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Livro amortece bala e salva estudante de atirador nos EUA

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Jason Derfuss, de 21 anos, só não foi atingido porque os livros que estavam dentro de sua mochila amorteceram os disparos de uma arma semiautomática

Jason Derfuss, de 21 anos, teve a vida salva após o disparo de uma arma semiautomática ser amortecido por um livro (Facebook/Reprodução)

Jason Derfuss, de 21 anos, teve a vida salva após o disparo de uma arma semiautomática ser amortecido por um livro (Facebook/Reprodução)

Publicado por Veja

Um estudante de ciências humanas teve a vida salva pelos livros que carregava na mochila. Jason Derfuss, de 21 anos, havia acabado de retirar os exemplares da biblioteca Strozier, na Universidade Estadual da Flórida, localizada na cidade americana de Tallahassee, quando entrou na mira de um atirador, na quarta-feira à noite. Segundo o jornal Daily Telegraph, Derfuss só não se feriu no incidente porque os seus livros amorteceram o impacto da bala. “Eu tirei os livros da mochila depois de tudo que aconteceu e vi que eles estavam todos rasgados. Comecei a examiná-los e meu amigo encontrou a bala”, afirmou.

As autoridades identificaram o atirador como Myron May, de 31 anos, ex-aluno da universidade. A polícia encontrou artigos e vídeos produzidos por May em que ele dizia ser perseguido por agências do governo. Dois estudantes e um funcionário da universidade foram baleados no incidente, sendo que uma pessoa se encontra em estado crítico. May, que usou uma arma semiautomática para cometer os crimes, foi morto em confronto com a polícia local.

“Eu sabia que tinha ouvido um disparo de arma e me virei devagar. Vi o atirador correndo em direção a outro estudante a atirando duas vezes contra ele. Eu corri para o meu carro, falei com meu pai e liguei para a polícia”, relatou Derfuss. As aulas foram suspensas na quinta-feira para que as autoridades pudessem inspecionar as medidas de segurança da universidade. Todas as atividades foram retomadas nesta sexta. A instituição da Flórida conta com aproximadamente 40.000 alunos.

Ciência sem Fronteiras tem 13,8% de bolsistas em universidades ‘top’ 100

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Programa tem brasileiros em 92 das 100 melhores do ranking Times Higher.
Cerca de 72% destes alunos são de cursos de graduação-sanduíche.

Cauê Fabiano, Ana Carolina Moreno e Paulo Guilherme no G1

1Entre as 100 melhores universidades do mundo, de acordo com o ranking Times Higher Education, divulgado no início de outubro, há 5.425 estudantes brasileiros que obtiveram bolsa pelo programa Ciência sem Fronteiras. O número representa 13,8% dos 39.091 brasileiros, de graduandos a pesquisadores realizando pós-doutorado, que estão atualmente em universidades do exterior por meio do programa do governo.

O resultado vem de um levantamento realizado pelo G1, com as bolsas vigentes e aprovadas até o dia 20 de outubro, a partir de dados disponibilizados pelo próprio programa.
São 3.953 alunos de graduação-sanduíche (ou seja, realizada parte no exterior e parte no Brasil), o que representa 72% dos brasileiros nas instituições “top 100”, mais 854 inscritos em doutorado e 401 bolsistas de pós-doutorado (veja tabela completa).

No total, são 2.733 universidades no exterior que recebem bolsistas do Ciência sem Fronteiras, oriundos de 850 instituições brasileiras, conforme dados informados pelo Ministério da Educação (MEC).

Para o secretário executivo do MEC, Luiz Claudio Costa, a presença de mais de 5 mil alunos do Programa entre as 100 melhores instituições de ensino superior do planeta é bastante significativa. “Desde o início do programa, foi uma determinação que nós trabalhássemos alocando os estudantes nas melhores universidades do mundo, então esse número que nós temos de 13,8% dos alunos entre as 100 melhores é extremamente importante”, avaliou.

No Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), dos Estados Unidos, eleito pela quarta vez a melhor universidade do mundo, há apenas um brasileiro estudando por meio do Ciência sem Fronteiras, ao realizar uma pesquisa de doutorado. De acordo com a instituição, há um total de cinco estudantes do Brasil atualmente matriculados.

Já na Universidade Harvard, segunda do ranking, estão 87 brasileiros do programa atualmente, sendo 19 de graduação, 25 de doutorado e 37 de pós-doutorado. Em Oxford, na Inglaterra, terceira do ranking, são 37 brasileiros. Stanford, a quarta colocada, tem 17. E Cambridge, quinta do ranking, conta atualmente com 47 bolsistas do Ciências sem Fronteiras.

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Ausência de brasileiros

Ao todo, das 100 universidades mais bem colocadas do ranking, 92 têm ao menos um brasileiro bolsista do programa. As oito universidades que não têm brasileiros do Ciências sem Fronteiras no momento são: três no Reino Unido (University College London, London School of Economics and Political Science e King’s College London), quatro na China (University of Hong Kong, Peking University, Tsinghua University e Hong Kong University of Science and Technology) e uma na Turquia, a Middle East Technical University.

Para o secretário-executivo do MEC, a maioria dessas ausências ocorre porque as instituições não se enquadram nas áreas contempladas pelo CsF, e que algumas instituições, mesmo não listadas no ranking, são as melhores em determinados campos do conhecimento. “[O ranking] pega a universidade como um todo, não em áreas específicas. É preciso estar entre as melhores do mundo, e em áreas específicas também”, argumentou.

Em nível internacional, algumas universidades podem não ter a mesma fama de Harvard”
Jefferson Brown, secretário-assistente de diplomacia pública

Partilhando da mesma opinião, o fato de só 13% das bolsas estarem nas 100 melhores universidades, de acordo com o ranking, não quer dizer que a maioria dos estudantes estão em universidades de baixa qualidade, segundo Jefferson Brown, secretário-assistente de diplomacia pública do Escritório de Negócios Ocidentais do governo americano.

Em visita recente ao Brasil, o diplomata contou ao G1 que os bolsistas brasileiros do CSF são alocados em universidades americanas de acordo com o currículo de seus cursos, que podem ser mais ou menos compatível com as instituições dos Estados Unidos.

“Sobre os rankings, precisamos olhar mais de perto. Se você quer estudar agricultura, você não vai para [a Universidade] Yale, você talvez vá para a [Universidade] Purdue [que fica no estado de Indiana]. Você precisa olhar as áreas de estudo. Em nível internacional, algumas universidades podem não ter a mesma fama de Harvard”, explicou ele.

“Nós vemos que as pessoas conhecem um número de universidades famosas, mas pode ser que haja uma da qual eles nunca ouviram falar, mas que é perfeita para eles.” Segundo Brown, dentro dos Estados Unidos há institutos que produzem rankings das universidades do país de acordo com as diferentes áreas de estudo.

O coordenador do Núcleo de Estudos do Futuro da Universidade de Brasília (UnB), o professor Isaac Roitman, também avalia o posicionamento dos estudantes brasileiros entre as melhores universidades do mundo como positivo, mesmo que, para ela, sejam necessárias mudanças no programa. “O índice é bom, considerando que nenhuma universidade brasileira foi ranqueada como a melhores do planeta”, frisou Roitman.

Contudo, Isaac destacou medidas que considera importantes para o “aperfeiçoamento do Programa”, com destaque para definição de tutores no Brasil que façam acompahamento do andamento dos estudos do bolsista, além de apoio emocional dos alunos.

“[É necessária a] adequação das metas nas próximas edições de forma que possamos mandar para o exterior estudantes que apresentem potencial cognitivo e maturidade, iImplantação de um sistema de avaliação continuo nos egressos do programa após o retorno ao país e introduzir monitoramento do aprendizado acadêmico e de distúrbios emocionais”, enumerou o professor.

Graduandos, mestres e doutores

Apenas em instituições dos EUA, qualificadas no Top 100, existem alunos realizando dissertações de mestrado: 203 brasileiros entre bolsistas vigentes fazem a pesquisa em 26 universidades norte-americanas. A melhor colocada entre elas, a Universidade da Califórnia em Berkeley, que ocupa a 8ª posição no ranking, possui apenas um estudante dessa modalidade.

Já as universidades que mais recebem brasileiros inscritos no programa do governo, a Universidade de Toronto (21ª colocada do ranking) lidera com 648 estudantes, 95,2% desse total fazendo graduação. A escola canadense é seguida por duas universidades australianas: Universidade Monash (443 alunos) e a Universidade de Queensland, contando com 439 bolsistas brasileiros. Em ambos esses casos, a maioria é majoritariamente formada por alunos de graduação: 98,1% e 94,7%, respectivamente.

O Brasil deu um passo estratégico no sentido da internacionalização”
Luiz Claudio Costa, secretário-executivo do MEC

Por outro lado, há cinco entre as 100 melhores universidades que possuem apenas um bolsista brasileiro do programa no quadro de alunos. Além do Caltech, nos EUA, as universidades de Kyoto, no Japão, Universidade Tecnológica de Nanyang, em Cingapura, a Scuola Normale Superiore di Pisa, na Itália e a Universidade Vanderbilt, nos EUA, possuem um único brasileiro pesquisador.

Internacionalização

Para Luiz Claudio Costa, os resultados parciais do programa mostram que o país caminha para uma troca mais produtiva no ponto de vista acadêmico, a partir do contato que os estudantes têm com o aprendizado no exterior. “O Brasil deu um passo estratégico no sentido da internacionalização”, avaliou Costa, frisando que o CSF atraiu a atenção de universidades estrangeiras.

“O programa hoje tem um reconhecimento mundial, vários países têm procurado o brasil para fazer conosco parcerias”, destacou o secretário-executivo, apontando que o projeto conseguiu aliar a qualidade das insituições de ensino em outras nações com os padrões de exigência da CAPES e CNPq, para que essas universidades figurem entre as instituições que podem oferecer bolsas a brasileiros.

“Isso vai trazer para as instituições brasileiras um avanço muito grande, e em pouco tempo. E mais: temos vários estudantes que já estão fazendo intercâmbio, e isso já está gerando intercâmbio de pesquisas”, concluiu.

Falta de proficiência

Desde julho de 2011, quando foi criado, o Programa Ciência sem Fronteiras já implementou 71.478 bolsas, conforme dados do Painel de Controle do programa. A meta, de acordo com o governo, é implementar 101 mil bolsas em até 2015. Depois de aprovado, o aluno tem direito a uma série de benefícios enquanto estiver realizando a pesquisa ou a graduação no país escolhido. Ao total, são 18 áreas de conhecimento contempladas pelo programa e que permitem a inscrição para bolsas de estudo, incluindo engenharia, nanotecnologia, biologia, ciências exatas, entre outras.

Os auxílios incluem mensalidade, adicional de localidade, acréscimo por dependentes, seguro saúde, auxílio instalação, ajuda para aquisição de material didático e auxílio de deslocamento. Todos os valores dependem da modalidade de bolsa (de graduação a pós-doutorado) e o país escolhido para a pesquisa.

Um dos principais problemas encontrados no Ciência sem Fronteiras foi a falta de proficiência em inglês de muitos estudantes. Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (12) aponta que o Brasil ocupa a 38ª posição no ranking mundial de proficiência em inglês.

No início, muitos optaram por estudar em universidades de Portugal, por causa da facilidade com o idioma. No ano passado, o governo decidiu excluir Portugal do programa para estimular a aprendizagem de outras línguas pelos estudantes. E ainda promoveu um programa de aprendizado em inglês de seis meses. Em abril deste ano, mais de 9 mil alunos que estavam em Portugal foram transferidos para outros países. Destes, 110 estudantes foram excluídos porque não obtiveram a proficiência em inglês.

Mammy, de ‘E o vento levou’, vira heroína de romance

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‘Ruth’s journey’ narra as origens da ama de leite do filme de 1939.
Hattie McDaniel, que fez o papel, foi a primeira negra a ganhar o Oscar.

Hattie McDaniel (esq.) e Vivien Leigh em cena de '...E o vento levou' (Foto: Divulgação)

Hattie McDaniel (esq.) e Vivien Leigh em cena de
‘…E o vento levou’ (Foto: Divulgação)

Publicado por G1

“Mammy”, a simpática e teimosa escrava que cuidava com zelo de Scarlett O’Hara em “… E o vento levou”, virou a personagem principal de um romance lançado com o consentimento dos herdeiros da escritora Margaret Mitchell, que publicou seu famoso livro em 1936.

O livro “Ruth’s journey” (A jornada de Ruth, em tradução livre), escrito por Donald McCaig e publicado este mês nos Estados Unidos pela Atria Books, não é uma continuação de “… E o vento levou”, e sim a história que o precede, a chamada “prequência”.

“É a reconstrução da vida de uma personagem famosa, cuja contribuição não foi devidamente apreciada ainda”, declarou à AFP o escritor americano de 74 anos.

No livro de Mitchell, que inspirou o filme cult de mesmo nome e que celebra este ano o 75º aniversário, Mammy sequer tem um nome real, afirma ainda o autor.

Mitchell chegou a ser acusada de racismo, mas, “na época, seria provavelmente impossível que uma escritora branca considerasse os negros tão importantes ou reais como os brancos”, explicou McCaig.

É assim que “Mammy” vira Ruth, em referência ao personagem bíblico que é símbolo da fé e fidelidade.

A partir de uma menção às origens francesas da ama de leite de Scarlett, o autor imaginou a infância em Saint-Domingue – ex-colônia francesa que virou o Haiti – da futura babá, uma órfã acolhida por um casal de franceses.

Expulsos pelos levantes separatistas, o casal se exila nos Estados Unidos, em Savannah (Geórgia), onde a francesa fica viúva e volta a se casar, dando à luz Ellen Robillard, a futura senhora O’Hara, mãe de Scarlett.

“Mammy” viverá sua própria vida antes de se ocupar e se dedicar à pequena Scarlett.

Metade da história

“Houve milhares de ‘mammys’ no sul americano, muitas delas não tinham nome (nos romances), milhares de mulheres que criaram como seus os filhos dos brancos ricos”, explica ainda o autor.

“Para mim, a ausência da voz de Mammy, de sua história, de sua personalidade em ‘… E o vento levou’, foi um grande vazio, é como se o livro contasse a metade da história”, complementou.

“A babá é uma personagem trágica, mas que jamais perde a esperança. É determinada e muito digna, mas não é uma rebelde”, conclui.

A história do livro, cuja terceira parte é narrada do ponto de vista da escrava, termina justamente uma semana depois da famosa festa do início do romance de Margaret Mitchell.

A pedido dos herdeiros de Mitchell, McCaig escreveu em 2007 “O clã de Rhett Butler”, também derivado de “… E o vento levou”, e que conta os tormentos amorosos de Scarlett e Rhett durante a Guerra da Secessão.

Junto a “Scarlett”, de Alexandra Ripley e publicado em 1991, este é um dos únicos dois romances até agora autorizados pela família de Mitchell, que faleceu em 1949.

O maior desafio ante um livro icônico “é ser respeitoso com o original e, ao mesmo tempo, ter algo extra a acrescentar”, comentou o autor, acrescentando ter trabalhado com uma grande liberdade por parte dos herdeiros de Mitchell.

O livro é dedicado a Hattie McDaniel, a primeira atriz negra americana a ganhar um Oscar de melhor atriz coadjuvante em 1939 por sua brilhante interpretação de Mammy no filme baseado no livro.

Enem 2014: veja dicas para arrasar no exame que acontece em novembro

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Se você ainda nem começou a pensar na prova, essa matéria vai te ajudar.

Publicado no Purebreak

Falta apenas um mês para o Enem, a prova está marcada para o dia 8 de novembro e é melhor começar a se preparar para o grande dia. O exame dá acesso à universidades federais e pode garantir bolsa de estudo em algumas faculdades privadas, então não deixe de levar a sério.

São dois dias de prova que ocorrem no segundo final de semana do mês. Além de exigirem capacidade lógica e conhecimentos gerais, sua paciência vai ser testada. Por isso o Purebreak criou uma a LISTA DO SUCESSO com dicas para se dar bem no Enem, em apenas um mês!

Crie um ritual

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Para criar o hábito de estudar, tente fazer uma rotina de estudos, por exemplo: segundas, quartas e sextas pratique exatas. Nas terças, quintas e sábados, ciências humanas. Outra ideia é deixar o material sempre organizado, para encontrar livros e apostilas com mais facilidade.

Comece estudando pelo que acha mais fácil

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Se você odeia matemática, comece com outra disciplina. Afinal demora um pouco para entrar no clima de estudo. As vezes começando por algo que sinta prazer em ler, depois fica menos complicado estudar uma matéria que acha chata.

Faça simulados

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Não tem como ir bem na prova sem fazer simulados. O Enem é uma exame de múltipla escolha e tem várias pegadinhas, quanto mais experiência, maiores as chances de se dar bem.

Escreva uma redação por dia

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A redação é uma das atividades mais importantes do Enem, por isso, procure notícias na internet que te interessem e faça um texto sobre o assunto. Com o passar do tempo vai perceber que está escrevendo mais rápido e com menos erros.

Fique atento às notícias

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Ler reportagens é muito importante! A redação, que ocorre no segundo dia de prova, sempre está relacionada à grandes acontecimentos do mundo. Pesquise sobre as guerras que ocorrem no Oriente Médio e a espionagem dos Estados Unidos.

Agora é partir para o ataque! Não perca tempo e se prepare, afinal a prova é longa e exaustiva. No dia do exame não demore muito para resolver as questões e não esqueça de levar algo para comer.

Novo livro de “As Crônicas de Gelo e Fogo” pode sair em 2017

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Desirée Soares, no Cabine Literária

Há um bom tempo os fãs esperam um novo livro de “As Crônicas de Gelo e Fogo” – “Dança dos Dragões”, o quinto livro da série, foi lançado em 2011. Ainda não há uma data oficial para “The Winds of Winter”, próximo livro da série, mas segundo estimativas do Washington Post, ele deve ser lançado em 2017. O site ainda comparou o lançamento dos livros de “As Crônicas de Gelo e Fogo” com outras sagas literárias:

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Segundo estatísticas do site Five Thirty Eight, se George R. R. Martin escrever uma média de 350 palavras por dia, vai terminar o livro em agosto desse ano. Se for 300 palavras por dia, em fevereiro do ano que vem; e se for só 250, em outubro de 2015. O site também fez uma tabela, com quantas palavras há em cada livro da série até agora:

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Isso tudo é apenas especulação. O único fato que realmente sabemos é que em outubro de 2012, Martin deu uma entrevista e disse que já tinha escrito 400 páginas de “The Winds of Winter”. Depois disso, não houve mais notícias sobre o progresso da obra.

Também devemos levar em consideração que George R. R. Martin escreve um episódio a cada temporada de “Game of Thrones”, dá consultoria à livros de outros escritores – como a enciclopédia “The World of Ice And Fire” – e edita algumas antalogias, como “Dangerous Women”, ainda não publicado no Brasil.

Aos fãs resta esperar, e torcer para que não aconteça nada com Martin enquanto ele escreve a série.

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