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6 maneiras de continuar aprendendo nas férias

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Feliz Natal! Nesta data que normalmente representa um período de recesso, conheça formas criativas de dar continuidade aos estudos mesmo longe das aulas

Publicado no Universia Brasil

O Natal já está entre nós e, além de significar que o ano passou voando, muitas vezes representa um merecido período de descanso e pausa nos estudos. Também é o momento que coincide com férias e recesso escolares nas mais diversas instituições, sejam IES, colégios ou cursinhos pré-vestibulares.

Recomendamos que diminua consideravelmente sua rotina, justamente para ter uma chance de relaxar. No entanto, existem formas mais leves de dar continuidade ao aprendizado mesmo fora do ambiente formal.

Conheça algumas das maneiras de continuar aprendendo nas férias.

Maneiras de continuar aprendendo durante as férias

1. Acompanhe as notícias

Seguir lendo jornais e se atualizando é uma ótima forma de continuar trabalhando os conhecimentos. Além do benefício direto para áreas como Atualidades (cobrada em diversas provas), o exercício de acompanhar com regularidade os noticiários – em TV, impresso ou na web – traz vantagens para os estudos em diversos níveis.

2. Não pare as leituras

A literatura é uma grande parceira nos períodos de descanso pois oferece lazer ao mesmo tempo em que continua trabalhando em áreas críticas aos estudos e vida acadêmica. Sabe aquele romance que nunca conseguiu ler? Aproveite o recesso e encare. A lista de livros para o vestibular que você não deu conta de começar? Hora de tirá-los da estante.

3. Pratique idiomas

Praticar o estudo e convivência com outras línguas pode ser até mais fácil no período de férias. Fora dos livros didáticos, existe um universo de conteúdo e mídia em outros idiomas para ser consumido.

Que tal tentar jogar aquele videogame ou assistir o seu filme favorito sem legendas? Ou então com legendas em inglês ou espanhol? Caso tenha um conhecido intercambista passando um tempo no Brasil, melhor ainda: hora de treinar conversação.

4. Revise suas anotações

O ano inteiro de estudos certamente rendeu páginas e páginas de anotações, seja em rascunhos, nos próprios livros ou cadernos. Aproveite o tempo livre para separá-las e leia com atenção. Organize-as e descarte as desnecessárias. O próprio ato da revisão já estará te ajudando a continuar no ritmo.

5. Cultive um hobby

Hobbies e atividades extra curriculares, no geral, são ótimas oportunidades de desenvolver as mais diversas habilidades fora dos ambientes formais de educação.

6. Saia de casa

Não fique fechado no quarto durante o recesso. Aproveite os dias e faça caminhadas ou pequenos passeios na sua própria cidade. Conheça novos locais e suas histórias – e acabará aprendendo sem nem perceber.

Fonte: Shutterstock

Afinal, fazer um grupo de estudos no WhatsApp funciona?

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Grupos de estudos existem há muito tempo e sempre foram utilizados para compartilhar conhecimento e sanar dúvidas. Eles funcionam como ajuda mútua, onde um colega divide o conhecimento sobre a matéria que tem mais facilidade com os demais. Com a tecnologia, essa estratégia só melhorou: participar de um grupo de estudos no WhatsApp traz grandes vantagens para os estudantes.

Publicado no Universia Brasil

Como em qualquer outro grupo do aplicativo, é preciso estabelecer um administrador, ou mais de um, para dirigir o grupo, mediar as conversas, assim como divulgar e relembrar as regras sempre que necessário. O objetivo do grupo de estudos no WhatsApp é que os seus membros possam trocar mensagens de onde estiverem, sem necessidade do contato presencial, além de atingir o maior número de colegas, facilitar o acesso às informações e promover uma interação mais dinâmica.

Entre os vestibulandos, essa já é uma prática comum. É possível encontrar grupos formados por estudantes que fazem parte do mesmo colégio, cursinho, sala de aula e até de diferentes regiões do país que se unem para ensinar e aprender uns com os outros. Portanto, veja neste post como usar o grupo de estudos no Whatsapp a seu favor, sem perder o foco e tornando-o eficiente nos estudos para o vestibular.

Não perca o foco inicial do grupo

Estudar para o vestibular requer muitas horas de dedicação aos livros e ao conteúdo das provas. São diversas disciplinas, por isso, manter o foco é essencial para não perder tempo com a grande quantidade de estímulos à distração que estão à mão por meio dos alertas no celular.

Se a tecnologia contribui para a criação do grupo de estudos no WhatsApp, ela também pode atrapalhar porque, com o celular sempre acessível, fica mais tentador checar as redes sociais e e-mails. Portanto, durante o período de estudos, deixe o telefone no modo silencioso para não desviar a atenção a cada alerta e tenha bastante cuidado com o tempo que irá dedicar ao aparelho.

O ideal é criar uma rotina de estudos organizada, em que alguns minutos sejam dedicados a checar as mensagens do grupo e fazer anotações do conteúdo compartilhado, em seguida retornando aos estudos nos livros e deixando de lado o celular.

Defina e compartilhe as regras do grupo de estudos no WhatsApp

O funcionamento eficiente dos grupos no aplicativo só pode acontecer quando os membros estão dispostos a cumprir as regras. O administrador deve escrever as normas e compartilhá-las assim que adicionar todos os membros para que eles vejam e cumpram com os acordos.

As regras devem ser claras, bem explicadas e conter restrições quanto a conversas paralelas, quando somente duas ou três pessoas falam de um assunto que só interessa a elas, por exemplo, ou brincadeiras e piadas que não agregam nada ao objetivo do grupo, além de inserção de temas que não têm relação com as matérias exigidas para o vestibular.

Determinar que o não cumprimento dessas normas implicará na exclusão do participante é uma ação que deve ser incluída e praticada, a fim de deixar no grupo somente os membros que tenham interesse real e levem a sério os estudos.

Promova discussões de temas relacionados às matérias

Sabemos o quanto é tentador comemorar a vitória do time de futebol ou comentar sobre as intenções de alguns políticos, especialmente em um grupo onde as pessoas são consideradas como amigas por se falarem todos os dias. Mas, para um grupo de estudos no WhatsApp, é melhor deixar de lado esses assuntos, pois eles podem gerar diversas mensagens e acabar desviando o foco.

Procure estabelecer discussões mais produtivas, que podem aperfeiçoar o aprendizado em alguma matéria, como, por exemplo, propor a solução de um problema matemático ou comentar algum acontecimento histórico que tenha gerado dúvida sobre quando ou como aconteceu, para que todos os colegas possam contribuir com conhecimento e compartilhar as fontes de estudos que comprovem suas versões dos fatos.

Use áudios, vídeos e imagens para promover aprendizado

As facilidades tecnológicas são inúmeras e, especialmente para os jovens, é muito mais fácil assimilar informações em forma de áudios, vídeos ou imagens, por isso, é muito vantajoso receber conteúdo relacionado às matérias nesses formatos.

No entanto, o perigo está no excesso de utilização dessas ferramentas ou no seu uso indevido, como envio de imagens de “bom dia” e assuntos não relacionados ao tema do vestibular. Alguns participantes abusam de áudios e vídeos extensos e cansativos, que têm pouco valor ou novidade de conteúdo.

Além disso, são arquivos que pesam e ocupam bastante espaço no celular, sendo preciso considerar que os colegas podem não gostar de encher a memória do telefone com essas informações. Nesse caso, pode ser mais interessante compartilhar um link com o mesmo tipo de conteúdo e, assim, cada participante pode decidir se deseja abrir o link, segundo seu roteiro de estudo.

Não compartilhe notícias falsas

Os estudantes podem usar o grupo de estudos no WhatsApp para trocar informações sobre os vestibulares que estão acontecendo, quais as melhores Universidades, prazos para inscrições ou, ainda, opções de bolsas de estudos. No entanto, é preciso ter muita cautela com as informações que serão distribuídas.

Antes de enviar a mensagem, faça uma rápida pesquisa no Google para checar a fonte da sua informação, tendo o cuidado de analisar a data da notícia e se certificar de que é segura e confiável. Suspeite de mensagens que foram encaminhadas em diversos grupos e que não possuem data e nem de onde são os dados mencionados. Essa é uma boa prática para não poluir o grupo com falsas mensagens e nem confundir os colegas.

Estudar em grupo e dividir o conhecimento com outras pessoas sempre foi uma estratégia muito eficiente para alcançar bons resultados nos estudos, especialmente ao se tratar da conquista do vestibular.

A tecnologia a favor dessa conquista será cada vez mais utilizada pelos jovens da nova geração, por isso, participar de um grupo de estudos no WhatsApp seguindo essas dicas contribuirá para o sucesso no vestibular.

Se você quer mais dicas sobre grupo de estudos no WhatsApp e como obter bons resultados no vestibular, entre outros assuntos desse universo, siga nossas redes sociais! Estamos no Facebook, Instagram, Linkedin e no Twitter.

Estúdios estão interessados em transformar outros livros de George R.R. Martin em filmes

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Cesar Gaglioni, no Jovem Nerd

Em seu blog, George R.R. Martin revelou que está em Los Angeles para diversas reuniões. Além de conversar com a HBO sobre Game of Thrones e os spin-offs da série, o escritor se encontrou com executivos de alguns estúdios que estão interessados em adaptar alguns de seus livros.

Eu tive reuniões. A maioria foi com a HBO, coisas empolgantes e todas foram muito bem…e também reuniões com alguns grandes estúdios cinematográficos sobre possíveis adaptações de outros trabalhos meus. Tudo muito animador. Cruze os dedos da mão, cruze os dedos dos pés, talvez eu tenha boas notícias em breve.

Além da série As Crônicas de Gelo e Fogo, Martin escreveu diversas histórias de ficção científica e fantasia. Por enquanto, não sabemos quais delas podem ser adaptadas para a telona.

Mais detalhes devem chegar nos próximos meses.

O fim de um tipo de livraria

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Taís Bravo, no Colofão

Pesquisando textos sobre o fim da Livraria Leonardo da Vinci¹, encontrei uma constante referência aos famosos livros de colorir e/ou de autoajuda. A opinião geral parece acreditar que o fim das livrarias no Rio de Janeiro se dá em função da má formação literária do público que investe em livros “fáceis” e desconhece a verdadeira literatura. Uma constatação elitista que tem como fundamento uma nostalgia ilógica. É terrivelmente fácil condenar as escolhas literárias do público popular quando isso serve apenas para afirmar uma superioridade, ao mesmo tempo em que se protege de uma provável responsabilidade. Afinal, o que mudou dos tempos áureos da Leonardo da Vinci até a presente crise não é o tamanho ou a qualidade de seu público – que desde o início é limitado –, mas o modo como este escolhe consumir.

A intelectualidade carioca não está em decadência – ou talvez, sempre esteve –, se encontra firme e forte no estreito eixo Centro – Zona Sul. Todo mundo se conhece e não é a cidade que é pequena, e sim a classe social. Esse nicho, evidentemente, não abandona as livrarias – e as redes sociais cobertas de fotos e relatos lamentando o fim da Leonardo da Vinci são a prova disso –, ele circula entre as estantes rememorando seus passeios e histórias. A devoção a esses ambientes é tão singela que quase sempre se esquece que livrarias são lojas. A culpa pode ser do Caetano que inventou cantar que livros são objetos transcendentes. O fato é que a Leonardo da Vinci dedicou sua história a um público que a ama sem consideração. Ainda que o local guarde nossas memórias íntimas e coletivas, nós vamos investir o curto dinheiro de nossas bolsas CNPQ em ofertas espalhadas pela internet. Não existe lealdade no livre mercado – e a recente polêmica envolvendo os taxistas e a Uber explicita essa verdade.

A própria dona da Leonardo da Vinci, Milena Duchiade, declarou ao jornal O Globo que a livraria está sendo punida pelas suas qualidades, isto é, por ter se mantido fiel ao seu nicho. Talvez seja a hora de esquecer a suposta Literatura de Verdade e retomar o gosto pela leitura, seja ela qual for. Há um motivo mais sórdido: livrarias não são bibliotecas, são negócios. E o outro mais sonhador – porque, sim, livrarias são empresas que vendem um produto que transcende a mera coisa e carrega um pouco de sonho: qualquer livro pode ser uma ponte, um veículo de comunicação, que forma um primeiro leitor. Selecionar o público é, em qualquer caso, reduzir as possibilidades.

Valter Hugo Mãe recentemente esteve em uma roda de conversa na Biblioteca Parque Estadual e disse que ganhou seu primeiro livro aos dez anos. Não existiam livros em sua casa até o dia em que passou por uma livraria e pediu para que sua mãe lhe desse um. Esse foi o início de uma história que agora se embola em livros traduzidos para diversas línguas que podem chegar até o Brasil ou a Tóquio. Acredito que é por isso que investimos, compramos e trabalhamos em volta desses objetos feitos de palavras, porque eles nos prometem alguma comunicação infinita.

Como escolher uma boa leitura

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Publicado em Revista Escola

A seleção de um livro, entre tantas opções, pode ser feita de diversas maneiras. A mais frequente comigo é a indicação de amigos, que sempre me sugerem títulos de que gostaram muito ou que acreditam ser do meu agrado. Na maioria das vezes, acertam! Por isso, tem vezes que eu mesma peço as sugestões para eles.

Já quando busco um livro por conta própria, vou basicamente pela sinopse. Se a história parecer bacana, me fisga. Mas também pode ser pelo autor, quando eu já o conheço de outras leituras ou quando seu trabalho é de reconhecida qualidade. Ler as críticas publicadas sobre a obra é algo que faço bem pouco, mas sei que há quem não dispense. Já o título e a capa não são aspectos muito determinantes para mim. Porém, como tudo é extremamente maluco na vida e na escolha de um bom livro literário, certa vez um título bizarro me levou a uma publicação realmente interessante. Vou contar essa história…

Há cerca de 5 anos, ainda na época da faculdade, eu passeava com alguns amigos por uma grande livraria no centro de São Paulo. Minha amiga Cecília queria comprar algo de um escritor que ainda não tivesse lido. Em uma das telas que mostram as ofertas da livraria, passou Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios.

O título nos pareceu muito estranho e não dava qualquer pista do que poderíamos esperar daquela história. Quando o anúncio se repetiu, vimos o nome do autor: Marçal Aquino. Nenhum de nós o conhecia. “Sobre o que será?”, perguntávamos uns aos outros, dando não mais do que palpites de pouco fundamento. Não lembro se chegamos a ler a sinopse. Só sei que Cecília o comprou e que eu fiquei ansiosa para pegá-lo emprestado.

Enfim, quando minha vez chegou, terminei a leitura rapidamente. A história é trágica, mas encantadora. A narrativa me envolveu de tal maneira que eu não conseguia parar de ler! Sentia uma necessidade incontrolável de saber o que aconteceria em seguida com as personagens centrais. A loucura intensa de Lavínia e a perturbação de Cauby – que se perdia ao tentar se adaptar ao submundo paraense e ao amor que sentia – me deixaram vidrada. Eu tentava imaginar os caminhos que eles percorreriam e o destino escolhido pelo autor.

Pouco tempo depois, assisti a uma palestra com Aquino, no SESC Pinheiros, que me deixou ainda mais curiosa a respeito de seu trabalho. Hoje, fico feliz por minha amiga ter se intrigado com o título estranho e por ter comprado o livro. Claro que se cercar de indicações e boas análises para escolher suas leituras é bom. Mas aprendi que, às vezes, navegar por mares desconhecidos pode se tornar uma boa surpresa.

E, você, como seleciona suas leituras? Já se surpreendeu com alguma escolha inusitada?

 

 

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