Contando e Cantando (Volume 2)

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Joaquim Barbosa condena frases atribuídas a Clarice Lispector no Facebook

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Joaquim Barbosa condena frases atribuídas a Clarice Lispector no Facebook

Barbosa anunciou pena de dois anos de reclusão para aqueles que postarem fotos de refeições no instagram

Publicado impagavelmente no site da Piauí

BRASÍLIA – Após julgar o Fim do Mundo inconstiucional, o presidente do STF, Joaquim Barbosa, anunciou punição severa para quem atribuir frases de efeito a Clarice Lispector no Facebook. “Pelos poderes de Macabéa, condeno aqueles que difamam a obra de Clarice com frases de auto-ajuda a ler em voz alta Marimbondos de Fogo, de José Sarney”. Assim que concluiu a sentença, houve certo tumulto entre os ministros. Ricardo Levandowski tirou um livro de baixo da mesa e leu, elevando a voz: “Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro”. Ao saber da decisão, Ayres Britto divulgou imediatamente uma mensagem pelo twitter: “Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.” “Causa-me espécie”, reagiu Barbosa.

Uma senhora da plateia que havia sussurrado a frase “vencer não é competir com o outro, é derrotar seus inimigos interiores” foi levada pela Polícia Federal para prestar esclarecimentos. Dois estagiários desligaram seus iPhones imediatamente.

Luís Fernando Veríssimo, Arnaldo Jabor e Dalai Lama entraram com representação no STF para que seus nomes sejam considerados por Barbosa.

Ao saber da decisão do ministro, o advogado de José Dirceu, José Luis de Oliveira, convocou uma coletiva às pressas. Diante de uma centena de repórteres, abriu o romance Perto do Coração Selvagem e declamou: “Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome”. A seguir, encerrou a entrevista: “José Dirceu deseja um Feliz Natal a todos”.

Minutos depois que a decisão entrou em vigor, o tráfego do Facebook caiu 97,9%. “Ninguém quer se arriscar”, disse um especialista em direito penal que não quis se identificar.

Nívea Stelmann lançará livro para ajudar mulheres a detectarem homens problemáticos

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Publicação terá o nome sugestivo de ‘Dedo Podre’

Publicado no Tribuna Hoje

Nívea Stelmann vai lançar um livro cem parceria om a escritora Lua Veiga.

A publicação tem o sugestivo nome de “Dedo Podre” e não é necessariamente sobre a vida da atriz.

Vai ser uma espécie de guia para ajudar as mulheres a detectarem os homens problemáticos. As informações foram divulgadas pelo colunista Léo Dias, do jornal “O Dia”, desta quinta-feira (20).

A atriz confirmou a novidade em seu Twitter nesta manhã.

“O livro meu e da Lua Veiga é inspirado em fatos reais. Não citaremos nomes e não serão abordados fatos que todo mundo já conhece. Portanto não será preciso que ninguém lembre do meu passado. Não é um livro pra falar de câncer. Ao contrário. É um livro divertido, que fala da vida, de coisas cotidianas que todos já viveram. Homens e mulheres já tiveram ‘dedo podre'”, afirmou Nívea.

 

Livro infantil se inspira em Baudelaire; leia crítica de Luiz Felipe Pondé

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Ilustração de ‘Charles na Escola de Dragões’

Luiz Felipe Pondé, na Folhinha

A literatura infantil sempre trabalhou a figura do patinho feio como o “diferente” que sofre na escola. Apesar de com frequência se falar das crianças como anjos, a verdade não é bem essa: a vida infantil, e a escola como seu palco central, é um drama intenso de insegurança, dor, alegria e medo, que exige da criança muita coragem e a sorte de encontrar amigos.

Charles na Escola de Dragões” não foge à regra de ser um livro sobre um patinho feio obrigado a descobrir “sua diferença” para sobreviver. Mas, ao contrário de um bicho bonitinho, o livro fala de dragões e, com isso, defende a diferença de forma clara: dragões também podem ser fofinhos e sofrer como patinhos.

Charles, o pequeno dragão, tem asas muito grandes e pés enormes e, por isso, quase desiste de ser um dragão “normal”.

Além do mais, é poeta e sofre com isso. O livro é inspirado em “Albatroz”, poema do francês Charles Baudelaire, considerado rebelde por chocar a sociedade do seu tempo (século 19) com textos que traziam sua melancolia e descrença no mundo moderno; vale lembrar que “Albatroz” faz parte da sua obra máxima, “Flores do Mal”… O nome já diz tudo…

Mas, diferentemente da ave de Baudelaire, que acaba por sobre o chão, imersa num mundo onde a poesia não vale nada, Charles terá final feliz. Baudelaire para crianças, claro, não pode ser Baudelaire até o fim.

Estudante de medicina é preso em SC por fazer vestibular para outra pessoa

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O jovem disse a Polícia Militar que recebeu R$ 10 mil para responder as questões

Vagner Krazt, no CGN

A partir de uma denúncia de fraude a Polícia Militar se deslocou para onde, segundo a informação, um jovem fazia vestibular para uma universidade de Santa Catarina usando nome falso.

Vinícius Bernardo, estudante de medicina, foi preso em flagrante ontem (25) em Curitiba, no campus da UniBrasil, no Bairro Tarumã.

O vestibulando confessou aos policiais que recebeu R$ 10 mil para responder as questões.

Com o estudante foram encontradas três identidades falsas. O jovem foi encaminhado ao Centro Integrado de Atendimento ao Cidadão onde responderá por falsidade ideológica.

Vinícius fez a prova para o candidato George Esper, que mora em Curitiba e deve receber intimação para prestar esclarecimentos.

Sem saber escrever próprio nome, aluno será aprovado em escola do AM

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Publicado no G1

Preocupado com o futuro do neto, o comerciante Antônio Marques, de 55 anos, tenta reforçar os estudos do neto em casa. Aos nove anos, o garoto não sabe escrever o próprio nome e tem dificuldades de fazer operações básicas de Matemática. Segundo o comerciante, o aluno será aprovado em uma escola pública de Manaus para o terceiro ano do Ensino Fundamental.

Sob o olhar atento do avô, o garoto procura aprender em casa os ensinamentos repassados na escola. No boletim, ele apresenta boas notas, mas na prática o resultado é diferente: contas de somar e subtrair ainda são desafios para o menino. A situação gera preocupação no avô.

Menino não consegue escrever o próprio nome, segundo avô (Foto: Reprodução/TV Amazonas)

“Um prédio não pode começar a ser construído do quinto andar, tem que ter a base. Esse menino não tem base alguma. Ele não sabe nem assinar o nome. Não dá para ser ninguém assim”, disse.

Em 2010, o Ministério da Educação (MEC) decidiu que o processo de alfabetização seria contínuo. Nos três primeiros anos, nenhum aluno pode ser reprovado. Para o neto de Antônio Marques e muitas outras crianças, o resultado disso é ‘prejuízo na certa’. É o pensa a psicopedagoga Ivone dos Reis, que há 30 anos lida com crianças que possuem déficit de atenção.

Segundo a profissional, há males irreparáveis se a criança não conseguir aprender o assunto da escola. “Muitos professores em sala de aula, pouca estrutura para se trabalhar. Os pais deveriam exigir a reprovação se constatassem que as crianças não estão aptas a seguir na escola”, explicou.

Esse é o medo de Antônio Marques. O sonho de ver o neto, órfão de pai, se tornar um adulto bem sucedido, não pode parar. Ele contou que a família não teve muitas oportunidades. “Eu sonho em vê-lo concluir o Ensino Médio e entrar na faculdade”, afirmou.

Por meio de nota, a Secretaria Municipal de Educação (Semed) informou que conforme estabelece a resolução do MEC, por meio do Conselho Nacional de Educação Básica, nº 7, de 14 de dezembro de 2010, o processo de alfabetização é contínuo e que deve ser concluído ao final dos três anos iniciais do Ensino Fundamental.

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