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O que a Blogosfera Feminina está lendo

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Publicado no Dito pelo Maldito

Depois que fizemos uma postagem em que listamos os livros que alguns blogueiros convidados estavam lendo no momento, recebemos algumas críticas feministas válidas pelo fato de ter apenas ‘cuecas’ entre os citados. Eu lamento, mas a verdade é que na época da postagem eu entrei sim em contato com várias blogueiras, mas todas admitiram que não estavam lendo nada ‘naquele instante’. Fazer o quê?!

Bem, preferi acreditar que eu havia escolhido as mulheres erradas para me ajudar nessa tarefa, mas não desisti e fui atrás de blogs mais condizentes com a literatura. Deu certo! Dessa vez eu consegui reunir um time feminino que realmente entende e gosta do assunto para compartilhar conosco quais livros estão lendo, e suas primeiras impressões a respeito da obra.

Descubra o que a Blogosfera feminina está lendo…

Alessandra (Lelê)
Aqui vamos conhecer a história trágica da passagem do planeta Hercólubus pela Terra. Os cientistas diziam que ele passaria longe e não se chocaria, então ninguém precisaria se preocupar. Porém, no momento de sua passagem 70% da população cai desmaiada.
E quando acordam não são mais humanos. Com olhos leitosos, força descomunal, sede de sangue e fome de carne humana de preferência.
Acompanhamos a história de vários personagens, mas o foco é em uma família de sobreviventes que tenta se salvar e salvar todos os que estão em perigo. Uma jornada de aventura e ação, carregada de sangue, amizade e confiança. Estou amando muito o livro!! A leitura é ágil e perfeita!! Livro incrível!!!
 
Natália 
O Menino de Fantoches de Varsóvia podia ser “mais um livro” sobre o holocausto da Segunda Guerra Mundial, mas ele possui o diferencial de contar a história do gueto e de sua resistência.
Já Fangirl é um romance que atinge a todas garotas (e garotos) que participam dos fandoms na internet. Sobre sair da casca, do lugar comum, se aventurar em lugares novos e companhias novas. Pessoalmente me identifiquei bastante com o livro.
Milena Cherubim
O livro é todo feito em HQ, os personagens são ratinhos e conta a história do Holocausto. Estou bem no início, porém a leitura é surpreendente. O autor consegue fazer com que você entre na história com Vladek ele vai narrando desde o início como conheceu a mãe do Art (o autor do livro) e passando pela vida dele até o campo de concentração. Uma narrativa muito gostosa e a forma de quadrinhos deu uma certa leveza ao cenário.
 
Joyce Gadiolli
Sou fascinada por livros históricos e pela segunda guerra mundial, portanto, o livro me despertou muito interesse. Nele descobrimos que o Papa Pio XII não foi complacente com o holocausto de Hitler e o como sua rede de católicos e do Vaticano foi fundamental para a proteção dos judeus. Apesar do Papa Pio XII não ter se declarado publicamente contra o genocídio, foi uma voz importante dentro do Vaticano, já que através de suas ações, judeus puderam viajar para outros países e se livrar da perseguição. A leitura é densa por ter bastante personagens envolvidos, mas é importante para entendermos mais uma parcela dessa tragédia mundial.
 
Pamela Santiago
O livro se inicia pela segunda parte e isso tem um significado especial que estou passando a entender agora, após um terço do livro lido. Conhecemos o jovem Bruno, desde a época em que ainda era um estudante de medicina até o momento decisivo que todos passam que é sair do abrigo dos pais e parte então para conquistar seus sonhos. Mas um fato ocorrido antes de sua tão sonhada formatura faz com que o garoto enxergue a vida com outros olhos. Simples e belo, a narrativa te envolve como se estivesse presenciando cada cena, cada detalhe. Estou achando magnífico.

11 ferramentas online para ajudar os universitários

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Você, universitário, tem dificuldade para lidar com a grande quantidade de tarefas que precisa fazer? Conheça 11 ferramentas online que podem ajudá-lo com isso

Publicado por Universia

Crédito: Shutterstock.com A Universia Brasil reuniu 11 ferramentas online que podem facilitar a vida dos estudantes

Crédito: Shutterstock.com
A Universia Brasil reuniu 11 ferramentas online que podem facilitar a vida dos estudantes

Ser universitário não é uma tarefa fácil: é necessário aprender a lidar com muitas cobranças, várias responsabilidades, muitos trabalhos e projetos, etc. Sabendo isso, a Universia Brasil reuniu 11 ferramentas online que podem facilitar a vida dos estudantes. Confira:

1 – Questia

O site Questia diz ser o maior acervo online de revistas, livros, trabalhos, pesquisas e artigos. Nele, você só precisa procurar pelo termo da pesquisa e todos os resultados aparecerão na tela, de diferentes fontes.

2 – Evernote

Se você precisa fazer várias coisas importantes o dia inteiro, o Evernote pode ajudá-lo com isso. Ele salva anotações, fotos e textos que você precisa consultar rapidamente. É uma ótima ferramenta principalmente para smartphones e tablets.

3 – Notely

Disponível para computadores, Android e iOS, o Notely é outra ferramenta ótima para quem precisa anotar pequenos lembretes, como listas de compras, tarefas a serem feitas, etc.

4 – NoodleTools

O NoodleTools oferece diferentes tipos de ferramentas online para ajudar alunos e professores a realizarem trabalhos acadêmicos. Ele facilita a organização, marcação, anotação e classificação de textos.

5 – Google Docs

Por meio do Google Docs, o universitário pode criar e armazenar documentos na nuvem. Além disso, ele permite que mais de uma pessoa faça edições e atualizações nos arquivos, o que é ótimo para trabalhos em grupo.

6 – Skype

O Skype é um ótimo software de chat online para conversar e realizar conferências com várias pessoas. Com ele, é possível conversar por áudio, pela webcam, ou somente por mensagens.

7 – Remember the Milk

O Remember de Milk é um aplicativo feito para que você não se esqueça das coisas importantes. Ele facilita a organização de tarefas, além de ter lembretes pelo celular e utilizar o sistema Google para avisá-lo.

8 – Google Calendar

Se você tem dificuldades para lembrar-se dos compromissos e datas de entregas de trabalhos, o Google Calendar será o seu melhor amigo. Ele é um calendário online e, por isso, o acesso pode ser feito por qualquer dispositivo. O Google Calendar também envia lembretes por pop-up, SMS ou e-mail.

9 – Nowdothis

Para aqueles universitários que possuem dificuldade para parar de procrastinar, o Nowdothis possui uma premissa bem simples: você escreve quais são as suas tarefas, ele escolhe uma aleatoriamente e você a finaliza. Quando clicar em “done”, ele pula para a próxima tarefa.

10 – Writer

Com o Writer, você nunca mais terá que passar pela situação de perder um arquivo antes de salvar. Com ele, é possível digitar um trabalho inteiro sem correr o risco de perder uma palavra, isso porque o Writer salva o seu trabalho a cada poucos segundos. Além disso, o background limpo do site pode ajudá-lo a manter a concentração.

11 – Instacalc

Para alunos da área de exatas, o Instacalc pode ser de muita ajuda. Ele possui diversos critérios de medição e rapidamente faz as conversões que você precisar.

Livros para curar o incurável

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A vida é cheia de momentos em que só a literatura pode nos ajudar

Danilo Venticinque, na revista Época

Nunca acreditei nas promessas da autoajuda, mas sempre confiei no poder curativo da literatura. Não importa qual situação enfrentemos na vida, há sempre um personagem de ficção que passou por ela, ou memórias de outras pessoas que superaram os mesmos dramas. Poucas experiências são tão transformadoras quanto ler o livro certo no momento certo – e há um livro certo para qualquer estado de espírito. Se você desconfia de todos ao seu redor, há um livro que pode ajudá-lo. Sente-se traído por uma pessoa amada? Há um livro para isso. Está entediado com a futilidade da vida e em busca de um significado para tudo? Há um livro (ou talvez todos) para isso.

Como qualquer pessoa com um trabalho vagamente relacionado à literatura, vez ou outra sou procurado por alguém que quer indicações de livros. No início, ciente da minha ignorância, eu desconversava. Com o tempo, perdi a vergonha. Indicar o melhor livro para cada pessoa e cada situação tornou-se um desafio delicado e recompensador. Não é necessário qualquer treinamento para se tornar um terapeuta literário: apenas o gosto pela leitura, uma memória razoável e um pouco de pretensão.

A busca pela indicação ideal ultrapassa os limites da minha estante. Perdi a conta de quantas vezes indiquei um livro que eu não havia lido, com base na vaga impressão de que seria a leitura perfeita para aquela pessoa, naquele momento. A falta de regulamentação para os terapeutas literários permite essas irresponsabilidades. Fora isso, minha pequena experiência nessa área me convenceu de que é possível conhecer um livro sem jamais ter encostado nele.

Uma das autoras que mais indiquei sem ter lido foi Joan Didion, de O ano do pensamento mágico e Noites azuis. No primeiro, a autora descreve sua solidão após perder o marido, com quem viveu por quase 40 anos. No segundo, narra sua vida após a morte da filha, apenas 20 meses depois. Os dois livros entraram merecidamente nas listas de mais vendidos. É provável que você já os tenha lido, ou tenha ouvido falar deles. Comprei os dois quando foram lançados, mas nunca me senti preparado para lê-los. Mesmo assim, Joan Didion sempre foi minha recomendação para amigos e conhecidos que procuravam um livro para ler após enfrentar uma grande perda.

No último sábado, passei por uma dessas situações em que recorremos aos livros em busca de consolo: a morte inesperada de um grande amigo, em circunstâncias particularmente dolorosas. Na literatura, no cinema e na música, há milhares de obras que nos alertam sobre a finitude da vida e nos aconselham a aproveitar cada momento ao lado de pessoas queridas. Lamento não ter seguido os conselhos. Perdi a chance de passar mais tempo com uma das pessoas mais incríveis que conheci. A caminho do velório de meu amigo, na mesma igreja em que fui padrinho de seu casamento, não pude deixar de lembrar de todas as vezes em que deixamos de nos encontrar por preguiça, e de imaginar as conversas que poderíamos ter tido. Um doloroso e inevitável exercício de ficção.

Eu tinha outros planos para esta coluna, mas preferi deixá-los para uma semana melhor. Em vez disso, decidi seguir, com anos de atraso, a minha própria recomendação. Dediquei o resto do fim de semana a ler Joan Didion. Devagar, como quem reaprende a pensar na vida. Ainda não terminei nenhum dos livros. Tenho pouco a dizer sobre eles. Tanto tempo depois do lançamento, as melhores e as piores resenhas já foram escritas. O que importa é o que os livros têm a dizer para mim e o que já disseram para os outros leitores. Foi uma indicação acertada, tanto para eles quanto para mim.

Por alguma coincidência, o luto é o tema principal de dois livros que mencionei em colunas recentes. Nina Sankovitch, de O ano da leitura mágica, só decidiu ler um livro por dia durante um ano porque tentava recomeçar a vida após a morte de sua irmã. Em O clube do livro do fim da vida, as conversas literárias de Will Schwalbe e sua mãe só se tornam rotineiras quando ela começa a passar por sessões semanais de quimioterapia.

Diante da certeza de que “a vida muda num instante”, como escreveu Joan Didion, nada mais natural do que recorrer aos livros para retomar o controle. São provas vivas de que não estamos sozinhos. Podemos contar com os pensamentos e as experiências de outra pessoa que enfrentou uma situação igual ou pior. Não a esqueceu, mas sobreviveu a ela e teve força para narrar sua história. Transformada em livro, a dor do autor pode ser um remédio para quem lê.

Garoto de 9 anos lê 373 livros em cinco anos e é criticado por diretora de biblioteca

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Para ela, menino “contamina” concurso anual de leitura promovido pelo estabelecimento

Publicado no R7

Um garoto de nove anos, estudante do ensino fundamental em uma cidade do estado de Nova York, foi criticado pela diretora de uma biblioteca pública por… ler demais.

Tyler Weaver, que já foi cinco vezes campeão em um concurso de leituras da biblioteca pública de Hudson Falls, foi alvo de comentários por parte de Marie Grandon, a diretora do estabelecimento. Segundo informações do portal Huffington Post, ela contou a um jornal local que achava ser hora de o menino abdicar de seu trono e dar chance a algum outro.

A biblioteca organiza um concurso anual de leitura, no verão. Nele, as crianças que leram pelo menos dez livros são convidados para uma festa no final da estação. O participante que ler o maior número de livros é o vencedor. Nos últimos cinco anos, Tyler leu um total de 373 livros para o concurso, segundo a publicação local Post-Star.

O jornal procurou a biblioteca para, originalmente, produzir uma reportagem sobre o garoto e seu índice impressionante de leituras. Porém, para a diretora, a dedicação do menino não é motivo para comemorações.

Para Marie, Tyler “contamina” o concurso. Por isso, ela quer mudar as regras, de modo que o vencedor seja sorteado, e não mais conquiste o prêmio pelo total de livros que leu. Para ela, a capacidade do menino de ler obras desanima os outros concorrentes de participar, porque ninguém consegue acompanhá-lo.

Em defesa do filho, a mãe de Tyler, Katie Weaver, disse que nem ela nem o menino ficaram satisfeitas com os comentários da diretora.— Quando ele ouviu o que a diretora disse, ficou bastante irritado. Ele nunca pensou que ser bom em leitura pudesse ser uma coisa negativa. E ele não deveria [pensar isso]. Ele entendeu que a diretora está errada.

Katie disse que ficou furiosa quando ouviu o que a diretora da biblioteca disse que espera por um pedido de desculpas.— Acho que Tyler merece desculpas. Quero que ele saiba que mesmo que alguém discorde, se é algo que ele quer alcançar, acho que ele deve seguir em frente. Ele aprendeu uma grande lição sobre ignorar a negatividade.

Em entrevista à emissora de TV local WTEN, o garoto disse esperar que a diretora da biblioteca não mude as regras do concurso.— Ela [diretora] disse que para cada dez livros, você tem de colocar o seu nome em um trecho dele. Mas se algum garoto ler dez livros e vencer, isso não é justo. Ele não se esforçou o suficiente para isso.

O presidente do conselho de curadores da biblioteca, Michael Herman, divulgou uma nota em que diz que “infelizmente, alguns comentários infelizes ofuscaram as realizações de Tyler Weaver e de todos os participantes do nosso programa”. Mas ele admitiu que o conselho vai rever as regras do concurso.

dica do Chicco Sal

Livro de 2 cm² é descoberto nos Estados Unidos

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Publicado no Folha do Sertão

Título original: Livro de 2 cm² é descoberto nos Estados Unidos; Curioso pra saber o que há nele? Veja

Livro de 2 cm² é descoberto nos Estados Unidos; Curioso pra saber o que há nele? VejaImagine qual seria a sua curiosidade ao se deparar com um livro de apenas 2 cm² e 1 mm de espessura.

Certamente, você ficaria com muita vontade de descobrir o que está sendo dito nele — e não precisa se sentir culpado, pois a sensação seria a mesma para a grande maioria das pessoas. Mas como fazer para ler algo assim? Apenas com os olhos humanos seria impossível.

Na Universidade de Iowa (Estados Unidos), um livro com as dimensões que foram mencionadas anteriormente foi encontrado em uma biblioteca que reúne mais de 4.000 obras em miniatura. A bibliotecária responsável pelo encontro afirma que ele estava na caixa de “microminiaturas”, sendo ainda menor do que os outros itens que estariam na mesma coleção.

Só era possível identificar a capa, que mostra uma cruz dourada em meio a uma superfície vermelha. Com isso, havia grandes chances de o pequeno livro ser uma versão reduzida de uma bíblia, mas a bibliotecária Colleen Theisen queria ir além. Como informa o The Atlantic, Theisen recebeu a ajuda de Giselle Simón para colocar a obra em um microscópio da Biblioteca de Iowa, conseguindo identificar qual era a editora do livro.

Com isso, conseguiram chegar ao nome da Toppan Printing. Rastreando e cruzando informações, conseguiram descobrir que o livro foi lançado na Feira Mundial de Nova York de 1965. Mas ele não era uma obra independente, pois fazia parte de um conjunto com uma versão maior do mesmo texto: o primeiro capítulo do Gênesis (livro da Bíblia) escrito pelo Rei James para a igreja Anglicana.

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