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The Cat in the Hat | Livro clássico infantil de Dr. Seuss irá ganhar longa animado

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O filme ainda não possui data de estreia definida.

Giovanni Mosena, no Cinema com Rapadura

“The Cat in the Hat”, clássico livro infantil do famoso autor Dr. Seuss, conhecido no Brasil como “O Gato de Chapéu”, irá ganhar um filme em formato de animação. Segundo a Variety, o longa faz parte de uma nova série de filmes animados baseados na obra de Theodore Seuss Geisel, o Dr. Seuss, que serão produzidos pelo estúdio Warner Animation Group, subdivisão da Warner Bros. Pictures, responsável pelas animações.

O presidente da Warner Bros., Toby Emmerich, anunciou:

“Nosso ‘Pictures Group’ é responsável por algumas das mais populares franquias de cinema no mundo, e estamos honrados em acrescentar as obras do Dr. Seuss ao nosso catálogo. Com a Warner Animation Group, nós realmente revitalizamos nossa produção de filmes animados, e essa parceria com a Dr. Seuss Enterprises vai continuar a nos mover rumo a uma classe mundial e de grande alcance das animações”.

O livro “O Gato de Chapéu” foi lançado em 1957 e conta a história de duas crianças normais, Sally e Conrad, que em um suposto dia comum encontram um enorme gato falante, que usa uma cartola vermelha e branca.

A obra ganhou uma adaptação em live-action em 2003, intitulada “O Gato”, dirigido por Bo Welch (“Tiebreaker“), e tinha em seu elenco Mike Myers (“Shrek para Sempre “) como o gato do título, Dakota Fanning (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2″) e Spencer Breslin (“Fim dos Tempos“). O longa arrecadou mundialmente mais de US$ 134 milhões.

A animação ainda não possui data de estreia definida.

No Facebook, aluno conta ‘dramas’ da vida universitária em charges

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Estudante usa charges para compartilhar dramas da vida universitária

Estudante usa charges para compartilhar dramas da vida universitária

Cristiane Capuchinho, no UOL

Gastos com xerox, falta de dinheiro, filas do restaurante universitário, fim de semestre. Os problemas do cotidiano de um estudante são a fonte de inspiração para as charges da página Drama Universitário. A página, que começou como uma brincadeira entre amigos, já tem mais de 136 mil seguidores no Facebook e diverte universitários pelo país inteiro.

Aluno de letras, Lucas Carvalho, 19, criou a página em dezembro de 2012, quando ainda estava no primeiro semestre do curso. A rotina se tornou fonte inesgotável de problemas, críticas e piadas. “A universidade tem muita coisa diferente, tem gente de todo tipo e todo tipo de problema e de situação engraçada”, comenta.

Da população felina do campus da UFC (Universidade Federal do Ceará), onde estuda, surgiu seu principal personagem: o gato Sofrêncio Xerox. É ele quem comenta fotos e situações esdrúxulas compartilhadas por Lucas e por muitos de seus seguidores, que sugerem novos desenhos diariamente.

Há um pouco de tudo: insetos na comida do bandejão, filas imensas para tirar xerox, noites insones antes de provas ou entregas de trabalho, professores que faltam, custo da vida estudantil. Mas nem tudo são problemas, festas e namoros também estão ali representados.

Estudante de universidade pública
Os dramas do estudante Lucas começaram já no vestibular. Sem muita certeza do curso que gostaria de seguir, começou a estudar no curso de Tecnologia em Saneamento Ambiental, no IFCE (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará).

“Queria desistir no primeiro mês. Tinha muita matéria de exatas, aulas de cálculo. Sempre fui de humanas, fui para lá por causa da nota de corte no Sisu [processo seletivo]”, lembra.

No processo seletivo de inverno conseguiu uma vaga na Federal do Ceará para o curso de letras. Mas a universidade passava por uma longa greve, que o deixou em casa à espera por meses até o início das aulas.

Mas seu principal drama é o transporte, diz. Morador de Cascavel (a 64 km de Fortaleza), o universitário passa mais de três horas por dia no transporte público para chegar à faculdade. “É muito tempo, o ônibus é cheio. Às vezes é mais cansativo que as aulas”, conta.

Mudar-se para Fortaleza não é uma opção. A falta de dinheiro é outro drama universitário comum. Por enquanto, o tempo é usado para bolar os desenhos que serão postados no dia seguinte.

Agora, Lucas Carvalho pensa em transformar o hobby em trabalho. A exemplo do desenhista Carlos Ruas, da página Um Sábado Qualquer, Lucas quer ampliar o número de personagens e fazer produtos para venda, como camisetas. Como forma de tranquilizar a família, garante: “Se não der certo, terei concluído a faculdade e vou ter uma profissão”.

Gastos com xerox, falta de dinheiro, filas do restaurante universitário, fim de semestre. Os problemas do cotidiano de um estudante são a fonte de inspiração para as charges da página Drama Universitário. A página, que começou como uma brincadeira entre amigos, já tem mais de 136 mil seguidores no Facebook e diverte universitários pelo país inteiro.

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O custo das mensalidades do ensino superior é um dos temas abordados pelo cartunista e estudante Lucas Carvalho em suas charges. A página de Facebook Drama Universitário já tem mais de 136 mil seguidores.

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O cansaço é um dos “dramas universitários” ironizados por Lucas Carvalho em sua página. Aluno de letras, Lucas criou a página em dezembro de 2012, quando ainda estava no primeiro semestre do curso e já tem mais de 136 mil seguidores. A rotina se tornou fonte inesgotável de problemas, críticas e piadas. “A universidade tem muita coisa diferente, tem gente de todo tipo e todo tipo de problema e de situação engraçada”, comenta.

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A dificuldade em chegar à universidade é o principal “drama universitário” da vida do estudante e cartunista Lucas Carvalho. Morador de Cascavel (a 64 km de Fortaleza), o universitário passa mais de três horas por dia no transporte público para chegar à faculdade. “É muito tempo, o ônibus é cheio. Às vezes é mais cansativo que as aulas”, conta.

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Gastos com xerox, falta de dinheiro, filas do restaurante universitário, fim de semestre. Os problemas do cotidiano de um estudante são a fonte de inspiração para as charges da página Drama Universitário. A página, que começou como uma brincadeira entre amigos, já tem mais de 136 mil seguidores no Facebook e diverte universitários pelo país inteiro.

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Falta de segurança é um dos problemas enfrentados por estudantes do país. Os problemas do cotidiano de um estudante são a fonte de inspiração para as charges da página Drama Universitário. A página, que começou como uma brincadeira entre amigos, já tem mais de 136 mil seguidores no Facebook e diverte universitários pelo país inteiro

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Gato com crise existencial faz sucesso na internet

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Publicado na BBC BRASIL

Os vídeos de Henri nasceram de um trabalho universitário improvisado

Os vídeos de Henri nasceram de um trabalho universitário improvisado

Henri é uma estrela atribulada: gato, francês, existencialista e cheio de ódio, cujo passatempo preferido é “questionar o sentido da vida”. Além de dormir, é claro.

O resto do tempo Henri passa na frente da câmera de William Braden: o gato é o protagonista de uma série de vídeos no YouTube, que valeu fama global ao bichano e tem rendido uns bons trocados a Braden, que vive em Seattle, no noroeste dos Estados Unidos.

Fotógrafo de casamentos, Braden, de 32 anos, deixou sua antiga profissão para pensar, redigir e registrar as reflexões do filósofo felino.

Primeiro foram os vídeos na internet, que tiveram mais de 10 milhões de visitantes. Depois vieram uma coleção de camisetas, canecas e calendários. Agora Braden fechou contrato para um livro com frases célebres que Henri.

“Faço isso há seis anos e agora esta é minha principal fonte de renda, embora pareça absurdo pensar que é um gato depressivo quem me sustenta”, ri o fotógrafo, que estudou literatura e cinema em Seattle.

Henri coleciona outros exitos: com seu segundo vídeo, Paw de Deux, o bichano virou a estrela principal do primeiro festival de vídeos felinos, em Minneapolis, onde recebeu 10 mil votos e ganhou o “Kitty de Ouro”, de 2012.

O curioso é que o Henri sequer era o animal de estimação de Braden. Mas ninguém conhece a identidade da verdadeira dona, uma parente, que teme um eventual sequestro do animal.

De hobby a negócio

Braden deixou a vida de fotógrafo de casamento para se dedicar ao projeto, que agora vai virar livro

Braden deixou a vida de fotógrafo de casamento para se dedicar ao projeto, que agora vai virar livro

A estreia de Henri se deu em 2006. Braden, então estudante de cinema, deixou para última hora um trabalho da universidade para o qual deveria encontrar um personagem. Escolheu o bichano.

“Me pareceu uma boa ideia supor que um gato poderia ter uma crise existencial. Optei pelo existencialismo como papel de fundo, a imagem em preto e branco e o francês para darem o tom”, explica Branden, que faz a narração na língua de Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir.

O primeiro vídeo teve 3 mil visitas. Com a disseminação das redes sociais, Brandem se tornou uma estrela em pouco tempo.

Com o segundo vídeo – e seus 6,5 milhões de visitantes -, Brandem viu que as reflexões felinas poderiam virar negócio.

“Começaram a me pedir camisetas”, conta. “Assim que pus à venda, o interesse pelos produtos cresceu”. Parte da renda vai para campanhas em defesa dos animais.

Papel

A última aposta de Brandem é transpor as reflexões de Henri para um livro, que será publicado em abril pela Random House, uma das maiores editoras do mundo.

Para Brandem, será um desafio e tanto: colocar em palavras os pensamentos de um terceiro, no caso, de um gato.

Já em relação à saga audiovisual, Brandem desenvolveu algumas técnicas. Com um grito convence Henri a correr. Para uma cara mal-humorada, basta soprar os bigodes do bichano. Se quer uma gracinha, suborna o gato com guloseimas.

“Muitas vezes escrevo o texto a partir das imagens do que o gato faz naturalmente”, explica, no entanto, Branden, que demora até duas semanas para produzir um episódio.

Braden diz que Henri é um gato como os outros – gosta de brincar e adora a comida especial que recebe ao final dos episódios.

“Sempre digo não quando me pedem para levá-lo à TV, ou para viajar de avião para algum show. Me parece egoísta, criar um estresse desnecessário. Ponho limites até onde posso tirar proveito. No resto, cuido de sua saúde e trato de satisfazer todos os seus caprichos”, diz.

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