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14 novos livros de negócios para ficar de olho

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O Professor de Wharton e Best Seller Adam Grant opina sobre os principais lançamentos dos próximos meses nos Estados Unidos

Publicado por Época Negócios

THE INNOVATORS, POR WALTER ISAACSON: O NOVO LIVRO DO AUTOR DA BIOGRAFIA DE STEVE JOBS (FOTO: DIVULGAÇÃO)

THE INNOVATORS, POR WALTER ISAACSON: O NOVO LIVRO DO AUTOR DA BIOGRAFIA DE STEVE JOBS (FOTO: DIVULGAÇÃO)

Adam Grant, professor de Wharton e autor de “Give and Take: Why Helping Others Drives Our Success“, que está entre os best sellers do “The New York Time”, lista 14 livros de negócios que acabam de ser lançados ou estão em vias de, nos Estados Unidos, para ficar de olho.

1. Me, Myself and US, por Brian Little

Nunca li um livro que revelasse tanto sobre minha própria personalidade, sem contar os hábitos peculiares dos meus amigos, colegas de trabalho e família. Com inteligência e sensates, Little – vencedor do mais alto prêmio canadense de ensino universitário e um dos professores favoritos de Harvard, oferece insights surpreendentes sobre nossos cotidianos superficiais ou obsessões magníficas.

2. Rookie Smarts, por Liz Wiseman

Se você acredita no valor da experiência, prepare-se para ter sua perspectiva virada de cabeça para baixo. Wiseman mostra de maneira maestral por que novatos podem superar veteranos e como a expertise nos cega para ideias novas e que estamos perdendo o brilho dos jovens a nossa volta.

3. The Innovators, por Walter Isaacson

O autor das biografias épicas de Steve Jobs, Albert Einstein e Benjamin Franklin está de volta. É uma saga do Vale do Silício como nunca vimos antes: uma jornada por trás das cenas, dos pioneiros que inventaram os computadores, a internet e a revolução digital.

4. Crazy is a Compliment, por Linda Rottenberg

Rottenberg oferece a pequeno tesouro de ideias para que novos empreendedores deem início a seus projetos e startaups acelerem seu sucesso. Ela orientou muitos dos maiores empreendedores do mundo [como cofundadora e CEO do a consultoria de empreendedorismo Endeavor Global] e seu livro é cheio de dicas para colocar inovação nas empresas, ONGs, setor público e escolas.

5. The Upside of Your Dark Side, por Todd Kashdan and Robert Biswas-Diener

Depois de uma longa espera, eis o livro sobre o porquê a felicidade pode nos fazer tristes, as reflexões são sobrevalorizadas e o desconforto prepara o terreno para o conforto. Os dois psicólogos oferecem um relato provocativo e baseado em evidências para uma vida balanceada. Se você não ler, você deveria se sentir culpado – e isso será bom para você.

6. A Path Appears, por Nicholas Kristof and Sheryl WuDunn

Em seu quarto livro juntos, os ganhadores do prêmio Pulitzer casados falam da constância com a qual as pessoas fazem a diferença. De prevenir doenças e consertar a educação, avaliar a ajuda global e a caridade local, lutar contra a violência, a combinação de exemplos inspiradores, ciência de fronteira e recomendações práticas irão mudar o que achamos sobre mudar o mundo.

7. How Google Works, por Jonathan Rosenberg and Eric Schmidt

Como o Google evoluiu de um mecanismo de busca disruptivo à empresa mais valiosa do mundo? Dois líderes dividem suas lições de dentro para fora em estratégia, tomada de decisões, inovação e cultura.

8. Zero to One, por Peter Thiel

Thiel argumenta que o segredo para o progresso não é a competição, mas o monopólio. A partir de sua experiência como cofundador do PayPal e do Palantir e investidor do início do Facebook, Linkedin e Yelp, ele oferece ideias fascinantes sobre como sair da cópia de algo velho para criar algo novo.

9. Hello, My Name is Awesome, por Alexandra Watkins

Como encontrar o nome certo para sua marca ou empresa? Isso é o que Watkins faz para viver – sua empresa é responsável por renomear o serviço de brunches de casamento Bloody Married e a franquia de iougurtes Spoon Me – e seus exemplos e conselhos espertos podem ajudar a evitar passos errados.

10. The Small Big, por Robert Cialdini, Noah Goldstein e Steve Martin

Se você já teve dificuldades em mudar crenças ou comportamentos de outras pessoas, há esperança. Os principais especialistas do mundo em persuasão oferecem o melhor da ciência, bem como insights práticos sobre influência.

11. Smartcuts, por Shane Snow

Esse livro resolve um mistério supremo, iluminando como visionários e pioneiros encontram jeitos mais rápidos de atingir seus objetivos. Com histórias fascinantes e pesquisas importantes, Snow entrega um dos livros mais atraentes e provocativos do ano.

12. Excellent Sheep, por William Deresiewicz

De acordo com esse ex-professor de Yale, universidades de elite não ensinam os alunos como pensar. Deresiewicz propõe reinventar a educação superior para que os alunos desenvolvam valores fortes e encontrem definições significativas para o sucesso.

13. Powers of Two, por Joshua Wolf Shenk

Achamos que ideias arrojadas vêm de indivíduos e times, mas o cerne da criatividade vive em duplas dinâmicas. Shenk examina a química por trás dos pares criativos que deram origem aos Beatles, à Apple, ao Soth Parke e o movimento dos direitos civis. Aprenda sobre os benefícios surpreendentes do conflito e o poder do desequilíbrio – e como encontrar o parceiro correto, para construir confiança.

14. Building a Better Teacher, por Elizabeth Green

Boa educação é o fundamento para uma sociedade próspera e depende de bons professores. Green, uma jornalista especializda em educação, oferece evidências fortes e compila casos para ilumnar o que faz com que crianças prestem atenção, afiem seu raciocínio e contribuam para discussões cheias de descobertas.

“Uso da tecnologia na educação precisa ser planejado”

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A sala de aula tecnológica imaginada pela Intel: segundo Paoletti, ela não está assim tão distante assim

A sala de aula tecnológica imaginada pela Intel: segundo Paoletti, ela não está assim tão distante

Afirmação é de Ed Paoletti, gerente de desenvolvimento de negócios para educação da Intel, em entrevista a INFO

Gustavo Gusmão, na Exame [via Info]

A Intel divulgou nesta semana um novo recorte de seu “Global Innovation Barometer”, pesquisa que ouviu 12 mil pessoas em oito países. Batizado de “Classroom of the Future” (“Salas de Aula do Futuro”, em tradução livre), o estudo foi focado em educação – e o resultado mostrou que, no Brasil, a 81% dos entrevistados acreditam que o uso de tecnologia nas escolas é inevitável, e que os investimentos do país devem focar mais em um suporte tecnológico para pedagogos.

Ao todo, 77% dos brasileiros ouvidos para a pesquisa acreditam que “escolas e professores devem se apoiar mais na tecnologia para melhorar o sistema educacional”. É um número relativamente maior do que o visto no resto do mundo (69%), e ainda é apoiado pelos 57% dos entrevistados que acreditam que deve haver mais educação tecnológica na escola e pelos 65% que veem uma possível melhora no relacionamento entre professor e aluno com a maior adoção de recursos avançados.

Obtidos entre julho e agosto do ano passado pela Peen Schoen Berland, os números podem até parecer surpreendentes, mas não deixaram Ed Paoletti, gerente de desenvolvimento de negócios para educação da Intel, tão surpreso assim. INFOconversou com o executivo para falar um pouco da pesquisa e das iniciativas da empresa dentro da área – e a entrevista completa você confere abaixo.

INFO: Primeiro, o que você achou dos números mostrados pela pesquisa?

Ed Paoletti: Essa expectativa otimista do brasileiro em relação ao uso da tecnologia é algo que eu vejo como realmente positivo. Pelos alunos e pelos professores, isso pode trazer uma melhora na educação. E acho até que essa visão [dos entrevistados para a pesquisa] faz muito sentido, até porque a Intel tem uma atuação forte em tecnologia na educação, que já vem de muitos anos – e nós acreditamos que o resultado dessa pesquisa é um reflexo da realidade, de que a tecnologia, quando bem aplicada, pode sim trazer benefícios e uma melhora nos resultados da educação, do ensino e da aprendizagem.

Por bem aplicado, você quer dizer o quê?

Ed Paoletti: Para você poder implantar um projeto de tecnologia na educação, vários aspectos precisam ser trabalhados. E até, de certa forma, seguindo uma ordem, para que o resultado final seja bom. Um ponto fundamental, por exemplo, é a existência de uma política clara para o uso de tecnologia na educação. Quando falamos de governo, é uma política pública. Se for uma instituição privada, é preciso haver uma norma muito específica, colocando objetivos claros para essa adoção. A partir delas, você explica um caminho.

INFO: Mas essa parte de definir a importância é só um “primeiro passo”, não?

Ed Paoletti: Quando falamos de educação pública, por exemplo, a política estabelecida apenas começa com a importância do uso da tecnologia na educação. A partir disso, outros pontos fundamentais vão entrando na fila. A formação e o desenvolvimento dos professores, por exemplo: é essencial que eles estejam bem informados na questão das próprias disciplinas com as quais eles trabalham e na da tecnologia, que pode ser uma ferramenta importante para o desenvolvimento do trabalho dele no processo de ensino a aprendizagem. Isso sendo colocado como política faz com que surjam programas governamentais em todos os níveis, para impulsionar a formação de professores. E esse é um ponto. Outro é definir como os conteúdos educacionais e didáticos serão trabalhados dentro da política da escola. Uma vez que você tem um currículo já bem definido, como começar a trazer elementos digitais para ser trabalhados dentro do projeto? Existe uma grande seleção que pode ser feita, com vários tipos de conteúdo, abertos, livres ou comerciais. E depois, para avaliar os resultados, você tem que pensar em quais são as métricas que irá utilizar para fazer o acompanhamento da implementação do projeto, a partir dos objetivos que você quer atingir.

INFO: E como são definidas as tecnologias que serão usadas em uma iniciativa assim?

Ed Paoletti: Escolhida toda a estratégia, vem essa questão. E aí entram todos os requisitos para poder iniciar um projeto assim: conectividade, intraestrutura da escola… Quando se fala de Brasil, essa última parte passa até por saber se a escola tem alimentação de energia suficiente para comportar muitos equipamentos funcionando dentro dela. Todos esses aspectos têm que ser pensados, trabalhados dentro de um projeto, de um cronograma. É algo bastante complexo, e a implementação vai ser em fases – a tecnologia começa a entrar na escola, mas de forma gradual. Primeiro os professores precisam se apropriar do uso da tecnologia, fazer seus planejamentos de aula usando ferramentas tecnológicas. E a partir disso, ela vai chegando dentro da sala de aula, para os alunos – uma etapa bem evoluída em uma boa implementação.

INFO: Em suma, é algo bem mais complexo do que aquela ideia de dar um tablet na mão de criança

Ed Paoletti: Exato, é muito além disso, porque se você coloca um tablet ou qualquer equipamento de uma vez na mão dos alunos, você causa uma ruptura, e os resultados são imprevisíveis. Pode acontecer de a experiência fazer a escola entrar em um caos de conectividade e de dispersão na sala de aula, deixando o professor complemente perdido, sem saber por onde começar, por exemplo. Mas também pode ser que, de repente, o docente, até por uma natureza dele mesmo, por já ter trabalhado com isso anteriormente, consiga fazer esse trabalho em sala de aula. Porque a grande dificuldade é essa: como o professor vai fazer essa coordenação da sala, nesse novo cenário em que os alunos estão todos conectados? Se não for bem coordenado, dentro de um processo planejado, pode gerar o caos. É claro que aí são várias linhas, e há opiniões diferentes quanto a isso. Existem aqueles que acreditam que tudo tem que entrar primeiro na bagunça mesmo, para depois naturalmente se encontrar. Ou aqueles a favor do planejamento, algo mais ortodoxo – e a minha opinião pende mais para esse lado.

INFO: Você se lembra de algum exemplo real de boa implementação de tecnologia na educação?

Ed Paoletti: Vi acontecer em escolas privadas, que também têm esse perfil mais ortodoxo. Primeiro, em termos de tecnologia, ela começou com os laboratórios de informática e partiu para os computadores na sala de aula, mas voltados para projeção de conteúdo, basicamente. Depois, começaram com o uso de tablets nas primeiras séries, da pré-escola, para fins lúdicos, com games e apps artísticos até. E agora eles estão iniciando a experiência no ensino fundamental. Escolheram o novo ano, no caso, e todos os alunos de lá vão usar tablets. Mas teve um processo por trás: quais aplicativos seriam utilizados em cada disciplina? Em que momentos a tecnologia seria inserida dentro do plano de aula? Isso dando resultado, certamente será expandido para outras salas de aula. Há, portanto, formas e formas, mas eu diria que aquela com a maior chance de sucesso é a pensada – e que envolva inclusive coisas muito simples. Por exemplo, se você entra em uma sala de aula, a rede Wi-Fi tem algum problema e o professor não sabe resolver e não tem quem chamar: ele pode perder metade da aula para tentar arrumar e não conseguir. Em uma ocorrência assim, qual o plano B? Como o docente sai dessa situação sem perder o fio da meada? Quem é que vai de fato ter esse papel de ajudar o professor a fazer a tecnologia funcionar? Tudo precisa ser o mais transparente possível para ele dentro da sala. Até porque o objetivo dele não é conhecer a ferramenta a fundo, a ponto de saber resolver um problema técnico. Tudo isso tem que ser pensado.

INFO: Você mencionou que a Intel já trabalha com a educação faz alguns bons anos. Quais as iniciativas principais da empresa hoje nessa área?

Ed Paoletti: Nossa primeira atuação na educação foi (e ainda é) ligada à formação dos professores. Começou lá atrás, há mais de 10 anos, com programas do tipo, para auxiliá-los no uso de tecnologia. E esses programas continuam, são feitos normalmente em convênios com governos ao redor do mundo. No Brasil, já foram mais de 300 mil docentes formados por essas iniciativas, que visam ajudar mesmo os que não tenham nenhum contato com tecnologia a desenvolver planos de aula utilizando-a – e até com pensamentos em torno do ensino voltado a projetos, para o ensino multidisciplinar. E começou aí, mas visando mais o uso laboratorial de tecnologia na escola. Então, cerca de oito anos atrás, começaram os primeiros projetos mundiais de “um computador por aluno”, e começamos a criar voltados para isso. Nosso netbook educacional surgiu aí, e começou a ser trabalhado com governo, inclusive o do Brasil. Em cima disso, desenvolvemos software que acompanhavam essa plataforma educacional, e hoje estamos com tablets híbridos, que viram notebooks. E essa tecnologia, claro, é pensada, inclusive na parte da robustez – as implementações podem ser feitas com crianças, que jogam coisas sobre o aparelho. A ideia também envolve tecnologias que inibem o furto do equipamento, programas voltados para a colaboração em sala de aula, entre outros pontos.

INFO: Recentemente a Intel adquiriu a Kno, que é voltada para gestão e distribuição de conteúdos. Foi uma mudança de rumos ou mais uma ampliação dos atuais mesmo?

Ed Paoletti: Fomos subindo na cadeia de valor, de solução mesmo. Imagine: com o advento dos livros digitais e o uso cada maior deles dentro da educação, como vamos administrar e distribuir esse conteúdo dentro da rede da escola? Como o professor poderia trabalhar esse conteúdo todo na sala de aula, em um ambiente colaborativo? A Intel não entra na questão do material em si, porque isso ela deixa a cargo dos responsáveis pela escola e dos criadores do conteúdo mesmo – as editoras tradicionais e os desenvolvedores de software que se especializam em educação para criar aplicativos didáticos.

INFO: Aproveitando o nome do recorte do estudo, “Classrooms of the Future” (Salas de Aula do Futuro), o que você e a Intel veem como o futuro da tecnologia nas salas de aula?

Ed Paoletti: Nós vemos para um futuro próximo a adesão e proliferação, um maior interesse, de novos dispositivos multifuncionais, que possam ser tanto tablets quanto notebooks. Eles podem permitir tanto consumir conteúdo – algo fundamental para livros digitais – quanto criá-lo. Nós acreditamos que o uso deles crescerá nos próximos meses ou dentro de um ano e pouco, e temos toda uma linha de desenvolvimento na nossa divisão de soluções para educação. Quanto a visão de uma “sala de aula do futuro”, eu até aconselharia ver um vídeo do Project Bridge, “projeto ponte” [abaixo]. Ele traz uma sala de aula toda aparelhada, mostrando como um professor consegue trabalhar vários conceitos e conhecimentos dentro de uma aula voltada a um projeto. O docente tem como objetivo desenvolver uma ponte mesmo, e em torno disso trabalha vários conceitos, passando por matemática, física, artes, etc. Ele trabalha de forma colaborativa com os alunos, que desenvolvem os projetos tanto dentro quanto fora da sala de aula. E as tecnologias envolvidas não são tão diferentes do que vemos hoje – só que elas estão juntas. Você vê lá ali os dispositivos híbridos comentados antes, lousas interativas de uma próxima geração, toda a parte de comunicação, impressoras 3D, entre outros.

Os livros que inspiram os líderes do mundo dos negócios

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Professores de escolas de negócios dos EUA e Canadá sugerem autores cujos valores transmitidos em suas obras podem ajudar na tomada de decisões

Publicado em O Globo
A biografia de Steve Jobs, co-fundador da Apple, é um dos livros indicados por professores de escola de negóciosFoto: AFP

RIO — O hábito da leitura, além de enriquecer o vocabulário e os conhecimentos, nos coloca para refletir e nos inspira. E é o hobby de muita gente, inclusive dos homens de negócios, que, mesmo com a agenda lotada, acham um tempinho para folhear um livro, nem que seja na ponte aérea. O The Wall Street Journal ouviu professores de algumas escolas de negócios dos Estados Unidos e do Canadá, que deram suas sugestões de livros e autores, cujos valores transmitidos ajudam a inspirar profissionais na tomada de decisões. Confira abaixo:

Warren Bennis, professor de administração da Universidade do Sul da Califórnia e autor de “Still Surprised: A Memoir of a Life in Leadership”: “Henrique IV”, Parte 1, de William Shakespeare, uma das tão celebradas tragédias de Shakespeare baseada em fatos históricas.

Sally Blount, decana da Escola de Administração Kellogg, da Universidade de Northwestern:The Origins of Political Order: From Prehuman Times to the French Revolution“, de Francis Fukuyama, humanista que acredita na cultura e ciência como base moral capaz de sobrepor-se à religião, e que através dos direitos humanos universais é possível chegar a deveres humanos igualmente universais.

Tom Davenport, professor de tecnologia da informação e administração da Babson College e autor do livro “Analytics at Work: Smarter Decisions, Better Results”:In the Garden of Beasts: Love, Terror and American Family in Hitler’s Berlin”, de Erik Larson, conta uma história de amor e terror na Berlim nazista. De acordo com o The New York Times, o livro narra a virtuosa história da ascensão de Hitler com todos os prazeres de um thriller político. Outra sugestão de Davenporet é “The Inmortal Life of Henrietta Lacks”, de Rebecca Skloot, onde temas como a ética médica, a discriminação racial e as descobertas científicas formam uma trepidante trama que tornou este livro em um grande êxito editorial nos Estados Unidos.

Rosabeth Moss Kanter, professora de administração de empresas da Escola de Negócios da Universidade de Harvard:Steve Jobs”, de Walter Isaacson. A biografía do fundador da Apple retrata um personagem obssessivo, déspota, romântico, vulnerável e perfeccionista. O budismo e os negócios foram dois de seus pilares.

Roger Martin, decano da Escola de Administração de Rotman, da Universidade de Toronto, e autor de “Fixing the Game: Bubbles, Crashes, and What Capitalism Can Learn from the NFL”: “The Enlightened Eye: Qualitative Inquiry and the Enhancement of Educational Practice”, de Elliot Eisner. O primeiro livro dedicado a construir sistematicamente, no campo da educação, uma metodologia para a pesquisa de ideias próprias das artes e das humanidades. Faz parte do crescente interesse por pesquisa e a avaliação qualitativa.

Robert Shiller, professor de economia da Universidade de Yale e co-criador dos índices Case-Shiller, que medem os preços dos imóveis nos EUA . “The Better Angels of our Nature: Why Violence Has Declined”, de Steven Pinker, no qual o autor expõe suas recentes pesquisas sobre violência, que o levaram a concluir que, apesar das guerras do Iraque, Afeganistão, Darfur e outros conflitos atuais, vivemos em uma época em que a violência diminuiu em relação a tempos passados.

 

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