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Ótimas dicas de concentração e rotina de como estudar melhor na madrugada

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Estudar8

Publicado no Amo Direito

Pode ser que você tenha uma rotina muito corrida. Pode ser que prefira o silêncio da noite e a falta de distrações. Pode ser apenas uma preferência sua mesmo. Os motivos que te levam a estudar tarde da noite são particulares a você. Mas leia essas dicas de concentração e rotina para quem estuda para concursos de madrugada. Confira!

Se você é daqueles:

– Que dizem que “rende melhor de madrugada” e prefere estudar à noite?

– Toma litros de café?

– Dorme poucas horas por noite e nem sempre consegue recuperar durante o outro dia?

Então, cuidado! Ficar privado do sono pode levar o cérebro a parar de produzir novas células e dificultar seu aprendizado. O organismo, bem como o cérebro, precisa de, pelo menos, 6 horas diárias de sono contínuo. É nesse período de descanso que o consciente dá lugar ao subconsciente para trabalhar e analisar tudo que foi absorvido pelo consciente durante o dia.

Confira então as nossas dicas de como estudar de madrugada. Aqui, queremos te ajudar a encontrar um equilíbrio entre estudos e descanso, visando melhorar a qualidade do sono e evitar problemas sérios para seu desempenho nos estudos e à sua saúde.

Problemas de se estudar a noite sem dormir nem planejamento

Estresse

Longas horas forçadas sem dormir aumentam os níveis de corticosterona, considerado hormônio do estresse, no organismo. Então você não vai querer aumentar ainda mais o estresse, não é? Se o seu dia já é estressante, preserve suas horas de sono para um período de relaxamento ao seu organismo.

Cansaço, Memória e Concentração

É durante o sono profundo que as informações adquiridas durante o dia são armazenadas na chamada memória de longo prazo. E é também uma das regiões envolvidas na formação de memórias no cérebro – o hipocampo – que são mais afetadas pela privação do sono.

Assim, se o indivíduo é privado das horas de sono profundo, seu hipocampo é afetado e o armazenamento de memórias também. O que você aprendeu durante as horas de estudo naquela madrugrada podem estar simplesmente “entrando” na sua cabeça, mas sem permanecer lá.

Além disso, a concentração e a atenção ficam prejudicadas, que provoca também fadiga mental e física, sonolência nas horas erradas e perda de motivação.

Neurônios

Outro dano causado pela insônia forçada é a diminuição da produção de neurônios no cérebro.

A situação é tão séria que, mesmo que você restabeleça uma rotina saudável e normal de sono, enquanto outras funções do organismo normalizam-se em uma semana, os níveis de produção de células nervosas levam duas semanas para voltarem à normalidade e ainda demandam um grande esforço do cérebro.

Ficou chocado com as informações acima? Não precisa se apavorar, ainda dá tempo de recuperar a qualidade de seus estudos e do seu sono mesmo estudando a noite. Veja o que fazer:

Medidas para melhorar seus estudos
– No período da noite, até as 22h ou no máximo 23h, é possível ter um bom aproveitamento de estudo. Estude dois ou três períodos com no máximo 50 minutos cada um. Não se esqueça dos intervalos de 5 a 10 minutos entre um período e outro.

– Nunca comece outra semana de estudo sem ter feito a revisão da semana anterior. Este procedimento ajuda na fixação da matéria, faz com que você ganhe tempo na véspera da prova e crie uma memória sobre aquele tema. Invista algumas horas nisso.

– Se o sono chegar durante seu horário de estudo, não fique lutando contra o sono. Se conseguir, cochile entre 10 a 15 minutos ou levante-se, faça um alongamento, espreguice-se, tome água. Faça uma caminhada rápida pela casa e retorne ao estudo.

– Deixe o ambiente de estudo bem iluminado para que você fique em estado de alerta.

– Na hora de preparar o seu material de estudo invista em resumos dinâmicos, com informações categorizadas por cores e datas.

Medidas para recuperar a qualidade do sono

– Durma, no mínimo, 6 horas por dia. Menos do que isso fará o seu aprendizado e até saúde ficarem comprometidos.

– Estabeleça uma regularidade no horário de dormir e acordar e evite compensar a falta de sono noturno com o diurno.

– Se estiver com dificuldades de dormir ou insônia, não force o sono “rolando na cama”, procure uma atividade relaxante (como uma leitura leve ou ouvir um pouco de música baixa) para tentar provocar o sono natural. Forçar só provoca ansiedade e angústia, afastando ainda mais a possibilidade de cair logo no sono.

– Intervalos regulares entre as refeições durante o dia e mais leves à noite e um chá 30 minutos antes de dormir também estimulam o sono natural, além de melhorarem o funcionamento do seu organismo.

– Sempre falamos e enfatizamos: Adicione a prática de exercícios físicos à sua rotina, de forma moderada (duas vezes por semana é o suficiente). Uma atividade física ajuda como um todo no funcionamento do seu organismo, mas é particularmente boa para lhe ajudar a descansar pois aumenta a quantidade de hormônios como a dopamina e a serotonina, responsáveis pelas sensações de prazer e bem estar. Com isso, resultam em relaxamento e sono mais profundo, além de oferecer uma sensação maior de descanso no despertar. Mas atenção! Prefira fazer exercícios durante o dia ou no começo da noite. A prática de exercícios próximos à hora de dormir podem atrapalhar pois a alta estimulação do organismo pode prejudicar a qualidade do sono.

– Evite o consumo de estimulantes (principalmente à base de cafeína como guaraná natural e café depois das 14h00, pois tem vida média no organismo). Tais produtos, assim como o álcool, provocam insônia e ansiedade.

– Faça da hora de dormir uma hora prazerosa: tome um banho em temperatura agradável, faça um lanche leve e deixe seu quarto limpo e confortável para suas próximas horas de relaxamento e descanso mental. Assim, você acordará mais disposto e pronto para enfrentar a maratona de estudos do dia seguinte.

Viu como essas iniciativas podem te ajudar a aproveitar melhor seus estudos?

Mãos à obra e bons estudos!!!

Fonte: Nova Concursos

Convidado da Flip, Daniel Alarcón visitou presídios peruanos para escrever novo romance

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Um dos mais celebrados autores de sua geração, escritor criado nos EUA lança no país ‘À noite andamos em círculos’

Maurício Meireles em O Globo

RIO – Ele já passou uma noite na cadeia. Reincidente, voltou a ela várias vezes — por meses. Viu como os presos se organizam atrás das grades e ouviu sobre suas vidas. Depois disso, Daniel Alarcón virou uma celebridade no mundo do crime no Peru. Os presos lhe confiavam seus e-mails e manuscritos, na esperança que ele contasse suas histórias — afinal, ele estava lá como jornalista e não como detento. As reportagens que Alarcón fez nos presídios — especialmente em Lurigancho, o maior deles — são a principal fonte de pesquisa de seu novo romance, “À noite andamos em círculos” (Objetiva), que acaba de chegar às livrarias brasileiras.

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Aos 37 anos, Alarcón, que nasceu no Peru, mas vive desde criança nos Estados Unidos, onde é considerado um dos maiores escritores de sua geração, vem ao Rio no fim do mês como convidado da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que acontece de 30 de julho a 3 de agosto. Participará da mesa “Romance em dois atos”, no último dia do evento, ao lado de Fernanda Torres.

— A primeira vez em que estive num presídio peruano foi há cinco ou seis anos, e volto sempre que estou em Lima, porque é muito fascinante — conta Alarcón. — Foi surpreendente o quanto aprendi e gostei. Fiquei surpreso com o quão abertas as pessoas podem ser com suas histórias, e como os presos se organizam em comunidades dentro da cadeia. Como jornalista, gosto muito daquele momento em que é como se você ficasse invisível num lugar.

Uma pátria em duas línguas

Alarcón foi escolhido, pela revista “New Yorker”, um dos melhores autores com menos de 40 anos nos EUA e, pela “Granta”, um dos melhores jovens escritores do país. Mas “escritor americano” não o define bem, porque sua pátria são duas línguas. O inglês é a que mais domina, mas em casa só fala espanhol com os filhos. Por isso, ele se diz “um latino-americano que escreve em inglês e um americano que escreve sobre a América Latina”. Alarcón mudou-se com os pais para os Estados Unidos aos 3 anos, em 1980, quando começou o conflito que opôs grupos terroristas e forças do governo em seu país, deixando um saldo de mais de 60 mil mortos e incontáveis desaparecidos, incluindo um tio do hoje escritor.

A guerra é o tema mais marcante da literatura de Alarcón. Seu primeiro romance, “Rádio cidade perdida” (Rocco), se passa durante o conflito, e o novo, depois dele. “À noite andamos em círculos” cruza as histórias de Nelson e Henry. O primeiro é um ator frustrado que foi deixado pela namorada; o segundo, um dramaturgo de um grupo de teatro que, durante a guerra, foi considerado subversivo e enviado para uma das prisões mais violentas do país. Tempos depois do conflito, o grupo de teatro se prepara para uma nova turnê de sua peça mais famosa, e Nelson é escalado como ator. Embora não se passe todo nele, o presídio é um dos principais elementos do romance. O livro é narrado por um jornalista, que conta a história depois que ela já aconteceu — criando a suspeita de que algo trágico ocorreu aos protagonistas. A pergunta que fica é: se Alarcón só viu a guerra de longe, escrever sobre ela vem de alguma espécie de culpa por ter sobrevivido?

— Penso sempre no fato de eu ter tido uma vida e os outros (peruanos) não — afirma o autor. — Culpa de sobrevivente talvez seja um pouco dramático, mas sempre penso em versões diferentes da minha vida. No Peru, ela teria sido outra. Eu não seria o mesmo escritor. Só posso falar do Peru como falo porque não vivi lá.

O distanciamento rendeu críticas a Alarcón. Já houve quem dissesse que ele tenta “anglicizar” a América Latina em seus livros.

— Necessariamente, eu a estou anglicizando por escrever em inglês. Mas não há nada errado nisso. É apenas um fato da minha vida. Nasci no Peru e me mudei para os EUA. O inglês é uma das línguas que eu tenho à disposição — diz.

Talvez a crítica seja mesmo injusta, porque Alarcón mantém uma relação de grande proximidade com a América hispânica. Além de colaborador da premiada revista peruana “Etiqueta Negra”, ele é produtor executivo da Rádio Ambulante, uma rádio on-line criada por ele e pela mulher para encontrar histórias e personagens pela América Latina. Ele também costuma escrever reportagens sobre questões latinas para algumas das principais revistas dos EUA.

Não à toa, sua maior influência é a mesma de nove em cada dez escritores latino-americanos: Roberto Bolaño, morto em 2003. Como no universo do chileno, o romance de Alarcón tem os artistas no centro da trama.

— Bolaño tem a figura do poeta super-herói. Sua versão da Cidade do México e de Barcelona tem os artistas no cerne de tudo. Fui muito influenciado pelas descrições que Bolaño faz desses mundos de artistas boêmios de grandes cidades latino-americanas — diz.

“A culpa é do Felipão”

Como muitos latino-americanos, Alarcón adora futebol — quando era criança, sonhava ser “o Maradona peruano” — e deve ter muito assunto com o público brasileiro na Flip. Assumindo seu lado técnico, ele aproveita a entrevista para comentar a derrota do Brasil para a Alemanha:

— Estou completamente chocado. E a culpa é do Felipão — aponta. — Como você pode perder um zagueiro e o time entrar em colapso? Não é um time bom. Parecia que eles nunca tinham jogado juntos. Era como se não soubessem nem quem eram. Sei que o Thiago Silva é um zagueiro de primeira classe, mas, meu Deus, eles jogaram como se estivessem treinando!

Discurso ‘perdido’ de Tolkien será restaurado

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O escritor J.R.R. Tolkien AP

O escritor J.R.R. Tolkien AP

Além de poema inédito, autor teria revelado o verdadeiro significado de ‘O senhor dos anéis’

Publicado em O Globo

Protegida por um fã como Gollum protegia o seu anel, uma fita contendo um discurso perdido do escritor J.R.R. Tolkien está em processo de restauração para ser liberada ao público.

A fita, que estava há 20 anos guardada no acervo do colecionador holandês de memorabília tolkianesca René van Rossenberg, em Roterdã, contém um poema inédito em “élfico”, o idioma dos Elfos, criado pelo autor. Ela também teria um trecho onde Tolkien explica o verdadeiro significado da trilogia de “O senhor dos anéis”.

O discurso ocorreu em um jantar que homenageava o trabalho do escritor, em 1958, na Holanda. Algumas partes de suas palavras naquela noite eram conhecidas de anotações feitas por seu filho Christopher Tolkien. Até 1993, quando Rossenberg encontrou a fita, julgava-se que não havia nenhum registro de áudio daquela noite.

Depois de restaurado, o áudio do discurso será disponiblizado na internet pelo “The Rotterdam Project”, de acordo com o “Huffington Post”. Ainda não há previsão para o lançamento.

Concurso Cultural Literário (67)

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LEIA UM TRECHO

A obra clássica do escritor inglês ganha, em Shakespeare e elas, um novo olhar de três diferentes escritoras, que conseguem atualizar o texto, preservando toda a sua dramaticidade.

Na versão da trágica peça Otelo, o mouro de Veneza, feita por Janaina Vieira, Otelo é um importante diretor da GB Engenharia e se apaixona pela estagiária Diana, filha do senador Bernardo, amigo de Túlio, CEO da empresa. Também funcionário na firma, Tiago, desde a faculdade, conhece Otelo, que sempre o ajudou; mas, com a promoção de Carlos a primeiro executivo e assistente da equipe do diretor, cargo a que ansiava, ele começa a manipular as pessoas, criando um jogo de intrigas extremamente destrutivo, tendo o ciúme como elemento principal e, como pano de fundo, o mundo dos negócios.

Na comédia Sonho de uma noite de verão, Laura Conrado conta a história de Sandro e Débora, um casal apaixonado que foge para poder vivenciar seu amor, proibido pelo pai da garota, Emílio. Para isso, passam a noite na floresta próxima ao município de Atenas, na região de Bonito, Mato Grosso do Sul. Dênis, pretendente de Débora, vai atrás deles com Helen, que o ama, iniciando-se uma noite mágica cheia de reviravoltas. Personagens do folclore brasileiro como o Boto, a Iara e o Saci participam dessa fantástica trama.

Lycia Barros é quem adapta a tragédia Romeu e Julieta, talvez a obra mais famosa de Shakespeare. Nela, é retratado o amor proibido de Renan e Juliana, pertencentes, respectivamente, às famílias rivais Carvalho Rodrigues e Queiroz, que disputam o poder em Pouso Alto, Minas Gerais. Nesse contexto de ódio que agita a pacata cidade, o jovem casal se opõe às imposições familiares. Encontrando-se às escondidas, os dois vivem essa grande paixão até conseguir um plano para ficarem juntos.

Vamos sortear 3 exemplares de “Shakespeare e elas – Clássicos do grande bardo reescritos por elas“, lançamento da Autêntica.

Para participar, basta citar na área de comentários deste post qual a sua peça favorita de Shakespeare. Use no máximo 3 linhas para justificar sua escolha.

Se usar o Facebook, por gentileza deixe seu e-mail de contato.

O resultado será divulgado dia 10/6 às 17h30 neste post.

Participe e boa sorte! 😉

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Parabéns aos ganhadores: Camila OliveiraLindonor Moreno de LimaPaulo R Freitas. \o/

Por gentileza enviar seus dados completos para [email protected] em até 48 horas.

 

Professor é assaltado dentro de sala de aula por dupla armada, em João Pessoa

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Segundo informações da Polícia Militar, o professor estava dando aula quando dois homens pularam o muro da escola foram em direção a sala.

Escola onde ocorreu o assalto

Escola onde ocorreu o assalto

Hyldo Pereira, no Portal Notícias

Um professor foi assaltado dentro de uma sala de aula na noite desta segunda-feira (7), na Escola Estadual Alice Carneiro, situada no bairro de Manaíra, em João Pessoa. Os suspeitos do crime não foram presos.

Segundo informações da Polícia Militar, o professor estava dando aula quando dois homens pularam o muro da escola e foram em direção à sala.

Os policiais que atenderam a ocorrência disseram que os assaltantes levaram alguns pertences do professor como, por exemplo, um cordão de ouro. Após o assalto, a dupla pulou novamente o muro e fugiu.

O caso foi registrado no Distrito Integrado de Segurança Pública da Paraíba (Disp), situado no mesmo bairro onde ocorreu o crime.

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