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Sobrevivente do genocídio no Camboja conta em livro reencontro com algoz

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Úrsula Passos, na Folha de S.Paulo

François Bizot, 75, etnólogo francês especialista em budismo sul-asiático, foi o único sobrevivente ocidental da revolução que levou ao regime do Khmer Vermelho no Camboja, nos anos 1970.

O genocídio promovido por Pol Pot matou quase um terço da população do país à época. Bizot, então com 31 anos, fazia pesquisas nos templos de Angkor quando foi preso, em outubro de 1971 e levado ao campo M-13, onde ficou por três meses.

Seu livro “O Silêncio do Algoz” é sobre o reencontro com Deuch —seu carrasco, mas também o homem que o libertou— na prisão em que este estava, em 2003 e 2008, e quando testemunhou em seu julgamento, em 2009. Deuch foi também o responsável pelo S-21, a maior prisão do Khmer Rouge, a “máquina da morte”.

Ao final do relato, Bizot escreve: “No fim do processo, o orgulho do ser humano é salvo: o monstro não foi identificado”.

Em entrevista à Folha, por telefone de Paris, ele fala sobre esse monstro, tão presente nos debates sobre os grandes massacres do século 21, tema também do polêmico “Eichmann em Jerusalém”, da filósofa Hannah Arendt, sobre um dos algozes do Holocausto.

“O homem culpado, o acusado, não foi identificado como tal, nós nos contentamos em ver o culpado no monstro, em ver um ser que está muito longe de nós. Nos recusamos a ver nele um ser humano, alguém que é parecido ao que somos, mas com uma história diferente”, diz.

Jaing Guek Eav, o Duch, no tribunal em Camboja, em março de 2011 - Mark Peters/AFP

Jaing Guek Eav, o Duch, no tribunal em Camboja, em março de 2011 – Mark Peters/AFP

Para ele, a humanidade não se divide entre vítimas e algozes, e esses papéis podem ser encarnados por qualquer um. “Eu não compartilho dessa discriminação segundo a qual certos seres humanos seriam assassinos por natureza enquanto outros fariam parte apenas à categoria de vítimas”, afirma.

O início do livro que sai agora no país conta a história de quando o jovem Bizot, egresso do serviço militar na Argélia e após a morte do pai, mata sua raposa de estimação, Sarah. Essa morte permeia grande parte de sua reflexão sobre Deuch. “Matar Sarah me apareceu como uma necessidade, um dever. Isso me colocou em outra perspectiva”, diz ele.

“Eu vejo meu algoz como um duplo, como um outro possível”, afirma. “É muito difícil de saber o que um homem é capaz de fazer ou o que ele vai fazer.” Posições que ele não se recusou a assumir em depoimento na Câmara Superior do Camboja, responsável pelo julgamento de Deuch, como é conhecido Kaing Guek Eav.

“A Justiça é feita para nos proteger, e ela nos protege do que? Do medo que podemos ter de nós mesmos, ela serve para afastar de nós tudo que é criminoso, a perversidade, a mentira, a necessidade de matar, a vontade de fazer o mal, de eliminar os obstáculos sem compaixão pelos outros”, diz ele explicitando o ponto de vista que assume neste que é o seu segundo livro sobre o tempo preso.

Em 2000, ele lançou “Le Portail” (sem tradução no Brasil), em que narra sua captura, prisão, e a tomada, em 1975, da capital Phnom Penh, quando os estrangeiros, reunidos na embaixada francesa, são expulsos para a Tailândia. Um filme baseado na história está sendo finalizado e deve chegar aos cinemas franceses no final deste ano.

Ele diz não ter sido fácil colocar no papel suas memórias do período. “Eu percebi que até então estava reconstruindo uma realidade que não era exatamente a verdadeira, escrever me forçou a pensar.”

Sobre a revolução e o regime comunista que governou o Camboja, ele é categórico. “O bem é uma péssima ideia. Há algo de sanguinário nela. Aqueles que querem estabelecer o bem na Terra não encontram jamais adversários, somente o mal, e aí todos os esforços são permitidos.”

10 Obsessões de Famosos Filósofos

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Jackson Paul, no Literatortura

Todos nós temos nossas obsessões bizarras. Eu, particularmente, gosto de observar os carros passando e imaginar as histórias de cada pessoa dentro deles. Não é tão bizarra quanto as que eu vou apresentar a seguir, mas é uma obsessão. Alguns nomes históricos nos fazem perguntar como eram suas vidas, se suas rotinas eram completamente diferentes das nossas, se seus sentimentos eram mais intensos, ou seus pensamentos mais profundos. Acontece que todos nós somos seres humanos e, por mais que sejamos diferentes, todos nós temos a mesma essência. Cada um de nós tem uma obsessão bizarra. As que eu vou lhes apresentar a seguir são de 10 filósofos diferentes.

Quão bizarra a obsessão de um filósofo famoso pode ser?

11. René Descartes e mulheres vesgas.

Sim, René Descartes tinha uma obsessão por mulheres estrábicas. Segundo ele, teria sido fruto de uma paixão de sua juventude por uma garota que, segundo o próprio, tinha esse ‘defeito’ e deixou em seu âmago por muito tempo essa obsessão. Por vontade própria, conseguiu livrar-se dessa paixão.

Descartes é conhecido como o pai da filosofia moderna. Criou a Geometria Analítica, o Plano Cartesiano e seus métodos, e fez grandes estudos na área da Epistemologia e da Metafísica. Conhecido pela frase: “Penso, logo existo”.

12. Albert Camus e a morte prematura.

Camus achava que poderia morrer a qualquer momento. Na verdade, Camus achava que poderia morrer a qualquer momento enquanto jovem. Sua obsessão era exatamente essa: achava que a morte chegaria para ele em sua juventude, forçando-o a viver quase sempre em estado de paranóia, aterrorizado, esperando sempre pelo pior. Andava com uma carta de suicídio escrita por um amigo de Trotsky no bolso. Quando ganhou o prêmio Nobel, teve certeza de que aquilo era um sinal indicando o auge de sua vida, e que logo, inevitavelmente, iria morrer.

Camus foi escritor, dramaturgo, romancista e filósofo. Ganhou o Prêmio Nobel de Literatura em 57. Morreu aos 46 anos em um acidente de carro, deixando sua mulher e seus dois filhos.

13. Immanuel Kant e a monotonia.

De 1783 a 1804, Immanuel Kant seguiu a mesma rigorosa rotina. Acordava pouco antes das 5 para beber uma xícara de café e fumar um cachimbo. Trabalhava em suas palestras e escritos até seu início, às 7, e voltava para seu trabalho até a hora do almoço, às 13. A partir daí iniciava sua caminhada que ficaria conhecida como “Philosophengang”, ou A Caminhada do Filósofo. Conversava com alguns amigos e ia dormir às 22, exatamente. Se você reclama que a sua rotina é monótona, imagine a de Kant. E imagine que ele a seguia por pura opção.

Immanuel Kant elaborou o estudo do idealismo transcendental. Estudou a moral e a educação. Foi responsável por elaborar com Laplace a hipótese Kant-Laplace, sobre a criação do Sistema Solar.

14. Søren Kierkegaard e a ira de Deus.

Assim como nosso amigo Albert Camus, Kierkegaard acreditava que morreria cedo. Seu avô teria dito a seu pai que uma maldição havia caído sobre a família: ele veria todos seus filhos morrer antes dele. Isso porque o avô de Soren teria amaldiçoado Deus ainda pequeno. Aos 25 anos, Soren já tinha visto cinco de seus irmãos morrerem, sua mãe e seu pai. Mas mesmo depois da morte do pai, o medo ainda o perseguia. Muitos de seus trabalhos acabam trazendo um reflexo dessa sua obsessão, mostrando esforços para dizer o possível, como se o fim estivesse próximo, como é o caso de um de seus primeiros trabalhos, “Temor e Tremor”.

Soren Kierkegaard atacou a prática religiosa vigente ao se tornar um reformador religioso, contra o poder da religião, que acreditava em um cristianismo simples, baseado na fé. Morreu aos 42 anos, em 1855.

15. Karl Marx e o caos.

Marx ficou conhecido por sua desordem e métodos um pouco diferentes quando ia escrever. Ele dava voltas em torno de sua mesa esperando uma ideia vir, e quando essa vinha, sentava-se, escrevia, e voltava a dar voltas novamente. Sua péssima situação financeira também ajudou parte do caos a se instaurar em sua vida. Deixava trabalhos pela metade, adoecia frequentemente e via-se quase sempre em um nível de completa exaustão mental e física, muito pela sua falta de organização.

Karl Marx foi coautor de O Manifesto Comunista, autor de O Capital e um dos mais influentes pensadores do século XX.

16. Friedrich Nietzsche e as frutas.

Nietzsche é bem famoso por seus vários problemas de saúde. Enfrentava dores de cabeça crônicas, náusea constante e um problema digestivo grave, sem contar na sífilis que o matou de maneira cruel. Para tentar se livrar de todos esses males, uma lista de medicamentos foi testada pelo filósofo, e outra de alimentos diferenciados. Acontece que Nietzsche tinha uma obsessão por frutas. Ele simplesmente as adorava e passava um dia inteiro se alimentando só à base delas. Isso, segundo seu médico, poderia ter piorado sua condição, uma vez que se considera uma dieta apenas de frutas algo não muito diversificado, logo, pouco saudável.

Nietzsche é conhecido pelas obras “O Anticristo” e “Assim Falou Zaratustra”, referências da filosofia até hoje, com um legado tão grande que atingiu com força a música, o teatro e o cinema.

17. Voltaire e o café.

Ok, não acho que essa aqui seja uma obsessão tão grave assim. Se for, eu sofro dela, e acredito que muitos de vocês também. Voltaire, segundo consta em sua história, tomava de 20 a 40 xícaras de café por dia, e simplesmente não conseguia largar o vício, e ignorou seu médico quando esse o aconselhou a fazê-lo.

Voltaire foi um dos mais importantes pensadores iluministas, e suas ideias influenciaram muito eventos históricos como a Revolução Francesa e a Independência dos Estados Unidos.

18. Friedrich Hegel e a camisola.

Ao contrário de quase todos os outros filósofos dessa lista, Hegel teve uma vida bem tranquila sem quase nada que o tivesse perturbado muito, exceto pela morte de sua mãe. A única coisa que era um tanto quanto inusitada em sua personalidade era a sua mania de usar sempre dentro de casa sua camisola e sua boina preta. É quase como dormir só de roupas íntimas, ou usar sempre a mesma roupa pra ficar em casa.

Hegel fez estudos profundos envolvendo a Lógica, História, Religião, Metafísica e Epistemologia. Foi o criador do Hegelianismo.

19. Jean-Paul Sartre e os animais marinhos.

Preciso confessar que com essa aqui eu também me identifico.

Jean-Paul Sartre, apesar de mostrar-se sempre uma figura intelectualmente segura e inabalável, tinha um terrível medo de crustáceos e outras criaturas marinhas. Uma pintura que ele vira quando era criança teria o marcado para sempre. Era algo como uma enorme garra saindo do mar. Isso fez com que ele tivesse pavor de sequer pisar em uma praia, pois achava que uma criatura como um polvo gigante o puxaria para a água.

Sartre escreveu “O Ser e o Nada” e “Crítica da Razão Dialética”. Recusou um prêmio Nobel porque considerava instituições feitas pelos homens como agravantes de sua condição humana.

110. Arthur Schopenhauer e os poodles.

Schopenhauer é bastante conhecido por sua escrita pessimista e falta de empatia com outras pessoas. Com o passar dos anos em sua vida, o filósofo foi perdendo contato e afeto com aqueles que o rodeavam. Mas uma coisa sempre, sempre esteve presente ao seu lado, talvez suprindo toda essa falta de contato humano: um poodle.

Não era sempre o mesmo poodle, obviamente. Uma hora ele morria. Mas Schopenhauer deu exatamente o mesmo nome a todos os poodles que teve: Atma, um conceito hindu que significa “eu interior” ou “alma transcendente”.

Arthur Schopenhauer escreveu “A Arte de Insultar”, “A Arte de Ter Razão” e “As Dores do Mundo”. Foi o filósofo que introduziu o budismo e o pensamento indiano na filosofia metafísica na Alemanha.

E você, qual a sua obsessão?

Cinco livros essenciais para entender Gabriel García Márquez

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Ele é autor de ‘Cem anos de solidão’ e ‘O amor nos tempos do cólera’.
Escritor colombiano morreu nesta quinta (17), aos 87 anos, no México.

Publicado no G1

O escritor colombiano Gabriel García Márquez morreu aos 87 anos, nesta quinta-feira (17), na Cidade do México. Considerado um dos mais importantes escritores do século 20 e um dos mais renomados autores latinos da história, García Márquez ganhou sucesso internacional após a publicação do romance “Cem anos de solidão”, em 1967.

Entre seus títulos mais conhecidos estão ainda “A incrível e triste história de Cândida Eréndira e sua avó desalmada”, “O outono do patriarca”, “Crônica de uma morte anunciada”, “O amor nos tempos do cólera”, “Do amor e outros demônios” e “Memórias de minhas putas tristes”.

Abaixo, veja os cinco livros essenciais para entender Gabriel García Márquez:

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1. “Cem anos de solidão” (1967)
A obra-prima de García Márquez vendeu, até hoje, mais de 50 milhões de exemplares. É considerado, ao lado de “Dom Quixote”, de Miguel de Cervantes, um dos livros mais importantes da literatura em língua espanhola. Foi traduzido para 35 idiomas. Exemplo máximo do realismo fantástico – gênero característico do boom latino-americano da segunda metade do século XX –, “Cem anos de solidão” se passa na fictícia aldeia de Macondo e acompanha, ao longo de gerações, a saga da família Buendía.

 


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2. “O amor nos tempos do cólera” (1985)
“Foi a época em que fui quase completamente feliz. Gostaria que minha vida tivesse sido como naqueles anos em que escrevi ‘O amor nos tempos do cólera'”, afirmou García Márquez ao “New York Times” três anos após a publicação do romance. Aqui, o autor resgata a verdadeira história da paixão de seu pai, também Gabriel, por Luiza, sua mãe. O pai dela reprovava a relação e conspirava contra. No livro, o casal se chama Florentino e Fermina. “Todas essas coisas para mim são parte da nostalgia. Nostalgia é uma fonte incrível para inspiração literária, para inspiração poética”, comentou na mesma entrevista ao “New York Times”.

 


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3. “Crônica de uma morte anunciada” (1981)

“No dia em que o matariam, Santiago Nasar levantou-se às 5h30 da manhã para esperar o navio em que chegava o bispo.” Na frase de abertura da novela  “Crônica de uma morte anunciada”, García Márquez demonstra um estilo mais enxuto daquele que o havia consagrado e dá mostra de seu lado jornalista, sua primeira profissão.

 


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4. “Notícia de um sequestro” (1996)
Para esse livro, García Márquez colheu depoimentos de várias pessoas envolvidas nos sequestros ocorridos na Colômbia na década 1990. Ele mistura histórias reais com ficção para retratar, principalmente, a guerra do tráfico de drogas em seu país natal. O livro traz reportagens sobre o cotidiano dos cativeiros, as negociações entre traficantes, e a repercussão na vida dos parentes das vítimas.


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5. “Viver para contar” (2002)
Sua autobiografia narra o início de sua carreira como escritor e as origens do realismo fantástico – gênero literário consagrado por García Márquez. Em 2012, Jaime García Márquez, irmão de Gabo, que dirige a Fundação Novo Jornalismo Ibero-Americano (FNPI), lamentou que ele não tivesse mais condições de escrever a segunda parte do livro.

Quem é o novo assassino de ‘Game of thrones’? (spoiler)

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Publicado em O Globo

Quem leu os livros que inspiram a série ‘Game of thrones’ já sabia que o desprezível rei Joffrey Baratheon morreria, mas poucos esperavam que acontecesse tão cedo na temporada, ainda no segundo episódio (apesar da distância entre os dois casamentos fatais no livro ser de menos de 100 páginas).

Joffrey morreu, envenenado pelo vinho ou pela torta, em sua festa de casamento com Margaery Tyrell, no episódio que foi ao ar neste domingo. Na festa que deveria selar a paz em todo o reino de Westeros ficou claro que a guerra ainda está longe de acabar.

Logo após a morte do filho, a rainha-regente Cersei Lannister não teve dúvidas e mandou prender o irmão Tyrion pelo assassinato. Mas entre os espectadores a culpa do anão está longe de ser uma certeza. Então, quem matou Joffrey Baratheon?

1. Tyrion Lannister

A relação entre Tyrion e Joffrey nunca foi boa. Apesar do comportamento hedonista, Tyrion sempre foi muito mais rígido com o sobrinho do que os pais dele. Durante o casamento, Joffrey faz tudo o que pode para humilhar o tio, incluindo um show de comédia de anões na cerimônia e até mesmo derramando vinho na cabeça dele. No fim, exige que o tio lhe sirva o vinho que pode ter causado a sua morte.

O vídeo acima é da primeira temporada, quando Tyrion já tentava ensinar modos ao ainda príncipe Joffrey. O tapa no rosto acabou virando meme.

2. Oberyn Martell

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A Víbora Vermelha de Dorne entrou para a série nesta temporada e já no primeiro episódio deixou claro que está na cidade para matar Lannisters. O príncipe de Dorne quer vingar a morte de sua irmã, Elia. Ela era a mulher do príncipe Rhaegar, morto durante a rebelião de Robert Baratheon, que teve em Tywin Lannister um dos principais aliados.

3. Petyr Baelish, o Mindinho

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‘O caos é uma escada’, ele disse na terceira temporada. E poucas coisas desestabilizam mais que o assassinato de um rei. Um dos principais conselheiros do rei, Mindinho não estava no casamento, o que torna tudo ainda mais suspeito. Ou não?

4. Varys

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Mais um que age nos subterrânos do poder. Curiosamente, a câmera foca nele em vários momentos do casamento, o que pode ser uma tentativa do diretor de sugerir uma ligação dele com o assassinato ou de desviar a atenção para os verdadeiros culpados. De qualquer forma, Varys sempre gosta de reforçar que nada acontece na corte sem que ele saiba.

5. Dontos Hollard

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O bobo da corte era uma das vítimas favoritas das humilhações impostas por Joffrey a todos a sua volta. Ele pode não ser culpado, mas estava pelo menos informado de que algo iria acontecer, pois aparece muito rápido para tirar Sansa de cena, sabendo dos riscos que ela corria.

6. Sansa Stark

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Desde a primeira temporada, quando Joffrey mandou executar Ned Stark, o pai de Sansa, ninguém tem mais motivos para querer matá-lo do que ela. Depois do assassinato, o rei ainda se dedicou a humilhar e agredir a ex-noiva sempre que podia. Mas uma atitude tão drástica não parece fazer parte do tempramento de Sansa, sempre passiva e subserviente.

7. Olenna e Margaery Tyrell

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Ao chegar a Porto Real, com a neta Margaery já prometida em casamento a Joffrey, a senhora Olenna Tyrell pergunta a ex-noiva Sansa como é o comportamento do rei. “Ele é um monstro”, é a resposta nada tranquilizadora. A morte poderia ser uma tentativa de proteger a neta, mas a escolha do momento não parece adequada. Afinal, Margaery sequer consumou o casamento e não tem direito de sucessão com a morte de Joffrey.

8. Melisandre

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Na última temporada, a sacerdotisa jogou três sanguessugas no fogo, representando os três reis que desafiavam Stannis Baratheon. Robb Stark e Joffrey já se foram. Se Balon Greyjoy morrer nos próximos episódios, será difícil questionar os poderes do deus de Melisandre.

Concurso Cultural Literário (56)

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LEIA UM TRECHO

Summer Stetson não conheceu sua irmã. Sua mãe engravidou dela assim que Shannon morreu, aos 17 anos, em um terrível acidente de carro, que se chocou com uma árvore. Ao longo de sua vida, Summer acostumou-se a assistir seus pais repetirem o quanto a irmã era perfeita, amada e boa filha, e por isso sempre acreditou que fosse uma decepção para eles. Ao fazer 17 anos, recebe da tia de presente o diário que Shannon escrevia até o dia de sua morte. Ao ler aquelas páginas para saber mais sobre a irmã, acaba descobrindo alguns segredos, e a cada revelação, sobre a família e sobre si mesma, entende que a verdade pode ser, por vezes, dolorosa, mas nunca deixará de ser libertadora.

Vamos sortear 3 exemplares de “Então, conheci minha irmã“, lançamento da Gutenberg.

Para participar, registre em apenas uma palavra na área de comentários uma qualidade essencial no relacionamento entre irmãos.

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O resultado será divulgado no dia 7/4 às 17h30 neste post.

Boa sorte! 🙂

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Parabéns aos ganhadores: Flavia de Melo, Maxsuel e Dany Silva.

Por gentileza enviar seus dados completos para [email protected] em até 48 horas.

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