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Autor de As Vantagens de Ser Invisível, Stephen Chbosky lança primeiro livro em 20 anos

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Famoso por “As Vantagens de Ser Invisível”, Stephen Chbosky lança novo livro – Reprodução/Twitter/Divulgação

O livro foi lançado na terça-feira (1º), nos Estados Unidos

Publicado no Exitoína

Em fevereiro de 1999, Stephen Chbosky lançou seu primeiro livro. Nele, um garoto se comunicava, através de cartas, com um correspondente desconhecido enquanto descobria formas de lidar com o suicídio do melhor amigo e tentava criar novas amizades e amores para lidar não só com a tragédia, mas antigos traumas também.

Anos depois, As Vantagens de Ser Invisível tornou-se popular ao ser adaptado para um filme estrelado por Logan Lerman, Emma Watson e Ezra Miller, com roteiro e direção do próprio Chbosky, que também roteirizou a adaptação cinematográfica do sucesso off-Broadway Rent, em 2005, e foi responsável pelo roteiro e direção do longa Extraordinário, com Jacob Temblay, Julia Roberts e Owen Wilson no elenco.

Agora, vinte anos depois, o escritor e roteirista lançou um novo livro, batizado de Imaginary Friend (Amigo Imaginário, em tradução livre), na última terça-feira (1º). A publicação conta a história de Christopher, um garoto disléxico de sete anos que, após mudar-se com a mãe, Kate, busca um lugar para se encaixar.

Na tentativa, o menino recebe orientações de alguém que se materializa como um rosto no céu ou uma voz no vento e diz ao garoto para que construa uma casa da árvore na floresta enquanto conta a ele os segredos enterrados da cidade.

Em entrevista ao Entertainment Weekly, Chbosky descreveu o livro como misterioso e com um toque de horror, mas que não deixa de lado os elementos que fizeram de seu primeiro livro um sucesso. “Ele tem o coração, a alma e os componentes emocionais que As Vantagens tinha e, em muitos casos, é sobre muitos dos mesmos temas”, conta. “Há uma história épica sobre uma cidade pequena. Há muitos sustos divertos. Mas, no fundo, é uma história sobre uma mãe e um filho e sobre ser jovem e vulnerável”.

Ainda não há informações sobre quando o livro deve ser lançado no Brasil.

Escritor João Carlos Marinho, autor de ‘O gênio do crime’, morre em SP

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João Carlos Marinho, autor do clássico ‘O gênio do crime’ — Foto: Reprodução/Facebook

Ele estava internado desde fevereiro em hospital na Zona Leste.

Publicado no G1

O escritor João Carlos Marinho, de 83 anos, morreu no domingo (17) em São Paulo. Autor do clássico juvenil “O gênio do crime”, ele estava internado desde fevereiro no Hospital Sancta Maggiore da Mooca, na Zona Leste.

Segundo parentes, o corpo de Marinho será velado a partir das 10h desta segunda no Cemitério do Araçá e enterrado às 16h no Cemitério da Consolação, ambos na capital.

Nascido no Rio de Janeiro em 25 de setembro de 1935, mudou-se com a família ainda criança para Santos e, depois São Paulo. Concluiu o colegial (atual ensino médio) na Suíça. Ao voltar para a capital paulista, cursou Direito na Faculdade do Largo de São Francisco, da Universidade de São Paulo (USP), e passou a advogar em Guarulhos, na Grande São Paulo.

Em 1969, quando ainda advogava, publicou sua obra-prima, “O gênio do crime”. O livro foi a primeira das 13 aventuras que o autor criou para a turma do Gordo. Nele, o personagem principal e seu grupo ajudam o dono de uma fábrica de figurinhas de futebol a descobrir um criminoso que falsificava os cromos mais raros.

Capa do livro ‘O gênio do crime’ — Foto: Divulgação

Segundo cálculos do próprio autor, foram cerca de 1,2 milhão de exemplares vendidos, em mais de 60 edições desde o lançamento. A obra foi traduzida para o espanhol e adaptada para o cinema em 1973, sob o título “O detetive Bolacha contra o gênio do crime”.

Além dos romances juvenis, Marinho escreveu quatro livros voltados para o público adulto, entre eles “O dueto dos gatos”.

Refugiado preso em campo de detenção ganha maior prêmio literário da Austrália

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O refugiado curdo-iraniano Behrouz Boochani Foto: ASHLEY GILBERTSON / NYT

Jornalista curdo-iraniano está detido há seis anos em Papua Nova Guiné

Publicado em O Globo

Um refugiado curdo-iraniano ganhou o maior prêmio literário da Austrália com seu livro de estreia, escrito em seu celular e entregue um capítulo de cada vez via WhatsApp. Atualmente mantido em um campo de detenção em Papua Nova Guiné, Behrouz Boochani não pôde comparecer à cerimônia de premiação. No Victorian Premier’s Literary Awards, ele foi o vencedor nas categorias Victorian Prize — o principal do país — e na de Não-Ficção, somando 125 mil dólares australianos (cerca de US$ 90 mil)

Boochani foi preso na ilha de Manus em 2013 por tentar entrar na Austrália sem um visto válido. Ele é um dos 600 refugiados mantidos em acampamentos na ilha. Segundo a CNN, ele usou seu celular para escrever o livro “No friend but the mountains: Writing from Manus prison” (“Nenhum amigo além da montanha: Escrevendo da prisão de Manus”, em tradução direta). O escritor espera que o prêmio chame a atenção para a situação de mais de mil refugiados detidos na Austrália.

“Eu não quero celebrar essa conquista enquanto ainda vejo muitas pessoas inocentes sofrendo ao meu redor”, disse Boochani à Reuters em uma troca de mensagens de texto.

Boochani tem sido um crítico proeminente da política de imigração da Austrália. Os requerentes de asilo interceptados no mar são enviados para “processamento” em três campos em Papua Nova Guiné e um na ilha de Nauru, no Pacífico Sul, onde muitos permanecem por anos.

Desde 2013, mais de 3 mil refugiados em busca de asilo na Austrália foram enviados a centros de detenção, o que já gerou diversos protestos de ativistas dos direitos humanos. O governo australiano defende a política e alega que ela é necessária para impedir que criminosos entrem no país. Em 2017, o governo fechou o centro da ilha de Manus e remanejou os refugiados. Alguns conseguiram se instalar nos Estados Unidos, mas muitos permanecem na mesma situação que Boochani.

Boochani disse que um dos seus maiores medos enquanto escrevia o livro era que seu telefone fosse confiscado pelos guardas do campo. Ele escreveu o livro em seu farsi nativo e o enviou por WhatsApp para um tradutor na Austrália.

“Ele utiliza formações narrativas distintas, da análise crítica à descrição, poesia e surrealismo distópico”, descreve o júri do prêmio em sua análise da obra. “A escrita é bela e precisa, misturando tradições literárias que emanam de todo o mundo, mas particularmente das práticas curdas. A clareza com que idéias e conhecimentos são expressos é também um triunfo da tradução literária, realizada pelo tradutor Omid Tofighian.

O escritor já colaborou com diversas publicações ao redor do mundo, inclusive o jornal britânico “The Guardian”, que publicou o discurso de aceitação do prêmio na íntegra. Nele, Boochani afirma que a conquista é a prova de “palavras ainda têm o poder de desafiar sistemas e estruturas desumanos”.

“Eu estive numa cela por anos mas por todo esse tempo minha mente sempre esteve produzindo palavras, e essas palavras me levaram para além das fronteiras, me leveram além-mar e a lugares desconhecidos. Eu realmente acredito que as palavras são mais poderosas do que os muros deste lugar, desta prisão”, escreveu Boochani.

Concurso Cultural Literário (87)

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capa reflexos da alma

Quando está diante de um espelho o que você vê? Que experiências lhe vêm à mente? As lembranças são de rejeição ou aceitação? O passado incomoda? E o presente? Que perspectivas de futuro você vislumbra?

Que mentiras sobre você mesma a têm impedido de experimentar a vida abundante proclamada por Jesus?

Reflexos da alma propõe um caminho de descobertas sobre sua verdadeira identidade. Nessa jornada você contará com a paixão de Deus por você e a companhia de três mulheres que aprenderam como resgatar o privilégio de serem aceitas e valorizadas por Deus.

O espelho costuma ser um companheiro inseparável da mulher. Seja uma passada rápida para retocar o batom, o momento de escolher a roupa mais apropriada para uma ocasião, seja para olhar para dentro de si mesma, como se o reflexo exterior pudesse expressar o que vai em seu coração. E, como agravante, o que você vê ali refletido muitas vezes não a deixa muito feliz. Mas por que a menina dos olhos do Senhor não consegue experimentar a verdadeira felicidade?

Três mulheres reuniram sua experiência de vida e ministério para discutir algumas das principais razões da depressão, da amargura, do ressentimento, do medo e da frustração que surgem quando parece não haver mais esperança.

Reflexos da alma é o resultado desse trabalho. Nele, Ana, Devi e Helena compartilham como você pode descobrir sua verdadeira identidade, resgatar o brilho da alegria e afastar todo sentimento de autorrejeição. Reaver, enfim, o verdadeiro reflexo de sua alma, redimida por Deus.

Vamos sortear 3 exemplares de “Reflexos da alma“, lançamento da Mundo Cristão.

Para participar, cite um equívoco sobre si mesma que impede muitas mulheres de experimentar uma vida abundante.

Se usar o Facebook, por gentileza deixe seu e-mail de contato.

O resultado será divulgado dia 11/9 neste post.

Participe!

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Parabéns aos ganhadores: Elliene NascimentoCarol TomazWanessa Rodrigues.

Por gentileza enviar seus dados completos para [email protected] em até 48 horas.

O livro de Rachel Sheherazade vem aí

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http://facanacaveiraoficial.com/wp-content/uploads/2013/12/Rachel-Sheherazade.jpg

Lauro Jardim, na Veja

Com tiragem de 15 000 exemplares, Rachel Sheherazade lançará no último trimestre deste ano uma livro pela Mundo Cristão.

Nele, segundo a editora, tentará fazer “um diagnóstico dos problemas que afetam a sociedade brasileira, com uma abordagem sobre os valores e virtudes que são necessários para a construção de um comportamento íntegro e ético”.

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