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Autor de Caixa de Pássaros e Piano Vermelho lança mais um livro no Brasil

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Victor Tadeu, no Desencaixados

Josh Malerman, cantor, escritor e compositor teve o seu primeiro livro publicado no Brasil em 2015, pela Editora Intrínseca. Com o título Caixa de Pássaros o livro foi um dos mais lidos em seu ano de lançamento, porém dividiu opiniões por ser um thriller psicológico e muito conturbador, porém o mesmo ganhou uma adaptação cinematográfica, na qual, está em processo de desenvolvimento e em breve será distribuído pela Netflix. Porém em 2017 o mesmo lançou mais uma obra chama Piano Vermelho pela mesma editora, também bastante lida em seu ano de lançamento.

O autor é muito conhecido e remunerado dentro do gênero que produz histórias, ou seja, os thrillers. Porém foi divulgado recentemente pela Editora Intrínseca o seu próximo lançamento que carrega o título de Uma Casa no Fundo de um Lado, a história conta sobre Amelia e James, duas pessoas com sentimentos recíproco, e que marcam um encontro para conhecerem um ao outro. Porém, durante esse encontro, que foi decidido ser um passeio de canoa, eles encontram uma casa perigosamente misteriosa debaixo d’agua, mas, após aprofundarem nos mistérios daquela residência, as suas vidas acabam não sendo as mesmas.

Uma Casa no Fundo de um Lago, de Josh Malerman contém apenas 160 páginas e foi traduzido por Fabiana Colasanti, o seu lançamento foi ontem, dia 25 de julho de 2018, porém alguns críticos literários já fizeram a leitura e você pode as críticas pesquisando no Google. Esse promete ser mais um best-seller de Malerman, a Intrínseca liberou um trecho da obra e para fazer a leitura é só clicar aqui.

Safe | Nova série da Netflix escrita por Harlan Coben

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Bárbara Allen, na Cabana do Leitor

Como se já não bastasse ter conquistado centenas de fãs ao redor do mundo com seus livros de mistérios e problemas não resolvidos, o autor Harlan Coben agora coloca sua assinatura em mais uma série da Netflix, Safe, que foi lançada no último dia 10. Além de Harlan, o enredo da série também foi escrito por Danny Brocklehurst, roteirista britânico conhecido pelo seu trabalho na minissérie The Driver (2014) e pela série The Five (2016), também criada por Harlan Coben.

Safe conta a história de Tom (Michael C. Hall), um cirurgião pediatra, cuja esposa já morreu. Ele cria sozinho duas filhas adolescentes até que a mais velha, Sophie, desaparece depois de uma festa. A partir deste ocorrido, muitos segredos das pessoas envolta da família vêm à tona. A série, possuí oito episódios e marca o retorno de Michael à TV em um papel principal depois do fim de Dexter, em 2013. No elenco também estão Amanda Abbington, Hannah Arterton, Louis Greatorex, Raj Paul e Joplin Sibtain.

Sobre o autor:

Harlan Coben é um famoso autor americano que desde 1990 já lançou 30 livros que foram traduzidos para 43 línguas. Aqui no Brasil uma das editoras que mais publica as histórias do autor é a Editora Arqueiro. Alguns dos seus livros são: Não Conte a Ninguém, O Medo Mais Profundo, Cilada, A Grande Ilusão, entre outros. O seu mais recente livro é Volta para Casa, lançado no mês de abril.

In The Tall Grass | Netflix produzirá novo filme baseado em obra de Stephen King

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Mais uma produção original inspirada nas histórias do mestre do terror Stephen King

Hallan Machado, no Trecobox

A Netflix parece ter pegado o gostinho pelas obras assombrosas do renomado Stephen King. Dessa vez o serviço de streaming estará produzindo mais um filme de suspense, sendo este baseado no livro In The Tall Grass (sem título no Brasil).

De acordo com publicação feita pelo site Deadline, o longa será dirigido por Vincenzo Natali, que trabalho recentemente em episódios das séries American Gods e Westworld.

Também foi dito que o ator James Marsden (Westworld e a franquia X-Men) está sendo cotado para interpretar o papel principal.

James Marsden vive atualmente o personagem Teddy Flood na série Westworld. Vale lembrar também que Marsden foi o Ciclope na franquia de filmes X-Men.

In The Tall Grass é uma das obras mais recentes do mestre do terror Stephen King, em parceria com seu filho Joe Hill. O livro conta a história dos gêmeos Cal e Becky Demuth, que durante uma viagem acabam por parar em um campo de gramas altas para ajudar um menino. O que eles não sabiam é que em meio àquela grama algo muito estranho estava acontecendo.

Ainda não há uma previsão exata de quando o filme chegará ao catálogo da Netflix. O que sabemos é que as gravações se iniciarão em breve. O longa deve estrear em algum momento de 2019, o que pode ser confirmado em anúncios futuros da empresa de streaming de vídeo.

Vale lembrar que a Netflix já se aventurou em algumas adaptações de obras de King, sendo os filmes Jogo Perigoso e 1922, além da série O Nevoeiro (cancelada pela baixa aceitação e audiência).

The Witcher | Série de TV da Netflix deve ter oito episódios e sair apenas em 2020, segundo site

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Informações sobre a adaptação foram divulgadas durante evento da empresa em Roma

Arthur Eloi, no Omelete

A série de TV de The Witcher pela Netflix não deve chegar tão cedo. Segundo o produtor Erik Barmack durante um evento da empresa em Roma [via GameFragger], a adaptação só deve sair 2020.

Outra informação do site polonês NaEkranie afirma que o seriado será inteiramente gravado no leste e centro da Europa, principalmente na Polônia – país de origem da franquia.

O elenco também não está sendo contratado até o momento, considerando que a produção está investigando locações, concluindo os roteiros e demais processos de pré-produção. Para referência, a showrunner e roteirista Lauren S. Hissrich (Demolidor) recentemente foi à Polônia para pesquisar a cultura que inspirou a obra, onde conheceu o autor-criador Andrzej Sapkowski – saiba mais.

Por fim, o Comic Book Movie afirma que a série de TV de The Witcher deve ter apenas oito episódios, ao contrário da quantidade padrão de 13 que é comum nas produções originais da Netflix.

A sinopse oficial da série de TV diz: “O bruxo Geralt, um mutante caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas provam com frequência serem mais perversas que as bestas.”

A série terá produção executiva de Sean Daniel (Ben-Hur, A Múmia) e Jason Brown (The Expanse), com a produtora de efeitos especiais polonesa Platige Image, encabeçada por Tomek Baginski (A Catedral) e Jarek Sawko (The Fallen Art). Baginski dirigirá pelo menos um episódio de cada temporada.

Na Polônia, país de origem, os contos individuais escritos por Andrzej Sapkowski deram origem à uma saga de livros e série de TV, mas só ganhou fama internacional após o lançamento do game The Witcher, em 2007. A conclusão da trilogia, The Witcher 3: Wild Hunt, foi condecorada com diversos prêmios de Jogo do Ano em 2015. É importante ressaltar que o seriado da Netflix não será baseado nos games da CD Projekt RED – saiba mais.

Por enquanto, não há previsão de estreia da série, nem informações sobre elenco. Além da série, um filme hollywoodiano de The Witcher também está em produção.

Confira entrevista com Jeff VanderMeer, autor da saga de ‘Aniquilação’

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História de Jeff VanderMeer deu origem ao filme da Netflix protagonizado por Natalie Portman
(foto: Peter Mountain/Divulgação)

Livro que inspirou o filme Annihilation usa a ficção científica para traçar paralelo entre a relação homem/natureza

 

Adriana Izel, no Correio Braziliense

Desde que foi lançado em março na Netflix, o filme Annihilation (Aniquilação, em português) dividiu opiniões. A obra é inspirada no livro homônimo de Jeff VanderMeer e é o primeiro de uma trilogia. Os livros chegaram este ano ao Brasil pela Editora Intrínseca, que também lançará em breve outro livro do autor, a obra Borne.

Com mudanças consideráveis em relação ao livro, a versão cinematográfica acompanha a bióloga Lena (Natalie Portman) em expedição, composta apenas por mulheres, que visa entender a Área X, local do planeta Terra que está envolto de um brilho onde acontecem coisas inexplicáveis e de onde quase ninguém volta, exceto o marido dela, o sargento Kane (Oscar Isaac). Ele reaparece de forma misteriosa e com um comportamento estranho, e isso motiva a personagem a tentar entender o local.

O autor lamentou algumas alterações da adaptação. “Lamento a perda de algumas coisas. É, até certo ponto, difícil, como criador de algo muito pessoal, não ter controle sobre a representação visual da história”, afirma ao Correio.

(foto: Kyle Cassidy/Divulgação)

Qual foi a sua motivação para escrever Aniquilação, primeiro livro da trilogia Comando sul?
Há algum tempo, eu queria escrever algo na Flórida. Minha primeira tentativa foi sobre uma festa chamada Festival da Lula de Água Doce, que dizia que uma lula de água doce chegou à Flórida em um navio-contêiner vindo do Brasil e, agora, vivia em um lago na Flórida Central. Infelizmente, as pessoas pensaram que era tão real que estavam ligando para a cidade vizinha falando sobre o festival e até um programa sobre a vida selvagem da BBC me procurou querendo filmar sobre a lula. Então, claramente, uma outra forma de abordagem era necessária.

Como você fez isso, então?
A ideia surgiu em um sonho em que eu entrava em uma torre de túneis com palavras vivas na parede. Quando acordei, ficou claro que o que quer que estivesse escrito estaria lá embaixo e eu logo encontraria. De manhã, eu não tinha apenas as palavras escritas na torre do túnel do meu sonho, mas a personagem de uma bióloga em minha mente, a situação inicial e a ideia de uma agência secreta enviando expedições para esse deserto em que coisas estranhas estavam acontecendo. Meio que (a história) se escreveu naquele momento.

Você teve alguma influência no roteiro da versão cinematográfica de Aniquilação?
Não, eu só vi muito, muito tarde. Alex Garland (o diretor do filme) estava nervoso sobre a minha reação, já que é muito diferente. Mas, é claro, um roteiro é apenas parte de um filme. E o filme é, de certa forma, mais diferente nos detalhes do que no roteiro. A textura e certos elementos visuais são muito parecidos com o livro.

O que você achou da adaptação?
Foi difícil assistir no começo, porque eu tinha não só a imagem do set (de filmagem), mas do livro na minha cabeça. Mas, na terceira vez em que vi, eu realmente amei, apesar de lamentar algumas coisas que foram perdidas do livro. Acredito que o último ato é genial e, toda vez que o vejo, percebo as pessoas se contorcendo como marionetes em cordas invisíveis devido ao desconforto físico de ver algo realmente original na tela. A trilha sonora também é genial.

O livro e o filme têm diferenças significativas. O que você acha sobre essas mudanças?

Eu lamento a perda de algumas coisas. É, até certo ponto, difícil, como criador de algo muito pessoal, não ter controle sobre uma representação visual de sua história. Por outro lado, eu sempre tenho visto muitas artes feitas por fãs com base na série e gostado. Em algum nível, eu estava preparado para essa transformação. E também há muitas traduções do livro ou reações da parte de Garland. Um bom exemplo é o urso, que é uma combinação do javali e da criatura que se lamentava no livro. A aldeia de musgo é tirada do livro e a cena lá com Tessa Thompson (que interpreta Jodie Radek) é uma que eu gostaria muito de ter pensado para a saga.

Qual é a maior mensagem que você queria discutir com Aniquilação?
Em parte, a Área X é, para nós, o que somos para os animais: uma força aparentemente inexplicável, que age contra eles por razões ruins ou desconhecidas. Isso é muito importante para a ideia de renegociar a distância entre natureza e cultura. Agora mesmo, em nossa destruição do meio ambiente e nosso inútil assassinato de animais — diretamente ou por meio da derrubada de seu habitat —, estamos nos comportando francamente como se fôssemos insanos. Eu também queria explorar como os seres humanos são muito mais irracionais do que pensamos. Alguém que não consegue algo para o café da manhã pode mudar as principais decisões políticas. Alguém que está tendo um caso com alguém em um departamento do governo pode ter esse mesmo efeito. Em suma, tendemos a descrever o racional com algum mito de que somos lógicos em nosso comportamento, mas ele é retroativo ao que realmente está acontecendo.

Você está trabalhando em alguma sequência para essa história? Quais são seus projetos agora?
Estou trabalhando em um thriller ambiental, Hummingbird Salamander, no qual uma ex-ativista ambiental da Argentina morre e deixa uma chave para uma unidade de armazenamento para o narrador do romance. Na unidade de armazenamento estão corpos taxidermizados de dois animais: um beija-flor e uma salamandra. Eles se tornaram espécies ameaçadas de extinção e, ao explorar o mistério, o narrador mergulha mais sobre o tráfico de vida selvagem, o ecoterrorismo, o bioterrorismo e o fim do mundo.

História do livro Borne
O romance apocalíptico biotecnológico segue a personagem Rachel, uma catadora que coleta organismos geneticamente modificados feitos pela empresa The Company e acaba descobrindo uma criatura em forma de anêmona do mar, que ela batiza de Borne.

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