Contando e Cantando (Volume 2)

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O amor na literatura se rende aos likes

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Mais de 400 anos após sua publicação, Romeu e Julieta ainda é referência. Paramount/Divulgação

Mais de 400 anos após sua publicação, Romeu e Julieta ainda é referência. Paramount/Divulgação

 

Obras recentes abordam o lado digital dos relacionamentos contemporâneos

Breno Pessoa, no Diário de Pernambuco

Esteja você solteiro ou acompanhado, apaixonado, indiferente ou desiludido, é quase impossível não ser bombardeado pelo amor no Dia dos Namorados, quando tudo parece convergir para imagens de corações e cupidos, buquês de rosa, jantares à luz de velas etc. Na ficção, também não é fácil se desvencilhar do romantismo: o sentimento é dos temas mais abordados na literatura. Uma busca pelo termo no site da Amazon do Brasil, por exemplo, indica mais de 131 mil obras relacionadas, seja no título ou temática. Já na página da Livraria Cultura, foram listados mais de 97 mil livros, entre edições físicas e digitais.

O escritor Marcelino Freire tem um palpite sobre o tema estar em tantas obras: “Porque ou é o amor ou é a morte. Preferimos o amor. Mesmo sabendo que um dia ele vai morrer”. E a literatura é realmente cheia de representações do ideal romântico. Dos clássicos Anna Karenina (Liev Tolstói) e Senhora (José de Alencar) a obras contemporâneas, como A culpa é das estrelas (John Green) ou o recém-lançado O amor nos tempos de #likes (Pam Gonçalves, Bel Rodrigues, Hugo Francioni e Pedro Pereira), as relações amorosas são a questão central ou pano de fundo de narrativas dos mais diversos gêneros. Mas será que a maneira como o amor é representado nos livros muda de acordo com a época? Casais ficcionais clássicos, como o Sonhador e Nástienka, de Noites brancas, romance de Fiódor Dostoiévski publicado em 1848, diferem tanto de pombinhos modernos da literatura, como Emma e Dexter, de Um dia (2009), de David Nicholls?

Partindo do pressuposto que as próprias relações afetivas na sociedade mudam, sim. “A definição romântica do amor como ‘até que a morte nos separe’ está decididamente fora de moda”, diz o filósofo Zygmunt Bauman em seu livro Amor líquido, na qual defende que o significado do termo tornou-se mais flexível e menos idealizada na atualidade. “É assim numa cultura consumista como a nossa, que favorece o produto pronto para uso imediato, o prazer passageiro, a satisfação instantânea”, defende o autor.

"O amor virtual é mais real", opina o escritor Marcelino Freire. Virgínia Ramos/Divulgação

“O amor virtual é mais real”, opina o escritor Marcelino Freire. Virgínia Ramos/Divulgação

Marcelino Freire segue uma linha de pensamento parecida. “Agora o amor ganhou nudes, ganhou fotos explícitas via Whats, ganhou pimenta virtual, ganhou compartilhamentos. Isso está pulsando nos livros. Hoje o amor é vira-lata. Não é mais duradouro. É coisa de um dia às vezes”, opina, completando que gosta dessa nova visão: “O amor virtual é mais real”. “A principal diferença que eu vejo é no aumento de possibilidades de abordar o sentimento com liberdade. Hoje se produz mais e se fala mais. Esta é uma diferença crucial”, afirma Cecília Garcia Marcon, linguista e colaboradora do 30:Min, podcast especializado em literatura.

Mestranda em sociologia, Cecília também acredita que a literatura contribui na formação do imaginário popular sobre o amor. “É fácil perceber isso quando notamos Romeu e Julieta sendo citado largamente mesmo que não se tenha lido a peça. A extensão da arte é imensurável”, defende.

Conectividade
Obras recentes abordam a conectividade em tempo integral, como o norte-americano Chad Kulten, em Homens, mulheres & filhos (Record, 352 páginas, R$ 35). Embora não seja focada em histórias de amor, a obra fala sobre como tecnologia interfere nas relações, a partir de personagens como o pai de família viciado em pornografia online, uma mulher que agenda encontros com desconhecidos pela web, adolescentes descobrindo a sexualidade e interagindo entre si a partir de redes sociais e mensagens de smartphones ou uma garota que busca fama postando fotos sensuais num blog etc.

Para compartilhar

Mais ameno, O amor nos tempos do blog (Companhia das Letras, 96 páginas, R$ 32,90), de Vinicius Campos, tem como personagem Ariza, um garoto de 13 anos que decide escrever em blog sobre a paixão da escola, garota que encontra na biblioteca no momento em que vai devolver O amor nos tempos do cólera, leitura de férias. Outras duas blogueiras estão por lá: a Deusa Cibernética, que se define como divertida e popular, e a Ciderela Virtual, romântica em busca do seu príncipe encantado. De título quase idêntico, O amor nos tempos de #likes, lançado neste mês, tenta atualizar três clássicos (Orgulho e preconceito, Dom Casmurro e Romeu e Julieta) para releitura na era virtual. Entre os protagonistas dos contos, youtuber famosa que tem receios em se abrir para relacionamentos, dois garotos que moram em cidades distantes e se conhecem através do Facebook e garota que saiu de um relacionamento abusivo e acaba conhecendo seu vlogger favorito.

É por postagem
Posts em redes sociais e mensagens de celular são elementos narrativos de Confusões de um garoto (Verus, 168 páginas, R$ 24,90), de Patrícia Barbosa, publicado em edição revista e ampliada. O romance juvenil faz retrato contemporâneo da adolescência entre selfies, a descoberta da paixão e até a questão do cyberbulling.

Tudo que você precisa saber antes de namorar um amante de livros

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Fábio Mourão, no Dito pelo Maldito

Os leitores costumam ser reconhecidos como algumas das melhores pessoas do mundo. Como se fosse uma espécie de atestado de inidoneidade, em qualquer interação social parece que cria-se uma empatia instantânea diante de qualquer pessoa que declare possuir o curioso hábito da leitura.
Fale a verdade, qualquer um gostaria de namorar um outro alguém que aprecie a leitura de um bom livro, certo?… Bem, antes de sair correndo até a livraria mais próxima procurando a sua alma gêmea, aconselhamos conferir as dicas abaixo com algumas ressalvas pertinentes sobre o que esperar quando se namora um leitor.

A hora da leitura é sagrada
Assim como aquele tempo sozinho que todo mundo precisa tirar para si, a hora da leitura é considerada vital para um bom leitor, e seria prudente manter certa distância nesses momentos. Também é necessário aprender a perceber aqueles momentos em que o leitor estiver transitando entre o mundo do livro e a nossa realidade. Se ele apenas fizer uma pausa descompromissada na leitura, vocês dois podem sair pra jantar fora sem problemas. Mas se o personagem favorito do leitor estiver passando por um momento difícil, convém dar a ele alguns minutos antes de começar a apressá-lo para se arrumar. A transição mais complicada ocorre quando o leitor termina uma leitura. Este pode ser um momento esmagador para o leitor, dependendo de como foi o final do livro… Mas não se preocupe. O tempo cura todas as feridas, e tenho certeza que sua noite ainda assim terá um grand finale.

Você terá que lidar com múltiplas personalidades literárias
Se, ultimamente, a sua namorada parece mais desconfiada do que o habitual, talvez ela esteja imersa em uma obra de Stephen King. Durante a leitura de Orgulho e Preconceito, pode ser que ela te peça explicações sobre o seu atraso por escrito em uma carta de próprio punho. Ou, enquanto acompanha uma aventura de Sherlock Holmes, é provável que ela cheire a sua roupa na esperança de deduzir onde você esteve na noite passada.

As mudanças sempre serão um Inferno
Não há visão mais assustadora do que uma grande pilha de caixas pesadas cheias de livros esperando para serem carregadas. Você sabe o que o seu namorado tem mais do que todo aquele amor que ele demonstra? Livros. Se você namora um leitor, consequentemente é uma felizarda escolhida para ajudar a carregar essas caixas pesadas na próxima mudança de casa. Certifique-se de que ele realmente vale a pena antes de cumprir essa sentença.

Livrarias e Bibliotecas serão inclusas em todo roteiro de viagem
Eu sei que você já deve ter planejado todo o itinerário das suas merecidas férias, mas a sua namorada leitora vai arrumar um jeito de inserir todas as livrarias e bibliotecas da cidade nesse roteiro turístico. Não há nada que você possa fazer a respeito, aceita que dói menos. Com sorte você pode pesquisar na internet por todos os restaurantes, atrações turísticas e centros históricos que por ventura podem haver no entorno das livrarias. E nem tente fazer comentários do tipo: ‘Mas é tudo a mesma coisa’.

Sua vida será dividida em capítulos
Querendo ou não, quando você conheceu a sua leitora favorita, foi o início de um novo capítulo na vida dela, e com certeza você ouvirá comentários desagradáveis do tipo: “Eu me pergunto quantos capítulos você vai durar!”, ou “Olha, não posso dizer que esse foi o capítulo mais interessante da minha vida.”. Isso pode ser um pouco cansativo, mas você sempre pode fechar um livro e começar um novo.

Um cérebro
O seu namorado leitor sempre será capaz de ir além e extrapolar limites na hora de tecer comentários, rebuscar o vocabulário ou apresentar argumentos firmes. As conversas sempre serão profundas, ideias serão expelidas pra fora da cachola, e certamente algumas teorias serão comprovadas. Interagir com alguém assim nem sempre é uma tarefa fácil, mas pode ser gratificante a longo prazo.

Os livros vem sempre em primeiro lugar
Como é provável que vocês só tenham iniciado este namoro após a alfabetização completa do casal (ou assim demanda a lei), precisamos levar em conta que o seu namorado se relaciona com os livros muito antes de te conhecer. É claro que ele te ama também, mas ele ama os livros muito mais. E isso não é nenhum demérito, até porque, não tem como competir com uma ‘amante’ que sempre estará presente, ao redor do seu namorado, pronta para ser apalpada e disponível bem ali na prateleira do quarto dele.

E então, o que você pensa a respeito agora que já sabe de tudo isso? Ainda animado para namorar uma moça, ou rapaz, que gaste parte do dia com a cara enfiada em um livro? Honestamente, apesar de todos os ‘contras’, levando em conta o jeito que as coisas estão por aí, namorar uma leitora pode vir a ser uma das suas melhores opções.

Jogos literários na internet

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Duas brincadeiras despretensiosas que podem nos ajudar a ler mais

Danilo Venticinque na revista Época

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Ontem à noite, enquanto eu perdia tempo no Facebook em vez de colocar a leitura em dia (quem nunca?), um post levou minha atenção de volta aos livros. Uma imagem compartilhada pela página do Skoob, uma rede social para leitores, desafiava os usuários a realizar a seguinte tarefa: “Pegue um livro e abra na página 97. Transcreva a quinta frase.”

A brincadeira é mais antiga do que o Facebook e, talvez, do que a própria internet. A página 97 pode ser qualquer outra página; a quinta frase é tão relevante quanto a quarta ou a sexta. Mas a brincadeira continua tão divertida quanto era nos tempos do Orkut – certamente porque os livros sempre mudam, cada um deles com novas quintas frases em suas infindáveis páginas 97. Desta vez, meu escolhido foi Ódio, amizade, namoro, amor, casamento, da contista americana Alice Munro, vencedora do Nobel de Literatura. A frase escolhida: “E aí, foi a primeira vez que esteve numa ponte flutuante?”

Escolher um livro e encontrar a frase é apenas o começo da diversão. A graça está em ler frases que outros leitores compartilharam. Lendo os posts com a hashtag #pagina97, é possível saber que livros têm feito mais sucesso nas estantes de outros internautas e, com sorte, ser apresentado a autores novos. Foi graças a uma brincadeira desse tipo que conheci O jogo da amarelinha, de Julio Cortázar, nos primórdios da internet discada. O livro se tornou um dos meus favoritos. Página 97, quinta frase: “Começo andando por um quarto enorme, cheio de ladrilhos, e um desses ladrilhos é o ponto exato em que deveria parar para que tudo se ordenasse na sua justa perspectiva.”

Poucos dias antes de deparar com a brincadeira da página 97, outro jogo literário havia me chamado a atenção – este, um pouco mais trabalhoso. Vários blogueiros aderiram à moda, batizada de “meme literário 2013”. Para cada dia de dezembro, os leitores são convidados a responder a uma pergunta sobre livros. Funciona tanto em blogs quanto no Facebook. As perguntas:

Dia 01 – Se você leu algum livro hoje, cite um trecho; se não leu, cite algo do livro que estiver lendo.
Dia 02 – Qual foi o último livro que leu e qual é o próximo livro que lerá depois do atual?
Dia 03 – Você faz algum registro dos livros que lê e, se faz (ou não), por quê?
Dia 04 – Como você escolhe seus livros: recomendação de amigos, resenha, blogs, sites, pela capa, por título, por impulso?
Dia 05 – Você tem um momento ou local favorito para ler?
Dia 06 – Qual a obra que determinou sua paixão por livros?
Dia 07 – Qual o autor favorito – aquele que você gostaria de ler a obra completa (se já não o fez)?
Dia 08 – Que livro/autor já decepcionou você?
Dia 09 – Que livros você está lendo neste momento e por que logo estes?
Dia 10 – Que livro é o seu objeto do desejo?
Dia 11 – Gêneros de literatura: qual você ama e qual odeia?
Dia 12 – Qual a importância na edição (fonte, capa, papel, margens) para você?
Dia 13 – Orelhas e quarta capas: o que elas podem (e devem) ou não dizer?
Dia 14 – “Nosso amor é impossível!”: conte sua história de amor por um personagem literário.
Dia 15 – “Meu salvador!”: revele sua admiração pelo seu herói literário, aquele personagem que inspira o que você é.
Dia 16 – Sua estante gosta mais de ficção ou não ficção?
Dia 17 – Peças de teatro: recomenda alguma ou passa longe?
Dia 18 – A capa inesquecível e o livro ruim e a capa medonha e o livro inesquecível: você já topou com esses casais?
Dia 19 – Ebooks: amou ou deixou?
Dia 20 – Os inesquecíveis dias da infância: você teve algum livro que ficou lá?
Dia 21 – Os turbulentos tempos da adolescência: que livro emergiu deles?
Dia 22 – O marco entre a juventude e a maturidade: ele está em algum livro que você leu?
Dia 23 – Comprar livros: onde e quando?
Dia 24 – Comprar livros: pra quem?
Dia 25 – Revisitar um livro é bom?
Dia 26 – Sua biblioteca é sua e ninguém tasca ou você liberta seus exemplares pelo mundo?
Dia 27 – Se você fosse um personagem, qual seria?
Dia 28 – Veja o filme e leia o livro: quantas vezes isso aconteceu com você?
Dia 29 – Leia o livro, veja o filme: que adaptações você amou e quais odiou?
Dia 30 – Qual foi o último livro que você comprou?
Dia 31 – O livro do ano na sua estante é…?

Ao final de um questionário tão extenso, podemos saber tudo sobre os hábitos literários dos participantes – e muito sobre suas vidas. Eu precisaria de várias colunas para respondê-lo inteiro, mas não posso deixar de comentar sobre algumas perguntas que chamaram minha atenção. Vinte mil léguas submarinas, de Julio Verne, marcou minha infância (questão 20). Os sofrimentos do jovem Werther, de Goethe, quase arruinou minha adolescência (questão 21). E, embora a maturidade seja um conceito insondável quando o assunto é literatura, terminar de ler Guerra e paz foi como descobrir, no espelho, meu primeiro fio de cabelo branco (questão 22).

As duas brincadeiras têm o mesmo efeito: transformar um hábito tradicionalmente solitário numa diversão coletiva. Usamos a internet para compartilhar opiniões inúteis e milhares de fotos de comida. Por que não falar sobre os livros que lemos? Pegue o livro que estiver mais perto de você e publique a quinta frase da página 97. Ou responda à pergunta de hoje: que livro é o seu objeto de desejo? Parece bobagem, mas é uma maneira muito eficiente de espalhar o amor à leitura. E, quem sabe, convencer os leitores mais relapsos a sair do Facebook e voltar aos livros.

10 Momentos em que se torna impossível ler livros

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Douglas Eralldo, no Listas Literárias

Ok. Somos fãs dos livros e da leitura, mas existem determinados momentos que o prazer de ler um livro se torna praticamente impossível, e por mais que tentamos, a leitura não prossegue. Hoje o Listas Literárias publica 10 momentos em que dificilmente você será capaz de ler um livro:

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1 – Dor de Cabeça: Pois é, não é só no momento de “namoro” que as dores de cabeça podem se tornar um grande vilão. Para quem gosta de ler, dores de cabeça também são um “empata leitura”, pois é praticamente impossível conectar-se a uma leitura em casos de dor de cabeça;

22 – Em Estrada Esburacada: Todo leitor aproveita cada momento para dedicar-se aos livros, por isso eles sempre nos acompanham durante as viagens. O problema é quando se trafega por estradas esburacadas, aí ou escolhemos salvar nossas pupilas sem correr o risco de deslocá-las, ou adiamos a leitura. E não vá pensando que isso aconteça só em estradas interioranas, esse Brasil tem uma boa quantidade de rodovias inimigas da leitura;

3 – No Rala e Rala: Não que eu pense que alguém já tenha tentado, ou faça (afinal os gostos são sempre surpreendentes, assim como a utilidade dos livros), mas certamente esse não é o melhor momento para ler livros;

4 – Vizinhos Funkeiros: Nada contra o exótico gosto de nossos amigos funkeiros, mas o problema é que não basta para eles gostar de funk, e como se estivessem no Facebook os danadinhos compartilham, quase sempre com um “puta som” seja na caranga, no buzão, ou no apartamento ao lado. Duvido alguém se concentrar na leitura com a risada do Mister Catra no último volume;

35 – Problemas de Visão: Esse é realmente complicado. Eu mesmo passei por isso antes de diagnosticar a necessidade de usar óculos. Se você não sabe que possui problemas de visão, e ainda assim insiste em ler livros chega um momento que isto se torna quase impossível. As palavras não se conectam, e como um imã em repulsão, os livros se distanciam de você;

6 – Na Feira: Você até pode ver leitores em locais públicos, inclusive em bares ou restaurantes, mas quero ver alguém encontrar alguém lendo no meio da feira. Certamente os constantes gritos com o preço do tomate e da cebola não contribuem para a concentração na leitura;

7 – Na hora do Futebol: Olha até acredito que as meninas consigam abandonar as novelas (alias os livros são melhores que elas mesmo) para a leitura de um livro, mas isso jamais, jamais acontecerá com os meninos. A fidelidade ao horário do futebol é tamanha, que se torna impossível ler naquele momento, independente do jogo que esteja passando na tevê;

8 – No Meio de um Bombardeio: Esse item entrou na lista porque dia desses selecionamos 10 imagens de soldados lendo durante o descanso no front. Agora imagina “as bombas pegando” o quão alto seriam jogados aqueles livros na correria;

9 – No meio da “DR”: Não que isso seja impossível, na verdade o que quero aqui é proteger a integridade física dos leitores do Listas Literárias. Certamente mergulhar em uma leitura durante uma discussão de relação seria um ótimo escape, além de tentador, mas isso, guardem bem, não é nem um pouco aconselhável;

10 – Quando Você Não Está Afim: Como eu disse o hábito da leitura é um prazer, um prazer que não nos ensinam na escola, pois lá esse hábito geralmente é uma obrigação. Mesmo aquele leitor mais dedicado tem dias que não está a fim de ler nada, eu mesmo as vezes passo por esses dias. Por isso não force, se naquela hora, ou naquele dia não estiver afim, simplesmente não leia;

Promoção: “Minha vida fora de série – 2ª Temporada”

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Na 2ª temporada de Minha vida fora de série, Priscila, agora com 16 anos, começa a lidar com questões mais sérias da adolescência: A proximidade do vestibular e com ele todos os receios dessa fase, amizades que parecem sólidas e que de repente se perdem, o aprendizado de que um namoro tem que ser constantemente cuidado para não se desgastar. Ela descobre que atos sem pensar, que parecem estar esquecidos no passado, podem marcar irreversivelmente o presente.

Vamos sortear 3 exemplares de um dos livros mais aguardados do ano: “Minha vida fora de série – 2ª Temporada”, de Paula Pimenta.

Para participar é muuuito fácil:

* Faça o login
* Preencha os requisitos do aplicativo abaixo

O resultado será divulgado no dia 18/6 e os nomes dos ganhadores serão conhecidos aqui no post e no perfil @livrosepessoas.

Boa sorte! 😉

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Atenção:

Os requisitos são:

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