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Posts tagged Namorado

Romance inédito de Nicholas Sparks vai virar filme

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Patrícia Borba no Pipoca Moderna

 

Mais um livro de Nicholas Sparks vai virar filme. Desta vez, a obra nem foi lançada ainda, tal é a popularidade do autor, cujos romances já renderam oito filmes, entre eles “Um Amor Para Recordar” (2002), “Diário de uma Paixão” (2004), “Querido John” (2010) e “Um Porto Seguro” (2013).

Segundo o site The Hollywood Reporter, a nova produção vai adaptar o livro “Uma Longa Jornada”, que será lançado nos EUA em setembro. A trama acompanha dois casais. Aos 91 anos, com problemas de saúde e sozinho no mundo, Ira Levinson sofre um terrível acidente de carro. Em sua luta para sobreviver, lembra de Ruth, sua falecida esposa. Perto dali, Sophia Danko, uma jovem estudante de história da arte, conhece Luke Collins, um cawoby que a salva do assédio de seu ex-namorado. O destino unirá a história dos dois casais apaixonados, mostrando que, para além do desespero, da dificuldade e da morte, a força do amor sempre nos guia na longa jornada da vida.

O filme terá produção de Marty Bowen e Wyck Godfrey, responsáveis pela saga “Crepúsculo”. O roteirista Craig Bolotin (“Falando Francamente”) é um dos nomes cotados para escrever a adaptação.

Sparks virá ao Brasil lançar o novo livro na Bienal do Rio no dia 31 de agosto. “Uma Longa Jornada” é seu 19º livro e sua adaptação tem previsão de estreia para fevereiro de 2015 nos EUA.

Imagem: intenet

Universidades dos EUA são investigadas por ignorar casos de estupro

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Pelo menos sete universidades americanas estão sob investigação do Departamento de Educação dos EUA por supostamente ignorar casos de estupro em suas dependências.

Instituições em todo o país são investigadas após denúncias de alunas

Instituições em todo o país são investigadas após denúncias de alunas

Alessandra Corrêa, na BBC

Segundo denúncias de estudantes, as universidades não informam de maneira clara os procedimentos para reportar abusos sexuais e não investigam os casos adequadamente. As alunas afirmam que, em muitos casos, as vítimas são censuradas ou sofrem retaliações, enquanto os agressores não são punidos.

O episódio mais recente é o da University of Southern California (USC), em Los Angeles. Na semana passada, um grupo de alunas veio a público divulgar detalhes da denúncia encaminhada em maio ao Gabinete de Direitos Civis (OCR, na sigla em inglês) do Departamento de Educação.

O documento de 110 páginas relata mais de cem casos em que a universidade teria falhado em sua resposta a relatos de violência sexual no campus e serviu de base para a investigação oficial iniciada em junho.

Uma das estudantes, Tucker Reed, de 23 anos, disse à BBC Brasil que foi estuprada no campus pelo ex-namorado, em 2010, e denunciou o caso à universidade e à polícia em 2012. Ela afirma que chegou apresentar gravações em que o suposto agressor teria admitido o estupro, mas seu caso foi rejeitado.

“Esse processo se arrastou por vários meses”, diz. “Senti como se tivesse sido estuprada novamente.”

Uma das vítimas citadas na denúncia diz que ouviu da polícia responsável pela segurança no campus que mulheres não deveriam “sair, ficar bêbadas e esperar não ser estupradas”. Outra relata que foi obrigada a continuar na mesma turma do acusado de estuprá-la.

Direitos civis

A investigação aberta pelo OCR busca determinar se os direitos civis das alunas foram violados e é baseada no chamado Title IX (Título IX), lei federal que proíbe discriminação sexual na educação. Em carta enviada a universidades em 2011, o Departamento de Educação afirma que “assédio sexual a estudantes, incluindo atos de violência sexual, é uma forma de discriminação sexual proibida pelo Title IX”.

A USC disse em comunicado que quer trabalhar com os agentes federais para esclarecer qualquer preocupação e está revisando suas políticas para garantir o cumprimento da lei.

O caso não é isolado. Também são alvo de investigações as universidades da Carolina do Norte (em Chapel Hill), do Colorado (Boulder), da Califórnia (Berkeley), Occidental College (Los Angeles), Darthmouth College (Hanover, em New Hampshire) e Swarthmore College (nos arredores da Filadélfia, na Pensilvânia).

Em alguns casos, a investigação tem como base outra lei, o Clery Act, que exige que instituições de ensino superior monitorem e divulguem estatísticas criminais nos campi, incluindo crimes sexuais.

Ao responder às investigações, todas as universidades afirmaram que levam o assunto “muito a sério”. Algumas, como Swarthmore e Occidental, já iniciaram revisões de suas políticas e treinamento de funcionários.

Redes sociais

Estudantes criaram movimento nacional contra violência sexual nas universidades

Estudantes criaram movimento nacional contra violência sexual nas universidades

Essa onda recente de investigações é fruto da articulação das próprias estudantes. Diante do que consideram desprezo e abandono por parte das universidades, elas romperam o isolamento geralmente sofrido por vítimas de estupro e iniciaram, com a ajuda da internet e das redes sociais, um movimento nacional contra violência sexual nas universidades.

Reed relatou sua experiência em um blog e criou o grupo Scar (palavra que significa cicatriz, mas também sigla em inglês para Coalizão de Estudantes Contra o Estupro). Seus relatos inspiraram alunas da Universidade do Colorado a fazer a denúncia ao governo.

As estudantes que denunciaram o Occidental College e o Swarthmore College afirmam ter recebido orientação das alunas que haviam feito a denúncia contra a Universidade da Carolina do Norte. Essas, por sua vez, dizem ter se inspirado no projeto “It Happens Here” (“Acontece Aqui”, em tradução livre), iniciado por alunas do Amherst College, em Massachusetts, chamando atenção para o problema.

As alunas do Amherst buscaram ajuda na experiência de Alexandra Brodsky, uma das 16 alunas que denunciaram a Universidade de Yale (no Estado de Connecticut) ao Departamento de Educação em 2011.

“Estamos trabalhando em uma campanha para pressionar o Departamento de Educação a fazer com que a lei seja cumprida”, disse Brodsky à BBC Brasil.

No mês passado ela coordenou um protesto em frente à sede do departamento, em Washington, como parte da campanha Ed Act Now (“Lei da Educação Agora”, em tradução livre), que já coletou mais de 160 mil assinaturas.

As estudantes também estão lançando o projeto “Know your Title IX” (“Conheça seu Título IX”), para educar as alunas sobre seus direitos.

Brodsky conta que quando relatou à universidade que havia sido vítima de estupro, em 2009, ouviu dos diretores que era melhor não comentar o caso com ninguém.

“Ficou claro naquele momento que eu não seria mais a estudante ideal para Yale, mas um potencial desastre de relações públicas, que precisava ser silenciado”, diz. “Me senti traída.”

A universidade, uma das mais prestigiosas dos EUA, já havia sido alvo de investigação anterior, de 2004 a 2011, na qual foi multada em US$ 165 mil (cerca de R$ 373 mil) por não relatar episódios de agressão sexual em suas estatísticas criminais. No caso da denúncia de Brodsky, o Departamento de Educação não multou a universidade, que se comprometeu em melhorar suas políticas sobre casos de agressão sexual.

“A investigação encorajou mudanças na política da universidade, mas não ajudou a melhorar a maneira como as sobreviventes de estupro são tratadas”, diz Brodsky.

“Eu já me formei. Mas continuo ouvindo relatos de estudantes que enfrentam os mesmos problemas.”

Novo livro reúne correspondência amorosa de Fernando Pessoa

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Edição lançada hoje traz as cartas entre o poeta português e Ofélia Queiroz, sua única namorada conhecida

Fernando Pessoa enviava cartas para a namorada como Álvaro de Campos, um de seus heterônimos Reprodução

Fernando Pessoa enviava cartas para a namorada como Álvaro de Campos, um de seus heterônimos Reprodução

Publicado em O Globo

“Todas as cartas de amor são ridículas. Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas.” Fernando Pessoa (1888-1935), autor desses versos, sob o heterônimo Álvaro de Campos, quem diria, também escreveu cartas de amor — ridículas. No bom sentido, claro. Pessoa chamava a namorada de “nininha” e até escrevia imitando voz de bebê. Agora, essa delicada troca de palavras entre o poeta e sua única namorada conhecida, Ofélia Queiroz (1900-1996), surge reunida em uma edição especial. “Fernando Pessoa e Ofélia Queiroz — Correspondência amorosa completa (1919-1935)” (Editora Capivara) chega às livrarias brasileiras ao mesmo tempo em que é lançado na Casa Fernando Pessoa, em Portugal. Justamente hoje, no dia dos namorados.

Após a morte de Pessoa, Ofélia guardou a correspondência dele por mais de 40 anos em uma caixa de bombons.
Em 1978, ela veio a público e revelou ter namorado o poeta. Naquele ano, o pesquisador português Davi Mourão Ferreira publicou as 51 cartas escritas por ele, mas ninguém imaginava que o poeta também havia preservado as cartas enviadas por ela. Em 1996, a família de Pessoa publicou 110 delas, de um total de 270. Ano passado, a pesquisadora Manuela Parreira da Silva cruzou as missivas das duas edições.

Até aqui, 160 cartas estavam inéditas. O novo livro é uma iniciativa do colecionador Pedro Corrêa do Lago e de sua mulher, a pesquisadora Beatriz Corrêa do Lago. Em 2002, os dois compraram as cartas de Pessoa em um leilão. Anos depois, procuraram a família do poeta e adquiriram as cartas escritas por Ofélia. Para organizá-las e escrever as notas, chamaram Richard Zenith, uma das maiores autoridades na obra de Pessoa.
— Agora, podemos ter mais detalhes sobre os hábitos do poeta e do namoro. Há um valor biográfico — diz Zenith, que escreve um novo livro sobre o poeta, ainda sem data de publicação.

Sozinhos no escritório

A correspondência entre Pessoa e Ofélia começou como um flerte de bilhetes discretos, trocados no meio do escritório de um primo do poeta. Ele traduzia textos do inglês e francês; ela era datilógrafa. Quando Ofélia foi fazer entrevista para o emprego, já o achara engraçado: ele vestia um “chapéu de aba” e trazia as calças para dentro das meias. Durante a entrevista dela, Fernando Pessoa dava um sorrisinho. Ou pelo menos era assim que Ofélia se lembrava do encontro.

Ainda segundo o relato que ela faria mais tarde, um dia faltou luz no escritório, justo quando os dois estavam sozinhos. O poeta deixou um bilhete na mesa dela: “Peço-lhe que fiques.” Ofélia se preparava para sair, quando Pessoa se aproximou e começou a declamar os versos de Shakespeare em que Hamlet se declara para Ofélia: “Meço mal os meus versos; careço de arte para medir os meus suspiros; mas amo-te em extremo.” E puxou-a pela cintura, dando-lhe um beijo. A troca de cartas propriamente ditas começou ali.

Sempre especulou-se sobre a suposta homossexualidade de Pessoa. Mas é possível ver que ele realmente esteve envolvido com Ofélia, embora não haja, nas cartas, qualquer sugestão de que o casal tenha feito sexo algum dia. Ele gostava dos “jinhos” (beijinhos) enviados por ela nas cartas. Chegou até a desenhar um mapa com o caminho mais longo para deixá-la em casa, para ficar mais tempo com ela.

Na correspondência também há tristeza, porque Ofélia amou muito mais. Ela escreveu 270 cartas; ele, só 51. Em várias, a moça reclama dos sumiços de Pessoa, da ausência de cartas e telefonemas. E dá sermão quando ele abusa da bebida. A datilógrafa quer se casar, mas o poeta quer se dedicar à sua arte. Ela chega a assinar uma missiva como “Ofélia Pessoa (quem me dera)”.

— É uma história um tanto melancólica de um homem que não tinha a capacidade de amar no sentido habitual. Do outro lado, uma jovem ingênua, que não vê outro destino para si diferente do casamento tradicional. A literatura e o amor nem sempre jogam o mesmo jogo — afirma Eduardo Lourenço, filósofo e crítico literário português, que assina o prefácio do livro.

Em 20 de novembro de 1920, Pessoa termina com Ofélia. Numa carta melancólica, em que diz não mais amá-la: “Fiquemos, um perante o outro, como dois conhecidos desde a infância, que se amaram um pouco quando meninos, e (…) conservam sempre, num escaninho da alma, a memória profunda do seu amor antigo e inútil.” Em seguida, o que parece uma referência à literatura: “O meu destino pertence a outra Lei, de cuja existência a Ofelinha nem sabe, e está subordinado cada vez mais à obediência a Mestres que não permitem nem perdoam.”

Os dois se reencontram nove anos depois, em 1929. Fernando Pessoa já é um quarentão, e Ofélia também está mais madura. Desse período em diante, as cartas dele trazem uma prosa mais parecida com o estilo que o consagrou.

Mas o poeta era um fingidor. Na mesma época, insere uma nova “pessoa” no relacionamento: seu heterônimo Álvaro de Campos, que é contra o namoro. Os sumiços dele continuam, só que dessa vez a culpa é de Álvaro de Campos, que lhe “toma” os papéis e canetas .

Numa das cartas, o heterônimo escreve: “Excelentíssima Senhora Dona Ofélia de Queiroz, um abjeto e miserável indivíduo chamado Fernando Pessoa, meu particular e querido amigo, encarregou-me de comunicar a V.Ex.ª — considerando que o estado mental dele o impede de comunicar qualquer coisa, mesmo a uma ervilha seca (exemplo da obediência e da disciplina) — que V. Ex.ª está proibida de: (1) pesar menos gramas, (2) comer pouco, (3) não dormir nada, (4) ter febre, (5) pensar no indivíduo em questão.”

O curioso: mais de uma vez, Ofélia relata ter encontrado Álvaro de Campos ou recebido um telefonema dele. No começo, ela odeia o heterônimo; depois, tenta cooptá-lo para se aproximar de Pessoa. Envia papel e canetas por ele para o poeta.

‘Preso e incomunicável’

Em 1931, como tentativa de se afastar de Ofélia, Pessoa bota em ação outro heterônimo: Ricardo Reis. Reis não escreve cartas, mas Ofélia diz ter recebido ligações dele. Em 1931, ela afirma: “Escrevo-lhe para dizer que me telefonou hoje um cavalheiro anunciando-se Ricardo Reis, e que vinha da sua parte para me participar que o Nininho estava preso e incomunicável e que só apareceria no princípio de março.” Entre 1932 e 1935, eles só se cumprimentam nos aniversários.

No “Livro do desassossego”, escrito pelo semi-heterônimo Bernardo Soares, o personagem poético que mais se assemelha ao Pessoa real, Soares diz só ter sido amado uma vez. Pode ser uma referência a Ofélia. Já o poema “Todas as cartas de amor são ridículas”, de Álvaro de Campos, foi escrito em 1935, um mês antes da morte do poeta. Nele, afirma: “Só as criaturas que nunca escreveram cartas de amor/ É que são/ Ridículas.”

Bacharéis consideram exame da OAB mais fácil que o anterior

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Segundo OAB, mais de 124 mil pessoas estavam inscritas para o teste.
Questões de ética foram consideradas fáceis pela maioria dos candidatos.

Após a prova, Fernanda Wakim encontra o namorado, Felipe Grecco (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

Após a prova, Fernanda Wakim encontra o namorado, Felipe Grecco (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

Rodrigo Ortega, no G1

Bacharéis que prestaram a 1ª fase do 10º Exame de Ordem Unificado da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), neste domingo (28), disseram que a prova estava mais fácil do que a edição anterior. O teste, que teve duração de cinco horas, foi encerrado às 18h. No entanto, alguns candidatos reclamaram que havia enunciados difíceis de serem entendidos.

As questões sobre ética foram consideradas fáceis pela maioria dos bacharéis. Direito do Trabalho, Direito Penal e Direito Constitucional foram citados pelos candidatos como os conteúdos mais difíceis.

Fernanda Wakim, 23 anos, estudou até 12 horas por dia para o exame e diz que teve “muito apoio psicológico” do namorado, Felipe Grecco, 24 anos que foi buscá-la após a prova. “Achei mais fácil do que a última, em que saí desolada e teve pouca aprovação. Ética foi o tema mais fácil. Em Direito Penal, a prova estava mal escrita, com questões difíceis de entender. Em três que não entendi só deixei uma interrogação e desisti”, afirma.

Luciana Nunes, 24 anos, fez o exame da OAB neste domingo (28) em SP (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

Luciana Nunes, 24 anos, fez o exame da OAB neste
domingo (28) em SP (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

“O exame estava mais fácil que a última prova, que eu prestei e foi bem mais complicada. Direito Constitucional estava mais difícil, em minha opinião. Ética foi mais fácil, apesar de eu ter achado algumas questões com esse tema um pouco complicadas. Eu fiz cursinho, estudei durante quatro horas por dia nos últimos meses para esta primeira fase e por isso estou saindo mais confiante”, diz Luciana Nunes, de 24 anos. Ela faz o exame pela terceira vez e saiu quase uma hora antes do horário marcado para o encerramento da prova, às 18h.

Priscila (esq) e Rosângela (dir.) fizeram a prova neste domingo (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

Priscila (esq) e Rosângela (dir.) fizeram a prova
neste domingo (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

A jovem Priscila do Rosário, 23 anos, prestou o exame pela segunda vez. “Não estava difícil o exame, mas Direito do Trabalho estava confuso, as questões tinham várias interpretações, dava dúvida.” A reclamação dela também foi feita por outras pessoas que prestaram a prova. A amiga Rosângela Hafez, 40 anos, concorda que a prova não estava difícil. “Foi mais fácil do que a do ano passado. Estou confiante.”

Daniel Barbosa e a amiga, Raíssa Freitas (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

Daniel Barbosa e a amiga, Raíssa Freitas
(Foto: Rodrigo Ortega/G1)

Daniel Barbosa, 23 anos, tenta pela segunda vez e diz que o exame “não foi dos mais difíceis.” Ele cita ética como um tema fácil e Direito Tributário e do Trabalho como difíceis. Amiga de Daniel, Raíssa Freitas, de 23 anos, tenta pela terceira vez passar no exame. “Em Direito do Trabalho, esperava que caíssem coisas atuais, como a PEC das domésticas, mas não caiu”.

Olga Keller, de 47 anos, faz o exame pela quarta vez, mas não tentou a prova anterior. “Direito Tributário foi a parte mais difícil, mas confesso que estudei pouco. Mas Direito Civil achei fácil. Saí de casa confiante e vou voltar um pouco menos. Em geral, foi difícil”, diz.

Olga Keller, 47 anos, após exame da OAB (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

Olga Keller, 47 anos, após exame da OAB (Foto:
Rodrigo Ortega/G1)

A turma de amigos Karina Marcato, Marcelo Lima, Thiago Cratão e Natália Rente diz com unanimidade que a prova estava mais fácil que a anterior. “Em relação à outra, essa prova estava mais interpretativa, às vezes difícil de entender”, diz Karina. No ranking deles, as questões mais fáceis eram de Direito Tributário e ética, e as mais difíceis de Direito Constitucional e do Trabalho.

Após prova, grupo de amigos diz que teste foi mais fácil que o anterior (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

Após prova, grupo de amigos diz que teste foi mais
fácil que o anterior (Foto: Rodrigo Ortega/G1)

Primeira fase

De acordo com a OAB, mais de 124 mil candidados estavam inscritos para o teste. A prova teve 80 questões de múltipla escolha. Os candidatos precisam acertar 40 questões para passar para a segunda fase, que está marcada para o dia 16 de junho.

O Exame de Ordem é obrigatório para obter a carteira da OAB, necessária ao exercício da profissão de advogado.

O gabarito preliminar do exame foi divulgado na noite deste domingo. O resultado preliminar com os nomes de quem passou para a segunda fase será divulgado no dia 8 de maio. De 8 a 11 de maio, os candidatos que não foram aprovados para a segunda fase podem entrar com recurso no site da OAB.

O resultado final, que inclui a análise dos recursos, será divulgado no dia 28 de maio.

A prova prático-profissional (segunda fase) será realizada no dia 16 de junho, das 13h às 18h (horário de Brasília). O resultado preliminar dos aprovados sairá no dia 9 de julho. O resultado final, após análise de recursos, será divulgado no dia 26 de julho.

Katy Perry assina contrato milionário para escrever biografia

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Publicado no Notícias BR

Katy Perry assina contrato milionário para escrever biografiaApós lançar em 2012 o filme Part of Me contando os bastidores da sua turnê de shows, a cantora Katy Perry deve lançar ainda este ano uma biografia sobre a sua vida.
De acordo com o tablóide inglês The Sun, a cantora assinou um contrato no valor  de US$ 2 milhões, o equivalente a R$4 milhões para escrever uma obra sobre a sua vida.

O livro deve apresentar basicamente a versão de Katy sobre a história do seu casamento e do tumultuado divórcio com o comediante britânico Russell Brand.
O ex-casal permaneceu casado durante dois anos, e sem muitos detalhes, confirmaram a separação em dezembro de 2011.

De acordo com o tablóide inglês, várias editoras se aproximarem e demonstraram interesse em contar a história de Katy, e ela decidiu aceitar a oportunidade para que seus fãs não tivessem apenas a versão de Russell sobre o seu casamento.

O ex-marido da cantora já lançou dois livros de memórias, intitulados de My Booky Wook e My Book Wook 2: This time is Personal, ambas envolvem Katy, o casamento dos dois e principalmente o divórcio. Recentemente Russell confirmou que irá lançar seu terceiro livro para discutir sua relação de amor e ódio com a pop star. “Vou escrever mais um. Amo escrever. Há muito para cobrir. Talvez eu espere até eu me casar novamente ou ter mais filhos antes de eu escrever mais. Você não pode escrever coisas sobre a sua vida e não incluir as coisas que aconteceram em sua vida”, afirmou o comediante.

Nova fase de Katy Perry

Outra pessoa que certamente estará presente no livro da cantora é seu atual namorado John Mayer. Entre idas e vindas, o casal está junto desde agosto de 2012 e parece que agora o romance vai pra frente, já que o cantor deixou de lado sua fama de mulherengo e resolveu assumir de vez seu amor por Katy. Em fevereiro, durante uma entrevista, Mayer afirmou que pensa em se casar com a pop star e que já até deu um anel de compromisso para a amada.

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