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‘Game of Thrones’ terá pré-estreia em estádio de Nova York

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Publicado por Folha de S.Paulo

Para comemorar a volta da renomada série “Game of Thrones”, a rede de televisão HBO organizará um evento no estádio coberto Barclays Center, no bairro do Brooklyn, em Nova York, anunciou a organização do local.

Os fãs nova-iorquinos poderão assistir ao primeiro episódio da quarta temporada em pré-estreia, no dia 20 de março, num telão especialmente montado para receber 7.000 pessoas.

Ian McElhinney, Emilia Clarke, Iain Glen e Nathalie Emmanuel em cena da quarta temporada de 'Game of Thrones' (Reprodução / YouTube)

Ian McElhinney, Emilia Clarke, Iain Glen e Nathalie Emmanuel em cena da quarta temporada de ‘Game of Thrones’ (Reprodução / YouTube)

Toda a renda arrecadada durante a noite —o ingresso custará US$ 15 (cerca de R$ 35)— será revertida em obras de caridade.

Baseada da obra do escritor norte-americano George R.R. Martin, “Game of Thrones” retrata a luta incessante pelo poder supremo no continente fictício de Westeros.

A 4ª temporada da série vai ao ar na HBO a partir de 6 de abril.

Twitter revoluciona compreensão da literatura, diz filósofa

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Getty Images

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Publicado por INFO

São Paulo – O Twitter pode ajudar a revolucionar a forma de entender a literatura graças à utilização exclusiva de seus 140 caracteres, pelo menos na opinião da escritora e filósofa Márcia Tiburi, que participou nesta quarta-feira da Social Media Week, que acontece nesta semana em São Paulo.

“Podemos fazer uma pequena revolução em nome de uma vasta e longa literatura, que pode ser lida em conta-gotas pelos 140 caracteres do Twitter”, ressaltou Márcia durante o encontro, que é realizado simultaneamente em diferentes cidades do mundo.

Segundo os especialistas em mídias sociais reunidos no evento, essas ferramentas não só estão ajudando a modificar a forma de ler livros, mas também em sua difusão.

“Hoje as pessoas podem pôr trechos de livros no Facebook e no Twitter, e desta forma a internet está sendo importante na ampliação de novos conhecimentos”, afirmou por sua vez a jornalista Mona Dorf.

Na opinião de Mona, a limitação dos caracteres de Twitter não é um problema, mas uma característica que “potencializa” a ampliação do acesso ao conhecimento.

“Nunca escrevemos tanto como na era online, vivemos em um mundo que as pessoas se enviam mais mensagens do que falam. As pessoas se comunicam através da língua escrita e através dos dedos”, destacou a jornalista.

Durante a Social Media Week, que acontecerá até sexta-feira no Museu da Imagem e do Som de São Paulo, cerca de 160 conferencistas abordarão assuntos relacionados com a internet, inclusive a espionagem nas redes sociais.

Além da capital paulista, o encontro, que foi criado em 2009 em Nova York, acontece em Berlim, Bogotá, Chicago, Londres, Los Angeles, Mumbai e Toronto.

dica do Ailsom Heringer

Professor dos EUA desvenda mistério de livro escrito por escrava afroamericana

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Para o professor, a descoberta da identidade da escritora vai revolucionar a compreensão mundial sobre a qualidade da literatura produzida por mulheres negras, conforme publicado no The New York Times.

Publicado no África 21 Digital

Fernando Frazão/ABr

Nova York – Nova York – Em meados de 1850, uma escrava fugitiva escreveu de próprio punho uma novela autobiográfica. Em 2002, a novela “The Bondwoman’s Narrative” (“A narrativa de uma serva”, em português), primeira escrita por uma escrava afroamericana, foi publicada e se tornou um sucesso de vendas nos Estados Unidos.

O livro foi assinado por Hannah Crafts, um nome que muitos acreditavam tratar-se de um pseudônimo, tornando a identidade real do autor um mistério. Mas só até agora.

Isso por que, o professor de inglês da Universidade de Winthrop na Carolina do Sul, Gregg Hecimovich, assegurou nesta semana que descobriu o nome da autora: é Hannah Bond, conforme publicado no The New York Times.

Ele explica que Hannah era escrava em uma plantação da Carolina do Norte pertencente a John Hill Wheeler, político e historiador que exerceu o cargo de Tesoureiro do Estado da Carolina do Norte entre 1855-56.

O professor levou uma década para descobrir a identidade da escritora, segundo explica o jornal, tempo em que entrevistou familiares de Wheeler e consultou diários, registos e testamentos.

Os dados recolhidos por Hecimovich indicam que Hannah conseguiu fugir da escravidão disfarçada de homem, com a ajuda de um dos familiares de Wheeler.

Toda essa descoberta resolve outro mistério do livro: como uma escrava com limitada educação teria sido tão influenciada por Charles Dickens?

De acordo com Hecimovich, a plantação onde ela trabalhava rotineiramente fazia divisa com uma escola para garotas, onde as alunas tinham que recitar trechos da novela “Bleak House” (“Casa desolada”).

Assim, Hannah poderia ter escutado, enquanto eles estudavam, ou arrebatados uma cópia para ler, secretamente formando seu próprio romance.

Os estudos de Hecimovich tem sido revista por vários estudiosos que atestam a sua autenticidade, incluindo Henry Louis Gates Jr., um dos proeminentes estudiosos da história afro-americana.

“Palavras não podem expressar o quão significativa é a descoberta para os estudos da literatura afro-americana”, disse em entrevista ao The New York Times. “Ela revoluciona a nossa compreensão da literatura das mulheres negras”.

Professor Gates, que comprou o manuscrito do livro em um leilão em 2001, disse que a descoberta do professor Hecimovich responde a uma das grandes e persistentes questões sobre o autor que o tem perseguido por mais de uma década.

Hecimovich, de 44 anos, afirmou que pretende publicar seus resultados completos em um livro, intitulado provisoriamente de “A vida e os tempos de Hannah Crafts”.

 

J.K. Rowling anuncia série de filmes ambientados no mundo de Harry Potter

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Publicado no O Povo Online

J.K. Rowling ficou famosa com a série de livros da saga Harry Potter

A autora de Harry Potter, J.K. Rowling, está escrevendo uma série de filmes ambientada no mundo mágico do menino bruxo britânico, anunciou nesta quinta-feira.

O primeiro filme se chamará “Animais Fantásticos e Onde Habitam” e será baseado em um livro de mesmo nome utilizado por Harry e por seus amigos na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, informou Rowling em sua página do Facebook.

Ambientado em Nova York e tendo como protagonista Newt Scamander – o autor do livro -, este filme da Warner Bros. marca a estreia de Rowling como roteirista, dois anos após o último filme da série de oito partes criada a partir de seus sete livros sobre Harry Potter.

“Eu sempre disse que só iria revisitar o mundo dos bruxos se eu tivesse uma ideia que realmente me animasse, e é essa”, afirmou a escritora de 48 anos.
Ela apresentou a proposta para a Warner Bros depois que o estúdio americano sugeriu transformar “Animais Fantásticos” em um filme.

“Eu achei que era uma ideia divertida, mas a ideia de ver Newt Scamander, o suposto autor de ‘Animais fantásticos’, sendo criado por outro escritor era difícil”, escreveu ela.

“Depois de viver por tanto tempo no meu próprio universo ficcional, me sinto muito protetora em relação a ele e já sabia muito sobre Newt”, explicou.
“Como os fãs ‘hardcore’ de Harry Potter sabem, eu gostava tanto dele que casei seu neto, Rolf, com uma das minhas personagens favoritas da série ‘Harry Potter’, Luna Lovegood”, disse.

E acrescentou: “Apesar de ser ambientado na comunidade mundial de bruxas e bruxos, onde eu fui feliz por 17 anos, ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’ não é um prólogo ou uma sequência da série Harry Potter, mas uma extensão do mundo de magia”.

“As leis e os costumes da sociedade mágica secreta serão familiares para qualquer um que tenha lido os livros de Harry Potter ou que tenha assistido aos filmes, mas a história de Newt começará em Nova York, 70 anos antes da história de Harry nascer”.

Rowling, que já vendeu mais de 450 milhões de cópias dos livros de Harry Potter, tem se mantido ocupada desde a publicação do último livro da série, em 2007.
Ela publicou seu primeiro romance para adultos, “Morte Súbita”, no ano passado – e em julho foi desmascarada como a verdadeira autora do aclamado romance policial “The Cuckoo’s Calling”, publicado sob o pseudônimo de Robert Galbraith.
Com uma fortuna estimada em 560 milhões de libras (885 milhões de dólares, 666 milhões de euros), Rowling é a 156ª pessoa mais rica da Grã-Bretanha, segundo a Sunday Times Rich List.

Biografia mostra os méritos – e vícios – de Will Eisner

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Eisner sempre abriu portas para jovens cartunistas, mas sentia inveja de outros

Will Eisner (Divulgação)

Will Eisner (Divulgação)

Publicado por Veja

Acaba de chegar às livrarias, o livro Will Eisner – Um Sonhador nos Quadrinhos (tradução de Érico Assis, Globo Livros, 424 págs, 59,90 reais), de Michael Schumacher, a biografia de um dos maiores artistas dos quadrinhos de todos os tempos, o inventor da chamada arte sequencial e do termo graphic novel (romance gráfico).

Schumacher não aliviou para o criador do Spirit: mostra todos os seus méritos, mas também os seus vícios. Eisner sempre abriu as portas para os jovens cartunistas, revelando nomes como Jack Kirby, Lou Fine, Bob Kane e Joe Kubert — que admitiu primeiro como faxineiro. Mas sentia inveja do sucesso de Bob Kane, o criador do Batman. E ficou com dor de cotovelo quando Art Spiegelman ganhou um Pulitzer pelo álbum Maus. Achava que ele próprio merecia mais.

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Eisner cometeu ao menos uma grande burrada: quando era um jovem editor, em 1938, se recusou a publicar dois jovens (Jerry Siegel e Joe Shuster) que o procuraram com um dos mais rentáveis personagens de todos os tempos, o Superman. Depois, ainda deu um falso testemunho na Corte contra os autores do personagem.

“Ele era um pouco competitivo”, explica Schumacher, que falou por telefone do Wisconsin, onde vive. “Mas era um homem bom. Os judeus têm uma palavra para isso, mensch, que usavam para defini-lo. Significa íntegro.”

Will Eisner nasceu em 1917, cresceu em uma vizinhança pobre no Bronx, em Nova York, e foi jornaleiro na infância. Em 1942, passou a desenhar material gráfico para o Exército e, em seguida, material educativo, o que lhe valeu a independência econômica. Ele morreu em 2005, aos 87 anos.

O livro sobre Eisner foi lançado nos Estados Unidos há dois anos. O novo projeto de Schumacher, que acaba de chegar às livrarias americanas, é Al Capp: A Life in the Contrary, biografia de outro quadrinista famoso, Al Capp (1909-1979), criador de Ferdinando. E de quem John Steinbeck disse, em 1952, que talvez fosse “o melhor escritor do mundo”.

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