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Com recorde de autores internacionais, Bienal do Livro terá Nicholas Sparks e Sylvia Day

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Publicado na Folha de S. Paulo

A Bienal Internacional do Livro do Rio completa três décadas neste ano com número recorde de autores internacionais –27 confirmados, ante 21 na edição de 2011– e novos espaços voltados a temas como o futebol, por conta da Copa-2014 no país, e a convergência entre cultura e tecnologia.

A programação completa da 16ª edição do evento, com mais de cem encontros literários entre 29 de agosto e 8 de setembro, foi divulgada na manhã desta terça (6), no Rio, no Bistrô Escola do Pão, no Jardim Botânico –que funciona em um casarão onde morou o escritor José Lins do Rego (1901-1957).

Considerada mais charmosa que a Bienal paulistana, e também preferida pelos editores, a versão carioca costuma ser organizada com mais antecedência. Neste ano, isso resultou numa programação que inclui de grandes best-sellers, como Nicholas Sparks, James C. Hunter e Sylvia Day, a nomes elogiados pela crítica, como Cesar Aira, Mia Couto e Emma Donoghue.

Divulgação/Efe
Os escritores Nicholas Sparks (esq.) e Cesar Aira, símbolos dos lados pop e cult da Bienal do Livro do Rio de 2013
Os escritores Nicholas Sparks (esq.) e Cesar Aira, símbolos dos lados pop e cult da Bienal do Livro do Rio de 2013

Na área de não ficção, destacam-se a americana Mary Gabriel, biógrafa de Karl Marx indicada ao Pulitzer, e o britânico Will Gompertz, ex-diretor da Tate Gallery e autor de “Isto É Arte?” (Zahar). Devem receber a atenção juvenil nomes como o americano Corey May, roteirista dos jogos eletrônicos “Assassin’s Creed”, e Matthew Quick, do recente sucesso “O Lado Bom da Vida” (Intrínseca).

Confira a programação da Bienal do Livro do Rio

“A grande característica do Café Literário é essa pluralidade. Vamos ter do cult ao mainstream, do autor recolhido na sua concha ao autor que se comunica, o autor consagrado e o autor emergente”, disse Ítalo Moriconi, curador pela terceira vez da programação central, que neste ano ganhou reforço de 11 autores alemães, num trabalho feito em parceria com o Instituto Goethe e a Feira de Frankfurt.

FUTEBOL E TEENS

A programação do Placar Literário, com curadoria do jornalista João Máximo, tratará da literatura de futebol, com debates sobre escritores tradicionais que abordavam o tema em crônicas, como Paulo Mendes Campos e Carlos Drummond de Andrade, e entre autores contemporâneos que têm ficções a respeito, como Marcelo Backes e Sérgio Rodrigues. “Nunca se editou tanto livro de futebol no Brasil como agora”, disse Máximo.

(mais…)

Saiba quais são os livros com maior tiragem no Brasil

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Mais do que best-sellers, buscam-se agora os chamados mega-sellers

Marcelo Gonzatto no Zero Hora

O mercado editorial brasileiro atualmente é movido por um sistema de grandes apostas. Mais do que best-sellers, buscam-se agora os chamados mega-sellers – títulos capazes de romper a barreira de 1 milhão de exemplares vendidos. Saiba quais são, atualmente, os exemplares que saem para a venda em maior número:

50 mil
Pode parecer pouco em comparação ao topo da lista, mas autores como Luis Felipe Pondé (Guia Politicamente Incorreto da Filosofia, Editora LeYa) e Martha Medeiros (com A Graça da Coisa, da L&PM) saem com tiragens mais de 10 vezes superiores à média nacional.

80 mil
O médico Drauzio Varella virou best-seller após a publicação de Estação Carandiru, em 1999, que chegou a ser adaptado para o cinema. Seu mais recente livro, Carcereiros (Cia das Letras), saiu da gráfica como mais uma aposta do mercado editorial brasileiro.

100mil
Patamar de lançamento para tradicionais bons vendedores brasileiros como Luis Fernando Verissimo (com novo título a ser lançado em breve pela Objetiva) e Paulo Coelho, com Manuscrito Encontrado em Accra (Sextante). Estão junto de Mario Vargas Llosa e Elizabeth Gilbert.

150 mil
Autor célebre pelo romantismo (excessivo para muitos) de suas obras, Nicholas Sparks lança este mês no Brasil Uma Longa Jornada (Arqueiro). Está no mesmo patamar de George R.R Martin – (cuja obra inspirou a série televisiva Game of Thrones) com A Dança dos Dragões (LeYa).

200 mil
Nesta faixa, encontram-se o brasileiro Laurentino Gomes com 1889 (Globo Livros), acompanhado de dois estrangeiros habituados a grandes vendagens: Khaled Hosseini com O Silêncio das Montanhas (Globo Livros), e Jeff Kinney, autor de Diário de um Banana 7 (V&R).

230 mil
A presença dos escritores Cristiane Cardoso e Ricardo Cardoso no rol de apostas do mercado nacional pode surpreender muitos, mas o espanto é atenuado quando se descobre que os autores de Casamento Blindado (Thomas Nelson Brasil) são filha e genro do bispo Edir Macedo.

500 mil
Fenômeno literário nacional desde a publicação de Ágape, em 2010, o padre Marcelo Rossi entrou para uma seleta galeria de autores com expressivas tiragens iniciais. Kairós: O Tempo de Deus saiu da gráfica na mesma quantidade de Inferno (Arqueiro), de Dan Brown.

600 mil
Uma das maiores tiragens dos últimos anos, a última parte da trilogia erótica escrita pela britânica E.L James, 50 Tons de Liberdade, já saiu do prelo com mais de meio milhão de exemplares impressos pela Editora Intrínseca – conhecida por apostar em poucos títulos.

A fórmula milionária e repetitiva do sucesso de Nicholas Sparks

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O escritor americano volta ao cinema com ‘Um Porto Seguro’, adaptação de mais um de seus romances açucarados e previsíveis

O autor Nicholas Sparks (Divulgação)

O autor Nicholas Sparks (Divulgação)

Meire Kusumoto, na Veja on-line

Histórias de amor, recheadas de muitos dramas e dificuldades, levando a um final – nem sempre – feliz. É isso o que a maior parte das pessoas procura na vida real? De acordo com Nicholas Sparks, sim. A fórmula do sucesso, repetida à exaustão pelo famoso escritor em obras como Querido John, Diário de Uma Paixão e Um Amor para Recordar volta a ser explorada em Um Porto Seguro, a 18ª adaptação para o cinema de um livro de Sparks, que estreia neste fim de semana.

A bilheteria do filme vai se somar aos números impressionantes que norteiam a carreira do autor. Seus dezessete romances venderam quase 80 milhões de exemplares no mundo inteiro. Enquanto os oito filmes baseados em seus livros arrecadaram, juntos, mais de 720 milhões de dólares. A experiência com o cinema tem sido tão proveitosa para Sparks que, assim que termina uma nova narrativa, ele já envia o texto editado para os produtores de Hollywood ao mesmo tempo em que entrega para sua editora, a Grand Central Publishing. Bom em provocar suspiros e lágrimas no público, suas histórias são cobiçadas pelos estúdios de cinema. Como foi o caso de seu último romance, The Longest Ride, que só deve ser publicado em setembro, mas já foi comprado pelo estúdio Fox 2000 pela bagatela de cinco milhões de dólares. O filme tem previsão de estreia para fevereiro de 2015.

Mas não só o Brasil deve levar, mais uma vez, seu novo livro à lista dos mais vendidos. Mundialmente famoso, o escritor já foi traduzido para 45 idiomas e é figurinha fácil em listas de best-sellers. Por esse motivo, Sparks se agarrou ao seu rentável estilo literário e não deseja abandoná-lo tão cedo. “Na televisão eu exploro diferentes gêneros, mas em literatura estou feliz com o que estou fazendo”. Ele fundou uma produtora em abril de 2012, a Nicholas Sparks Productions, em parceria com sua agente literária, Theresa Park.

Confira a entrevista de Nicholas Sparks ao site de VEJA.

Como explica o sucesso de seus livros? Os livros falam da condição humana, que é provavelmente a mesma em todo o mundo. São pessoas passando por sofrimentos e desafios, lidando com emoções da vida. Elas se conhecem e se apaixonam, algumas vezes o romance dá certo, outras não. Aí estão alguns dos elementos que compuseram ótimas histórias e que estão presentes na literatura desde o começo.

Os leitores se identificam com os personagens? Sim, com certeza. Mas isso depende muito do livro e do leitor. Por exemplo, acho que jovens se identificarão mais com A Última Música, Diário de Uma Paixão ou Um Amor para Recordar, enquanto pessoas em seus 40 e 50 anos, provavelmente, gostarão mais de Noites de Tormenta ou O Melhor de Mim. Depende do momento que estão vivendo.

Acredita que as pessoas desejam viver histórias de amor como as dos seus romances? As pessoas definitivamente querem se apaixonar por alguém especial, que as compreendam. Querem alguém em quem podem confiar, alguém capaz de se comprometer.

As histórias são autobiográficas? Todos os romances têm elementos autobiográficos. Quase todos meus personagens femininos são baseados na minha esposa, por exemplo. Ela é inteligente, engraçada, leal, amável, forte, com um coração de ouro. Boa parcela dos meus personagens acaba sendo assim também. Mas há influência de outros familiares, como a minha mãe, que tem essas mesmas características. Esse é o tipo de mulher com quem eu cresci e com quem gosto de conviver.

Sua família sugere enredos para seus livros? Não, isso fica tudo por minha conta, eles ficam longe disso, não querem participar da criação. Na nossa casa, escrever é apenas meu trabalho, é o que faço para nos sustentar.

Por que começou a escrever? Escrevi meu primeiro romance aos 19 anos e o segundo aos 22, só como teste para saber se eu conseguiria ir até o fim. Aos 28, decidi que eu iria tentar novamente, mas dessa vez levaria a tarefa a sério. Tive a ideia para o romance, mas parte de mim também queria obter um resultado bom o suficiente para, talvez, continuar a escrever, no futuro.

De onde veio a ideia para esse primeiro livro, Diário de Uma Paixão? Essa história foi inspirada nos avós da minha esposa, é basicamente a vida deles contada nas páginas. Eles se conheceram quando eram crianças, mas a mãe dela não gostava dele e os afastou, levando a menina embora. Ele escrevia-lhe cartas, que não eram entregues pela mãe. Anos mais tarde, ela ficou noiva de outro rapaz, mas decidiu procurar o antigo namorado. Enfim, a maior parte dos elementos dessa história é real. O livro foi vendido à editora por um milhão de dólares. Quando ele finalmente chegou às prateleiras, ficou por mais de um ano na lista de livros mais vendidos do jornal The New York Times. Foi um grande sucesso desde o início.

Por que prefere usar cidades pequenas como cenários para suas histórias?  O caminhar da vida nessas cidades é mais lento. Acho que elas possibilitam a criação de historias mais calmas, em que os personagens consigam conversar sem ter a pressão e a rapidez de uma grande cidade. Simplesmente funciona, é o que sempre faço e os leitores parecem gostar desse ambiente, então continuo escrevendo assim.

Por que a maioria de seus livros trata de morte e redenção?  Para fazer um livro memorável, o mais importante é evocar todas as emoções genuínas. Raiva, traição, amor, frustação, confusão e perda. Se um livro fala sobre todas as emoções, ele faz com que os personagens e os dilemas pareçam reais. Se você ignora uma delas, passa a impressão de ser uma fantasia.

Tem planos de tentar outros gêneros literários ou escrever algo diferente? Se eu fizer isso, vai ser em outro formato de mídia. Eu tenho uma produtora de televisão e as histórias que crio para a TV não serão todas histórias de amor. Uma delas trata do velho oeste, em 1864, outra é uma releitura moderna de Romeu e Julieta. Na televisão eu exploro diferentes gêneros, mas em literatura estou feliz com o que estou fazendo.

Há um método para se fazer literatura? Com bastante trabalho, uma pessoa consegue se tornar uma boa escritora, tecnicamente falando, é capaz de aprender a mecânica da escrita de qualidade. Mas isso não significa que ela será capaz de escolher ou desenvolver uma história original. O verdadeiro desafio é criar uma boa história que os leitores e os estúdios de Hollywood vão adorar. É algo muito difícil de se fazer.

E como o senhor faz? Eu não tenho certeza. Eu leio muito e quando termino de ler romances, sempre me pergunto como posso mudá-los e transformá-los em novas histórias. Eu posso ficar com essa pergunta por muito tempo na cabeça, até que as ideias misturadas começarem a fazer sentido. Aí sim, estou pronto para escrever. Isso pode demorar uma semana, mas também pode demorar seis ou sete meses. A ideia de O Casamento demorou três anos para se concretizar em um romance. Pode levar muito tempo até conseguir harmonizar todos os elementos de uma história.

Quais autores são referência para o seu trabalho? Todos os dias leio os jornais The New York Times, The Wall Street Journal, The Financial Times e o jornal local. Por ano, leio cerca de 125 livros, de thrillers a não-ficção. O autor que mais influenciou meu trabalho e meu estilo de escrita é Ethan Canin, um escritor provavelmente desconhecido no Brasil. E um autor importante para mim em outros aspectos, como na criação de personagens que se assemelham a pessoas reais, surpreendentemente, é Stephen King. É um gênero muito diferente, mas ele faz com que os leitores não consigam parar de virar as páginas.

Como vê a crítica ao seu trabalho? Não leio uma resenha há uns dez anos, para ser franco. No começo, eu ficava um pouco mais frustrado quando recebia uma crítica negativa, mas, no geral, oito ou nove de dez resenhas são positivas. Estou satisfeito com isso.

O senhor fica ressentido por não ser considerado parte do mainstream literário? De maneira alguma. No fim das contas, a longo prazo, são os leitores que escolhem os clássicos, não os críticos. Olhando para o passado, ninguém gostou de O Grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald, quando foi lançado. Agora é um clássico. Acredito que alguns dos meus livros serão lembrados por muito tempo e lidos muitas vezes, como O Diário de Uma Paixão. Daqui 50 anos, as pessoas ainda vão ler esse livro.

Saiba quais são os clássicos da literatura que inspiraram grandes músicos

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Debora Blezer, na revista Cifras

Livros são verdadeiras fontes de inspiração para as pessoas. Clássicos da literatura, filosofia, religião, entre inúmeros outros temas, possuem um valor inestimável para seus leitores. Como todas as artes estão ligadas, o mundo da música também é bastante influenciado pela leitura. Muitas das melhores canções da história foram inspiradas nos livros favoritos de seus compositores.

A Revista Rolling Stone fez uma seleção com os dez livros que abriram a mente de alguns artistas.

Confira e aproveite as sugestões de leitura.

Neil Young – As Brumas de Avalon

Em sua autobiografia lançada em 2012, Neil Young revela alguns de seus favoritos na música e no cinema. O cantor também fala de literatura e aponta seu livro preferido: As Brumas de Avalon, de Marion Zimmer Bradley. “Há muito neste livro que tem a ver comigo pessoalmente”, conta.

Jay-Z – The Seat of the Soul

O rapper aponta The Seat of the Soul, do norte-americano Gary Zukav, como seu livro predileto. Na obra, o autor argumenta que a alma desenvolve de acordo com o desenvolvimento dos poderes latentes de uma pessoa. Jay-Z diz ter se inspirado muito com o livro. O livro ainda não ganhou edição brasileira.

Nick Cave – O Evangelho Segundo Marcos

A influência da religião é notável na carreira de Nick Cave, e não surpreende que um de seus textos preferidos seja O Evangelho Segundo Marcos, segundo livro do Novo Testamento. Cave tem uma interpretação bastante interessante sobre o livro, dizendo que este é o único evangelho em que Cristo é mostrado comprometido com sua luta épica, em vez de só observar calado o que acontecia. Existem vários livros que analisam detalhadamente este evangelho, como este escrito por Steiner.

Mandy Moore – Um Amor Para Recordar

A cantora leu Um Amor Para Recordar, escrito pelo romancista Nicholas Sparks, ao ser escolhida para interpretar a protagonista Jamie no cinema (no filme Um Amor Para Recordar). A obra tornou-se o livro de cabeceira da cantora.

Mick Jagger – O Mestre e a Margarida

O Mestre e Margarida é um dos preferidos do vocalista dos Rolling Stones. O romance de Mikhail Bulgakov explora a visita do diabo a cidade ateia de Moscou. O livro foi um presente de Marianne Faithfull, quel Mick namorou entre 1966 e 1970, e até serviu de inspiração para a música “Sympathy for the Devil”.

Robert Smith – O Estrangeiro

O hit polêmico do The Cure, “Killing an Arab”, sempre foi associado com racismo e preconceitos contra árabes, mas a verdade é que Robert Smith quis reunir os melhores momentos de angústia espiritual capturados pela obra O Estrangeiro, de Albert Camus, um de seus livros prediletos. A canção não integra mais o repertório do The Cure e nem foi inclusa nas reedições especias do álbum.

Beyoncé – Waiting to Exhale

Seu livro de cabeceira é Waiting to Exhale, de Terry McMillan, cuja adaptação para o cinema ganhou o título de Falando de Amor. É um livro sobre amigas que perdem a esperança em encontrar o homem de seus sonhos.

Morrissey – Junto a Grand Central Sentei-me e Chorei

Ele trabalhou em biblioteca e é completamente devoto do escritor Oscar Wilde, mas seu livro preferido é By Grand Central I Sat Down and Wept, ou em português, Junto a Grand Central Sentei-me e Chorei, de Elizabeth Smart. Trata-se de um romance no formato de poesia em prosa sobre o affair da autora com o poeta George Baker, com quem foi casada. A obra, publicada em 1945, foi considerada um clássico do gênero.

Jack White – Harpo Speaks

Para o músico, o livro que fica no topo de sua lista é Harpo Speaks, autobiografia de Harpo Marx (dos irmãos Marx) escrita em parceria com Rowland Barber. Nas palavras de Jack White: “É o melhor livro que já li, apesar de que não ser para qualquer um”. Detalhe: Harpo era o personagem que nunca falava nos filmes dos irmãos.

Cazuza – O Lobo da Estepe

Em uma entrevista para uma revista adolescente nos anos 80, o cantor brasileiro declarou que O Lobo da Estepe, de Herman Hesse, era seu livro favorito. Mais: tinha mudado sua vida. O livro conta a história de Harry Haller, um alcoólatra de cinquenta anos, intelectualizado, angustiado e que não vê saída para sua tormentosa condição. É um dos clássicos do escritor.

Os livros preferidos de dez artistas da música

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Publicado na Rolling Stone

Neil Young Em sua autobiografia lançada em 2012, Neil Young revela alguns de seus favoritos na música e no cinema. O cantor também fala de literatura e aponta seu livro preferido: As Brumas de Avalon, de Marion Zimmer Bradley. “Há muito neste livro que tem a ver comigo pessoalmente”, conta.

Neil Young
Em sua autobiografia lançada em 2012, Neil Young revela alguns de seus favoritos na música e no cinema. O cantor também fala de literatura e aponta seu livro preferido: As Brumas de Avalon, de Marion Zimmer Bradley. “Há muito neste livro que tem a ver comigo pessoalmente”, conta.

Jay-Z O rapper aponta The Seat of the Soul, do norte-americano Gary Zukav, como seu livro predileto. Na obra, o autor argumenta que a alma desenvolve de acordo com o desenvolvimento dos poderes latentes de uma pessoa. Jay-Z diz ter se inspirado muito com o livro. O livro ainda não ganhou edição brasileira.

Jay-Z
O rapper aponta The Seat of the Soul, do norte-americano Gary Zukav, como seu livro predileto. Na obra, o autor argumenta que a alma desenvolve de acordo com o desenvolvimento dos poderes latentes de uma pessoa. Jay-Z diz ter se inspirado muito com o livro. O livro ainda não ganhou edição brasileira.

Nick Cave A influência da religião é notável na carreira de Nick Cave, e não surpreende que um de seus textos preferidos seja O Evangelho Segundo Marcos,  segundo livro do Novo Testamento. Cave tem uma interpretação bastante interessante sobre o livro, dizendo que este é o único evangelho em que Cristo é mostrado comprometido com sua luta épica, em vez de só observar calado o que acontecia. Existem vários livros que analisam detalhadamente este evangelho, como este escrito por Steiner.

Nick Cave
A influência da religião é notável na carreira de Nick Cave, e não surpreende que um de seus textos preferidos seja O Evangelho Segundo Marcos, segundo livro do Novo Testamento. Cave tem uma interpretação bastante interessante sobre o livro, dizendo que este é o único evangelho em que Cristo é mostrado comprometido com sua luta épica, em vez de só observar calado o que acontecia. Existem vários livros que analisam detalhadamente este evangelho, como este escrito por Steiner.

Mandy Moore A cantora leu Um Amor Para Recordar, escrito pelo romancista Nicholas Sparks, ao ser escolhida para interpretar a protagonista Jamie no cinema (no filme Um Amor Para Recordar). A obra tornou-se o livro de cabeceira da cantora.

Mandy Moore
A cantora leu Um Amor Para Recordar, escrito pelo romancista Nicholas Sparks, ao ser escolhida para interpretar a protagonista Jamie no cinema (no filme Um Amor Para Recordar). A obra tornou-se o livro de cabeceira da cantora.

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