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Amazon deve comprar Submarino e outras lojas virtuais

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Compra da Submarino?
FOTO: Divulgação


Publicado originalmente no AdNews

Em meio aos seus planos para se intalar no Brasil, a loja virtual Amazon estaria pensando em comprar uma de suas concorrentes aqui: a Submarino. A informação foi revelada no Gizmodo Brasil.

De acordo com o site, uma fonte anônima afirma que a rede americana negocia a compra com o grupo B2W, além de outras “marcas famosas”. Atualmente, a B2W também conta com outras lojas como a Americanas.com e a Shoptime. Contudo, não se sabe se elas também poderão ser compradas na negociação ou se ela envolve apenas o Submarino.

A estreia da Amazon no país está prevista para meados de 2013.

 

Escritor israelense será o primeiro a morar na casa mais estreita do mundo

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O projeto da Casa Keret (à direita) e uma imagem da fachada da residência, em Warsaw, na Polônia. (Foto: Alik Keplicz/Foundation of Polish Modern Art/AP)

Publicado originalmente na Revista Época

O escritor israelense Etgar Keret vai morar na casa mais estreita do mundo. A Casa Keret, como é conhecida, possui 1,19 metro de fachada e e 0,7 metro no fundo e está sendo construída em uma passagem entre dois grandes edifícios em Warsaw, capital da Polônia. Projetada pelo arquiteto polonês Jakub Szczesny, da empresa Centrala, a residência de 150 metros quadrados é feita de alumínio e policarbonato e conta com uma cama, uma escrivaninha, uma pequena cozinha e um chuveiro. Keret será o primeiro a morar na estreita casa, mas quando ele estiver viajando outros intelectuais serão convidados a passar um tempo na residência. A Casa Keret deve ser inaugurada no final de outubro.

 

Livro reúne 81 textos inéditos de Graciliano Ramos

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O escritor Graciliano Ramos, em foto de 1972, e a capa do livro “Garrancho –
Achados inéditos de Graciliano Ramos”
(Foto: Acervo Editora Globo e divulgação/Editora Record)


Publicado originalmente na Revista Época

Pesquisar textos desconhecidos de autores consagrados em revistas antigas e arquivos virou uma atividade reconhecida – e em plena moda. As efemérides dão a deixa para buscar novidades. Neste anos, saíram inéditos de contos e diários de Lúcio Cardoso e crônicas de Nelson Rodrigues, autores cujos centenários foram comemorados recentemente. Os 120 anos do escritor alagoano Graciliano Ramos (1892-1953), bem como os 60 anos de sua morte ano que vem, servem como ocasião para lançamento do livro Garrancho – Achados inéditos de Graciliano Ramos (editora Record, 378 páginas, R$ 49,90). O volume é o resultado de uma longa pesquisa de Thiago Mio Salla, doutorando em Letras pela Universidade de São Paulo.

Salla reuniu 81 textos de todas as fases da carreira de Ramos, desde os três primeiros artigos no jornal Parayba do Sul, em 1915, um conto juvenil do mesmo ano, “O ladrão”, até panfletos e ensaios no fim da carreira, depois de sua entrada no Partido Comunista Brasileiro. Isso passando pela coluna Garranchos nos ano 1920, que ele assinou no jornal Palmeiras dos Índios, que editava em sua cidade natal, o período de militância jornalística em Maceió nos anos 1930 e os textos escritos durante sua prisão em Ilha Grande.

Segundo Salla, o volume, apesar de heterogênero, ajuda a conhecer melhor Graciliano, em cada fase de sua vida. “Cada uma, a seu modo, permite iluminar facetas pouco conhecidas ou, até então, obscuras do autor de Vidas secas, fornecendo mais subsídios para a fundamentação, pelo leitor, de certos elementos concernentes a sua poética, além de ampliar as possibilidades de leitura e compreensão do papel desempenhado tanto pelo homem quanto pelo artista Graciliano Ramos”, afirma Salla.

Graciliano foi um dos maiores estilistas do português brasileiro moderno. Seu estilo conciso, tão presente em sua ficção, se faz presente nos textos de ocasião. Mesmo nos textos de formação, como o conto “O ladrão” é claro e cheio de ação, o verbo suplantando os adjetivos, como demonstra esta passagem: “O homem chegou sorrateiramente à esquina, olhou desconfiado os arredores e entrou na única loja que por ali havia aberto àquela hora da noite”. A descoberta de Garranchos é um momento histórico na literatura brasileira.

Novo livro de prêmio Nobel é sucesso de vendas na China

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Publicado originalmente na Veja.com

Após a vitória do chinês Mo Yan no Nobel de Literatura, a editora do escritor antecipou o lançamento de sua nova obra no país e o livro foi um sucesso de vendas, o que já está sendo chamado de “Mo mania”.

“Depois que Mo ganhou o Nobel, vendemos mais de mil livros seus a cada dia”, disse a companhia Beijing Genuine and Profound Culture Development, encarregada tanto da distribuição do livro como da possível adaptação de suas obras para o cinema.

O Nobel fez a editora de Mo antecipar o lançamento de livro e possibilitar sua compra pela internet. Na capa da obra há o logotipo da condecoração e a frase: “Escrito pelo primeiro ganhador chinês de um Nobel de Literatura, Mo Yan”. Em 2000, porém, o escritor nascido no país asiático mas naturalizado francês Gao Xingjian venceu o prêmio, mas a China não o reconhece como cidadão do país.

O novo livro de Mo é dividido em três obras, Farewell to My Concubine, Wife of Boiler Worker e To Write With a Focus on People. As duas primeiras são contos de amor com contexto histórico e a terceira fala sobre jovens urbanos enviados ao campo durante a Revolução Cultural, experiência pela qual Mo passou em sua própria vida.

Apesar do furor causado pelos seus livros entre os chineses, que não conheciam muito o escritor antes do prêmio, o vencedor do Nobel continua isolado e sem falar com jornalistas. Mo Yan, de 57 anos, conserva a atitude austera que o levou a dizer, minutos após levar o prêmio, que “ganhar não significa nada”.

Jornais chineses informaram ainda que Mo rejeitou presentes valiosos, entre eles uma Ferrari.

 

Professora brasileira recebe prêmio de ciência promovido pela Unesco

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Marcia Barbosa, professora da UFRG, premiada pela Unesco por descoberta cientifica (foto: divulgação)


Publicado originalmente na Época Negócios

A professora brasileira Marcia Barbosa, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRG), recebeu hoje (19/10) o prêmio L’Oréal-Unesco Para Mulheres na Ciência 2013.

Marcia descobriu uma anomalia na água “que poderia levar a uma melhor compreensão” de uma grande diversidade de fenômenos no mecanismo de dobramento de proteínas, que é essencial para o tratamento de certas doenças.

De acordo com a Unesco e a multinacional francesa de cosméticos, as ganhadoras de 2013, cinco no total, receberão o prêmio de US$ 100 mil no dia 28 de março, na sede central da Unesco, em Paris.

As vencedoras são Francisca Nneka Okeke, da Universidade da Nigéria, Pratibha Gai, da Universidade britânica de York, Reiko Kuroda, da Universidade das Ciências de Tóquio, e Deborah Jon, do National Institute of Standards and Technology da Universidade do Colorado.

“Seus descobrimentos modificam nossa maneira de ver e pensar em numerosos campos das ciências físicas e ampliam as fronteiras da ciência e da tecnologia, podendo transformar nossas sociedades”, disse Irina Bokova, ex-diplomata búlgara e diretora geral da Unesco. “Estas cinco mulheres fornecem ao mundo uma compreensão mais minuciosa do funcionamento da natureza e são fonte de inspiração para todos.”

O programa Para as Mulheres e a Ciência, que em 15 anos já premiou 77 mulheres, inclui, a cada ano, uma série de bolsas de estudos voltadas para pesquisas internacionais, regionais e nacionais.

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