rua, que nem mesmo nesta situação abandonaram a leitura:

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Moradores formam cadeia humana para transferir livros na Letônia

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Cerca de 15 mil voluntários formaram uma corrente para transferir os livros da antiga Biblioteca Nacional da capital, Riga, para um novo prédio.

Publicado na Globo News

464359cf9eca7b0b87606a22b0986e65fcf60f44A que ponto pode chegar o amor de uma cidade pelos livros? Em Riga, capital da Letônia, cerca de 15 mil voluntários formaram uma corrente humana para transferir os livros da antiga Biblioteca Nacional para um novo prédio.

Enfrentando temperaturas de até 4ºC, os voluntários – entre eles muitas crianças – formaram uma linha por cerca de dois quilômetros, passando os livros de mão em mão. São, ao todo, mais de 4 milhões de unidades, em 50 idiomas.

O primeiro livro a ser transportado e instalado na nova biblioteca foi uma Bíblia. O antigo prédio da Biblioteca Nacional, em operação há 150 anos, estava lotado e em péssimas condições. A nova biblioteca, que será climatizada e terá mais espaços para leitura, deve ser inaugurada oficialmente em agosto. Riga foi escolhida capital europeia da cultura em 2014.

Ex-aluno invade alojamento da USP, agride estudante e faz vários disparos

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Vítima levou coronhada; moradores não foram atingidos em São Carlos, SP.
Suspeito, que denunciou ter sido vítima de abuso sexual em trote, fugiu.

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Aluno invadiu alojamento e fez disparos no campus da USP de São Carlos (Foto: Maurício Duch)

Publicado por G1

Um ex-aluno da Universidade de São Paulo (USP) de São Carlos (SP) invadiu o alojamento do campus com uma arma, agrediu um estudante com coronhadas e fez vários disparos na noite desta quarta-feira (28). Ninguém foi atingido pelos tiros. O suspeito é o rapaz de 23 anos que denunciou ter sido vítima de abuso sexual durante um trote com veteranos, em março. Ele fugiu do local. A USP ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Disparo atingiu janelas de alojamento no campus da USP em São Carlos (Foto: Maurício Duch)

Disparo atingiu janelas de alojamento no campus
da USP em São Carlos (Foto: Maurício Duch)

De acordo com a Polícia Militar, o rapaz invadiu o alojamento armado e deu uma coronhada na cabeça de um estudante que mora no local. A vítima, que teria tentado conter o suspeito, foi socorrida e levada para a Santa Casa. O estado de saúde dele não foi divulgado.

Segundo testemunhas, o ex-aluno ainda fez vários disparos que acertaram as paredes e as janelas do alojamento, mas não atingiram ninguém. Alguns alunos disseram que ele dizia que queria vingança.

Em seguida, o rapaz fugiu e está sendo procurado pela Polícia Militar. Com medo, os moradores do alojamento saíram do local para dormir na casa de amigos. A Perícia Técnica foi ao local. A USP ainda não se pronunciou sobre o ocorrido.

Disparo atingiu janelas de alojamento no campus da USP em São Carlos (Foto: Maurício Duch)

Disparo atingiu janelas de alojamento no campus da USP em São Carlos (Foto: Maurício Duch)

O caso
Em entrevista ao G1 no dia 25 de abril, o rapaz, que cursava o 1º ano de ciências exatas, tinha decidido que desistiria do curso por estar sofrendo ameaças e discriminação. “Vou fazer o meu desligamento. Após esse constrangimento todo, não existe mais ambiente para estudar na USP. Vou ficar marcado e desmoralizado”, afirmou na ocasião.

O suposto abuso aconteceu no início da madrugada do dia 4 de março. Depois de uma reunião sobre as normas de funcionamento do alojamento onde conseguiu uma vaga, o rapaz entrou em uma área que dá acesso aos apartamentos, onde acontecia uma festa.

Segundo o estudante, um grupo foi até ele e começou a gritar. “Eles falavam repetidamente ‘chupa bixo’ e me cercaram, fizeram uma espécie de uma roda e não tive como sair dali. Eles aparentavam estar muito embriagados e se faziam de homossexuais, gritavam ‘bixo homofóbico’. Eu falava para não encostarem, mas três deles começaram a se esfregar em mim e chegaram a abaixar as calças. Um deles também abaixou a cueca. Eles pareciam ter prazer”, disse.

Os envolvidos dizem que tudo não passou de uma brincadeira durante um trote. O caso, que chegou a ser registrado pela Polícia Civil como estupro e foi alterado para injúria, teve a primeira audiência no dia 24 de abril no Fórum Criminal da cidade, mas não houve acordo ente os estudantes envolvidos.

Uma sindicância foi aberta pela USP, mas o resultado ainda não foi divulgado. Em maio, a Justiça pediu que a Polícia Civil levantasse mais testemunhas sobre caso, que ainda continua indefinido.

Crianças são forçadas a atravessar ponte precária para ir a escola

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Students Forced To Cross Broken Bridge To Get Home

Fernando Moreira, em O Globo

Crianças são forçadas diariamente a atravessar uma ponte em condições bastante precárias para chegar à escola primária em que estudam em Pariaman (Indonésia). Os alunos precisam se equilibrar sobre cordas já que praticamente não há pedaços de madeira para apoiar os pés.

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A ponte sofreu severos danos em 2008 e ainda não foi consertada. Ela também é usada por moradores da região.

Fotos: Barcroft Media/Other Images

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