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Tire boas notas! 10 dicas para você estudar da melhor maneira, sem gastar muito tempo

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Publicado no Amo Direito

Quer melhorar seu rendimento nos estudos, mas não sabe como? Veja as dicas que podem te ajudar. Ao estudar para as provas durante o colégio ou a universidade é essencial que o aluno encontre qual a melhor estratégia pessoal para reter os conteúdos ensinados em sala de aula. Para aproveitar ao máximo os ensinamentos dos professores, os alunos precisam encontrar qual a melhor estratégia pessoal para tirar boas notas e só saber por meio de tentativa e erro.

Invista em maneiras que estimulem a construção de conhecimento e não simplesmente a memorização. Se não houver compreensão de fato, você logo esquecerá o que foi ensinado e, por isso, utilizar só a memória pode ser complicado.

Confira 10 dicas para estudar da melhor maneira possível, sem gastar muito tempo:

1- Ensine os outros

Para que você tenha a noção exata de quais conceitos foram compreendidos e quais estão defasados, exponha-os para algum colega como se estivesse ministrando uma aula. Assim, você adota uma postura de ensino colaborativo, no qual você é beneficiado percebendo seus pontos fortes e fracos e seu colega também aprende mais, principalmente se estivesse com dificuldades.

2- Use metáforas

Essa figura de linguagem pode facilitar muito o seu aprendizado! Enquanto você estiver estudando e se deparar com um conceito de difícil entendimento, tente criar uma associação mais fácil que você vá compreender e conseguir lembrar no momento das avaliações. Na biologia, por exemplo, existe a metáfora “chave-fechadura” simplifica a ideia de como funciona a união entre as enzimas e seus respectivos substratos.

3- Não passe conteúdos que você não entender

Muito mais do que aprender conteúdos para as avaliações, estudar é o momento propício para a retirada de dúvidas. Não tenha preguiça! Selecione os conceitos que não compreender e os leve para seu professor, assim com certeza você terá um rendimento melhor do que se não tivesse essa atitude.

4- Encontre padrões

Faça ligações entre conteúdos diferentes, para que assim você consiga compreender ambos ao mesmo tempo.

5- Não estude muito no dia anterior à prova

Você deve estudar ao longo do período que antecede as provas, dividindo a quantidade de temas para que você não fique sobrecarregado de conteúdos. Embora você possa acreditar que retenha mais conteúdos se estudar próximo da avaliação, isso não acontece. Você só estará forçando a compreensão e aumentando seu estresse, o que pode ser bastante prejudicial na realização do exame.

6- Escreve durante os estudos

Faça muitas anotações durante as aulas e para estudar, mas não se preocupe com a organização do conteúdo. Enquanto você escreve, foque em materializar as ideias com o intuito de ter um melhor resultado nas provas. A única pessoa que precisa compreender as anotações e a linha de raciocínio é você.

7- Aumente sua bagagem de conteúdos

Quanto mais você ler e se interar dos assuntos estudados, maior suas chances de tirar boas notas. Assim, ficará mais fácil para entender o determinado tema e os relacionados a ele.

8- Use os cinco sentidos

Às vezes os conceitos abstratos são lembrados mais facilmente se você associá-los a outras coisas. Você pode associar um gesto à um conceito matemático, por exemplo, e assim sempre lembrará.

9- Teste suas habilidades

Abra um arquivo de Word, anote todos os conceitos que lembrar da disciplina que está estudando e faça conexões entre os assuntos. Assim, você conseguirá ver claramente quais os tópicos estão defasados e merecem mais sua atenção em próximas sessões de estudo.

10- Crie imagens mentais

É importante que você abuse do uso de imagens mentais para compreender conceitos abstratos. Elas são essenciais para a elaboração de ideias posteriores, que dependam do assunto para serem compreendidas.

Fonte: Universia Brasil

Destaque no estudo e nos esportes, garota sonha com escola particular

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Karina patina no corredor de sua casa - Eduardo Knapp/Folhapress

Karina patina no corredor de sua casa – Eduardo Knapp/Folhapress

Ana Estela de Sousa Pinto, na Folha de S.Paulo

Quando fez 7 anos, Karina Nakandakara não pediu boneca, videogame ou bicicleta. Queria estudar numa escola particular. Quer ser médica quando crescer. Ou veterinária. Ou arqueóloga. Ou estudar artes.

A menina é destaque na escola municipal que cursa, não apenas pelas notas –a mais baixa foi um 9 em artes. Agora, se candidatou para um show de mágica, sem nunca ter aprendido um truque sequer. “Procurou vídeos na internet, treinou sozinha, e lá fui eu atrás de cartola, varinha e vestimenta”, diz a mãe, Devania Lisia (ou Vânia, como é conhecida), 51.

Do palco, chamava seus colegas para participar dos números. O sucesso foi tanto que ela passou a ser cercada, durante o recreio, para ensinar os truques.

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A garota foi a também única do quarto ano a avançar na Olimpíada Paulista de Física e tirou o primeiro lugar para entrar num disputado curso gratuito de inglês (1.000 candidatos, 80 vagas). Numa caixa de veludo vermelho que antes trazia bombons, acumula medalhas em judô, patinação e natação.

Vânia diz que a filha não se dava conta de que havia escolas diferentes até o dia em que sua prima começou a trabalhar num colégio particular. Numa festa, a garota se encantou com a estrutura e os recursos e, desde então, não deixou a mãe em paz.

Vânia tentou bolsas de estudo em São Caetano, onde mora, mas os descontos oferecidos ainda não couberam no orçamento da família, que há seis anos depende só do salário de Kiyoiti como desenvolvedor de software -diagnosticada com câncer, a mãe precisou parar de trabalhar.

FILHA ÚNICA

Karina, 9, é filha única. O casal tentava engravidar havia dez anos sem sucesso e, já sem esperanças, partiram para Okazaki, no Japão, como decasséguis, no final da década passada. Começaram como operários da Sony, fabricando filmadoras e câmeras fotográficas. Kiyoiti, 55, engenheiro civil, filho de okinawanos e fluente em japonês, conseguiu vaga melhor na Mitsubishi.

Mal se havia passado um ano, e Vânia engravidou. Voltou ao Brasil depois do nascimento do bebê. “Ficar lá sem família, sem apoio, é muito difícil”, diz a mineira de Salinas que chegou a São Paulo com 15 anos.

Karina já ganhou prêmio até por ser curiosa: foi dela a “melhor pergunta” no suplemento infantil de um jornal regional. Aos 7 anos, queria saber “por que as flores são coloridas e as folhas não?”. No apartamento em que moram, a menina não para.

Na quinta (28), às 23h56, não sossegou enquanto a mãe não enviasse à Folha um vídeo em que a garota lê -e interpreta, com direito a risada malvada de bruxa- um conto que escreveu, imprimiu e ilustrou (e quer um dia publicar). “Se descuidar um minuto, ela já está escalando árvores. Agora encasquetou de entrar para os escoteiros mirins.”

Para dar vazão à inquietude de Karina, Vânia a deixa acompanhar seus trabalhos de artesanato. Com as sobras de bijuterias que ganhou da tia, criou presentes para as amigas e a família. Com meias usadas da mãe, fez gatinhos e bonecos de neve. Sem dinheiro para comprar uma Bebê Reborn, a boneca mais desejada, decidiu montar a própria linha de montagem, da qual saem bonecas em miniatura, com certificado de produção assinado pela cegonha responsável. “Já perdi as contas dos brinquedos que ela inventou e produziu para si mesmo”, diz Vânia.

Karina é do tipo que vai bem sem estudar muito. Há dois anos, porém, uma nota 89 a fez abrir o berreiro. Vânia conta que foi até chamada à escola e aconselhada a não cobrar demais da filha. “Eu acompanho, claro, mas não cobro essa coisa toda. Isso é exigência dela, mesmo.”

A menina só se conformou quando explicaram que a prova era de uma Olimpíada de Robótica do terceiro ano, uma série acima da dela, e que os que tiraram acima de 80 receberiam diploma. “Um 8 para mim já não é grande coisa. Fico muito chateada, porque só gosto de tirar nota alta. Penso que tenho que me esforçar muito mais”, diz Karina.

E o que as colegas dizem de tanta nota boa? “A gente não fala sobre isso. Minha professora diz que não é bom ficar comentando notas. Quando estamos juntas, a gente brinca de irmãos, de familinha, de detetives, e, se elas vêm à minha casa, a gente patina no corredor.”

Redação no Enem: Dicas para um texto nota 1000

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 Divulgação Uma redação nota 1000 pode carimbar o passaporte para uma boa faculdade.

Divulgação
Uma redação nota 1000 pode carimbar o passaporte para uma boa faculdade.

 

HuffPost Brasil e Descomplica ajudam você a se preparar para o Exame Nacional do Ensino Médio.

Vivian Jordão, no HuffpostBrasil

O HuffPost Brasil está publicando uma seção com dicas e informações em parceria com o Descomplica, canal especializado em conteúdos para vestibulandos.

Nesta semana, a disciplina em debate é Redação.

Conversamos com o professor Rafael Cunha e discutimos os pontos principais para uma redação nota 1000.
Como deve ser a estrutura do texto? O título é obrigatório?

A redação tem limite de 30 linhas. O ideal é que o texto seja construído em quatro ou cinco parágrafos. Normalmente, os alunos que escrevem quatro parágrafos conseguem notas maiores. O título não é obrigatório e conta como uma linha. Os candidatos devem utilizar os três componentes: Introdução, desenvolvimento e conclusão.

É importante se posicionar sobre o tema?

O posicionamento é uma necessidade. Trata-se de um texto dissertativo-argumentativo. O objetivo maior é convencer o leitor a partir de um ponto de vista e uma tese, que deve ser defendida com argumentos. É possível se posicionar completamente contra ou completamente a favor da proposta, porém, uma pessoa crítica é aquela que consegue fazer observações sob diversos ângulos, e não somente sob uma perspectiva. Por exemplo, o tema de 2015 foi violência contra a mulher. Não cabe discutir se você é a favor ou contra. Todos são contra a violência. O importante é discutir e tentar entender os motivos ou razões de, em pleno século 21, esse tipo de comportamento ou realidade ainda existir.

O que os alunos devem ler para fazer um bom texto?

A própria banca fornece textos de apoio. Não se deve copiar os textos, mas usá-los como referência para o tema. Além disso, quanto mais antenado o aluno estiver, melhor. É sempre bom ler notícias dos principais veículos, sempre com perspectiva crítica.

É permitido fazer perguntas na redação?

Sim, desde que sejam perguntas retóricas, ou seja, perguntas que servem para afirmar algo. Perguntas que trazem dúvidas do autor do texto não devem aparecer no texto.

A criatividade é um critério de avaliação?

Não é um critério de avaliação, mas, sem dúvida alguma, pode causar uma boa impressão para o corretor. Entre milhões de redações que serão produzidas, aquela que for mais criativa vai chamar atenção positivamente. É uma maneira de diferenciar-se.

Como prender o leitor e deixar o texto mais interessante?

O aluno deve utilizar um repertório sócio-cultural produtivo. Se o candidato conseguir fazer referências históricas, geográficas, filosóficas e citar pensadores, obras literárias e filmes, isso torna sua redação diferenciada, reforça sua capacidade argumentativa e aumenta sua nota.

O que não pode ter no texto de jeito nenhum?

Desrespeito aos direitos humanos é proibido. O aluno que não respeitar essa regra terá sua nota anulada. Não pode haver citações que não correspondam ao tema, como por exemplo receitas de bolo ou hinos de futebol, que escreveram no ano passado. Por se tratar de um texto dissertativo-argumentativo, a linguagem deve ser impessoal, ou seja, não deve aparecer “eu acho”, “eu penso”, “eu acredito” ou qualquer outra expressão na primeira pessoa do singular. A linguagem deve ser adequada à norma culta da língua, portanto, registros de oralidade e informalidade, como gírias e abreviações coloquiais, não devem aparecer.

Não oferecer uma proposta de solução para o tema proposto faz o candidato perder pontos?

Sim. Se o aluno não discutir propostas de intervenção, pode perder até 200 pontos.
O que fazer na reta final de preparação?

1. Verificar os temas dos anos anteriores e se acostumar com a linguagem utilizada pela bancada;

2. Conhecer muito bem os critérios de correção. São cinco competências, cada uma valendo 200 pontos;

3. Fazer muitas redações pelas próximas semanas. Pelo menos 3 redações por semana para ir treinando;

4. Buscar textos de anos anteriores que obtiveram nota máxima para servir como fonte de inspiração.

Professor criou a ‘escala Anitta’ para dar notas aos seus alunos

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Publicado no Catraca Livre

De Larissa a Anira, a “escala Anitta” foi um método criativo de avaliação que Mak Keiber encontrou para dar notas aos seus alunos nas provas de inglês.

A escala apresenta quatro níveis que correspondem às fases da carreira de nossa musa do pop brasileiro: Larissa, Mc Anitta, Anitta e até Anira.

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Em entrevista ao HuffPost Brasil, Mak conta que a ideia deu certo e todos querem alcançar o nível máximo, ou seja, o “sucesso internacional” de Anira.

Mesclar o aprendizado em sala de aula com elementos da cultura pop foi pensando por Mak a partir de sua familiaridades nestes dois universos. Mak canta, é DJ, toca diversos instrumentos e também compõe.

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4 estratégias eficazes para lembrar de tudo o que você lê

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Maria Confort, no Manual do Homem Moderno

Quem nunca viveu aquela experiência desagradável de ficar em silêncio quando alguém te pediu para explicar o último livro que você leu? E quando você precisava memorizar algum tema para uma prova na faculdade e, na hora de responder alguma pergunta sobre o assunto, teve um branco?

Infelizmente, quando o assunto é aprendizado ou conhecimento, a gente acaba priorizando quantidade em vez de qualidade e, nesse cenário, acabamos lendo demais e, no fim do dia, não memorizando nada. Se você vive esse problema com frequência e está de saco cheio de não reter as informações adquiridas durante a leitura, veja nossa 4 estratégias eficazes de especialistas para lembrar de tudo o que você lê:

Crie perguntas e busque respostas

Reprodução

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Às vezes, acreditamos que o melhor jeito de terminar um livro é apenas completar todos os capítulos, mas, como falamos, nem sempre conseguimos lembrar de tudo o que lemos. Então, um método para reter informação é ler o sumário para ver quais os temas que serão abordados em cada capítulo e, depois, fazer uma lista de perguntas sobre os assuntos específicos. Assim, quando você começar a ler, vai imediatamente procurar as respostas e, dessa forma, vai se lembrar com mais facilidade do que leu.

Rabisque

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Para quem gosta de ver seus livros intactos, esta estratégia pode ser bem desconfortável, mas, acredite, ela é eficaz – é por isso que existem as notas de rodapé. Quando algum parágrafo se destacar, tente reescrevê-lo ou identificar quais seus pontos fundamentais para fazer anotações nas margens do livro. Transcrever um texto com suas próprias palavras vai te ajudar a memorizar o que foi lido e te fazer reter mais informações.

Pesquise os pontos que não entendeu

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Quando você tentar reescrever o resumo com suas próprias palavras, você pode acabar ficando com dúvidas ou identificando momentos do texto que te deixaram confuso. Então, faça uma pesquisa profunda para compreender o tema. Você não precisa de muito tempo para realizar essa busca, mas é fundamental pesquisar para conseguir preencher as lacunas e fixar o aprendizado na sua mente.

Aplique o conhecimento adquirido na sua vida real

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Como falamos acima, fazer anotações promove uma melhor retenção de informações. Muitas pessoas têm a idéia errada de que quanto mais detalhadas forem nossas notas, melhor lembraremos do que lemos em um livro. Porém, muitas vezes esquecemos que estamos simplesmente copiando parágrafos do livro. Além disso, com que frequência você relê suas anotações? A resposta da maioria das pessoas é “nunca”. Então, todo o seu trabalho duro nas anotações foi completamente em vão. Para tornar sua leitura e anotações mais eficazes, tente incorporar sua própria vida em tudo o que você está lendo. Ou seja, enquanto você faz anotações, pense em como poderia usar esse conhecimento na sua vida para resolver seus problemas. Quando você fizer isso, suas notas serão mais úteis e você vai se lembrar delas no futuro. Com essas dicas, você vai conseguir memorizar os textos com mais facilidade e melhorar seus hábitos de leitura, pode ter certeza!

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