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Posts tagged O apanhador no campo de centeio

15 livros que seu filho adolescente deve ler (mesmo que você não queira)

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Robert Downey Jr. (recém-chegado à maioridade) e Andrew McCarthy em ‘Abaixo de Zero’ (1987), adaptação do romance homônimo de Bret Easton Ellis.

Robert Downey Jr. (recém-chegado à maioridade) e Andrew McCarthy em ‘Abaixo de Zero’ (1987), adaptação do romance homônimo de Bret Easton Ellis.

 

É preciso admitir: seu filho se aproxima da idade adulta. Por mais difícil que seja para nós, estas leituras o colocarão diante de dilemas que ajudarão na sua formação

Elena Horrillo, no El País

É possível que o pesadelo de alguns pais seja ver sua filha adolescente lendo o polêmico Lolita, de Nabokov. Ou talvez se pareça mais com esse instante, eterno e torturante, em que seu rebento, ainda menor de idade, pede um exemplar do transgressor Mulheres, de Bukowski.

O que vem a seguir, certamente, é um olhar martirizado para o calendário, perguntando-se em que momento esse sangue do seu sangue deixou de lado aqueles livros cheios de ilustrações, e depois uma pequena pontada de alegria, porque ele pertence a essa comunidade de jovens que se interessam pela leitura. Nesse ponto é que surge o dilema: com que idade se deve ler Kerouac?

A má notícia é que não há respostas absolutas. “A questão não é tanto a idade, e sim o grau de maturidade”, diz Marisol Salazar Ego-Aguirre, chefa do departamento de Língua e Literatura do Colégio Lourdes de Madri. É preciso levar em conta a bagagem como leitor e o desenvolvimento do jovem. Há livros que podem ser lidos aos 16 anos, mas que são muito mais apreciados quando se é um pouco mais adulto. Outros são para ler e reler.

Convém levar em conta também a confiança que existe dentro de casa. “Seria bom que antes pais e filhos conversassem sobre temas como o sexo, drogas e as complexas relações humanas, porque livros desse tipo devem ser encarados como ficção, não como exemplos a seguir em alguns casos”, reflete Jesús Casals, diretor de conteúdo da livraria La Central de Callao, de Madri.

Consultamos pais, professores, críticos e vendedores e selecionamos 15 livros que, recomendados ou dados de presente (desde que pareça um acidente), servirão para que seus filhos deem o salto para a idade adulta, literariamente falando. E o melhor de tudo é que, se você já estiver avisado, não sofrerá uma série de microinfartos toda vez que mergulhar nas suas páginas.

1. Abaixo de Zero, de Bret Easton Ellis. Sim, Easton Ellis é também o autor do perturbador O Psicopata Americano. E, sim, é um representante da chamada Geração X. E também “descreve a sociedade norte-americana rica e sua decadência moral, mergulhada em drogas, álcool e perversões sexuais”, diz a especialista Marisol Salazar. Nada disso é tranquilizador, mas, sejamos sinceros, poucas coisas desse tipo deverão impressionar um adolescente do século XXI com acesso ao Snapchat e Instagram. É possível que lhes forneça um ponto de vista diferente sobre esses excessos.

2. O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde. Não, não tem absolutamente nada a ver com os arquiconhecidos tons de cinza de Christian Grey – repare que a vogal é diferente. O livro do E.L. James só deveria cair nas mãos da sua prole como um magnífico exemplo do grau de controle e poder que uma relação jamais deveria admitir. E não, não nos referimos ao sexo. Se você quiser oferecer algo muito mais benéfico aos seus filhos e, nas palavras de Casals, se quiser que comecem “a compreender que não serão jovens a vida toda”, ponha este clássico de Wilde em suas mãos.

3. No País das Últimas Coisas, de Paul Auster. “A descrição de um futuro sombrio, um mundo que desaparece, nos convida a refletir sobre nossas ações e nos apresenta um futuro terrível”, comenta Mercedes Hernández, chefe do departamento de livros da FNAC Espanha. Jogando com a distopia, o premiado autor norte-americano Paul Auster nos conduz ao lugar que ilumina o pesadelo da sociedade de consumo; sem valores, sem sentimentos e numa constante busca pela morte.

4. O Apanhador no Campo de Centeio, de J.D. Salinger. Em suas páginas aparecem temas como o álcool, sexo e prostituição. O fato de o assassino de John Lennon, Mark Chapman, portar um exemplar do romance na hora em que matou o Beatle conferiu à obra um caráter mitológico, para bem ou para mal, fazendo com que fosse proibido em algumas escolas ou transformado em leitura obrigatória em outras. Para Casals, a história do jovem Holden Caulfield, narrada em primeira pessoa, é “todo um romance de iniciação da vida adulta”. O livro é tão radical quanto seu protagonista, que precisa decidir se cresce ou não. Um dilema e tanto.

5. Tokio Blues — Norwegian Wood, de Haruki Murakami.
O aspirante ao Nobel de Literatura costura um triângulo amoroso — ou vários — enaltecendo a morte, cultura, sexo e inseguranças da adolescência. É um romance intimista, com uma forte carga emocional e, às vezes, tortuoso. Por que lê-lo? “Para entender que você não é o único jovem torturado neste mundo”, diz Jesús Casals, diretor de conteúdo da rede de livrarias espanhola La Central.
15 livros que seu filho adolescente deve ler (mesmo que você não queira)

6. Grow Up (Cresça), de Ben Brooks. “Uma maneira encrenqueira contemporânea de dar o salto.” É como Casals define este livro, publicado em 2011, por um Ben Brooks que, na época, tinha 19 anos e afirmava que a obra — a quinta de sua carreira — havia sido finalizada três anos antes. A história gira em torno de um jovem inglês, Jasper, em sua jornada niilista para a vida adulta. Repleto de um humor jovial e sem pretensões. Seu protagonista já foi denominado como um Holden Caulfield (protagonista de O Apanhador no Campo de Centeio) nos tempos do Facebook e do cyberbullying.

7. O Estrangeiro, de Albert Camus. Um sintoma comum da adolescência é se sentir fora de lugar e tentar encontrar um para se adequar. Para Meursault, o protagonista de Camus, a realidade é estranha, absurda e incompreensível. Encontra-se privado de um sentimento de pertencimento e a apatia toma conta do personagem. Devido a esse aspecto trágico e por “incorporar a ideia da pessoa que se sente alheia a tudo”, o livro é recomendado por Jorge de Cominges, escritor e crítico literário.

8. O Grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald. Sabemos que há um filme e que é estrelado por ninguém menos que o — finalmente — vencedor do Oscar Leonardo DiCaprio. Mas as cerca de 200 páginas de Scott Fitzgerald retratam cuidadosamente a sociedade fictícia, oprimida e cheia de excessos que caracterizou a década de vinte nos Estados Unidos. Uma época cheia de esperança e vitalidade que não via ainda seu nefasto horizonte final, na forma do crash de 29. Para De Cominges, é uma recomendação segura por seu “tom desencantado e o tema de tornar sonhos em realidade”.

9. Histórias de Cronópios e de Famas, de Julio Cortázar. “Quando você lê Cortázar pela primeira vez, abre-se uma nova dimensão na linguagem, sua narrativa pode descobrir um universo paralelo em uma mente receptiva”, diz Mercedes Hernández, chefe do departamento de Livros da Fnac Espanha. Se depois de ler este livro seus filhos ficarem encantados, você pode ir à biblioteca e buscar outra obra-prima de Cortázar, como Rayuela.

10. O Jovem Törless, de Robert Musil. Para o escritor e crítico Jorge de Cominges, trata-se “do romance de aprendizagem por excelência”. Narra a passagem para a vida adulta, e em uma escola militar, do jovem Törless, que irá tropeçar na crueldade, na moralidade ou na sexualidade de seus colegas, como também nas suas. Foi escrito em 1906, alguns anos antes do início da Primeira Guerra Mundial, mas alguns padrões remetem ao império austro-húngaro.
15 livros que seu filho adolescente deve ler (mesmo que você não queira)

11. A Metamorfose, de Franz Kafka. Ingrediente presente em de toda boa lista literária que se preze, o clássico de Kafka atrai e inquieta adolescentes há décadas, ao mesmo tempo que vem arrastando teorias sobre sua interpretação. Portanto, para Casals, é “uma boa maneira de distinguir a realidade e ficção”, bem como para Salazar é “uma história perturbadora que os adolescentes precisam conhecer”. A boa notícia é que é tão curto que, uma década depois, é possível reler o livro e se surpreender novamente.

12. Historias del Kronen, de J. A. Mañas. Este romance tem sido chamado de irmão espanhol de Abaixo de Zero. Suas páginas, muito mais explícitas do que o filme de mesmo nome, foram incluídas por Salazar por falar de temas eternos que caracterizam os adolescentes, tais como o abuso de drogas, álcool, amizade, sexo e a busca por pertencer a um grupo, às vezes, seja qual for.

13. Maus — A História de Um Sobrevivente, de Art Spiegelman. Esta crônica de gatos — nazis — e ratos — judeus —, que lembra a história de um sobrevivente do extermínio nazista, foi o primeiro romance gráfico a ganhar o Prêmio Pulitzer. Não só evoca a história do holocausto, mas também foca na difícil convivência entre gerações após o horror sofrido. Para Hernández, é, sem dúvida, “a melhor maneira de aterrissar no romance gráfico: devido à própria história e por como é contada”.

14. Nip the Buds, Shoot the Kids (Belisquem os Botões, Matem as Crianças), de Kenzaburo Oé. Não abandonamos o tema da Segunda Guerra Mundial, apesar de agora nos aproximarmos da cultura japonesa da época. “Apesar de ser Prêmio Nobel e mundialmente conhecido, Kenzaburo Oé sempre é uma surpresa”, diz a especialista Mercedes Hernández. O escritor japonês retrata um cenário inicial semelhante ao Senhor das Moscas, com um grupo de jovens forçados à sobrevivência, mas isso não desemboca no caos, e sim na organização coletiva. E são precisamente os adultos que quebram o feitiço.

15. Heróis, de Ray Loriga. Tem todos os componentes para armar-se como um poliedro na mente de um adolescente. Rock, álcool, amigos, “meninas bonitas” e infinitas frases que antigamente eram sublinhadas ou escritas nos diários e que, agora, são compartilhadas, sobre um fundo limpo e negro, nas redes sociais dos dias atuais.

11 livros que mudam seu ponto de vista sobre doenças mentais

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Livro que inspirou o filme O Lado Bom da Vida (2012), com Jennifer Lawrence e Bradley Cooper, está entre os indicados.

Livro que inspirou o filme O Lado Bom da Vida (2012), com Jennifer Lawrence e Bradley Cooper, está entre os indicados.

Publicado na Exame[via Brasil Post]

Pat Peoples está sozinho e quer voltar para sua esposa. Pat Peoples pratica exercícios físicos todo dia. Pat Peoples ama sua família e quer ser bom para ela.

Você se identificou com ele?

Pat Peoples acaba de sair de um hospital psiquiátrico, está obcecado por exercícios físicos e não se lembra de como ou por que foi parar no hospital. Tudo o que o jovem professor tem em mente são flashes dos eventos que antecederam sua internação e foco em sua recuperação, a fim de reatar o casamento.

Ele é o protagonista do livro O Lado Bom da Vida, de Matthew Quick (Intrínseca, 2013). A tocante e cômica história de Pat poderia ser a sua, mas é semelhante a de muita gente que tem doenças e transtornos mentais.

Tratamentos, melhorias e pioras, dificuldades diárias e superação do passado são alguns dos temas do romance. É o dia a dia de pessoas que têm objetivos, questões, relacionamentos e obstáculos como qualquer um.

Outros livros, de ficção e não ficção – alguns são verdadeiros clássicos –, desempenham um bom papel para combater o preconceito com doenças e transtornos mentais, além de serem leituras informativas, envolventes ou até mesmo divertidas.

Você pode conhecer alguns destes títulos abaixo:

‘O Demônio do Meio-dia: uma Anatomia da Depressão’, de Andrew Solomon

Considerado um dos mais importantes livros sobre depressão, O Demônio do Meio-dia, do jornalista Andrew Solomon, traz relatos da experiência do próprio autor com a doença e uma profunda pesquisa sobre o tema. Mitos, tratamentos e depoimentos de diversas pessoas que têm depressão são abrangidas por esta grande e cultuada obra, ganhadora do National Book Award e finalista do Pulitzer. Você pode ter uma amostra do trabalho de Solomon e sua experiência com a doença pela elucidativa (e famosa) palestra dele no Ted.

‘O Lado Bom da Vida’, de Matthew Quick

O divertido romance de Matthew Quick, que deu origem ao filme homônimo de 2012, conta a história de Pat, um jovem professor que acaba de deixar um hospital psiquiátrico. Ele não se lembra o motivo pelo qual foi parar lá, só sabe que precisa reatar o casamento com sua esposa e reorganizar a vida e a mente. Determinado, seu caminho cruza com o de Tiffany, deprimida e instável após a morte do marido. Ambos decidem se ajudar e ela convence o teimoso Pat a participar de um concurso de dança de salão para ter disciplina. O Lado Bom da Vida consegue transmitir com bom humor e momentos tocantes o dia a dia repleto de dificuldades de quem quer seguir em frente em meio a depressão, ansiedade, obsessões e bruscas oscilações de humor.

‘Sua Voz Dentro de Mim’, de Emma Forrest

Neste livro de memórias, a jornalista inglesa Emma Forrest relata com crueza sua experiência com depressão, transtornos alimentares, comportamentos autodestrutivos e até uma tentativa de suicídio. O término de um intenso namoro e a inesperada morte de seu psiquiatra pressionam Emma a ter forças para enfrentar sozinha seus problemas. Sua Voz Dentro de Mim propõe ao leitor uma reflexão sobre o relacionamento que ele tem consigo próprio.

‘Meus Tempos de Ansiedade’, de Scott Stossel

Neste livro, parte memória e parte reportagem, o jornalista norte-americano Scott Stossel se abre com coragem para contar seus episódios mais agudos de ansiedade e oferecer uma pesquisa profunda e consistente sobre o tema. “Enfrentar e compreender a ansiedade é enfrentar e compreender a condição humana”, disse o autor. (mais…)

10 Bad Boys juvenis da literatura

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Eles estão sempre atrás de confusão, ou no mínimo a confusão está atrás deles; são jovens, revoltados, e sempre dispostos a uma boa briga. Uns podem se redimir, outros, nem pensar; Nesta lista um seleção com os 10 Bad Boys Juvenis da literatura…

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Douglas Eralldo, no Listas Literárias

1 – Houlden Caulfield: Quando pensei nesta lista, estava imaginando personagens contemporâneos, no entanto não teria como não fazê-la com este jovem de um tempo que provavelmente o termo Bad Boy sequer existia. Houlden é um ícone da rebelião e angústia juvenil, e seu comportamento cheio de falhas e confusões o tornou um dos mais influentes personagens literários, e por isso O Apanhador no Campo de Centeio é um clássico sempre atual;

2 – Derek Fitzpatrick: O protagonista de Amor em Jogo é o típico Bad Boy paradoxal, aquele que você sabe que a redenção é o seu destino final. No entanto ele pode muito bem ser classificado por esta lista, afinal, expulsões colegiais, e o talento para se meter em algumas brigas não o fazem o tipo mocinho pacífico;

3 – Wells: O garoto filho do Chanceller de The 100 é um bad boy casual já que o que levou a ser exilado entre os 100 escolhidos para retornar ao Planeta Terra foi um ato criminoso, mas cujo objetivo era na verdade bastante nobre: proteger a garota amada que estaria entre os degredados;

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4 – Travis Maddox: O Bad Boy por qual milhares de leitoras vivem suspirando. O rapaz é pura testosterona na série Belo Desastre, um típico macho alfa sempre disposto a trocar alguns socos, especialmente em suas lutas clandestinas, que às vezes dão em resultados desastrosos como em Desastre Iminente;

5 – Buck: Um dos piores tipos de Bad Boy aparece em Easy, o típico garoto prepotente e cafajeste que trata as garotas da pior forma possível e ainda se vangloria por isso;

6 – Gildo: Um Bad Boy nacional que aparece em Destino Sombrio e narra sua história em três tempos cuja única certeza do leitor é que o jovem aprontou alguma coisa, alguma coisa bem grave diga-se de passagem;

7 – Ty/Joe: Uma jovem testemunha que talvez não seja lá um grande Bad Boy, mas suficientemente capaz de andar com uma turma perigosa e atrair confusão que o fazem ver coisas que atraem ainda mais perigo. Um típico adolescente precisando se encontrar;

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8 – Frankie Landau-Banks: Tudo bem, eu sei que esta lista é de Bad Boys, porém seria perigoso para mim se não incluísse Frankie nesta lista, até porque para ela qualquer garota pode fazer coisas de garotos. Ela é uma verdadeira fábrica de ideias para gerar confusão, e é desse talento que nasce seu histórico infame;

9 – Javi: Outro Bad Boy da tribo dos repugnantes em Métrica é responsável por uma boa briga no estacionamento do Club N9NE;

10 – Nick Alegrezza: Este é um dos tipos bem comum de Bad Boy, uma abastado que não perde uma boa confusão no romance Loucamente Sua, e o que reforça que elas preferem os moços com mal comportamento;

Os 10 livros recomendados por Bill Gates

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CONHEÇA AS DICAS DE LITERATURA DE BILL GATES (FOTO: GETTY IMAGES)

CONHEÇA AS DICAS DE LITERATURA DE BILL GATES (FOTO: GETTY IMAGES)

Rennan A. Julio, na Revista Galileu

Conhecido pela sua carreira na Microsoft, Bill Gates é um fã de literatura. Mesclando o mundo dos negócios com grandes clássicos, ele acredita que todos deveriam ler estes dez livros:

Confira abaixo!

Meus Anos com a General Motors – Alfred Sloan

“Se você quer ler apenas um livro sobre negócios, esse é o livro a ser lido”.

O Apanhador no Campo de Centeio – J.D. Salinger

“Eu só fui ler aos 13 anos e desde então eu digo que é o meu livro favorito. É muito inteligente, pois mostra como jovens podem enxergar coisas que os adultos não entendem. E eu sempre amei isso”.

Uma Ilha de Paz – John Knowles

“Meu segundo livro favorito é esse. É fenomenal, estive lendo para o meu filho recentemente e é incrivelmente bom.”

O Grande Gatsby – F. Scott Fitzgerald

Bill Gates já se fantasiou como Gatsby e possui uma citação do livro na porta de sua biblioteca pessoal.

Leia aqui (em português)

A Vida é o que Você Faz Dela – Peter Buffet

“Melinda [sua esposa] e eu lemos e gostamos muito. É um livro tocante que planejamos passar para nossas crianças”.

SuperFreakonomics: O Lado Oculto do Dia a Dia – Steven D. Levitt e Stephen J. Dubner

“Eu recomendo esse livro a todos que gostam de não-ficção. Foi muito bem escrito e está cheio de grandes ideias”.

That Used to be Us [sem tradução] – Thomas Friedman

“Esse é um livro fantástico e eu realmente encorajo as pessoas a lerem. Ele fala sobre como o mundo está mudando, focando principalmente nos desafios dos Estados Unidos”.

For the Love of Physics [sem tradução] – Walter Lewin

“Esse livro mostra o intelecto extraordinário, a paixão pela física e como Lewin é um professor brilhante. Espero que traga ainda mais pessoas para a ciência”.

O Instinto da Linguagem – Steven Pinker

10 Mandamentos para Fracassar nos Negócios – Donald R. Keough

“Don possui uma combinação especial de experiência, sabedoria, confiança e consciência. Seus mandamentos poderão ajudá-lo nos negócios muito mais do que uma estante cheia de livros”.

Os livros mais lidos pelos jovens

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Imagem Google

Bethiara Lima, no I Like Marketing

A leitura é um hábito que contribui para o enriquecimento do vocabulário, auxilia no repertório de palavras, propicia conhecimento e dinamiza o processo de interpretação.

Por conta disso, preparamos os livros mais lidos por jovens e adultos.

1º Harry Potter: O bruxinho que fez história na telona, é um dos livros mais lidos pelo mundo. Escrito pela britânica J.K. Rowling, vendeu aproximadamente um bilhão de exemplares. Foram sete livros publicados e oito filmes, sendo o último filme dividido em duas partes. Rowling é a mulher mais rica da história da literatura.

Os livros combinam elementos como: amizade, crescimento, responsabilidades, ambição e escolhas num mundo mágico que apresenta características próprias.

As obras são as seguintes:

– Harry Potter e a Pedra Filosofal

– Harry Potter e a Câmara Secreta

– Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban

– Harry Potter e o Cálice de Fogo

– Harry Potter e a Ordem da Fênix

– Harry Potter e o Enigma do Príncipe

– Harry Potter e as Relíquias da Morte

2º Jogos Vorazes: Um livro que também ganhou a adaptação para o cinema, conta a história da heroína Katniss Everdeen, uma adolescente que luta pela sobrevivência no jogo que intitula o livro e o filme. A autora Suzanne Collins trata sobre pobreza, fome, efeitos da guerra e opressão. A saga é acompanhada por mais duas obras:

– Em Chamas

– A esperança

3º O sol é Para todos: O livro foi lançado em 1960 e escrito por Harper Lee é uma obra que trata a história de um homem negro, acusado injustamente de violentar uma jovem branca na cidade do Alabama. Aborda questões como tolerância, preconceito e respeito.

O livro não levanta bandeiras, nem determina as personagens de maneira maniqueísta. Permite ao leitor traçar suas próprias escolhas e traz um misto de sentimentos como: comoção, revolta e questionamentos.

4º A Culpa é das Estrelas: Escrito por John Green, conta a história de Hazel, uma paciente de 16 anos que trata de um câncer. A protagonista conhece Augutus Waters no Grupo de Apoio às crianças com câncer. Juntos passam a preencher as páginas de suas vidas. Um livro que aborda com sutileza a luta pela vida e principalmente como o amor pode transpor a dor. O autor procura exprimir esse momento com delicadeza, mas não adota o final felizes para sempre.

5º O Hobbit: Para os fãs de Senhor dos Anéis e do autor J.J. Tolkien, em dezembro (2012) poderemos acompanhar essa adaptação no cinema pelas mãos do diretor Peter Jackson. O livro conta as aventuras de Bilbo Bolseiro (hobbit) junto com Gandalf e os anões. Narra quando ele encontra o “precioso” anel.

6º O Apanhador no Campo de Centeio: O livro prestes a completar 47 anos de publicação foi escrito por J. D. Salinger.

Uma sensível obra que conta sobre o fim de semana de Holden Caulfied, um jovem que estuda em um internato, regressa mais cedo para casa, por não ter atingindo boas notas no colégio. Na volta para casa para enfrentar a família. O protagonista passa a refletir sobre as suas experiências e podemos acompanhar na leitura a sua visão sobre o mundo e condução do seu futuro. Antes de encarar os pais, Holden decide procurar sua antiga namorada, sua irmã e seu professor e com a ajuda deles busca compreender o caos que passa em sua mente.

Tratar sobre o cotidiano demanda muito cuidado, para não cair na mesmice e isso Salinger faz com maestria em sua obra.

7º O Senhor dos Anéis: Pode ser descrita como uma obra brilhante mostra diálogos ricos e personagens envolventes. Narra o conflito entre bem e o mal e a luta de várias raças: Hobbits, Anões, Elfos, Ents e Humanos contra Orcs para evitar que o “anel” caia nas mãos do Senhor da Escuridão (Sauron), tem como protagonista Frodo Bolseiro que tem a missão de destruir o anel e uma personagem que dispensa apresentações “Gollum” que representa a ruptura do bem e do mal, que concilia momentos de lucidez e ambição pelo seu “precioso (anel)”.

O livro é uma riqueza em material histórico e linguístico, divido em três volumes:

– A Sociedade do Anel

– As Duas Torres

– O Retorno do Rei

No cinema foi dirigido por Peter Jackson, que conduziu com genialidade a trama, enalteceu a obra e conquistou 17 Oscars.

8º Fahrenheit 451: Uma obra que também foi adaptada para o cinema foi publicada em 1953 pela autoria de Ray Bradybury que narra um governo totalitário em um futuro incerto que proíbe qualquer tipo de acesso à leitura, sua personagem central é um bombeiro Guy Montag que queima livros.

A trama apresenta reviravoltas e nos condiciona a necessidade do pensamento, da discussão de ideias e principalmente de irmos contra qualquer tipo de manipulação.

9º Quem é você, Alasca?: O autor John Green apresenta nessa obra uma metáfora sobre a adolescência, um período de significativas mudanças, traz a personificação do talvez e todas as inquietudes que acompanham essa fase. O protagonista Miles Halter, é um jovem que tem verdadeira fixação pelas últimas palavras ditas por personagens célebres e vai à procura do que foi dito pelo poeta François Rabelais nos seus suspiros finais:

“Saio em busca de um grande talvez”. A história apresenta características como: inseguranças, mudanças, amor e o conflito da travessia da adolescência para a fase adulta.

10º A Menina que roubava livros: Uma obra que narra a trajetória de Liesel Meminger que é perseguida pela Morte por roubar livros. O autor Markus Zusak trabalha com recursos próprios de linguagem, faz da Morte uma simpática narradora. Um inusitado romance histórico que nos faz refletir sobre o amor a literatura.

11º O Menino do Pijama Listrado: John Boyne traz nesse livro uma amizade construída em tempos de guerra. Bruno é filho de um oficial alemão nazista da alta hierarquia, que conhece Samuel uma criança judia. Ambos têm a mesma idade, e mesmos separados por uma cerca descobrem uma grande afinidade. Uma obra que também ganhou sua versão cinematográfica.

Comovente traduz todas as reviravoltas de uma guerra e apresenta um final surpreendente!

12º Caçador de Pipas: Um livro que é considerado um dos maiores sucessos da literatura mundial, trata sobre a amizade de Amir e Hassan que vivenciam diferentes realidades no Afeganistão em 1970 e se encontram em um campeonato de pipas. A compreensão de valores, o reencontro com o passado e o peso das escolhas, é tratada de forma sutil nessa obra que também esteve nas telonas.

Essa obra já vendeu mais de 2 milhões de exemplares só nos Estados Unidos, seu autor Khaled Hosseini propõe ao leitor o seguinte questionamento: Quantos de nós temos o direito a uma segunda chance?

13º 1984: Esse romance de George Orwell é uma inspiração dos regimes totalitários das décadas de 30 e 40 e fala sobre como o indivíduo pode se tornar uma importante ferramenta do Estado. Uma outra curiosidade sobre o livro é o seu título, escrito em 1948, mas por influência dos editores o título foi alterado para 1984, uma inversão da data.

Uma clara denúncia das mazelas do autoritarismo, a fragilidade da sociedade e o que representa o poder. Com personagens ambíguas, o leitor vai mergulhar em uma profunda reflexão sobre a importância do pensamento, das escolhas e liberdade.

Qual o seu livro favorito?

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