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Como cultivar e amar o hábito da leitura

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Crédito: Shutterstock.com

Publicado originalmente no Universia

Muitas pessoas têm dificuldades para ler e manter o hábito da leitura. A internet e a televisão tomam o espaço da leitura como entretenimento tornando essa opção algo cada vez mais ignorado. Porém a leitura é essencial para o desenvolvimento do ser humano. Além de exercitar a imaginação, ela traz conhecimento e alarga os horizontes de quem desenvolve esse hábito. Aproveite todos os benefícios da leitura com as dicas a seguir:

Como amar a leitura: 1. Identifique o que você gosta

Cada pessoa possui interesses e preferências diferentes de leitura. Identificar o que você gosta é o passo inicial para que você consiga manter esse hábito. Leia as sinopses dos livros e experimente quais mais se encaixam com você, podem ser romances, ficção científica, histórias de fantasia, aventura, drama, teóricos, auto-ajuda, religiosos, etc.

Como amar a leitura: 2. Tipos de texto

Além do tipo de assunto, você também deve escolher o tipo de texto que gosta. Existem histórias mais curtas, os contos, que normalmente vêm reunidos em um único livro, poemas, crônicas.

Como amar a leitura: 3. Visite uma biblioteca ou livraria

Antes de comprar um livro e se arrepender, visite uma biblioteca ou livraria para conferir as preferências de leitura que identificou até agora.

Como amar a leitura: 4. Crie um espaço de leitura

Você pode escolher o sofá de sua sala, o quarto ou a escrivaninha. É importante estar atento para alguns detalhes como a iluminação apropriada, e a posição da coluna para não prejudicar suas costas e pescoço ou ficar com sono.

Como amar a leitura: 5. Escute música

Essa opção é muito pessoal, pois muitas pessoas não conseguem se concentrar com a leitura enquanto ouvem música. Para outras, porém, ouvir música é exatamente o que as ajuda a se manterem focadas no livro.

Áustria implanta biblioteca por meio de QR code

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Para ter acesso aos títulos, basta escanear a imagem utilizando o leitor de QR code instalado no smartphone ou tablet.

Leticia Muniz na revista Exame

Divulgação

Garota usa QR Code em biblioteca na Áustria

Garota usa QR Code em biblioteca na Áustria: Os idealizadores do projeto pretendem, a partir de agosto, incluir músicas no formato MP3 para serem baixadas.

O governo da Áustria implantou um plano de leitura por meio do QR code. O projeto-piloto foi lançado na cidade de Klagenfurt, onde cerca de 70 adesivos com os códigos foram colados. Para ter acesso aos títulos, basta escanear a imagem utilizando o leitor de QR code instalado no smartphone ou tablet.

Os livros começaram a ser disponibilizados no início do mês com o objetivo de tornar a leitura de clássicos da literatura mais fácil para os moradores da cidade.

A maioria dos livros disponíveis não possui direitos autorais, e cada um deles está disponibilizado em locais que têm relação com os personagens ou com o texto.

Os idealizadores do projeto pretendem, a partir de agosto, incluir músicas no formato MP3 para serem baixadas.

Rolling Stones celebra 50 anos com exposição e livro de fotos

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Publicado originalmente no Valor Econômico

“Time is on my side; yes, it is”, canta Mick Jagger no video acima, divulgado hoje no canal oficial dos Rolling Stones no YouTube. Embora a canção não seja deles – quem a gravou primeiro foi Kai Winding, em 1963 -, ela serve perfeitamente de trilha para a data: o vídeo celebra a trajetória da banda, que há 50 anos fez seu primeiro show. “Não esperava nem que eu mesmo fosse durar 50 anos”, brinca Keith Richards em um texto sobre o aniversário publicado no site oficial da banda.

Mick Jagger, Keith Richards, Ronnie Wood e Charlie Watts diante do Marquee Club, onde foi realizado o primeiro show dos Rolling Stones

Em 12 de julho de 1962, os Rolling Stones subiram ao palco pela primeira vez – a apresentação ocorreu no Marquee Club, na Oxford Street, em Londres. Na época, a banda era formada por Jagger, Keith Richards, Brian Jones, Ian Stewart, Dick Taylor e Tony Chapman. Posteriormente, Stewart, Taylor e Chapman deixaram o grupo, que passou a contar com o baterista Charlie Watts. Em 1969, o quinteto perdeu Brian Jones, que foi encontrado morto na piscina de sua casa, aos 27 anos de idade.

Para marcar os 50 anos da banda, uma exposição gratuita com 70 fotos será aberta amanhã, na Somerset House, em Londres. Além disso, está sendo lançado hoje o livro “The Rolling Stones 50”, com centenas de imagens escolhidas pela banda e acompanhadas por depoimentos dos músicos. Grande parte das fotografias é proveniente do arquivo do jornal “Daily Mirror”, e entre os fotógrafos estão Gered Mankowitz, Jean-Marie Périer,Dezo Hoffman, Michael Cooper, Terry O’Neill, Bent Rej e Philip Townsend, que foi o responsável pelo primeiro ensaio fotográfico dos Stones. Publicado pela Thames & Hudson, o livro tem 352 páginas e custa £ 29,95 (cerca de R$ 94).

A banda também colocou à venda uma edição limitada de fotos, cujos preços variam de US$ 175 (R$ 357) a US$ 250 (R$ 510). Uma delas mostra Jagger falando com um policial após bater o carro – um Aston Martin DB6 que havia custado £ 5.000, adquirido apenas três semanas antes. Outra traz Keith Richards fumando um cigarro sentado no jardim, rodeado por alguns dos objetos que tinha conseguido resgatar do incêndio que havia acabado de atingir sua casa.

Para novembro, está previsto o lançamento de um documentário sobre os Rolling Stones, dirigido por Breet Morgan. E, nos próximos dias, a banda vai postar outros vídeos promocionais no YouTube, com registrados raros de bastidores e versões exclusivas de outras músicas.

Há ainda rumores de que a banda esteja planejando uma nova turnê. Keith Richards disse à BBC que eles têm se encontrado para alguns ensaios e que novos shows serão realizados, mas não deu nenhuma previsão quanto à data. A mais recente turnê dos Stones foi “Bigger Band”, que percorreu 32 países ao longo de dois anos, até o encerramento em Londres, em 2007.

Estudantes estão conectados, mas não têm hábito de ler

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Imagem Google

Publicado originalmente no Terra.com

A pesquisa Escolas Estaduais do Rio do Janeiro – Percepções e Expectativas de Alunos revela que 92% dos estudantes do Ensino Médio da rede estadual estão conectados à internet, mas o hábito de ler não faz parte da vida deles. De modo geral: 14% dos 4 mil alunos consultados disseram não ter lido nenhum livro nos últimos cinco anos. Um livro foi lido no período por 11% dos estudantes; dois ou três livros por 26% e quatro ou cinco livros por 17%. O estudo foi efetuado pelo Instituto Mapear para a Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro.

Entre os alunos que leram mais que um livro em média nos últimos cinco anos, a pesquisa registrou que 14% leram entre 6 e 10 livros, 8% entre 11 e 20 e 10% leram mais que 20 livros em cinco anos.

A pesquisa Retrato da Leitura no Brasil, divulgada em março deste ano pelo Instituto Pró-Livro, registra que, na faixa etária entre 5 e 10 anos, as crianças brasileiras leram 5,4 livros, no ano passado. Entre os pré-adolescentes, de 11 a 13 anos, a taxa de leitura ficou em 6,9 livros por ano e entre adolescentes de 14 a 17 anos (mesma faixa etária da pesquisa realizada no estado do Rio de Janeiro) foram lidos 5,9 livros em 2011.

Os números são menores do que os registrados na pesquisa Retratos da Leitura no Brasil realizada em 2007, mas, segundo o Instituto Pró-Livro, a queda se deve a uma diferença de metodologia em relação ao estudo deste ano, não necessariamente à uma queda no número de leitores no País.

O baixo índice de leitura entre os alunos do Ensino Médio da rede pública estadual fluminense pode ser atribuído a um fator histórico, disse o subsecretário de Gestão do Ensino, Antonio Neto. O subsecretario informou que 70% dos pais de alunos não têm o Ensino Fundamental completo. “No ambiente familiar o aluno não encontra estímulo para a leitura”, disse.

Nas famílias de classe média, que costumam assinar jornais e periódicos, os estudantes conseguem ter mais acesso a algum tipo de leitura. “No caso das famílias mais pobres, nós não vemos isso. Vemos grandes dificuldades. O papel da escola passa a ser mais importante, porque é um quadro que tem que ser revertido desde os anos iniciais da educação”, disse Neto. A pesquisa foi pautada no Ensino Médio e mostra que a leitura tem que ser fortalecida desde os anos iniciais do Ensino Fundamental, “para que no Ensino Médio, o aluno tenha uma convivência com o livro muito maior”.

Neto observou que, “como o mundo ideal não existe”, é preciso trabalhar com a realidade. Para fomentar ações que incentivem o gosto pela leitura entre os alunos, a Secretaria Estadual de Educação do Rio utiliza ferramentas, como a Semana de Artes das escolas públicas estaduais.

A iniciativa foi resultado de trabalhos efetuados por escolas da rede estadual que envolveram várias linguagens, entre as quais música, dança, pintura, literatura, vídeo e teatro. ¿Essa ação de fomento à arte está necessariamente ligada à leitura”, disse. Foram cinco dias de ações escolares, o que levou a secretaria a decidir ampliar o evento no próximo ano.

Outra ação de incentivo ao hábito de ler entre os estudantes é o Salão do Livro das Escolas Estaduais. O evento é anual e constitui uma oportunidade de as unidades escolares adquirirem novos livros para os estudantes. Cerca de 141 unidades participaram da última edição, que teve uma verba de R$ 8 milhões.

Novas ações estão sendo formatadas com o objetivo de serem introduzidas na rede de ensino em 2013. Neto esclarece que a secretaria não trabalha com o conceito de bibliotecas, mas de salas de leitura nas escolas. O acervo dessas unidades considera uma proporção média de três livros, “pelo menos”, por aluno, conforme determina a legislação atual para bibliotecas.

A secretaria criou, no ano passado, a função de “professor agente de leitura”. Esse profissional começará a ser colocado nas escolas ainda neste semestre com a função de fomentar a leitura. Ele terá também a atribuição de criar estratégias para que o aluno “utilize e trabalhe com esses livros”.

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