Canal Pavablog no Youtube

Posts tagged Nesta

Autora de ‘The Handmaid’s Tale’ anuncia sequência do livro para 2019

0

 

Nova produção de Margaret Atwood se passará 15 anos após o 1º livro

Publicado no Estadão

Nesta quarta-feira, 28, a canadense Margaret Atwood anunciou em seu Twitter que está escrevendo a continuação de The Handmaid’s Tale, livro escrito em 1985 e que deu origem à série homônima. A novidade se chamará The Testaments e o lançamento está previsto para o segundo semestre de 2019.

“Sim, de fato, para aqueles que perguntaram: eu estou escrevendo uma sequência para The Handmaid’s Tale. The Testaments se passa 15 anos depois da cena final de Offred e é narrado por três personagens mulheres. Vai ser publicado em setembro de 2019”, escreveu a autora.

Lançado no Brasil como O Conto de Aia, o romance distópico é ambientado em Gilead, um Estado teocrático e autoritário, onde as mulheres vivem subordinadas aos homens. O sucesso garantiu ótimas posições nas listas de livros mais vendidos em diversos países do mundo.

Livros da Turma da Mônica são os novos brindes do McLanche Feliz

0
Foto: Guia da Semana

Foto: Guia da Semana

 

Novidade chegou nesta terça-feira com seis livros especiais

Publicado no Terra

Nesta terça-feira, 18 de abril, é comemorado o Dia Internacional do Livro Infantil , e, para celebrar a data, o McDonal’ds leva ao McLanche Feliz os famosos quadrinhos da Turma da Mônica .

São seis livros especiais que acompanham o combo, que além de divertir a criançada, vêm como oportunidade de incentivar a imaginação por meio da leitura. A novidade já está disponíveis em todas as lojas da rede no Brasil.

Um-Amor-de-Ratinho

O-Papãozinho

O-Porcão

Magalancia

A-Maquina-que-copiava

a-varinha-magica

‘Evito que voltem para o lixo’, diz vendedor de livros usados em Bauru

0
Círso de Jesus Novaes vende livros na Feira do Rolo de Bauru há mais de 20 anos (Foto: Ednan Gomes/G1)

Círso de Jesus Novaes vende livros na Feira do Rolo de Bauru há mais de 20 anos (Foto: Ednan Gomes/G1)

 

Há mais de 20 anos Cirso Novaes comercializa livros usados a R$ 1.
Nesta terça-feira (14) é comemorado no Brasil o Dia do Vendedor de Livros.

Publicado no G1

O dia do vendedor de livro no Brasil é comemorado nesta terça-feira (14) e para saber um pouco mais sobre essa profissão, cada vez mais rara com a existência das grandes livrarias e da possibilidade de adquirir as obras pela internet, o G1 conversou com os responsáveis pelas bancas de livros de uma das feiras mais famosas de Bauru (SP), a Feira do Rolo, que é realizada todos os domingos na área central da cidade.

Ao chegar em uma dessas bancas, o olhar passa por clássicos de Machado de Assis, uma coletânea de poetas brasileiros até chegar a uma edição rara de ‘A Muralha’, livro da escritora Dinah Silveira de Queiroz. Em meio ao vai e vem das pessoas com suas sacolas de compras, é possível folhear tranquilamente alguns livros da literatura norueguesa ou ler algo do colombiano Gabriel Garcia Márquez. Essas obras estão à disposição de quem passa pela feira.

Os livros vendidos há mais de 20 anos por Círso de Jesus Novaes dividem o espaço com peças de diversas máquinas e outros “cacarecos” em uma lona branca estirada sobre os paralelepípedos da Rua Júlio Prestes, no centro da cidade. Ele conta que começou a participar da feira como uma forma de aproveitar os materiais de reciclagem que recolhia. “Sempre trabalhei com esse tipo de material e, no meio deles, eu achava muitos livros em bom estado ou que poderiam ser arrumados. Então eu comecei a trazer eles para feira e a colocar junto com as outras coisas que eu vendia. Pelo menos assim eles não voltariam para o lixo”, conta ele que vende a R$ 1 cada um dos exemplares.

Não muito distante da lona de Círso, é possível encontrar uma mesa com os livros vendidos por Chico Carioca. Sua relação com a Feira do Rolo começou em 1997, quando começou a negociar LP’s, produtos que atualmente ainda são vendidos por ele.

Depois que passou a frequentar a feira, Carioca, como é chamado pelos amigos, começou a se interessar por livros e, em especial por biografias. “Com o tempo meu interesse pela leitura aumentou e no ano de 2000 eu comecei a vender livros aqui”, conta ele que no momento está lendo a biografia da cantora Maysa e ficou surpreendido quando soube que ela morou por um período em Bauru, quando tinha apenas 2 anos.

Desde 2000, Chico Carioca vende livros na Feira do Rolo em Bauru (Foto: Ednan Gomes/G1)

Desde 2000, Chico Carioca vende livros na Feira do Rolo em Bauru (Foto: Ednan Gomes/G1)

 

Para ele, vender livros nas manhãs de domingo na Feira do Rolo é uma forma de dar acesso à literatura para a população. Os preços oferecidos por ele variam dos R$ 5 aos R$ 30. É possível encontrar em ótimo estado de conservação, por exemplo, o livro “Fim”, escrito pela atriz Fernanda Torres, por apenas R$ 8. Em duas livrarias diferentes de Bauru o preço do mesmo livro é de R$ 37,90.

“No Brasil, principalmente por causa dos impostos os livros vendidos em livrarias são muito caros. Vender esse material a preços populares em um local muito popular é uma forma de facilitar esse acesso”, comenta. De acordo com Carioca, os produtos que ele vende, em sua maioria, são doações de pessoas que estão de mudança e não podem levar os livros.

Com o passar do tempo, muitos clientes de Carioca tornaram-se seus amigos. Eles fazem até pedidos de livros que querem, e ele dá um jeito de arrumar para satisfazer a clientela. “Eu acho que 90% dos meus clientes são fixos. Eu acho que isso acontece porque no nosso país a leitura precisa ser mais incentivada para as pessoas de todos os níveis sociais. Não se pode obrigar as crianças lerem nas escolas. É preciso incentivar. A diferença entre essas duas palavras é grande”, afirma.

7 grandes livros que você deve ler antes de morrer

0

page1

Publicado no Geekness

O poeta espanhol Rubén Darío disse uma vez que “aprender a ler é uma das coisas mais importantes que nos acontece na vida”. E esta é uma verdade.

Quase não dá para imaginar como seria nossa vida hoje sem os grandes livros, histórias e registros. E, sim, para ler e aproveitar a leitura é preciso aprender. Uma coisa é ler a lista do mercado ou textos na internet outra coisa bem diferente é entrar em um universo novo feito de páginas, palavras e imaginação.

Dizem que para saber ler basta ler; e nós concordamos. Uma vez que você pega gosto pela leitura é difícil conseguir parar. A dica é se manter lendo, trocando de livro um atrás do outro e não deixando o ânimo esfriar.

Para que você tenho pelo menos sete ótimos livros para ler nos próximos meses, selecionamos clássicos imperdíveis da literatura. Não tem desculpa agora para dizer que não sabe o que ler… Boa leitura!

Cem Anos de Solidão, Gabriel García Márquez, 1967

livro-cem-anos-de-solidaoClássico absoluto recomendado por 10 entre 10 leitores, Cem Anos de Solidão apresenta a história da família Buendia em sete gerações. Durante um século, García Márquez narra a trajetória de uma vila no meio do nada, cuja existência passa despercebida no tempo.

Trata-se de uma leitura que exige concentração, pois pede certa sagacidade do leitor para entender o ambiente irreal de Macondo que é cheio de detalhes e mistura o normal e o fantástico, o real e o sobrenatural.

O livro tem a intenção de retratar a solidão humana, quando se passam cem anos e nada continua igual, apenas o ser humano. Leitura recomendada para todas as idades!

 

A Insustentável Leveza do Ser, Milan Kundera, 1984

insustentavel-leveza-do-ser (1)O romance de Milan Kundera se passa em Praga em 1968 e narra os amores e desamores de quatro personagens: Tomás, Tereza, Sabina e Franz. O livro é permeado pela invasão russa à Tchecoslováquia e pelo clima de tensão que pairava em Praga naqueles dias.

Além de totalmente sensual e envolvente, o estilo narrativo de Kundera permite saídas do texto central com comentários que esclarecem ao leitor sobre o terreno filosófico e psicológico em que a história se desenrola.

Há referência a autores como Nietzsche e Parmênides que situam o enredo em uma perspectiva existencial e submete as situações à uma análise filosófica e uma reflexão especulativa.

O livro narra as dores e as delícias de optar pela liberdade ou pelo comprometimento ilustrando as consequências existenciais de cada uma dessas opções. Imperdível e maravilhoso!

Memória de Minhas Putas Tristes, Gabriel García Márquez, 2004

memorias-de-minhas-putas-tristes livroMemória de Minhas Putas Tristes narra a história de um velho cronista e crítico musical que, em seu aniversário de 90 anos, pretende presentear a si mesmo com uma noite de amor insano com uma adolescente virgem.

No entanto, ao vê-la dormindo, não tem coragem de acordá-la e se apaixona por uma garota adormecida. Um livro sábio, reflexivo e com muito bom humor.

 

 

 

 

1984, George Orwell, 1949

19841984 apresenta a história de Winston Smith, um homem com uma vida insignificante que recebe a tarefa de perpetuar a propaganda do regime atuante por meio da falsificação de documentos públicos e da literatura a fim de que o governo sempre esteja correto no que faz.

Smith fica cada vez mais desiludido com sua existência miserável e assim é iniciada uma rebelião contra o sistema. O romance ficou famoso por seu retrato sobre a fiscalização e controle de um determinado governo na vida dos cidadãos e a crescente invasão sobre os direitos do indivíduo.

Vivemos ou não em um imenso “Big Brother”?

 

Admirável Mundo Novo, Aldous Huxley, 1932

adous-huxley-admiravel-mundo-novo-jpg2No mundo futurista criado por Aldous Huxley não existe família e as pessoas nascem pré-condicionadas biologicamente em uma sociedade organizada por castas. Nesta sociedade não existe ética religiosa nem os valores que regem a sociedade atual.

Qualquer dúvida ou insegurança são dissipadas com o consumo de uma droga chamada “soma”. Não existem casais, nem o nascimento por meio da gravidez. O conceito de Amor, como um sentimento monogâmico, também não existe.

As pessoas praticam relações sexuais entre si como uma mera forma de lazer, vivendo sob o lema: “cada um pertence a todos”. O enredo remete à reflexões sobre os relacionamentos, o futuro e modos de vida.

Quando Nietzsche Chorou, Irvin D. Yalom, 1982

Quando Nietzsche ChorouEm Quando Nietzsche Chorou, o psicoterapeuta Irvin Yalom liga duas figuras históricas importantíssimas em um relacionamento fictício que se passa em um contexto histórico real na Viena de 1982.

O médico e fisiologista austríaco Josef Breuer e o filósofo alemão Friedrich Nietzsche iniciam discussões permeadas pelas teorias de Nietzsche, como a do eterno retorno, e abrangem grandes questões que permeiam a existência humana: o seu significado, a liberdade, as escolhas, o destino, Deus, a morte e o desespero.

 

Grande Sertão: Veredas, Guimarães Rosa, 1956

grande_sertao_veredasCom uma linguagem caracterizada por acentos e jeitos sertanejosGrande Sertão: Veredas é considerado uma das maiores obras da literatura brasileira. A grandiosidade do livro de Guimarães Rosa pode ser exemplificada pelas interpretações, que abordam variados pontos de vista e as mais diferentes culturas.

A obra se passa no sertão brasileiro e o enredo é tomado por uma espécie de labirinto. Como se fosse uma metáfora da vida, a travessia do labirinto pode ser interpretada como a travessia da própria existência.

Mais que os outros livros desta lista, este é destinado para quem sabe ler. Ele requer paciência, pois a linguagem é cheia de cultura oral e pede muita interpretação de texto. Com paciência é possível logo se sentir preso à trama e abduzido por um dos maiores escritores brasileiros de todos os tempos que deve ser lido e entendido muitas vezes.

Professor dos EUA desvenda mistério de livro escrito por escrava afroamericana

0

Para o professor, a descoberta da identidade da escritora vai revolucionar a compreensão mundial sobre a qualidade da literatura produzida por mulheres negras, conforme publicado no The New York Times.

Publicado no África 21 Digital

Fernando Frazão/ABr

Nova York – Nova York – Em meados de 1850, uma escrava fugitiva escreveu de próprio punho uma novela autobiográfica. Em 2002, a novela “The Bondwoman’s Narrative” (“A narrativa de uma serva”, em português), primeira escrita por uma escrava afroamericana, foi publicada e se tornou um sucesso de vendas nos Estados Unidos.

O livro foi assinado por Hannah Crafts, um nome que muitos acreditavam tratar-se de um pseudônimo, tornando a identidade real do autor um mistério. Mas só até agora.

Isso por que, o professor de inglês da Universidade de Winthrop na Carolina do Sul, Gregg Hecimovich, assegurou nesta semana que descobriu o nome da autora: é Hannah Bond, conforme publicado no The New York Times.

Ele explica que Hannah era escrava em uma plantação da Carolina do Norte pertencente a John Hill Wheeler, político e historiador que exerceu o cargo de Tesoureiro do Estado da Carolina do Norte entre 1855-56.

O professor levou uma década para descobrir a identidade da escritora, segundo explica o jornal, tempo em que entrevistou familiares de Wheeler e consultou diários, registos e testamentos.

Os dados recolhidos por Hecimovich indicam que Hannah conseguiu fugir da escravidão disfarçada de homem, com a ajuda de um dos familiares de Wheeler.

Toda essa descoberta resolve outro mistério do livro: como uma escrava com limitada educação teria sido tão influenciada por Charles Dickens?

De acordo com Hecimovich, a plantação onde ela trabalhava rotineiramente fazia divisa com uma escola para garotas, onde as alunas tinham que recitar trechos da novela “Bleak House” (“Casa desolada”).

Assim, Hannah poderia ter escutado, enquanto eles estudavam, ou arrebatados uma cópia para ler, secretamente formando seu próprio romance.

Os estudos de Hecimovich tem sido revista por vários estudiosos que atestam a sua autenticidade, incluindo Henry Louis Gates Jr., um dos proeminentes estudiosos da história afro-americana.

“Palavras não podem expressar o quão significativa é a descoberta para os estudos da literatura afro-americana”, disse em entrevista ao The New York Times. “Ela revoluciona a nossa compreensão da literatura das mulheres negras”.

Professor Gates, que comprou o manuscrito do livro em um leilão em 2001, disse que a descoberta do professor Hecimovich responde a uma das grandes e persistentes questões sobre o autor que o tem perseguido por mais de uma década.

Hecimovich, de 44 anos, afirmou que pretende publicar seus resultados completos em um livro, intitulado provisoriamente de “A vida e os tempos de Hannah Crafts”.

 

Go to Top